Madalena Palmeirim – Afortunada (2024) (single)

Madalena Palmeirim – Afortunada (2024) (single)

A cantautora e multi-instrumentista Madalena Palmeirim apresenta o seu segundo disco, “Morna mansa”, o sucessor de “Right as Rain”, lançado em 2019.

Durante a pandemia, quando tudo parou, Madalena Palmeirim fugiu Atlântico fora com o seu cavaquinho e cercou-se entre o mar-a-toda-a-volta e as montanhas-cima-abaixo na ilha de São Vicente (Cabo Verde). Em travessia recuperou a respiração, a canção e desta viagem nasceu o seu segundo trabalho discográfico “Morna mansa”.

O novo disco é sobre chegar a uma utopia de encontros, num mar de partidas e chegadas. É sobre a importância da viagem, da errância, do sítio fora do mapa, do percurso, do acaso e da deriva, fazendo uso da plasticidade do som (música, ruído, palavra e silêncio) e do espaço em todo o seu potencial.  

Canções originais que também receberam palavras de duas companheiras-escritoras e cúmplices desta travessia, Lídia Jorge com “Afortunada” e Margarida Vale de Gato com “Marinha”, em duas colaborações distintas e ainda, as vozes de John D´Brava em “É bô” e de Milanka Vera-Cruz em “Mudjer”.  

“Morna Mansa” é um passo trocado e transatlântico que não esquece a toada da saudade e o regresso a um amor que teima em voltar, manso e manso.

Apoio:

Antena 1

República Portuguesa – Cultura/Direção Geral das Artes

BIOGRAFIA

Madalena Palmeirim é uma cantora, compositora e multi-instrumentista portuguesa (ukulele, ukulele cabo-verdiano, auto-harpa e piano), que conta com 10 anos de carreira.

Em 2019 lançou o seu primeiro álbum a solo “Right as Rain”, onde juntou temas em português, crioulo cabo-verdiano e inglês. Navegando pelos mais variados campos musicais, Madalena vai do Rock, ao Folk, ao Samba ou à Morna.

Antes de “Right as Rain”, a cantora lançou o EP “Mondays” (2015), com o qual percorreu Portugal em salas e festivais. Madalena trabalhou com vários nomes da música nacional, fundou L Mantra e Nome Comum. Faz parte do trio Rainhas do Auto-Engano.  

Madalena dedica-se também a bandas sonoras de cinema como “A Metamorfose dos Pássaros”, de Catarina Vasconcelos, que recebeu o Prémio FIPRESCI para Melhor Filme na secção Encontros do Berlinale – Festival Internacional de Cinema de Berlim. Madalena é também autora da banda sonora do filme “Lá vem o dia”, da autoria de Mercês Tomaz Gomes. “Lá vem o dia” é o vencedor do prémio Arquitecturas para Melhor Filme na Competição de Ficção 2019.