INET-md

O Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md) é uma Unidade de Investigação transdisciplinar com sede na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa (FCSH-NOVA) e com mais três polos localizados no Departamento de Comunicação e Arte, Universidade de Aveiro (DeCA-UA), na Faculdade de Motricidade Humana, Universidade de Lisboa (FMH-UL) e na Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto (ESE-IPP).

Objectivos

O INET-md tem por objectivo principal o desenvolvimento da investigação e da criação nos domínios da música e da dança, em colaboração com diversos interlocutores e instituições. A sua acção centra-se nas seguintes vertentes:

  • Desenvolvimento de pesquisa transdisciplinar sobre música e dança, utilizando as perspectivas actuais da Etnomusicologia, da Musicologia Histórica, dos Estudos Culturais, dos Estudos de Música Popular, dos Estudos em Dança, da Educação Musical, da Teoria e Análise Musical, dos Estudos em Performance, da Acústica Musical, Estudos de Som e da Investigação Artística;
  • Estabelecimento de parcerias colaborativas com grupos e comunidades locais, artistas, decisores políticos e instituições nacionais e internacionais, no sentido de uma construção democrática e decolonial do conhecimento, com objectivos de responsabilidade social;
  • Promoção da investigação que fomente as relações entre países e regiões com ligações históricas com Portugal, abordando questões relacionadas com passados coloniais e contextos pós-coloniais;
  • Desenvolvimento da investigação artística no âmbito da criação e performance em música e dança;
  • Consolidação da pesquisa em produção e percepção sonoras assente em princípios da Física e da Psicoacústicas;
  • Promoção da investigação e da construção de arquivos audiovisuais enquanto um bem comum para a sociedade.

A investigação organiza-se no âmbito dos seguintes Grupos de Investigação:

Etnomusicologia e Estudos em Música Popular

Coord.: Filippo Bonini Baraldi

Estudos Históricos e Culturais em Música

Coord.: Cristina Fernandes

Estudos em Dança

Coord.: Elisabete Monteiro

Acústica Musical e Estudos de Sons

Coord.: Vincent Debut

Criação, Performance e Investigação Artística

Coord.: Henrique Portovedo

Educação, Música e Teatro na Comunidade

Coord.: Graça Boal-Palheiros

http://www.inetmd.pt

Fumaça

FUMAÇA

ESTATUTO EDITORIAL:

  • Fumaça é uma redação de jornalismo de investigação que publica principalmente trabalhos narrativos em áudio. Considera-se independente porque são as pessoas que para este trabalham a decidir horizontalmente os destinos do órgão de comunicação social. É coletiva a responsabilidade editorial e operacional.
  • Fumaça não tem fins lucrativos. Procura ser financiado pelas contribuições mensais recorrentes do seu público. Aceita bolsas filantrópicas, não permitindo qualquer interferência editorial. É detido pela Verdes Memórias – Associação, que tem na gestão do Fumaça a sua única atividade.
  • Fumaça vê o jornalismo como bem público. O que produz é de livre acesso e de republicação gratuita. Assume um dever de partilha de conhecimento, com a academia e entre profissionais, e de intervenção na reflexão sobre os média. Compromete-se a ouvir o seu público e a dar espaço à discussão participada pela comunidade na construção do seu jornalismo.
  • Fumaça é progressista. Acredita na liberdade, na garantia de vida digna e na ambição coletiva de corrigir desequilíbrios e desigualdades. Quer escrutinar e desafiar sistemas de opressão. É livre de tomar posições políticas coletivas em matérias consensuais numa redação que se quer heterogénea e discordante.
  • Fumaça é dissidente. Defende a necessidade de ir para lá da agenda mediática vigente, de criar alternativas às estruturas jornalísticas tradicionais no financiamento, práticas editoriais e laborais, e modelos de organização. Reconhece o valor do trabalho, garantindo um pagamento justo e condições dignas a quem para este trabalha.
  • Fumaça ambiciona à transparência radical editorial e operacional. Não acredita na existência de jornalismo neutro: ao invés de afirmar a isenção, assume de maneira clara as suas subjetividades e expõe os seus conflitos de interesse. Divulga de onde vem e para onde vai o seu dinheiro.
  • Fumaça acredita em jornalismo feito com ética, deontologia e tempo para pensar. Considera jornalista quem aplica o método jornalístico, que não pode dispensar a edição e a verificação de factos.

Link: https://fumaca.pt

Checkpoint 303

Checkpoint 303 is an activist sound art project led by sound designer SC MoCha. the electronic experiment initially kicked off in 2004 when sound cutter SC MoCha teamed up with Bethlehem-based palestinian sound catcher SC Yosh. the idea is to cut, track, fragment and reconstruct the audio soundscape from daily lives in the middle east and across the arab world. new audio reporting on injustice. an ode to resistance in the face of oppression. several artists and friends from around the globe contribute to Checkpoint 303’s recordings. present and past contributers include SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski + many more.
Using site recordings predominantly from Palestine and the arab world, Checkpoint 303 constructs soundscapes that weave cinematic audio with experimental sound processing and complex rhythms. Through its compositions, collected sounds and noise, Checkpoint 303 spreads a message of peace and a call for the respect of human rights. Contrasting with the mainstream media’s exclusive depiction of violence and suffering in the middle-east, CP-303’s sound collages also report on the heroic hope that subsists in the region as well as the seemingly banal but ever so meaningful little things that embody a daily search for normality in a state of emergency.

:: BIO
Checkpoint 303 (Palestine/Tunisia/France) is an avant-garde activist sonic project that creates experimental electronic music that aims at raising international awareness about the ongoing injustice and suffering of the civilian populations throughout the Middle East and the arab world. Checkpoint 303 combines field recordings performed in Palestine, Tunisia and Egypt with electronic beats, …FX, oud and subtle oriental tunes.

:: Checkpoint 303 Live
One of the highlights of CHECKPOINT 303’s live performances includes being invited by Massive Attack in several shows in the UK in 2007 and in France in 2008 and 2009. Over the last couple of years, Checkpoint 303 has performed electronic and live electro-acoustic sets in several countries (France, Spain, Italy, Sweden, Danemark, Japan, Australia, USA, Canada, Palestine, Tunisia, Belgium, etc.) spreading the word for peace, freedom and human rights through a blend of twisted electronica, downtempo, breakbeats, oriental riffs and field recordings…

Analog Dakar Club 

Analog Dakar Club 

“Donnes-moi ton corps, je te donnerai ma flamme.”
Dakar (Sn) and Marseille (Fr) based only vinyls collective spinning hip-mooving grooves and rarities for yo to shake until it’s too late. Analog Dakar Club is a collective of dj’s passionate about analogue African popular music – vinyl records and tapes – which has been organizing parties since 2018. Check also our Instagram and Facebook pages for more analog treasures.

Portuguese Art Lover

Portuguese Art Lover

Ganho tempo de vida a ajudar a música dos outros e isto faz-me sentir bem. É um prazer. Continuem a ajudar-me a ajudar-vos. Um Abraço

I win time in my life for supporting the music of others and it makes me feel happy. It’s a pleasure. Please keep supporting me to support you. Cheers. #iamportugueseartlover #indiemusic #portugal #music #musica

João Garcia Barreto

Psychophono

PsychoPhono collect nuggets around tropical countries.
We are sharing our passion for the finest psychedelic and folk music
We are very open to djing this stuff. let us know if you have an event that might fit

Rebita,Morna,Coladeira,Amazonian heritage, Afro-Beat,Jamaican Roots, Rare African Music, Ethio-Jazz, Calypso, Thai-Funk, Rhumba, Carribean Funk, Cumbia, Psychedelic Salsa, Mambo Loco,Latina Fonk, Kompa, Zouk, Chicha groove, Batucada, Semba, Distorted Merengue, Psycho Middle East,Arabian Jazz, Hindi Folk, South East Asian Pop…

https://www.mixcloud.com/PSYCHOPHONO/

Festival Todos

TODOS – Caminhada de Culturas 2023 

ACERTAR O MUNDO EM SANTA CLARA

Arquipélago de bairros forçados, de difícil mobilidade entre si, distanciados por mares de betão em forma de viadutos e eixos rodoviários, Santa Clara é rocha-mãe de muitas e diversas energias humanas. Aqui, ao longo dos últimos três anos, desenhámos e ensaiámos espetáculos, conversas e oficinas, que registaram em textos, em murais, em vídeos e no património, os desabafos e as forças de um território repleto de urgências.

Motivados pelas inquietações e pelos afetos das gentes da Ameixoeira e da Charneca, inspirados pelos artistas que convidámos e pelos seus atos interrogativos e por vezes até mesmo transgressivos, convocámos milhares de pessoas a visitar esta parte da cidade e a conhecer as suas pessoas. Assim, contribuímos para uma cidadania urbana na qual a voz dos vizinhos e dos forasteiros, as tradições, as religiões, os modos de vida, as línguas e os sonhos nascidos nos quatro cantos do Mundo podem não só coabitar e desafiar-se, como complementar-se, desenhando novas formas individuais e coletivas de acertar o Mundo. Ao cabo de três anos, continuamos a sentir que os nossos corações deviam fazer isto mais vezes. 

Como diz Italo Calvino, “vivemos num mundo de histórias que começam e não acabam”. Assim, este ano, a programação para o TODOS – Caminhada de Culturas é em simultâneo uma festa de despedida e um ponto de partida. Queremos defender os encontros, os diálogos e os debates – os que já aconteceram e os que ainda estão por vir. Queremos enaltecer a força das palavras ditas e das músicas que se enlaçam com as frases e se transformam em ação. Queremos dançar e libertar os corpos. Queremos ganhar força e energia para uma revolução, sempre inacabada, que nos faz avançar. 

Convosco, queremos pensar que casas, que ruas, que bairros, que cidades, e que Europa e que Mundo de diversidade cultural queremos construir. E de que modo essa identidade plural se pode afirmar na defesa de valores inegociáveis, na distribuição de oportunidades e no afrontamento dos medos que não devem poder paralisar-nos. Queremos propor aos poderes políticos locais algumas utopias do bairro. Queremos imaginar uma Cidade do Destino, lembrando que os nossos corações são amigos muito antigos. 

Venham até Santa Clara. Descubram-na. Venham conviver, ver e sentir. Tragam o vosso tempo, a vossa curiosidade, os vossos olhares. Venham entrelaçar novas ideias-raízes de uma identidade maravilhosa mas também complexa. Tragam afeto e esperança. Só assim poderemos TODOS juntos partilhar a comunidade intercultural do futuro, sem nunca sair de Lisboa e caminhando, sempre, ao encontro dos outros.

https://www.festivaltodos.com

Largo Residências – Quartel Largo Cabeço de Bola

O QUE CÁ ENTROU NÃO PODE CÁ ESTAR

exposição-instalação

Criação colectiva do grupo de documentação/narrativa do Quartel do Largo do Cabeço de Bola

22 Jun. a 2 Jul Qua. a Dom. 12h às 22h

Largo Residências – Quartel do Largo do Cabeço de Bola

“Talvez não saibam, mas eu costumava existir. Aqui; Mesmo aqui. Era onde eu costumava existir. Parece que foi há muito tempo, mas para mim foi como se fosse mesmo agora (…)”

Os primeiros habitantes do Quartel do Largo do Cabeço de Bola deixaram a sua pegada a partir do ano 1858. Plantaram histórias, memórias, fantasmas e personagens que quase não acreditamos. Os últimos habitantes surpreendem-nos com os caminhos que tomaram para ali chegar. Esta exposição/instalação é um manifesto entre o precipício do passado e o abismo no futuro. Uma ideia antagonista entre a vida e a morte, entre o documental e o ficcional, entre a luz e a sombra. Com recurso a texto, som, fotografia e vídeo faz-se a ponte entre a realidade e a ficção de um espaço no qual uma vida ligada à GNR – Guarda Nacional Republicana deu lugar a uma curta, mas intensa, vida cultural de mais de uma centena de trabalhadores da Cultura. Uma oportunidade única e irrepetível para conhecer um espaço prestes a desaparecer da vida de Lisboa como existe actualmente.

“Não vos posso contar o que se passa dentro de mim, mas que lá se passa dentro e que muitos sorrisos trouxeram de volta a este mundo, trouxeram.”

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA

Criação colectiva do grupo de documentação/narrativa do Quartel do Largo do Cabeço de Bola

Direcção executiva: Marta Silva

Coordenação: Pedro Saavedra

Curadoria: Raquel Castro

Com obras de vários criadores:

Retrato Fotográfico: Vitorino Coragem

Entrevistas: Francesco Valente

Vídeo: Amaya Sumpsi e Justine Lemahieu

Textos: Pedro Saavedra

Instalação fotográfica: Claudia Fischer

Projecto Fotográfico: José Luís Neto e Mário Mar

Mural: Dedo Mau

Design do livro: Andreia Salavessa

Produção e comunicação: Largo Residências

Apoio: Atelier MOB / Trabalhar com os 99%

Apoio institucional festival Bairro em Festa: Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC – Festas de Lisboa e Junta de Freguesia de Arroios. 

Agradecimentos: Guarda Nacional Republicana, Arquivo Municipal de Lisboa, Coronel Bernardo Mendes e Sargento-mor Fernandes.

QR CODE ENTREVISTAS

Associação Renovar a Mouraria

Vai realizar-se, entre 1 e 17 de junho, o Arraial mais diverso e inclusivo dos Santos Populares. O Arraial dos 15 anos da Associação Renovar a Mouraria vai ocupar o Largo da Rosa à semelhança de anos anteriores, com música, gastronomia e uma equipa tão diversa quanto o bairro da Mouraria. Da programação que conta com músicos de Angola, Guiné, Cabo Verde, Brasil, Cuba, Itália e Portugal, a bancas dinamizadas por pessoas imigrantes e refugiadas, o ambiente intercultural e comunitário está aliado às práticas de sustentabilidade ambiental transversais à sua intervenção social.    

Este ano há, contudo, novidades na programação: à festa e ao convívio somam-se momentos de debate sobre temáticas que atravessam a intervenção social da Renovar a Mouraria e o bairro, com o ciclo de debates Meia Palavra Não Basta. Habitação, Imigrações e discriminações e os desafios de viver na Mouraria hoje serão os temas em debate entre as 17h30 e as 19h nos dias 3, 10 e 17. 

Já os dias 8 e 14 serão Dias Benefit, com programação da Bazofo & Dentu Zona e da Cooperativa Bandim.

Como Arraial distinguido com o selo Ecoevento, multiplica a cada ano as práticas de sustentabilidade ambiental: além do uso de biocarvão (Ecobrasa), de materiais para e sobre a separação de resíduos (ValorSul), da promoção do consumo de água da torneira (EPAL), recolectores de beatas, copos reutilizáveis e louça compostável, todo o lixo orgânico produzido será compostado na agrofloresta do projeto Changing (H)earth e todas as tampas reutilizadas para decoração serão doadas à Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL). 

A escala local está na base da intervenção da ARM, pelo que os seus media partners são os mais atentos a Lisboa e à sua diversidade: a Mensagem de Lisboa, que terá a cargo um dj set e a moderação do debate sobre Habitação e a Rádio Olisipo, que dará a conhecer o percurso e o trabalho dos artistas presentes na programação. 

Para quem quiser participar mais de perto no Arraial da Renovar a Mouraria e trabalhar numa equipa diversa e dinâmica em prol da Mouraria e da Associação, estão ainda abertas as inscrições para voluntariado em diversas equipas. 

O Arraial da Renovar a Mouraria é um espaço de continuidade e aprofundamento da integração social e dinamização cultural e comunitária que a Associação promove durante todo o ano, sendo também essencial para a sua sustentabilidade financeira de longo prazo.  

Sobre a Renovar a Mouraria

A Associação Renovar a Mouraria, ONGD de utilidade pública, nasceu a 19 de março de 2008, a partir de um sonho comum de um grupo de moradores empenhados em contribuir para a revitalização de um bairro através de iniciativas comunitárias, educativas e culturais. Atualmente, somos uma referência em desenvolvimento local e no trabalho pela integração de migrantes no bairro e na cidade.  

Renovar a Mouraria – Associação

Associação Renovar a Mouraria (@renovaramouraria) | Instagram

Renovar A Mouraria | Lisbon | Facebook 

RIAFC

RADIO IS A FOREIGN COUNTRY is a registered 501(c)3 not-for-profit radio platform and mixtape series that exposes listeners to obscure regional folk and pop music from the global hinterlands. Our collections feature cut-ups of international radio broadcasts (AM, FM & shortwave), field recordings, ethnographic film, vintage records & cassettes, and digital ephemera from the far reaches of the internet. Our mission is to explore forgotten and new ways of making radio and to facilitate greater access and exposure to sounds and music not sufficiently documented by industrial music curation.

www.radioisaforeigncountry.org/

Cultoras

EL PROYECTO CULTORAS

Cultoras es un proyecto que indaga en los pluriversos de mujeres hacedoras en las más diversas artes y oficios de la creación humana, a través de la intimidad y sencillez de la conversación y el homenaje radial.

Organizadas, empoderadas, disidentes, busquillas, desde distintas circunstancias culturales y sociales, las mujeres hemos debido atravesar las barreras impuestas por el orden imperante para abrirnos paso en la esfera de lo público, defendiendo nuestro derecho a ser trabajadoras, obreras, campesinas, intelectuales, activistas, sanadoras, ingenieras, choferas, artesanas, cantoras, cocineras, bailarinas, lesbianas, solteras, madres, abortistas, viajeras.

La configuración del mundo femenino es tal vez uno de los capítulos más complejos y transformadores de las últimas décadas. El género se ha deconstruido, puesto en disputa y refundado tantas veces como la propia naturaleza cíclica femenina muere y renace cada mes.

En este escenario, las creadoras de ideas, artesanías, escenificaciones, sonidos, instrumentos, recetas, historias, y tantos otros artes y oficios, constituyen uno de los capítulos más interesantes de ese flujo femenino que se abre paso para afirmar su derecho de existencia en un mundo dominado por los cánones y códigos masculinos.

¿Qué significa ser creadora en el Chile de hoy?, ¿qué barreras enfrentan aquellas mujeres que deciden hacer de la creatividad un oficio vital?, ¿qué motores impulsan sus decisiones muchas veces cuestionadas, incomprendidas?, ¿qué satisfacciones alimentan ese hacer continuo de las mujeres cultoras?

Nuestro proyecto indaga en este mundo íntimo, con programas que transitan entre la música y la palabra, recorriendo inspiraciones, conocimientos, complejidades y anhelos que habitan el hacer de las mujeres entrevistadas u homenajeadas.

Cultoras es transmitido a través de la Radio Comunitaria RCVO, espacio radiofónico que surge como resultado del proceso organizativo de la Histórica Villa Olímpica, y que habita junto a otras experiencias comunitarias de valorización y gestión cultural. Por ello, nuestro programa inaugural es un homenaje de mujeres villanas a la poetisa y ex vecina Stella Díaz Varín.

Todos nuestros programas son de libre descarga, esperando que puedan alimentar la parrilla de otros proyectos radiofónicos comunitarios.

LORENA ARDITO

Música y Maestra en Estudios Latinoamericanos. Ha desarrollado investigaciones y proyectos culturales sobre música, carnavales, afro-descendencia, género y derechos colectivos, desempeñándose además como docente y conferencista en Ciencias Sociales y Humanidades. Ha integrado diversas agrupaciones musicales y carnavaleras, así como colectivos de investigación inter-disciplinaria. Actualmente es parte de la Colectiva Tiesos pero Cumbiancheros, la Cooperativa T´ikana Ediciones, el Núcleo Kuriche y es Doctorante del CECLA de la Universidad de Chile.

KAREN GÓMEZ

Percusionista, Profesora de Música de la UMCE y Magíster en Ejecución Musical en Percusión de la Universidad Federal de Salvador de Bahia. Ha participado de diversos proyectos musicales vinculados a la raíz latinoamericana, tales como Alterlatina, LaBanda en Flor, Maracatú y otros. Además de sus actividades docentes, actualmente se dedica a la composición de su proyecto musical como cantautora, integra la Cantoría Popular de Mujeres como percusionista, y coordina desde Roma el proyecto autogestionado Talleres de Percusión, Rítmica y Movimiento.

Mail: mujerescultoras@gmail.com

Links:

Facebook: https://www.facebook.com/Cultoras

1ª TEMPORADA

https://www.cultoras.cl/programas

2ª TEMPORADA

https://www.youtube.com/@cultoras4743

MATERIAL DE CADA UMA

https://www.cultoras.cl/cultoras

Stone Milk

Stone Milk Records é uma Label multimídia sediada em Paris, com a proposta de ampliar o diálogo entre música e cinema, estendendo-se às intersecções entre dança e poesia. Editora oficial de fonogramas originais, a Label é uma produtora transdisciplinar que, junto aos seus artistas, atua na composição e produção de trilhas sonoras, curtas-metragens e videoclipes. Além da criação de um repertório em Vinyl. 

Agradecemos a Stone Milk, que a partir de agora entra nas nossas parcerias internacionais para a divulgação de trabalhos discográficos independentes.