Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão – Blackjack (2024) (single)

Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.

Decidido que queria fazer música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeira música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023.

Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada

 vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez, com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu as 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. Já em 2024, o artista lança “Bruxo” e “Blackjack”, dois novos singles com um conceito repartido, mas ligados entre si através de uma mensagem.

O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.

BLACKJACK

Este single não se trata de um só tema, pois é a continuidade do single anterior “Bruxo”, um conceito repartido em duas partes, ligados entre si, através de uma mensagem. “Blackjack” é a segunda música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.

“Blackjack” é o segundo single deste ano de 2024, um tema que fala do seu irmão mais velho, “Bruxo”, o primeiro tema a ser lançado. Com um refrão forte, “Blackjack”, em contraste com o seu irmão, é um tema mais completo e com maior carga energética, numa ligação onde ambos se completam. Dois temas irmãos, que compartilham entre si a sonoridade e a energia. O single “Blackjack” foi lançado no dia 19 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais.

E.Se – Galope (2024) (single)

E.Se – Galope (2024) (single)

“Hubris” é o terceiro longa duração de E.se. Sendo verdade que o nome do disco significa arrogância, este é acima de tudo um símbolo de autoconhecimento. Num álbum mais “escuro” que o seu antecessor, Mangrove (2022), em Hubris é clara a maturidade criativa de E.se, cada vez mais confortável na sua fragilidade, abordando temas como a saúde mental, separações relacionais, solidão e crescimento.

Nos singles de antecipação – “Gravito” e o tema homónimo ao disco -, o músico e rapper almadense já revelava o que é consolidado no álbum: E.se dá liberdade às suas emoções e obsessões para fluírem pelas paisagens sonoras que lhes dão o contexto adequado. Uma viagem mental que o leva às ambiências pop, ao jazz contemporâneo, ao r&b ou à música electrónica. O resultado desta mescla adere na perfeição a um álbum hip hop atrevido e característico, composto por 15 faixas onde E.se, além da sua escrita e interpretação, intervém também como produtor pela primeira vez.

A produção ficou a cargo de nomes como Lunn, Minus & MrDolly, E.se, NED FLANGER e Mei Rose, conta com colaborações vocais de xtinto, L-ALI, Mei Rose, Minus & MrDolly e Matheus Paraízo e mistura e masterização por Beiro (excepto na faixa ângulo morto por Pedro Borges). O álbum é editado pela Produções Hipotéticas.

O disco irá ser apresentado ao vivo no Porto no Maus Hábitos a 14 de Junho e em Lisboa no Musicbox a 15 de Junho. Nessas datas marcarão presença vários dos convidados que podem ouvir em Hubris.

Virgem Suta – Dois Dias (2024) (single)

Virgem Suta – Dois Dias (2024) (single)

“Dois Dias” é o nome do novo single dos Virgem Suta e marca o regresso da banda às edições, antecipando o universo daquele que será o quarto álbum de originais da dupla formada por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo que assinala 15 anos de carreira.

Habituados a transformar histórias em canções, os Virgem Suta mantêm a perspicácia e ironia a que habituaram os seus ouvintes, retratando em “Dois Dias” o tema da rotina frenética da sociedade atual e a generalizada procura de ideais de felicidade tantas vezes distorcidos.

Com produção de JP Coimbra, o single aponta para novos caminhos estéticos, abrindo o apetite para o álbum que se avizinha.

“Dois Dias” estará disponível em todas as plataformas digitais a partir de 3 de maio.

Com lançamento de novo disco previsto para outubro, o quarto álbum da banda de Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo tem já definidas as datas de apresentação em Lisboa e Porto. Na capital a banda subirá ao palco do Teatro Maria Matos no dia 12 de novembro e na invicta, ao da Casa da Música, dia 21 de novembro.

No ano em que celebram 15 anos de carreira, os Virgem Suta propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto.

Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.

Sobre os Virgem Suta

Os Virgem Suta surgiram em 2009 com um álbum homónimo e desde essa data lançaram Doce Lar em 2012 e Limbo em 2015, todos com o selo da Universal Music. Em 2010 foram nomeados para os Prémios Globos de Ouro na categoria Melhor Banda e em 2013 na categoria Melhor Álbum.

Ao longo dos quatorze anos de existência nunca deixaram de atuar ao vivo, tendo no currículo centenas de concertos um pouco por todo o país, inclusive em alguns dos maiores festivais nacionais (Meo Sudoeste, Meo Marés Vivas, Festival F, Festival Med, Festival Músicas do Mundo de Sines, Festival Sem Soldos, entre outros). Internacionalmente já atuaram no Brasil, Canadá, Macau, Timor, Bélgica, Hungria, Espanha e mais recentemente no Chile, num dos maiores festivais de música do mundo, o Womad.

Exemplo de consistência artística, Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda são autores de algumas das canções mais irresistíveis da música portuguesa. As suas composições ganham uma intensidade que varia entre a energia contagiante de uma festa e a tranquilidade comovente, criando na audiência a sensação de estar em casa. Se temas como “Regra Geral” e “Linhas Cruzadas”, que continuam a integrar playlists das rádios nacionais, são obrigatórios ao vivo, a verdadeira festa surge nos primeiros acordes de “Dança de Balcão”, “Tomo Conta Desta Tua Casa” ou “Vovó Joaquina”.

Em 2024 a banda comemora o décimo quinto aniversário com novo álbum e nova digressão.

Mónica Teotónio – Se Me Vens Salvar (2024) (single) Id

Mónica Teotónio – Se Me Vens Salvar (2024) (single) Id

‘Se me vens salvar’ é o novo single de Mónica Teotónio com Latte

Depois do sucesso de estreia ‘Todos os dias’, seguido de ‘Tête-à-Tête’, canções escritas por Mónica Teotónio e João Só, numa parceria única entre os dois artistas, surge a primeira colaboração de Mónica Teotónio. Numa balada comovente, ‘Se me vens salvar’ junta a voz de Latte à de Mónica Teotónio, num prenúncio de esperança sobre o amor nos dias de hoje.

“Esta canção foi das primeiras a ser escrita, num momento em que estava desacreditada em relações, em compromissos descomprometidos e vem como um pedido de ajuda, de salvação, para que de alguma forma o amor fosse/seja levado mais a sério. De mim, para mim.” afirma a artista.

Nascida numa família de artistas, é na música que encontra o espaço e a voz para mostrar os textos escondidos, mas a par de tudo isto, Mónica Teotónio assume também outros papéis no mundo artístico como produtora não só de videoclipes mas também de publicidade. É nestas duas praias que a artista se sente realizada e é com este novo single que pretende mostrar que o seu Pop e timbre arrojado vieram mesmo para ficar.

Ainda sobre ‘Se me vens salvar’ a cantora afirma “É uma das minhas canções favoritas, oiço e sinto tudo aquilo que escrevi. Desde que comecei a lançar canções sinto que fiquei um bocadinho mais frágil, tenho dado espaço para sentir mais, escrever sobre o que sinto, falar sobre, e tem sido uma novidade permitir-me a aceitar os dias em que está tudo bem em não estar tudo bem.”. 

Esta canção fala sobre a dificuldade de entrega total no amor. “Vivemos a correr, amamos a correr, esquecemo-nos que no amor também há dias de desamor e que aprender a vivê-los também é amar.” acrescenta Mónica. 

Depois de apresentar este single num dos seus primeiros concertos, e de ter convidado Latte para a acompanhar, as artistas sentiram necessidade de unir as vozes nesta canção, e assim nasce esta colaboração. 

Este é o terceiro single de Mónica Teotónio, que conta novamente com a produção de João Só, numa balada Pop, com o seu timbre distinto, que podemos escutar a partir de hoje em todas as plataformas digitais. 

João Balão – Suite Mater (2024) (single)

João Balão – Suite Mater (2024) (single)

Ao ler o texto de “A Noite do Choro Pequeno”, fiquei maravilhado com a forma como João Ascenso contou uma história tão terna, ao mesmo tempo que expôs a realidade de ser mulher em Portugal dos anos 60 que infelizmente ainda persiste até hoje em muitos casos . Ao ler aquelas linhas fui tomado por uma imensa ternura pelas duas personagens que as atrizes Maria D’Aires e Joana de Verona tão magistralmente trouxeram ao palco, sob a suprema direção de Beto Coville e Luísa Ortigoso. Espero que esta banda sonora lhes tenha ajudado no seu maravilhoso trabalho.

“Duas histórias que se cruzam. Duas mulheres, duas princesas , uma de pé no chão , outra com a cabeça nas nuvens . Cada uma com seu som, sua música , sua marca. A mistura dessas histórias brindada com uma música única que representa esses dois lados da vida e que embala a narrativa num caminho fascinante onde a verdade de cada uma prevalece e brilha. O som da vida crua e dura da realidade do que é ser mulher.” (Beto Coville, encenador)

“Ambiência musical bela.  Envolvente, melancólica que nos transportou nesta espera conjunta. Nos suportou no encontro e levitou na emoção.” (Joana de Verona, actriz)

“A música evoca  o mapa de uma certa melancolia do tempo passado ou do que podia ter sido e não pode ser. Reconhece ao longe  o desenho de uma  constelação de sentimentos perdidos e não ditos, solta-os, desperta-os do vazio na procura de um novo ponto de encontro – o afeto. Em cada espectáculo é libertadora. É o incentivo à procura da verdade.” (Maria D’Aires, actriz)

Mais informações em https://joaobalao.wixsite.com/joaobalao

Fontayne – Sem Humor (2024) (single)

Fontayne – Sem Humor (2024) (single)

 Fontayne surge “Sem Humor” como cartão de visita do EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”

Após uma série de lançamentos bem-sucedidos, incluindo os singles “Feliz”, “Mar de Rosas” e “Falta de Ar”, Fontayne retorna com uma nova oferta musical que promete provocar reflexões e emoções intensas. Intitulado “Sem Humor”, o novo single de Fontayne não só mantém a sua linha crítica distintiva, mas também oferece uma visão íntima da batalha do artista com a saúde mental.

Disponível em todas as plataformas digitais desde 12 de abril de 2024

“Sem Humor” está disponível em todas as principais plataformas digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Amazon Music, Tidal e Deezer, desde o dia 12 de Abril de 2024. Este projeto, segundo Fontayne, surge da sua jornada pessoal de superação e da sua determinação em ajudar outros a identificarem-se com a sua mensagem através da música.

Uma expressão sincera sobre saúde mental

Com “Sem Humor”, Fontayne não apenas compartilha a sua própria luta mental, mas também destaca a importância da saúde mental na sociedade contemporânea. A letra da música revela a vulnerabilidade do artista e a difícil época que tem enfrentado, servindo como um lembrete poderoso sobre a necessidade de se cuidar da saúde mental.

Um Artista comprometido com a autenticidade

Fontayne, um talentoso jovem artista conhecido pela sua abordagem única que combina emo rap e pop rock, continua a desafiar as expectativas com cada novo lançamento. Com “Sem Humor” e o EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo”, ele não só procura conectar-se emocionalmente com seu público, mas também compartilhar uma parte fundamental da sua jornada pessoal.

Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) Id

Dreia – Traz O Que É Meu (2024) (single) 

DREIA APRESENTA SINGLE DE ESTREIA ‘TRAZ O QUE É MEU’

Tema que apresenta o primeiro EP da artista foi escrito com Rita Onofre e produzido por Choro

Dreia, cantora e compositora, disponibilizou o primeiro single ‘Traz o que é meu’. Com letra e música coescrita pela própria com Rita Onofre e produção de Choro, esta é uma música indie-pop eletrónica sobre autodescoberta e a libertação de uma narrativa que a artista não sentia como sua. 

“Esta canção é a viagem da minha evolução interna, o primeiro capítulo do percurso de redescoberta da minha voz e identidade artística. Simboliza o meu renascimento e é um grito de libertação de tudo o que me limitou, de todas as partes de mim que fui calando para caber em sítios e pessoas onde não pertencia”, revela Dreia. 

“É uma honra poder trabalhar com a Rita Onofre e o Choro que, desde o primeiro dia, se preocuparam em servir da melhor forma a minha identidade artística e as minhas canções. Em ‘Traz o que é meu’ encontrámos o equilíbrio entre a voz doce e os elementos eletrónicos que trazem a força da transformação. É uma sonoridade que revela a vulnerabilidade como força, num ambiente etéreo e contemplativo, mas também de resiliência e superação”, conta ainda. 

‘Traz o que é meu’ foi a primeira canção escrita pela cantora e compositora e, por toda a simbologia de renascimento que encerra, é editada a 13 de maio, dia em que completa 28 anos de idade. O tema é acompanhado por um videoclipe cinematográfico realizado por Diana Mendes, inspirado no universo de “Alice No País Das Maravilhas”.

“A principal referência visual foi a “Alice no País das Maravilhas”, que nos permite brincar com os conceitos de proporções — aumentar e diminuir — e evocar um espaço de transformação, dando lugar à inocência e maravilhamento, mas também à tomada de consciência da importância da escolha e da afirmação de para onde quero ir. Foram muitas horas de gravação e um cuidado exímio na composição de cada imagem”, afirma a artista. 

O single ‘Traz o que é meu’ é o primeiro de vários lançamentos de Dreia previstos para 2024. O tema antecede o EP de estreia da cantora e compositora, que será editado em breve.

Dreia é o alter-ego artístico de Andreia Monteiro. Ligada emocionalmente à música desde cedo, sempre acalentou o sonho de ser cantora, no entanto, a timidez fez com que esse desejo ficasse em segundo plano. Teve aulas de guitarra e de piano e, posteriormente de piano jazz.

Entre as suas maiores referências musicais estão Billie Holiday, Chet Baker, MARO, Sarah Vaughan, Nina Simone, Billie Eilish, Lana Del Rey, iolanda, Rita Onofre, Jacob Collier, Mimi Froes, Milhanas ou Slow J, entre outros. 

Ao trabalhar como jornalista, Dreia entrevistou vários músicos e essas conversas despertaram o desejo de concretizar o seu sonho maior. Decidiu, então, frequentar a escola de jazz Luiz Villas-Boas, do Hot Clube de Portugal, onde estudou piano e voz.

Posteriormente começou a trabalhar com Rita Onofre, com o propósito de melhorar a expressão das suas demos que, até então, sentia que não expressavam, ainda, a mensagem que pretendia passar. As palavras são profundamente importantes para a artista e um dos seus objetivos é transportar isso mesmo para a composição e para a forma como interpreta as canções, dando, a cada palavra, o seu peso.

Das sessões na Great Dane Studios nasceu o primeiro single, ‘Traz o que é meu’, que, segundo Dreia, conta a sua “história de transformação e superação de forma justa e bela”. Este é o tema que antecede o EP de estreia da artista, do qual serão, ainda, reveladas outras faixas no decorrer de 2024.

Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single)

Marilia Duarte E Leo Middea – Negra Menina Que Dança (2024) (single) Id

Marília Duarte reflete o amor e os mistérios da noite em single com Leo Middea

“Negra Menina que Dança” antecipa o disco de estreia da cantora e compositora

A cantora e compositora Marília Duarte se une com Leo Middea na envolvente “Negra Menina que Dança”, que chega com um single e clipe via ybmusic. A faixa representa uma dança entre o sol e a lua, explorando os mistérios da noite de um modo apaixonado.

Ouça “Negra Menina que Dança”: https://lnk.fuga.com/mariliaduarte_negrameninaquedanca

Assista ao clipe “Negra Menina que Dança”: https://youtu.be/1IKouS2m2mQ 

“Acredito que esta canção sintetiza bem o disco que lançarei neste primeiro semestre, junto da qualidade sonora que ele traz. É como se fosse o recheio do bolo, mas pode ter certeza que esse bolo está cheio de surpresas”, conta Marília, sobre o novo single.

Assista ao clipe “Infinito Particular”: https://youtu.be/FC-EgY5O7BI 

Assista ao clipe “Tente Entender”: https://youtu.be/PDDJJ_3LWnw 

Assista ao clipe “Mandinga”: https://youtu.be/MS4sk5a1egQ 

Essa faixa é um ponto central do “Lado D / Lado A, Dois Lados do Amor”, seu debut. Cada faixa do álbum trará uma jornada própria pelos diferentes aspectos do amor, desde a paixão até a superação de desafios, proporcionando uma catarse emocional e promovendo o autoconhecimento aos ouvintes. Um bom exemplo desta sensação é a parceria com Middea. Ele, que é um cantor e compositor brasileiro que conquistou destaque recentemente ao ser finalista do Festival da Canção em Portugal, foi uma colaboração que surgiu naturalmente, quase como magia.

“Conheci o Léo em um sarau e nossa afinidade musical foi instantânea. A partir disso, compor com ele foi como beber água e a canção surgiu numa espécie de transe musical. Eu comecei a canção explorando alguns acordes e logo já veio a letra e melodia da primeira parte e logo o Léo trouxe um colorido um pouco diferente para a parte B encontramos o refrão juntos surpreendendo em alguns caminhos harmônicos, mas foi quase como um jogral em que cada um pôs uma pitada de tempero, a gente foi chegando junto no resultado”, ela conta.

“Negra Menina que Dança” e singles que estarão no álbum de estreia de Marília estão disponíveis em todas as principais plataformas de streaming.

Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single)

Sogranora – Sereias Do Mal (2024) (single) Id

Os Sogranora disponibilizaram o novo single ‘Sereias do Mal’. Com letra de Ricardo Sebastião e Tomás Andrade e música e produção da autoria da banda, esta canção indie pop apresenta o EP “Dançar Sobre Arquitetura”, que será editado no final deste mês de maio. 

“Este tema representa uma nova estética sonora e lírica dos Sogranora. É o single que introduz o próximo EP, que relata histórias e pensamentos sobre o desamor. Ao contrário das restantes canções, que são mais íntimas e sentimentais, ‘Sereias do Mal’ é mais em tom de brincadeira e conta a história de umas sereias que nos seduziram e embalaram, apenas para diversão pessoal”, revela o trio. “Esta é, talvez, a nossa música mais ambiciosa a nível de produção e foi um quebra cabeças conseguir com que todos os elementos tivessem o seu espaço”, contam ainda. 

Escrita na Lagoa de Albufeira, perto de Sesimbra, e gravada em Viseu, com mistura de instrumental por João Gomes, mistura e captação de vozes feita pelos estúdios Next Level Productions e masterização por Rui Dias, nos estúdios Mister Master, ‘Sereias do Mal’ apresenta-se com um videoclipe realizado por Camilla Ciardi. 

Este single marca uma nova etapa na carreira dos Sogranora e é o primeiro que a banda edita em antecipação ao EP “Dançar Sobre Arquitetura”.

Nas palavras do grupo, o próximo curta-duração é composto por “músicas de introspeção amorosa e de corações partidos ou rachados. É o primeiro projeto em que todos cantamos voz principal, com temas escritos pelos três. O Frank Zappa disse uma vez que “falar sobre música é como dançar sobre arquitetura”. Gostámos muito deste conceito e achámos que faria sentido para estas músicas, que são canções sem grandes preconceitos ou racionalizações. São apenas para se sentir e levam-nos a dançar sobre a arquitetura complexa dos nossos pensamentos e sentimentos”.

“Dançar Sobre Arquitetura“ é o terceiro EP dos Sogranora, sucedendo a “Amarílis”, de 2023, e “Altivez e Castigo”, de 2020. Esses lançamentos deram a conhecer temas como ‘Qualquer Impasse’, ‘Alguém’, ‘Cá Pra Ver’, ‘Semilisboeta’ ou ‘Se Ficares Sem Chão’.

Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)

Cristobal Rey – É Do Mar (2024) (single)

Berlim, 26 de April de 2024 –  Já está disponível nas plataformas digitais o LP Volta a Crescer, primeiro album da banda Cristóbal Rey Band, radicada em Berlim.

Volta a Crescer é uma experiência visceral e sem fronteiras, que nasce da busca intrínseca de Cristóbal Rey e da vontade dele em contar histórias que atravessam suas vivências. O músico, que cresceu durante a ditadura militar chilena, em uma família de esquerda, tornou-se imigrante na fase adulta e por conta de todos estes atravessamentos sempre considerou importante reverberar temáticas sociopolíticas em suas composições. 

Além dos elementos políticos no discurso, no atual momento da carreira, Cristóbal olha para si com uma maior honestidade e permite-se idealizar um mundo invisível, ainda não tocado por uma sociedade materialista, decadente e imediatista, propondo viagens psicodélicas através dos elementos naturais e da relação com o tempo.

“Sinto que este projeto é meu maior sucesso, um som que as pessoas reconhecem como algo bem meu. Esse LP traduz o momento que estou vivenciando de consagração como músico, sem muita pretensão, não há essa busca de chegar em algum lugar, eu já estou. Minha maior felicidade é saber que estou fazendo um trabalho honesto, que está sendo bem recebido”, ele pontua.

Puxando para uma verve mais experimental e criativa, o LP foi gravado totalmente de forma analógica, evocando a interculturalidade de ritmos em seus arranjos e passeando pelo rock progressivo, indie rock e rock psicodélico, entre outros estilos, que juntos compõem o balaio de referências de Cristóbal, incluindo aí “o huayno andino em ‘Ainda Tem índio AÍ’ ou o toque reconfigurado do charango em ‘Brisa do Sol’”, destaca o compositor. 

Reforçando toda esta mescla cultural que forjou a identidade artística de Cristóbal, as composições do EP são escritas nos idiomas português, espanhol, inglês e alemão.

A Banda

A Cristóbal Rey Band foi fundada no ano de 2022, em Berlim, quando Cristóbal Rey decidiu produzir as músicas de seu projeto solo. Focado nos últimos anos em sua banda Aquafaba, ele sentiu que era hora de lançar um novo álbum solo e imprimir uma viagem mais íntima e pessoal. A atual formação da banda é: David Gus (FR/DK) na bateria, Tomás Peralta (CL) no baixo, Giacomo Cantarini (IT) na guitarra e Cristóbal Rey (CL) na voz e ronroco. 

● Ouça Ainda Tem Índio Aí

● Fotos de divulgação

● Letras do EP

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Cristóbal Rey é um cantor chileno, radicado em Berlim, e integrante da banda Aquafaba, na qual colaborou com dois discos. O artista já morou em diversos países como o Brasil, Estados Unidos, Canadá, Peru, Argentina e Lituânia, experiências que refletem na mistura de referências de seus trabalhos. Iniciou a carreira solo em 2003,  lançamento já varios albums.

Cruzamente – Ilusões (2024) (single)

Cruzamente – Ilusões (2024) (single)

“Ilusões” é o segundo single do primeiro LP dos .cruzamente, um bicho como nós, e traz consigo uma melancolia quente, que nos leva à introspecção com um balançar da cabeça.

Porque é que somos assim? Como é que a nossa mente nos ilude ao ponto de não vermos o que está diante de nós? O encontro, mesmo que seja connosco, parte da cedência. E desse modo, quanto mais recíproca for, mais equidistante será o ponto de entendimento. Cedam, egos!

O vídeo que acompanha o single “Ilusões” foi criado pelo Bernardo Bordalo. Com uma base de foundfootage, pretende abordar a narrativa do tema e do álbum no máximo de dimensões em simultâneo. Desde o nível pessoal à nossa cumplicidade com o ecossistema, as forças naturais que operam alheias a tudo, mas que são condição para a nossa existência, até à impossível quantificação do ser no universo. O tudo e o nada, ao mesmo tempo.

Nas palavras do realizador: “Fora da nossa vista, existe todo um universo debaixo de água cuja presença é absolutamente vital para o planeta, ainda que opere de forma invisível – o ciclo da água é um exemplo disso. Da água para o vapor, para a nuvem e de volta ao planeta sob a forma da chuva. São forças quase mágicas, quase no universo da ilusão, que operam ciclicamente para sustentar tudo.”

Alicerçado no rock, o espírito dos .cruzamente não é saudosista, mesmo que venerem os antepassados e confiem na fraca memória que possuem como prova da intemporalidade de algo. De igual modo, também não procuram o futuro. Volta e meia, apercebem-se dele, vêem-se nele envolvidos, quando erguem o olhar até então preso aos seus instrumentos. Nem tampouco se procuram a eles mesmos, pelo menos enquanto grupo. Talvez seja isso, quando juntos, são. Sem buscas, sem querer. O que faz com que, a quem passa, pareçam crianças, numa bolha a esvoaçar sem nunca tocar no tempo. Afinal, têm uma pretensão, que essa bolha possa carregar o máximo de gente e de lugares com eles, e flutuar sem tempo e sem rumo.

Os .cruzamente são uma banda de Vila do Conde, composta por Francisco Rodrigues (voz) Pedro Cardoso (saxofone e harmónica) Carlos Loureiro (guitarra) Rodrigo Aroso (baixo) e Guilherme Magalhães (bateria). Os temas são originais e em português com uma base pop/rock, incluindo vários elementos funk, sem restrições.

Deram os seus primeiros passos na música em 2012, quando atuaram pela primeira vez ao vivo em Mindelo – Vila do Conde. Desde então, tocaram em vários espaços de música ao vivo de Norte a Sul do país, queima das fitas do Porto, Festa do Avante, Festivais de Verão e espetáculos comunitários. Durante este percurso lançaram três EPs: CruzaMente (2015); agitado (2019) e doninha (2020)

O seu primeiro álbum um bicho como nós, a editar no dia 10 de Maio, foi produzido, captado e misturado por Pedro Vidal (Jorge Palma, Blind Zero) e masterizado por Mário Barreiros.

Poucos de nós terão vivido tempos tão polarizados como estes. A amplitude torna-se tão reduzida, que é difícil percepcionar quem está do outro lado e é fácil, por isso, reduzi-lo à grandeza da nossa imaginação. Sim, porque cada bicho é um bicho e não sabemos se é possível imaginar um, uno e inteiro, sem que ele seja uma parte de nós. Até um bicho como nós mesmos é difícil de imaginar de forma plena, teríamos de nos conhecer muito bem. Possível ou não, é um bom exercício, o do auto-conhecimento. Sobretudo quando nos leva a partes que nunca antes tínhamos encontrado. Ficamos mais fortes, também porque nos apercebemos da falibilidade dos nossos sistemas de avaliação. Se falhamos connosco, também falhamos com os outros e isso obriga a que a nossa constante redescoberta passe pela reavaliação do outro, cada vez mais, até que a amplitude aumente e nos apercebamos que do outro lado está um bicho como nós. Tão feio quanto bonito, tão forte quanto fraco. Vivo, falível.

O concerto de apresentação do disco um bicho como nós acontecerá a 18 de Maio no CCOP, no Porto, pelas 21h30m. Será apresentado o disco, bem como alguns temas de trabalhos anteriores, com algumas surpresas pelo meio. Os bilhetes já estão à venda. 

Instagram: https://www.instagram.com/cruzamente?igsh=cG1manh1djQ1NGdl 

Facebook: https://www.facebook.com/CruzaMente 

Youtube: https://www.youtube.com/@crzmnt 

Spotify:https://open.spotify.com/artist/2wNIgexv8fXZq6x8gbAf6A?si=jcXiQ4xLRUSHg3Jz3E60iw

Menino Manequim – Escravos (2024) (single)

Menino Manequim – Escravos (2024) (single)

Para Menino Manequim, banda de rock progressivó-teatral, a música nasce do acaso, trazendo ao de cima instabilidades rítmicas, melodias memoráveis e um acompanhamento recheado com: Rock, Jazz e Fusão. Dando os seus primeiros passos, Menino Manequim procura mostrar uma sonoridade autêntica e sem igual pelo país, lançando o seu primeiro single “Escravos”.

É o primeiro single do álbum de estreia de Menino Manequim, Gula. Produzido e gravado na BOTA (Base Organizada da Toca das Artes), a música tem impressão artística de Rui Galveias. A masterização ficou a cargo de Guilherme Gonçalves.

Ouça “Escravos” aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7HhSLLdK7fI74dGEWQsLNH?si=W1VxTPhm R8y1Oh_v1dinVw

“Escravos” é uma forma do Menino falar sobre as pessoas que só sabem pensar nos outros através delas próprias. É uma tragédia sobre a primazia do bem-estar, que se troca como dinheiro, mas também sobre aqueles que pensam ser os únicos a ver o mundo de outra maneira. O Menino é diferente, porque vê os outros de outra maneira.

“Escravos” já está disponível nas plataformas de streaming.