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26.03.2024

Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)

Dark Miles – When The Lights Go Out (2024) (single)

Depois do lançamento de “Your Heart Is An Empty Street”, Dark Miles acaba de disponibilizar “When The Lights Go Out”, o segundo single de antecipação ao primeiro longa-duração do projeto a solo de Pete Miles.

O vocalista dos extintos MOSH apresenta ao público um tema que exalta a liberdade e a forma como esta é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, e abre caminho para a edição de “10 Miles Into The Dark”, um disco representativo de uma viagem às profundezas da alma humana.

“When The Lights Go Out” surge durante a pandemia, “período onde nos vimos privados de algumas liberdades elementares, e consequentemente redescobrimos o quanto essas liberdades são frágeis”, sublinha Pete Miles, acrescentando ainda que “seja naquilo que sentimos, naquilo que fazemos, naquilo que queremos e naquilo que somos, essa liberdade é constantemente posta à prova, em particular nos tempos em que vivemos, em que o pesadelo da guerra voltou a retirar a muita gente a dignidade humana”.

A faixa e o videoclipe que a acompanha estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

Dark Miles – Biografia

Dark Miles é o projeto a solo de Pedro Lima (a.k.a. Pete Miles), vocalista da extinta banda do Porto, chamada “MOSH”.

Os MOSH foram uma banda de rock que existiu entre 2004 e 2010. Com muita popularidade no panorama rock underground nacional, os MOSH foram convidados para tocar no palco principal do Festival Vilar de Mouros em 2005 e abriram concertos de bandas de referência, como Marilyn Manson, Ill Niño, Soulfly, etc. O seu vídeo-clip passava frequentemente na MTV Portugal, foram nomeados para Best New Act pela MTV em 2007, foram convidados pela marca de “streetwear” Volcom para tocar no evento mundial da marca em Biarritz, e durante esses anos de atividade tocaram imenso dentro e fora do País e arrecadaram um “following” de fãs bastante considerável, tanto dentro como fora de portas.

Com o final da banda, motivado por divergências musicais, veio um hiato artístico que acabou com a chegada da pandemia e com um súbito surto de criatividade, que originou um disco focado nas suas influências para além do espectro mais pesado do rock, abrangendo principalmente os anos 80 e 90.

Com influências que vão desde Depeche Mode, David Bowie, Iggy Pop, Peter Murphy, The Sound, Psychedelic Furs, Peter Gabriel, até Mad Season, Stone Temple Pilots, Chris Cornell, Mother Love Bone, Temple of the Dog, Mark Lanegan, etc., a banda Dark Miles, do agora renomeado Pete Miles (pseudónimo de Pedro Lima), tenta com este disco homenagear essas duas décadas brilhantes da música internacional.

Gravado no estúdio de André Indiana, com exceção de 3 músicas, que foram gravadas no estúdio do produtor e engenheiro de som Mário Pereira, o disco teve a produção de Paulo Praça, a mistura de André Indiana e a masterização de Mário Barreiros. Todos os temas foram compostos por Pete Miles com a colaboração de Paulo Praça; as letras são integralmente de Pete Miles.

Para além de Paulo Praça e André Indiana (guitarras e baixo), participaram no disco Paulo Gravato (Pedro Abrunhosa) no saxofone, Eurico Amorim (Pedro Abrunhosa) nas teclas, Bruno Oliveira (Os Azeitonas) na bateria, Sérgio Silva (Expensive Soul) na bateria e Miguel Martins (Zen) na guitarra.

“10 Miles Into the Dark” é uma viagem às profundezas da alma, guiada pelo som de uma geração que resiste ao teste do tempo.

https://www.instagram.com/darkmilesband/

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