1 Álbum 100 Palavras #49: Cecilia Chailly – Anima (1996)

1 Álbum 100 Palavras #49: Cecilia Chailly – Anima (1996)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“”Anima” lançado em 1996, é um álbum da harpista e compositora italiana Cecília Chailly. Conhecido por sua abordagem inovadora e emotiva, o álbum combina a harpa clássica com elementos de música contemporânea e eletrônica. Chailly, que vem de uma renomada família de músicos, explora temas introspetivos e espirituais ao longo das faixas, criando uma atmosfera envolvente e meditativa. “Anima” destaca-se pela habilidade técnica de Cecília Chailly e a sua capacidade de evocar emoções profundas através de composições líricas e texturas sonoras ricas. Este álbum solidificou sua reputação como uma artista versátil e criativa no cenário da música instrumental. Boa escuta!”

Prazeres Interrompidos #276: Castelos (Vol. I) – L.M. Silva e M.G. Martins (2019)

Prazeres Interrompidos #276: Castelos (Vol. I) Maravilhas de Portugal – Libório Manuel Silva e Miguel Gomes Martins (2019)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Os castelos têm ainda hoje uma presença muito marcante na paisagem portuguesa e povoam a nossa imaginação com histórias de mouras encantadas e de valentes guerreiros. 

Este livro, com as belas imagens de Libório Manuel Silva e o texto informado e rigoroso de Miguel Gomes Martins (um especialista consagrado da arte militar medieval), constitui uma viagem pela história maravilhosa dos castelos medievais portugueses. 

Uma jornada de Bragança a Silves, passando por todas as outras regiões do país.

Não tenha o leitor a menor dúvida: foi à sombra destas fortificações que se escreveu grande parte da secular história portuguesa.

Buba Espinho – Voltar – Um Dia Hei De Voltar (Feat. Bandidos Do Cante) (2024) (single)

Buba Espinho – Voltar – Um Dia Hei De Voltar (Feat. Bandidos Do Cante) (2024) (single) Id

Depois de anunciar o Coliseu dos Recreios para 2025, Buba Espinho apresenta-nos um vídeo único que dá imagem à canção ‘Um Dia Hei-de Voltar’, uma colaboração com os Bandidos Do Cante.

Buba Espinho tem estado nas bocas do país nos últimos meses, com os sucessos “CASA”, canção que já é quinta platina e em que colabora com D.A.M.A e o quase single de platina “Ao Teu Ouvido” que pertence ao seu mais recente álbum “Voltar”, onde canta com Bárbara Tinoco.

Deste seu segundo álbum, destaca agora ‘Um Dia Hei-de Voltar’, a colaboração com os “amigos do coração, do alentejo” e acrescenta “desde o dia em que a ouvi pela primeira vez que esta canção me disse muito, até parecia ter sido escrita por mim. É um retrato muito bonito daquilo que é o meu conceito de vida enquanto músico e ser humano. Foi perfeito poder gravá- la”.

‘Voltar’ é o nome do seu segundo álbum, e Buba acrescenta que “Voltar é um verbo muito importante no dicionário do povo alentejano. Fala muito de nós enquanto povo. O propósito daquilo que sacrificamos e lutamos em prol da nossa família e vida.” – e é neste conceito que este novo single se baseia também, que “seja lá quando isso for”, Voltar fará sempre parte do caminho.

Entre ‘Canção para alguém’ e ‘Segredos e Searas’ surge então ‘Um Dia Hei-de Voltar’, e mesmo não tendo sido propositado, Buba diz que encaixou na perfeição. “Esta canção foi o que fez despertar muita coisa na minha música e na perspectiva de como olhar para a vida depois de tantas partidas. Voltamos sempre pessoas diferentes. E foi essa história que quis contar. De um jovem que parte de casa muito novo e que regressa agora um homem.”.

Este vídeo conta com a participação dos Bandidos do Cante e foi gravado no Alentejo, realizado por Victor Hugooli, com produção de Nefelibatas Films.

Buba Espinho vai estar em vários pontos do país até ao final do ano, mas é em janeiro que celebra os já vários ano de carreira, numa das mais emblemáticas salas do país. A data a decorar é 18 de janeiro de 2025, no Coliseu dos Recreios, com muitas surpresas e convidados. Até lá, ‘Voltar’ encontra-se disponível em todas as plataformas digitais e o seu novo videoclipe já pode ser visto no YouTube.

Berry Sakharof: Minimal Compact – Lowlands Flight (1987)

Berry Sakharof: Minimal Compact – Lowlands Flight (1987)

Memória de Elefante 07/06/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #129

Catman Plays The Blues #129

Autor:

Manuel Pais

Neste mês de Julho o Blues sobe ao palco !

Assim iremos ouvir em cada emissão deste mês o Blues no seu estado mais natural : em concerto !

Esta semana ficamos com o harmonicista e cantor Billy  Branch á frente da sua banda,  os Sons of the Blues  celebrando o 91º aniversário da lenda do Blues Little Walter, um espectaculo gravado no clube Rosa´s Lounge em Chicago a 2 de Maio de 2021.

Michael Grant: Musical Youth – The Youth Of Today (1982)

Michael Grant: Musical Youth – The Youth Of Today (1982)

Memória de Elefante 06/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino – É Tudo Mentira Ft MONA LINDA (2024) (single)

Félix Gambino acaba de disponibilizar “É tudo mentira” em colaboração com MONA LINDA. O tema é o primeiro single de antecipação ao disco “Águas Furtadas (Volume I)”, a ser editado no fim do ano pela BAIT Records, e apresenta uma roupagem trip-hop, estilo que o músico natural de Pedrouços adotou para contar estas novas histórias.

“É tudo mentira” é um grito de revolta dos dois artistas; a perfeita mixórdia entre a crença e a descrença num ambiente essencialmente sombrio, próprio dos subúrbios das freguesias de Pedrouços, Águas Santas e Ermesinde, ambas ligadas pela Rua Dom Afonso Henriques, e com o seu auge no Alto da Maia. O single abre as hostes para um disco que se promete suburbano e onde Félix Gambino sentiu a necessidade de se entregar ao fundo do poço para voltar a respirar.

“Esta foi a primeira música que escrevi para o disco. Quando acabei o esboço, enviei mensagem ao Edgar (MONA LINDA) e convidei-o para dar voz e letra ao tema. Sinceramente, o processo de composição foi tão pessoal e desconstrutivo a nível mental que só o Edgar é que poderia pegar neste tema; sabia que, sem trocarmos uma única palavra sobre o assunto, o resultado final iria tocar-nos na ferida”, sublinha o músico, acrescentando ainda que este novo espaço, meio que sinistro e soturno, é o lugar que pode chamar de casa para as suas inquietações. Se em “Pedrouços Clandestino (Amor & Narcotráfico)”, Félix Gambino navega de fato e gravata num ambiente “Escobar” entre paixões quentes ao ritmo flamenco, em “É tudo mentira” e, posteriormente, no futuro “Águas Furtadas (Volume I)”, entrega-se ao streetwear e aos escombros da sonoridade que abalou Bristol nos anos 90.

“É tudo mentira” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Robbie Robertson & The Red Road Ensemble – Music For The Native Americans (1994)

Robbie Robertson & The Red Road Ensemble – Music For The Native Americans (1994)

Memória de Elefante 05/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii – Descalço N’Areia (2024) (single)

Dannii lançou hoje o novo single “Descalço N’Areia”.

A canção reflete sobre as mudanças nas pessoas e na sociedade, resultando em sentimentos de alienação e desilusão. Dannii observa que os seus amigos de infância mudaram ao longo do tempo, seguindo as correntes da sociedade, sentindo-se por isso isolado a enfrentar os desafios.

“Andas descalço n’areia sem veres onde pões os pés” simboliza a falta de atenção e a perda de oportunidades. Há uma crítica à superficialidade e à moralidade da sociedade atual, onde as pessoas não valorizam o amor e a bondade. O cantor valoriza a autenticidade e a memória das origens, destacando a importância da bondade e da alma. Lamenta ainda a volatilidade das coisas modernas e como as pessoas não se preocupam muito com o seu destino e futuro, acabando por se deixar levar por forças externas. A canção é um lamento pela perda de valores fundamentais e uma busca por autenticidade num mundo superficial.

“Descalço N’Areia” marca uma nova etapa na vida e carreira do artista. “É um tema muito importante para mim. Para além de ser a primeira canção produzida por mim, é uma sonoridade que quero muito explorar. Foi uma canção que surgiu e aconteceu muito rápido. Produzi a base em dois dias e depois foi juntar camadas e deixar que o Pedro Sampaio fizesse a magia acontecer. Um mês depois tinha a versão final. O Pedro é uma pessoa muito importante no meu processo e que faz a diferença no culminar da canção.”

“Descalço N’Areia” foi escrito e composto por Dannii e a produção foi em parceria com Pedro Sampaio que também fez a mistura e masterização.

Radio Is A Foreign Country #13 – Radio Marrakesh

Radio Is A Foreign Country #13 – Radio Marrakesh

RADIO MARRAKESH

Hot, arid radio waves recorded by David Goren from Marrakesh, 2013.  

David Goren is an award-winning radio producer and audio archivist. You can learn more about him and his fascinating projects here:

http://www.davidgoren.net/

http://www.shortwaveology.net/

https://www.pirateradiomap.com

Mike Mainieri – Love Play (1977)

Mike Mainieri – Love Play (1977)

Memória de Elefante 04/07/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #275: Cho Nam-Joo – Kim Jiyoung, nascida em 1982 (2016)

Prazeres Interrompidos #275: Cho Nam-Joo – Kim Jiyoung, nascida em 1982 (2016)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Com narrativa sutil e ao mesmo tempo arrebatadora, Kim Jiyoung, nascida em 1982 retrata a realidade de uma jovem coreana e os profundos impactos da desigualdade de gênero na vida das mulheres

Em um pequeno apartamento nos arredores da frenética Seul vive Kim Jiyoung. Uma millennial comum, Jiyoung largou seu emprego em uma agência de marketing para cuidar da filha recém-nascida em tempo integral — como se espera de tantas mulheres coreanas. Mas, em pouco tempo, ela começa a apresentar sintomas estranhos, que preocupam o marido e os sogros: Jiyoung personifica vozes de outras mulheres conhecidas — vivas e mortas. A estranheza de seu comportamento cresce na mesma proporção que a frustração do marido, que acaba aconselhando a esposa a se consultar com um psiquiatra.

Toda a sua trajetória é, então, contada ao médico. Nascida em 1982 e com o nome mais comum entre as meninas coreanas, Kim Jiyoung rapidamente se dá conta de como é desfavorecida frente ao irmão mimado. Seu comportamento sempre é vigiado e cobrado pelos homens ao seu redor: desde os professores do ensino fundamental, que impõem uniformes rígidos às meninas, até os colegas de trabalho, que instalam uma câmera escondida no banheiro feminino para postar fotos íntimas das mulheres em sites pornográficos. Aos olhos do pai, é culpa de Jiyoung que os homens a assediem; aos olhos do marido, é dever dela abandonar a carreira para cuidar da casa e da filha.

A vida dolorosamente comum de Kim Jiyoung vai contra os avanços da Coreia do Sul, uma vez que o país abandona as políticas de controle de natalidade e “planejamento familiar” — que privilegiava o nascimento de meninos — e aprova uma nova legislação contra a discriminação de gênero. Diante de tudo isso, será que seu psiquiatra pode curá-la ou sequer descobrir o que realmente a aflige? Best-seller internacional, Kim Jiyoung, nascida em 1982 é uma obra poderosa e contemporânea que não só atinge o âmago da individualidade feminina, como também questiona o papel da mulher em âmbito universal.