Mountain Valley – Ser ou Nao Ser (2025) (single)

Mountain Valley – Ser ou Nao Ser (2025) (single)

EP  “Ser ou Não Ser” já disponível nas plataformas digitais

Os Mountain Valley regressam aos lançamentos com o EP ‘Ser ou Não Ser’, um manifesto de identidade e propósito, que enquadra a excêntrica sonoridade da banda num projeto “relâmpago” de 4 faixas. Em ‘Ser ou Não Ser’ – segundo extended play dos Mountain Valley – fazem a leitura do seu universo, um espaço multidimensional consonante com a visão da banda que vai, a seu tempo, marcando posição no cenário da música portuguesa.

O EP arranca com uma intro alinhada com a estética de ‘Ser ou Não Ser’, sintonizando os ouvintes na sinergia que se faz sentir durante os 10 minutos de viagem entre montes e vales. ‘Estrela Cadente’, tema que contou com a colaboração do produtor Filipe ‘Survival’, segue o fio condutor do EP, colocando – sem rodeios – os ambiciosos objetivos da banda em cima da mesa. “Sonho ser a luz da noite, iluminar o céu e ser a cor no escuro que o tempo trouxe”, a primeira frase do trabalho, retrata o feeling que caracteriza – cada vez mais – os Mountain Valley. A manifestação de interesses, explícita na faixa número dois, ganha um sentido adicional quando conectada ao tema seguinte, uma ‘Paisagem’ (espelhada num dos lyric videos inteiramente desenvolvidos pela banda) que compõe o quadro contemplador da primorosa jornada dos Mountain Valley – ‘Paisagem’ preza o processo e antevê a simplicidade que o futuro reserva: “a seu tempo o tempo para e vai ser o mirar de uma paisagem”.

Carlos Raposo – Dança Portuguesa (2025) (single)

Carlos Raposo – Dança Portuguesa (2025) (single) 

 Carlos Raposo

[viola campaniça e electrónica]

 Depois de um ano de 2024, em que percorreu Portugal com concertos de norte a sul do País com o EP “Trip to Innerlight”, Carlos Raposo inicia 2025, a

 apresentar o seu segundo EP, “O Reino da Ilusão”.

Nesta nova viagem, entre o rufar dos bombos e caixas tradicionais

 portuguesas, e o tom doce da viola campaniça, avistam-se também, pela tripulação, paisagens sonoras de uma electrónica hipnotizante, serena, bela e melancólica, que fazem deste “Reino da Ilusão” um destino inevitável em 2025.

Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single) 

Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single) 

Cover albums are a tricky business. They say nothing beats the original. But

when international psychedelic collective Al-Qasar tackles songs from the

Western pop to the Arab folk repertoires, you know you’re in for a

brain-melting, transcontinental trip. Cultures collide, and the result of this

fission is Depeche Mode sung in Turkish, Sean Paul in Arabic, Nubian legend

Hamza El Din with fuzz guitars and iconic Lebanese composer Wadih El Safi

through space echo.

Produced between Tunis, Lisbon, Los Angeles, London, and Paris,

UNCOVERED contains 7 tracks (4 covers and 3 originals) which tell the story

of a world in flux, with its ancestors deep in the past but its eyes set on the

zeitgeist. It’s retro-futurist Arab psychedelia with a foot in the Mojave and the

other in the Sahara.

The cast is stunning, with innovators, breakthroughs and legends from nine

nationalities represented. All joined forces with studio wizard and composer

Thomas Attar, his vibrant, thick production style enhanced by

Grammy-winner Matt Hyde’s mix (Slayer, Deftones) and by a mastering from

multi Grammy-nominee Frank Merritt (Madlib, Aphex Twin).

Sudanese-American vocalist (and frequent Al-Qasar collaborator) Alsarah

tackles DESSE BARAMA, a peace song by Nubian oud player and singer

Hamza El Din, her hypnotic, soulful voice solidly anchored in a retro, almost

dubby instrumental. PROMISES is an Afro-futurist heavy-psych track in

Bambara which features Malian singer Mamani Keita (Salif Keita) on lead

vocals and the renowned “Black Buddah” Cheick Tidiane Seck (Gorillaz,

Black Eyed Peas, Santana) on keys and backing vocals. Mamani tackles the

subject of commitment, taking a stab at corrupt political leaders who do not

hold their word, while Cheick lets loose brain-melting keyboard lines and

deep, spell-binding vocals. On drums, it’s Souleymane Ibrahim (from

Touareg sensations, Mdou Moctar) unleashing a fury of grooves.

Krazye Loko – Haterz (feat. Allen Halloween) (2025) (single)

Krazye Loko – Haterz (feat. Allen Halloween) (2025) (single) 

Biografia (Krazye Loko)

Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.

Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.

Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.

Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.

Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.

“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.

Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.

Atualmente em 2025, Krazye Loko já lançou o seu album “Viagem” digital e fisicamente. Este album musical pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que está atualmente a trabalhar no seu próximo album que está previsto para principios de 2026.

Links de Krazye Loko:

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w

Apple Music: https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546

Instagram: https://www.instagram.com/krazyeloko/

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Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem”

Data de lançamento: 27 de Setembro 2024

Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.

Um trabalho onde mostra a essência do rap.
Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto.
A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.

Lista de faixas:
* Cansado
* Maníaco do parque
* Quando nada tinha
* Salvação
* Renascimento
* Desabafos
* Ponto de partida
* Sê real
* Viagem
* Virei cinza
* Haterz (com Allen Halloween) [Faixa bonus]

Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás como brinde uma bónus track resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.

De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.

Ruído Roído – Eclipse (2025) (single)

Ruído Roído – Eclipse (2025) (single) 

Êxtase ao Vivo é um breve resumo da digressão de apresentação do segundo disco de Ruído Roído – Êxtase do Silêncio- e tem músicas gravadas em concertos no GNRation (Braga – 25/05/2024) e no Maus Hábitos (Porto – 12/09/2024). Conta com Márcio Décio na Guitarra, Springbox; Jorge Oliveira no Baixo, Sílvio Almeida nos Sintetizadores, Rui Rodrigues na Percussão (GNRation) e Élio Mateus na Bateria (Maus Hábitos).

É uma edição limitada de 30 cassetes e tem o selo da Raging Planet.

Lado A

1 – Eclipse

2 – Hipnose

3 – Fobia

4 – Sozinho num Suicídio Coletivo

5 – Encontro Absurdo com o Medo

Lado B

1 – Inquietude

2 – Origami

3 – Alma

4 – Na Súbita Ereção do Enforcado

Existe também videoclipe com imagens captadas ao vivo no GNRation.

Augusto Baschera – Caminho (2025) (single)

Augusto Baschera – Caminho (2025) (single) 

“APÓCRIFO” representa tudo aquilo que questiona o óbvio e oferece uma visão paralela ao cânone convencional. É tradição e modernidade ao mesmo tempo, mudança e resiliência, com um espírito que carrega fé e ousadia.

No formato de um quarteto, Augusto Baschera (guitarra e composição) se une ao contrabaixista Kim Baiunco, o pianista João Bernardo, e ao baterista Vini Baschera. O disco conta com a participação do músico João Barradas, e Frederico Heliodoro como parceiro de composição. Composto por 8 (oito) faixas e gravado em Lisboa/PT, o disco é uma edição de autor.

Redoma – Lugar. (2025) (single)

Redoma – Lugar. (2025) (single) 

Procura-se residência permanente: “lugar.” é o novo single das redoma 

O álbum de estreia “santos da minha mente” sai a 28 de março, e já é possível fazer pré-encomenda

redoma estão de volta com “lugar.”, single e manifesto que, segundo a vocalista Carolina, “é sobre desilusão e impotência, cansaço e frustração. Sobre lugares de abrigo que viram lugares de passagem e sobre gentes com tanto e outras com tão pouco”.

Depois do tom introspetivo do single “2572”, lançado no final do ano passado, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues assume agora uma postura observadora da “cidade cinzenta”. Um Porto desconstruído e subjugado aos interesses de gigantes que descaracterizam e roubam o lugar de permanência das gentes que a habitam. Num gesto político e social, “lugar.”, segundo single que antecipa o álbum de estreia, traz uma voz cortante e um tique-taque constante, simbolizando uma cidade onde, a cada instante, nasce um hotel e desaparece uma morada. 

O videoclip que acompanha a música, transporta-nos por lugares do Porto, com uma visão alarmante, onde andaimes e guindastes representam “homens gigantes” que vão esvaziando espaço que outrora dava substância à cidade.

“lugar.” foi escrita por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues. O vídeo foi realizado por Pedro Ivan.

O álbum de estreia, “santos da minha mente”, já tem data oficial de lançamento: 28 de março. No bandcamp da editora Biruta Records, já é possível fazer a pré-encomenda do álbum nos formatos digital e físico (CD e Cassete), além de consultar a capa e a tracklist.

Al-Qasar, Sibel – Kisisel Isa (Personal Jesus) (2025) (single)

Al-Qasar, Sibel – Kisisel Isa (Personal Jesus) (2025) (single) 

Cover albums are a tricky business. They say nothing beats the original. But when international psychedelic collective Al-Qasar tackles songs from the Western pop to the Arab folk repertoires, you know you’re in for a brain-melting, transcontinental trip. Cultures collide, and the result of this fission is Depeche Mode sung in Turkish, Sean Paul in Arabic, Nubian legend Hamza El Din with fuzz guitars and iconic Lebanese composer Wadih El Safi through space echo.

Produced between Tunis, Lisbon, Los Angeles, London, and Paris, UNCOVERED contains 7 tracks (4 covers and 3 originals) which tell the story of a world in flux, with its ancestors deep in the past but its eyes set on the zeitgeist. It’s retro-futurist Arab psychedelia with a foot in the Mojave and the other in the Sahara.

The cast is stunning, with innovators, breakthroughs and legends from nine nationalities represented. All joined forces with studio wizard and composer Thomas Attar, his vibrant, thick production style enhanced by Grammy-winner Matt Hyde’s mix (Slayer, Deftones) and by a mastering from multi Grammy-nominee Frank Merritt (Madlib, Aphex Twin).

Sudanese-American vocalist (and frequent Al-Qasar collaborator) Alsarah tackles DESSE BARAMA, a peace song by Nubian oud player and singer Hamza El Din, her hypnotic, soulful voice solidly anchored in a retro, almost dubby instrumental. PROMISES is an Afro-futurist heavy-psych track in Bambara which features Malian singer Mamani Keita (Salif Keita) on lead vocals and the renowned “Black Buddah” Cheick Tidiane Seck (Gorillaz, Black Eyed Peas, Santana) on keys and backing vocals. Mamani tackles the subject of commitment, taking a stab at corrupt political leaders who do not hold their word, while Cheick lets loose brain-melting keyboard lines and deep, spell-binding vocals. On drums, it’s Souleymane Ibrahim (from Touareg sensations, Mdou Moctar) unleashing a fury of grooves.

Krazye Loko – Renascimento (2025) (single)

Krazye Loko – Renascimento (2025) (single) 

Biografia (Krazye Loko)

Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.

Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.

Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.

Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.

Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.

“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.

Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.

Atualmente em 2025, Krazye Loko já lançou o seu album “Viagem” digital e fisicamente. Este album musical pode ser ouvido nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que está atualmente a trabalhar no seu próximo album que está previsto para principios de 2026.

Links de Krazye Loko:

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w

Apple Music: https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546

Instagram: https://www.instagram.com/krazyeloko/

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Rapper Krazye Loko lança o álbum “Viagem”

Data de lançamento: 27 de Setembro 2024

Após uma paragem na sua atividade musical, o rapper Krazye Loko que completou 20 anos de carreira, presenteia agora o seu público com o álbum “Viagem”.

Um trabalho onde mostra a essência do rap.
Composto por 11 faixas inéditas com mensagens de reflexão claras e objetivas, o artista convida todos a fazerem parte desta “viagem” que apesar das turbulências, lhe deixou em bom porto.
A transmissão de sentimentos carregando o dom do rap, como o artista nos tem habituado.

Lista de faixas:
* Cansado
* Maníaco do parque
* Quando nada tinha
* Salvação
* Renascimento
* Desabafos
* Ponto de partida
* Sê real
* Viagem
* Virei cinza
* Haterz (com Allen Halloween) [Faixa bonus]

Sendo todos estes temas originais e exclusivos do artista, o álbum trás como brinde uma bónus track resultante de uma parceria entre Krazye Loko e Allen Halloween.

De forma a obter mais informações acerca do álbum e do rapper basta acompanhar as suas redes sociais e plataformas musicais.

Samuel Martins Coelho – I Error-Unselfing (2025) (single)

Samuel Martins Coelho – I Error-Unselfing (2025) (single) 

“Unselfing” é o segundo disco de I ERROR, projeto de música eletrónica do músico multi-instrumentista e compositor Samuel Martins Coelho. O novo trabalho parte da ideia de unselfing de Iris Murdoch: afastarmo-nos do ego e das preocupações do dia a dia para observar com atenção genuína.

O disco vai ser apresentado no dia 21 de fevereiro, às 22h, no CAAA – Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura de Guimarães.

Se o primeiro álbum, “I ERROR”, lançado há um ano, explorava diferentes fases enquanto músico e apresentava o erro como uma nova oportunidade, uma perspetiva que transforma falhas em possibilidades, este novo trabalho aprofunda a busca por momentos de clareza e foco no essencial. Cada faixa de “Unselfing”, lançado pela Invisível, convida o ouvinte a desligar-se das distrações e a encontrar espaço para simplesmente ouvir.  Sem complicações ou pretensões, procura traduzir essa ideia de pausa e escuta de uma forma direta. É um passo em frente que mantém o espírito experimental do projeto.

O projecto I Error assume-se como um conjunto de rascunhos colecionados ao longo do tempo, que refletem diferentes interesses estilísticos de um violinista que se aventura no mundo electrónico.

BIOGRAFIA:

Samuel Martins Coelho (1980) é violinista, compositor e multi-instrumentista. Tem feito um percurso de descoberta e constante reinvenção da sua linguagem musical. Com raízes na música clássica, tem vindo a desenvolver uma linguagem muito própria, utilizando diversas fontes sonoras. O seu trabalho atravessa vários géneros e universos musicais, desde a música clássica à música conceptual, experimental e à improvisação. A sua actividade artística desenvolve-se em vários projetos, tais como: Samuel Martins Coelho, Tosco, Peixe Míope, Estranhofone, Space Ensemble, Escola do Rock, Colectivo Invisível, Ondamarela, JP Coimbra, I ERROR. Nos últimos anos tem colaborado como diretor musical, compositor e instrumentista em várias companhias de Dança e Teatro. Desenvolve atividades com comunidades e lidera intervenções musicais criativas, dirigidas a crianças e ao público em geral, colaborando com diferentes artistas. Em 2017 foi artista residente do AiR Programme, em Malta (Gozo), no âmbito do programa da Fondazzjoni Kreattivitá e Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura.

Participou no II Curso de Formação de Animadores Musicais do Serviço Educativo da Casa da Música, tendo colaborado como facilitador nos cursos posteriores.

No seu percurso artístico já conta com várias composições de bandas sonoras, em 2018 compôs uma nova banda sonora para o filme Giuseppi do realizador maltês Cecil Santariano, a qual foi apresentado ao vivo na capital europeia da cultura em malta em 2018. Colaborou na banda sonora da curta-metragem de Regina Pessoa “Tio Tomás a contabilidade dos dias”. Desde a estreia internacional, em Junho de 2019, na Croácia, o filme foi já distinguido no Festival de Cinema de Annecy, em França, com o prémio especial do júri, no Festival Animamundi, no Brasil, ou nos Caminhos do Cinema Português, em Coimbra. Foi também candidato às nomeações para os Óscares e venceu a corrida para o galardão de melhor curta-metragem nos Prémios Annie Awards. 

Em 2024 compôs a banda sonora do filme O Pior Homem de Londres, realizado por Rodrigo Areias, produzido por Paulo Branco-Leopardo Filmes, com argumento de Eduardo Brito, e um elenco onde pontuam Albano Jerónimo, Edward Ashley, Victoria Guerra, Scott Coffey, Christian Vadim, Carmen Chaplin, Simon Paisley Day, e Jean-François Balmer.

Sandra Martins – Passo a Passo (2025) (single)

Sandra Martins – Passo a Passo (2025) (single)

“Vapor”, de Sandra Martins, é uma carta de amor destinada a outro mundo. 

O primeiro álbum a solo da violoncelista e compositora propõe uma viagem íntima e perigosa, à procura da beleza que se esconde para lá das sombras.

Os temas originais que integram este álbum têm como voz principal o violoncelo e o clarinete.

Transforam memórias em texturas e atmosferas sonoras que vagueiam por um roteiro de experiências repletas de influências tão díspares quanto as colaborações da artista ao longo do seu percurso.

“Vapor” não é só uma história de luto, é sobretudo uma carta de amor. 

BornFolk – Seize The Day (2025) (single)

BornFolk – Seize The Day (2025) (single)

BornFolk, projeto (re)fundado oficialmente em 2024 pelo multi-instrumentista Luís Vieira, lança agora o EP “T-PACK”, sucessor do primeiro trabalho do projeto, intitulado “COME INSIDE!”. Com influências diversas e assumindo um indie pop rock de vertente livre, o nome BornFolk nasceu de um antigo tema do próprio músico, remetendo para a simplicidade da natureza e para o conceito de renascimento, transportado para uma epopeia sonora que promete novas investidas.

Segundo Luís Vieira, neste novo lançamento, “há um parque com dimensão para o presente e com vista para Londres, e uma árvore que não se deixa abater perante a adversidade, resiste e existe”. A ideia de um espaço simbólico — um parque aberto ao presente — reflete tanto a resiliência individual como a forma como cada elemento musical se integra numa narrativa. “T-PACK” surge, assim, como um EP de transição e exploração, onde cada faixa parece canalizar Subscribe Past Issues Translate força e resistência — não fosse o músico um fanático leão de Lisboa com “affair” em South Bermondsey. “Não passamos de teens a tonificar, brevemente estaremos no ponto, o dia é hoje e só tem 24 horas. Aproveitemos o soro de leite que a vida nos dá, that’s gold!”, acrescenta.

Para além do EP, BornFolk revela o single “Seize the Day”, que fala sobre aproveitar todos os momentos do presente a que chamamos vida, transparecendo o momento charneira da ação, mesmo em tempos difíceis. “Não vale ficar paralisado, porque a roda já foi inventada e não para! Assuma os comandos e viaje se puder, é bom”, remata o artista, sublinhando a mensagem central do tema: viver o momento e ultrapassar as barreiras que surgem, apoiando-se numa sonoridade que mantém o compromisso com o indie pop rock enérgico e autêntico.

Em 2025, o projeto encontra-se pronto para novas criações, defendendo que a energia é infinita e que esta “fábrica” sonora ainda só agora começou. “T-PACK” e “Seize the Day” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, assinalando um passo decisivo na evolução de BornFolk.