Luizga Electric Microbigband – Ora Bom Dia (2025) (single)

Luizga Electric Microbigband – Ora Bom Dia (2025) (single) 

LuizGa lança “ORA BOM DIA” com a sua “electric microbigband”

Uma homenagem ao mestre cabo-verdiano, Orlando Pantera.

“luizga electric microbigband”, a banda liderada pelo cantor e compositor brasileiro, LuizGa (Luiz Gabriel Lopes), anuncia o lançamento do seu novo single, “ora bom dia”. Um arranjo poderoso e criativo de uma peça do lendário compositor cabo-verdiano, Orlando Pantera.”

Conhecido por entrelaçar as tradições rítmicas profundamente enraizadas de Cabo Verde com formas contemporâneas, Orlando Pantera deixou um legado que continua a inspirar artistas em todo o mundo. Com “ora bom dia”, LuizGa presta homenagem ao seu legado, ao mesmo tempo que reimagina a sua música através de uma orquestração ousada que mistura ritmos afro-brasileiros, texturas elétricas e a energia vibrante característica da “eletric microbigband”.

«Este projeto visa honrar a tradição, ao mesmo tempo que abre novos caminhos sonoros», afirma LuizGa – que se juntou a mais seis músicos de diferentes nacionalidades para criar esta “electric microbigband”. A música de Orlando Pantera fala de resiliência, ritmo e identidade cultural. O nosso objetivo é levar esse espírito adiante e amplificá-lo com a nossa própria linguagem.»

Gravado ao vivo no BOTA, um dos locais mais icónicos da nova cena musical de Lisboa, a faixa retrata bem a interação dinâmica da banda, combinando harmonias vocais bem colocadas  com camadas de percussão e linhas de synth bass eletrizantes. “Ora bom dia” é tanto uma celebração do génio de Pantera quanto uma afirmação  de como a sua música continua a fazer sentido nos dias de hoje.

«Para mim, como artista brasileiro, é muito especial estabelecer esta ligação, este diálogo musical com Cabo Verde. Sabemos também que Pantera era um grande fã da música brasileira» – afirma LuizGa. 

O single estará disponível mundialmente em todas as principais plataformas de streaming digital, assim como o vídeo oficial, a partir de 26 de setembro. 

Murmudo – O Fim (2025) (single)

Murmudo  – O Fim (2025) (single) 

Murmudo apresenta o seu primeiro single: “O Fim”

Press Release

Depois de mais de uma década a dar vida a canções em Um Corpo Estranho, o músico de Setúbal Pedro Franco estreia-se a solo com Murmudo, um projeto instrumental que nasce como refúgio criativo e espaço de liberdade.

O primeiro single, intitulado “O Fim”, marca o arranque deste novo percurso. Um título que encerra e abre ao mesmo tempo: “É curioso começar este projeto com uma contradição, mas todo o fim guarda em si a semente de um novo começo”, partilha o músico.

Murmudo é música sem palavras, mas cheia de imagens. São composições que Pedro descreve como “bandas sonoras para os filmes que vivem na minha cabeça, mas que gostava que encontrassem também lugar nas histórias de quem as ouve.”

Mais do que um projeto pessoal, Murmudo abre-se igualmente ao teatro, ao cinema e a projetos artísticos em que o autor acredita. É nesse cruzamento — entre o íntimo e o partilhado, entre a memória e a criação — que “O Fim” ganha vida.

Com influências cinematográficas e um tom profundamente evocativo, este primeiro lançamento apresenta Murmudo como um espaço de autenticidade, onde a música se assume como linguagem quando as palavras já não chegam.

O vídeo de “O Fim” foi realizado por Pedro Estevão Semedo, com correção de cor de Mário Guilherme.

A produção do tema esteve a cargo de Pedro Franco e Sérgio Mendes, e conta com a chancela da Malafamado Records e da Mermaids and Albatrosses.

Henrique Tomé – Edge (2025) (single)

Henrique Tomé – Edge (2025) (single) id

Henrique Tomé apresenta “Edge”, o segundo single do álbum de estreia “Thin Ice”

Henrique Tomé acaba de lançar “Edge”, o segundo single do seu álbum de estreia “Thin Ice”, com edição marcada para dia 7 de novembro pela Biruta Records. O tema sucede a “Rope”, lançado a 4 de julho, e marca mais um passo na afirmação do músico portuense enquanto cantor, letrista e compositor a solo.

“Edge” encerra o primeiro ato do disco e assume-se como uma canção mais densa e rock, onde se refletem o colapso, a atração pelo abismo e o caos. É o culminar de um crescendo de conflito interno: alguém consumido pelos seus medos, a ponto de deixar de viver e apenas existir. O ato conclui numa rebelião frouxa, uma fuga pela inconsequência e pelo niilismo, numa tentativa de ilusão de controlo sobre a vida através da desvalorização da mesma.

Com letra de Henrique Tomé e composição assinada em conjunto com Gabriel Valente e João Freitas, o single conta ainda com as participações de Inês Pinto da Costa (vozes de apoio), João Freitas (guitarras, vozes) e Gabriel Valente (bateria e sintetizadores). O próprio Henrique Tomé assume a voz principal e o baixo. A produção ficou a cargo de Gabriel Valente e João Freitas, também responsáveis pela gravação no Estúdio Cedofeita. A mistura foi feita por Gabriel Valente e a masterização por João Guimarães. A capa do single junta fotografia e edição de Rafaela Gomes, luz de Henrique Queirós e design de Matilde Santiago.

Com “Rope” e “Edge”, Henrique Tomé revela os primeiros capítulos de “Thin Ice”, um álbum conceptual dividido em dois atos — conflito e resolução —, construído como uma narrativa inspirada na dramaturgia clássica. Entre paisagens densas e descargas viscerais, o disco explora fragilidade, ansiedade e superação.

Figura ativa da cena independente portuense, Henrique Tomé tem vindo a destacar-se como compositor, baixista e produtor em projetos como Balter Youth, Silentide e Vitoria Vermelho. Agora, apresenta-se a solo num trabalho profundamente pessoal, marcado pela exploração de questões existenciais e de saúde mental, através de canções que oscilam entre a introspeção e o caos. 

“Thin Ice” será editado pela Biruta Records, terá edição física em Vinil e será apresentado ao vivo no dia 14 de novembro no RCA – Radioclube Agramonte. Os bilhetes já se encontram à venda na BOL. 

GANA – Cartas ao Vento Ft. A Garota Não (2025) (single)

GANA – Cartas ao Vento Ft. A Garota Não (2025) (single) 

É com o single “Cartas ao Vento feat. A garota não” que chega o primeiro álbum dos GANA, coletivo de Arruda dos Vinhos composto por Sandro Dosha (bateria), Freddy C. (baixo), Zandré Ramos (teclas) e Raffa (voz). “Outros Dias” é um disco composto por 14 faixas com uma forte identidade estética marcado por ambientes escuros, profundos e densos. Os GANA encontraram a sua própria linguagem na relação da música urbana – proveniente de várias latitudes – com textos cuidados e profundos. Trata-se de um álbum conceptual que se reveste de um ato de resistência, indo contra o curso da indústria musical contemporânea que privilegia os artistas individuais, os singles e o consumo rápido. “Outros Dias” dos GANA é um trabalho de composição totalmente coletivo – cujas composições são partilhadas pelos quatro elementos – em que o ouvinte é convidado a uma escuta atenta para seguir o fio condutor da primeira à última faixa. Vai estar à venda em formato digipack e vinil no site e nos concertos da banda, assim como em formato digital nas principais plataformas de streaming.

O novo single dos GANA, “cartas ao vento feat. A garota não”

consiste num diálogo que invoca as cartas, as mensagens ou as conversas que acabam por não ser escritas nem ditas. O tema é escuro, denso e emerge do âmago da desilusão que nos traz a fantasia. É uma música de contrastes que encontra o seu equilíbrio na relação da tensão com a libertação através dos diferentes registos interpretativos das vozes, assim como revela a liberdade da banda para compor, com os arranjos a irem muito mais além do que os instrumentos de base deste quarteto. O videoclipe, filmado novamente por Tiago Cerveira, procura uma abordagem conceptual com mensagens subliminares inspirando-se na estética surrealista. Remete-nos para o sonho e para a ilusão. A presença humana nunca é totalmente assumida pressentindo-se em vultos e objetos que contextualizam atmosferas, ilusões e referências oníricas.

Montanha – Vice City (2025) (single)

Montanha – Vice City (2025) (single) 

Já está disponível “Alvorada”, o primeiro álbum de longa duração de Montanha, editado pela Favela Discos. O disco chega a todas as plataformas digitais e em vinil, assinalando um novo capítulo no percurso da banda. O single de apresentação, “Vice City”, foi lançado em setembro, acompanhado de videoclipe.

“Alvorada” nasce da revisitação de horas de material gravado, selecionando, recompondo e editando para construir um registo coeso, que aponta para um novo caminho eletrónico. O resultado é um álbum espacial, repleto de momentos de reflexão ambiental, mas que mantém a eletricidade que marcou o som do grupo, assente numa guitarra psicadélica e pesada.

O disco foi gravado maioritariamente em horas tardias da noite, com as janelas abertas para a cidade, deixando que o ar e os sons urbanos se infiltrassem na música — muitas vezes até aos primeiros instantes da manhã, a palavra que dá nome ao disco. Cada faixa acompanha esta viagem noturna: há energia e vibração inicial em “Vice City”, que cruza footwork, damfunk e citypop; caos e espaços liminares em “Decomur”, onde sintetizadores dialogam sobre um drone de guitarra; cadência bêbeda e dissonante em “Corno Tigre”; introspeção em “Cantarinha” e lamento em “Firmamento”; até ao desvanecer de “Ocaso”, que funde riffs elétricos num drone ambiente que acompanha o sono.

O universo onírico surge ainda mais evidente em “Vice Dream” e “Crepe Dream”, onde Montanha transforma faixas anteriores em versões sonhadas, numa espécie de eco surrealista da sua própria música. Como a própria banda afirma, este disco é também herdeiro da influência dos videojogos que marcaram a geração millennial dos anos 90 — “Vice City” transporta-nos para um cenário que soa a iates e champanhe em low poly, com ritmos footwork, um baixo melódico à Paul McCartney e sintetizadores que se aproximam de um poema inexistente à maneira de Kelela.

Formados em 2010 por André Costa Gomes, João Sarnadas, Nuno Oliveira e Tito Silva, Montanha nasceu de noites universitárias passadas entre o rock psicadélico e as bandas sonoras de videojogos como Age of Empires. Após um primeiro EP em 2013 e uma pausa, regressaram em 2017 transformados pela experiência no coletivo Favela Discos. A improvisação manteve-se como método central, mas a formação clássica de guitarras, baixo e bateria deu lugar a uma instrumentação mais eletrónica e aberta, com sintetizadores, samplers e drum machines.

Os membros da banda trazem percursos distintos mas complementares: André Gomes (músico e arquiteto, também em Batsaykhan e Gormes), João Sarnadas (cantor e compositor, também conhecido como Coelho Radioactivo, fundador de projetos como Flamingos e José Pinhal Post-Mortem Experience), João Tito Silva (músico e artista transdisciplinar, fundador da orquestra de improvisação Milteto e ativo em diversos projetos da Favela Discos) e Nuno Oliveira (músico e artista gráfico, envolvido em múltiplos projetos musicais e visuais ligados à Favela Discos).

“Alvorada” é editado pela Favela Discos, coletivo artístico e editora fundada em 2013 no Porto, que se distingue pela informalidade, colaboração e experimentação multidisciplinar. Para além de mais de 60 edições em diversos formatos, a Favela organiza eventos, residências e performances que atravessam música, artes visuais e multimédia, afirmando-se como uma das forças mais criativas do panorama experimental português.

“Alvorada” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e em vinil.

Tracklist

01 – Crepe Dream

02 – Vice City

03 – Cantarinha

04 – Firmamento

05 – Corno Tigre

06 – Decomur

07 – Beco

08 – Vice Dream

09 – Ocaso

Créditos

Montanha são André Azevedo, João Sarnadas, Nuno Oliveira e Tito Silva.

Gravado entre 2017 e 2019 no Spoiler Room, Porto.

Música por Montanha.

Misturado por João Sarnadas e Tito Silva.

Masterizado por Rafael Silva no C.C. STOP.

Capa por Juliana Campos.

Design por Rita Laranja.

Conceito de embalagem por Montanha.

Prensado pela Record Industry (Países Baixos).

Impresso em Portugal na Maiadouro.

Catálogo: FD075

Susana Travassos – Luz do Sertão (2025) (single)

Susana Travassos – Luz do Sertão (2025) (single)

Dueto de Susana Travassos com Toninho Horta ganha vida e imagem em arte de Tony Cassanelli

Um encontro raro e precioso, guardado durante mais de dez anos, chega agora ao público: Luz do Sertão, single de estreia do novo trabalho de Susana Travassos.
Gravado em Belo Horizonte, o tema junta a voz da cantora portuguesa à guitarra inconfundível de Toninho Horta — vencedor do Grammy Latino e um dos grandes mestres da música brasileira, referência do Clube da Esquina.

Com música de Yuri Popoff e letra do mítico Fernando Brant — cujo aniversário coincide com este lançamento — Luz do Sertão é uma homenagem profunda ao Brasil, país que ajudou Susana a encontrar a sua identidade artística, o seu posicionamento e a sua liberdade.

Surge num momento simbólico, quando a justiça brasileira afirma a democracia, julgando quem tentou derrubá-la, e coincide com o aniversário do poeta Fernando Brant, autor da letra, um dos grandes nomes do Clube da Esquina, que Susana teve o privilégio de conhecer.

acompanhar a música, o artista italiano Tony Cassanelli, conhecido pelo seu trabalho que funde desenho, gesto e poesia, criou um desenho original inspirado neste encontro. A sua obra acrescenta uma dimensão visual única, captando a delicadeza e a força da canção.

A história desta gravação

O encontro com Toninho Horta aconteceu de forma inesperada, no lançamento do DVD do poeta Murilo Antunes, e a gravação foi feita de imediato, em tom íntimo de guitarra e voz.
A produção reúne o trabalho e a memória de amigos que já partiram — Demerval Filho (Dedé) Flávio Henrique —, tornando o momento ainda mais impregnado de afeto e gratidão.

Participaram também:

  • Edição de vídeo: Grazie Pacheco
  • Câmaras: Rafael Fares
  • Captação: Dedé
  • Mixagem: Evaldo Luna
  • Masterização: Brian Iele (Estúdio Via Sonora)
  • Produção executiva: Brisa MarquesInserido no projeto De Passagem…Este single é o primeiro capítulo de De Passagem…, um disco em processo, feito de encontros que acontecem ao acaso, cada um com a sua própria história e registo imediato.
    Para cada canção, Tony Cassanelli cria um desenho exclusivo, que no final se sobrepõe aos outros, formando uma imagem em constante transformação, tal como o espírito do projeto: vivo, efémero e imprevisível.Biografias Susana Travassos

Cantora e compositora portuguesa, Susana Travassos é intérprete de voz singular e presença intensa. Com formação em psicologia e psicanálise, a sua música atravessa fado, jazz, música brasileira e mediterrânica.
Tem três álbuns lançados — Oi Elis (2008), Tejo-Tietê (2013) Pássaro Palavra (2018) e agora De Passagem… — e um percurso internacional que a levou a palcos de Portugal, Brasil, Europa e América Latina.

O seu trabalho é marcado pela poesia, pela improvisação e pela capacidade de transformar encontros em canções que respiram verdade e emoção.

Toninho Horta

Antônio Maurício Horta de Melo nasceu em Belo Horizonte, Brasil, em 1948.
Membro fundador do lendário Clube da Esquina, é reconhecido como um dos maiores guitarristas e compositores brasileiros, com colaborações que incluem Milton Nascimento, Elis Regina, Pat Metheny e Wayne Shorter.
Foi eleito pela revista Melody Maker como um dos melhores guitarristas do mundo e, em 2020, recebeu
Latin Grammy pelo álbum Belo Horizonte.
A sua música, que combina jazz, harmonia sofisticada e raízes mineiras, é referência incontornável da música brasileira contemporânea.

Tony Cassanelli

Nascido em Bari, Itália, em 1979, Tony Cassanelli é artista visual e escultor formado com louvor
na Accademia di Belle Arti de Carrara, onde aprofundou a tradição do mármore e o desenho gestual.
O seu trabalho, apresentado em exposições pela Europa, explora o movimento humano, o instante e a transformação, cruzando escultura, pintura e desenho.
Para o projeto De Passagem…, Cassanelli cria um desenho único para cada canção, que se sobrepõe aos anteriores, formando uma obra final em permanente mutação — imagem viva da própria música.

“Luz do Sertão” já está disponível em todas as plataformas digitais

Uma canção que une a poesia de Fernando Brant, a guitarra de Toninho Horta, o traço de Tony Cassanelli e a voz de Susana Travassos, revelando a beleza dos encontros que mudam uma vida.

Conjunto!Evite – Preciso D’um Copo (2025) (single)

Conjunto!Evite – Preciso D’um Copo (2025) (single) 

Conjunto!Evite lançam novo single “Preciso D’Um Copo” em antecipação ao próximo disco “Suite Giacometti”

Já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e com videoclipe o novo single dos Conjunto!Evite, “Preciso D’Um Copo”. O tema antecipa o próximo álbum da banda, “Suite Giacometti”, com lançamento previsto para novembro.

“Preciso D’Um Copo” nasceu de uma maquete criada por Vicente Santos em pleno confinamento. O músico recorda: “Foi uma demo que fiz no computador no meio do primeiro confinamento. Tinha quatro instrumentos — um sample que define a harmonia, o beat e baixo, um piano midi arpeggiator, um beat midi para dar gordura ao sample e umas melodias etéreas de sintetizador. Eu sentia que havia espaço para vozes, tipo um rap meio falado, ou então uma cena hoy nation, alusivo ao género de canções rock como ‘TNT’ ou ‘Thunderstruck’ dos AC/DC, em que tens um grupo grande de pessoas a gritar algo repetidamente, tipo claque.”

O tema evoluiu em estúdio e, como conta o músico, ganhou novo corpo: “Quando transposemos a demo para o som da banda, ficou mais rica, menos plástica, mas mesmo assim com falta de vozes. Com a pressão de ter de fechar a canção, procurei no meu caderno e encontrei isto: ‘por ti, espero se for preciso. Disse ele, não faças isso, parece tudo pastel, ou sei lá o quê’. Tentei cantar e pumbas temos refrão.”

Sebastião Santos acrescenta que “Preciso D’Um Copo foi uma maquete que o Vice (Vicente Santos) me enviou em 2021. Saltamos para 2023, a discutir ideias para o Giacometti e dentro do conceito de trabalho maquinal e ‘música feia’, foi só ligar o telemóvel e pôr a canção a tocar. Depois o Vice fez a letra e melodia, meio abstracta e sinestética, como um delírio febril mas cheio de dicas. ‘Cheiros intensos em campos de guerra transmitidos na TV do Café Central’ é a minha linha favorita.” O músico recorda ainda a exigência do processo de gravação: “Gravámos as bases das cinco canções para o EP num dia só, todos a tocar e a gravar em simultâneo. Conseguimos que ficasse muito sólido e groovy e avançámos para os overdubs de Violino e Voz, sendo a única canção do EP em que o Paulo e a Ana participam em simultâneo”. 

Para Manuel Belo, “Preciso D’Um Copo é, talvez, a nossa música mais psicadélica em dose compacta — uma viagem curta, com um groove locomotivo que te leva sem pedir licença e um refrão pouco comum mas fácil de decorar, daqueles que ficam na cabeça.”

A canção contou com a participação de Ana Santos e Paulo Ribeiro. Ana Santos é multi-instrumentista natural de Beja. Tem desenvolvido trabalho em cruzamentos entre tradição e experimentação, colaborando com artistas como Celina da Piedade, Rodrigo Leão, Dino d’Santiago, Sam the Kid, Paulo Colaço e Uxía. É cocriadora  do espetáculo “Além Cabul”, que liga musicalmente o Afeganistão ao Alentejo e prepara atualmente o seu primeiro disco a solo, centrado no tema da Água, com uma abordagem eco musical. Paulo Ribeiro é cantor e compositor de Beja, vocalista dos Tais Quais, Anonimato e Baile Popular. Tem cinco álbuns a solo, incluindo Ribeiro (2021) e colaborou com Os Camponeses de Pias e Pedro Abrunhosa num espetáculo que passou pelas principais salas de espetáculo de Portugal mas também em Londres e Paris. Ativo em projetos de cante alentejano, compõe para teatro e performance, e participou em ciclos como Abril Agora no Montijo.

“Preciso D’Um Copo” foi gravada nos estúdios A Casinha e BKK por Bernardo Centeno, Fábio Neves, Manuel Belo e Sebastião Santos, com pós-produção de Bernardo Centeno e Sebastião Santos, mistura de Guilherme Vales e masterização de Carlos “Cajó” Vales. O videoclipe, realizado por Vicente Santos, utiliza imagens de arquivo da RTP.

Formados em 2010, em Rio Maior, os Conjunto!Evite afirmam-se como um quinteto de “rock progadélico”, conceito que traduz a sua fusão arrojada entre o rock progressivo, a psicadélica e ritmos da música latina. Atualmente compostos por Vicente Santos (teclados e voz), Fábio Neves (guitarra elétrica e lapsteel), Manuel Belo (guitarra elétrica e efeitos), Sebastião Santos (bateria e voz) e Zé Devesa (baixo), têm construído uma trajetória de destaque no circuito alternativo português. Ao longo do caminho, passaram por festivais como Super Bock em Stock, Reverence Valada e Feira de Santiago, e partilharam palco com bandas como Paus, Dapunksportif e Travo.

Com quatro discos editados — “Conjunto!Evite” (2014), “Ondas e Marés” (2016), “Se Isto É um Disco” (2019) e “Penso Logo Desisto” (2021) — o grupo prepara agora o lançamento de “Suite Giacometti”, a partir do desafio lançado pelo Festival Giacometti 2023, onde criaram um espetáculo inédito inspirado na mecanização agrícola e no território alentejano.

“Preciso D’Um Copo” é o primeiro avanço de “Suite Giacometti” e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de videoclipe.

Ricardo Reis Soares – Qualquer Coisa (2025) (single)

Ricardo Reis Soares – Qualquer Coisa (2025) (single) 

Ricardo Reis Soares nasceu em Braga e vive em Lisboa. Muito novo teve aulas de piano e mais tarde descobriu na guitarra uma confidente ouvinte das suas histórias. Passou pela Academia Valentim de Carvalho e estudou jazz no Hot Clube de Portugal.

Músico, compositor, traz para as suas canções a sua interpretação do mundo através da sensibilidade de quem o escuta devagar, o olha através dos detalhes e conta histórias através de seus personagens. O quotidiano, as coisas mais simples do dia a dia, têm sido o que mais o inspira a compor e a escrever. 

O seu primeiro EP “contra tempo” conta com Miguel Marôco na produção e vai ser editado no dia 28 de Novembro. Ao vivo apresenta-se tanto a solo como com banda constituída por Sílvia Ferreira no piano/teclados, João Curado no baixo elétrico e Miguel Curado na bateria. Tem já concerto confirmado para dia 24 de outubro no Bota, em Lisboa.

O EP “contra tempo” é composto por seis canções originais escritas em português. Pode ser compreendido como um EP de apresentação, o qual revela a forma como o cantautor vive o dia a dia através da sua escrita. Este tem vindo a perceber que o que mais o identifica talvez seja a profundidade com que vê e entende as coisas mais simples e superficiais do quotidiano. Muito influenciado com a escrita poética de autores como José Saramago ou pelas imagens e cores que os romances e a música de Chico Buarque lhe pintam os dias, este conjunto de canções retratam histórias reais quanto mais não seja a partir do momento em que estas lhe vão surgindo inspiradas em alguma constatação ou interpretação da realidade. Em termos de estilo musical, as canções podem ser caracterizadas como indie/pop, singer-songwriter, talvez com influência do jazz, sua formação e estilo que também aprecia e consome.

“Qualquer coisa” é o quarto single partilhado pelo cantautor. Trata-se da canção mais recente das incluídas no EP e fala sobre amor, este tema que tem tanto de inevitável como de inexplicável. A forma como se entrelaça no dia a dia das pessoas, as infinitas formas de se manifestar e a importância que tem para a existência de vida faz do amor o maior dos sentimentos. A canção é uma tentativa de recolher e descrever precisamente o instante em que este é percecionado. O videoclipe com letra foi realizado por Vitor Martins. Este tem vindo a trabalhar em vídeo e imagem ao longo da concretização do EP e conta com Margarida Soares como assistente de produção. Neste vídeo é referenciado o processo criativo do compositor e da importância prestada à palavra cantada.

Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id

Mariana Guimarães – Nem mais um (2025) (single) id

“Nem mais um” é uma música que fala de quando se escolhe deixar ir, mesmo quando o amor persiste. É luto mas também libertação. 

Chega dia 26 de Setembro às plataformas digitais.

Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id

Joaquim Rosa – Não choro (2025) (single) id

Joaquim Rosa é um cantautor e guitarrista português nascido em Évora.
O seu trabalho percorre territórios entre o pop alternativo, o folk, o blues e o rock soft, criando canções de forte carga emocional e intimista. As letras abordam temas como a saúde mental, as relações humanas e a solidão, convidando o público a uma viagem introspectiva.
Em 2025 iniciou o lançamento do seu primeiro álbum, Introspectivo, revelado faixa a faixa e acompanhado por um imaginário visual coeso. Ao vivo, apresenta-se em formato a solo ou com banda completa, sempre com foco na autenticidade e na proximidade com o público.

“Não Choro”

Joaquim Rosa continua a revelar o seu álbum de estreia Introspectivo com o lançamento do novo single “Não Choro”, disponível em todas as plataformas digitais a partir do dia 3 de outubro de 2025.

Depois de “Planos” e “Indecisão”, que conquistaram público e crítica pelo tom honesto e intimista, Joaquim apresenta agora uma canção que aborda o conforto na solidão após o
desamor, recusando ceder ao desespero de estar sozinho. Com uma atmosfera marcada pela melancolia mas também pela força interior, “Não Choro” reafirma a identidade de Joaquim enquanto cronista das emoções humanas. Gravado no Next Level Studios, o tema contou com baixo por Francisco Lopes, bateria por Francisco Marques, guitarras pelo próprio Joaquim Rosa e teclado por Daniel Jamil. A mistura e masterização ficaram igualmente a cargo da equipa do Next Level Studios.
O lançamento de “Não Choro” será acompanhado por uma forte presença nas redes sociais, com promoção contínua durante pelo menos um mês após a estreia, reforçando o compromisso de Joaquim Rosa em chegar a novos públicos e consolidar o seu percurso no panorama da música portuguesa.

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

O coletivo REI BRUXO apresenta no dia 24 de setembro o álbum-livro “O Quarto Fechado”: designação que escolheram para caracterizar este objeto que é simultaneamente um álbum de música e um livro com uma história, personagens, ilustrações e letras.

REI BRUXO é um coletivo fundado em 2017 por três criadores: Ricardo Pinto (guitarra, teclas), Sofia Faria Fernandes (voz) e Marcelo Rúben Aires (bateria) dedicam-se à exploração e fusão de sonoridades e recursos musicais, técnicos e tímbricos menos comuns para criar um repertório provocador, contemporâneo e instigador de novas reflexões sobre o mundo atual e as suas problemáticas. Música para desassossegar.

A música do novo trabalho – ainda que fiel ao som que REI BRUXO consolidou em lançamentos anteriores – é um exercício arrojado de experimentação e fluidez, revelando uma miríade de inspirações que vão desde o rock progressivo à música eletrónica, passando pelo jazz, grunge, hip-hop, MPB, stoner, experimental, noise, hardcore, etc.

O texto d’ O Quarto Fechado nasce de histórias, parágrafos e passagens do homónimo terceiro andamento da Trilogia de Nova Iorque, de Paul Auster. As personagens, lugares, situações e acontecimentos falam-nos de isolamento e invisibilidade e mostram-nos como “seria impossível uma fuga do mundo, uma vez que não há nenhum outro mundo” (Byung-Chul Han).

REI BRUXO apresentam O Quarto Fechado no dia 4 de outubro, no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura), Guimarães; e atuam no dia 25 de outubro, no Porto Prog Night, no Auditório CCOP, Porto.

Esta obra foi inteiramente criada e produzida pela banda, com o apoio à criação da Direcção-Geral das Artes.

A edição física já está disponível para pré-encomenda no Bandcamp da banda: https://reibruxo.bandcamp.com/album/o-quarto-fechado 

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single) 

Os BonaParte apresentam os seus dois singles “The Darkness” e “Black Demon”

Ambos os singles fazem-nos viajar por um universo musical misterioso, dinâmico e energético. No qual as guitarras distorcidas e a bateria complementam-se numa dança rítmica, que sumarizam do melhor modo possível a plenitude de influências deste grupo.

O local predileto de gravação é o 28.40 Studios, no qual o projeto é misturado e produzido por Francisco Santos e Ricardo Faneco, e posteriormente masterizado no Mister Master Studios por Rui Dias. Saiu em primeira instância o tema “The Darkness”, na compilação “A Outra Margem” da editora Anti-Demos-Cracia, que conta com 33 projetos musicais do Seixal.

Após o lançamento do “The Darkness”, em Abril, o segundo single “Black Demon” é lançado na compilação digital “50 Anos 25 Abril” no mesmo dia a que remete o título em questão. Está ainda previsto o lançamento de outro tema da banda – Que será anunciado no decorrer do tempo.

As origens deste projeto remontam a 2017/2018. Período o qual foi iniciado o processo de composição de alguns temas por Tomás Bonaparte. Por motivos profissionais e pandémicos o processo atrasou-se. Com uma nova oportunidade em vista, em 2023 reúne-se com Guilherme Reis para complementar a sua visão e pô-la em prática. Criando os “BonaParte” neste processo.

Formados em 2023, os BonaParte são uma banda da Margem Sul do Tejo (Seixal) de Hard Rock / Heavy Metal que contam com Tomás Bonaparte (Voz, Guitarra) e Guilherme Reis (Bateria).