Depois do lançamento do EP “Ela Jaguar Vol.1”, durante o ano passado, os Ela Jaguar acabam de disponibilizar o single “17”, em colaboração com Nomi (Tiago Cardoso), e que antecipa o álbum de estreia da banda, formada no final de 2019, após dias épicos vividos no Festival Vodafone Paredes de Coura.
A banda, que tem como objetivo criar uma estrutura independente e auto-sustentável para a produção da sua música, revela uma canção sobre o florescimento e crescimento do projeto. A letra de “17” é um “coming of age” partilhado entre Nomi (que dá voz ao tema) e Ela Jaguar, com rimas positivas e indicando mais sucessos futuros para ambos. Surgiu num “free flow” de Nomi e o primeiro take que ficou gravado é exatamente igual a esse momento de faísca inicial, apresentando ainda esboços de romantismo particularmente influenciados por Frank Ocean.
Concentrando a sua atenção nos detalhes de produção em cada novo tema criado, Ela Jaguar planeiam o lançamento do seu álbum de estreia homónimo “Ela Jaguar” para 25 de outubro de 2024, com temas instrumentais e canções que cruzam géneros como R&B, Indie, Soul, Hip-Hop e World Music, de uma forma elegante.
Lætitia Sadier: Stereolab – Little Pieces Of Stereolab (A Switched On Sampler) (2024)
Lætitia Sadier: Stereolab – Little Pieces Of Stereolab (A Switched On Sampler) (2024)
Memória de Elefante 06/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #40: Pink Floyd – Ummagumma (1969)
1 Álbum 100 Palavras #40: Pink Floyd – Ummagumma (1969)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Ummagumma” é provavelmente uma das obras-primas dos Pink Floyd. Este álbum publicado em 1969, insere-se num conjunto de obras do período em que o rock e seus interpretes mais famosos atingiram altíssimos níveis de criatividade e genialidade. O álbum quando saiu foi acolhido friamente pelo publico, por causa do seu caráter abstrato e de pesquisa. Ao longo dos anos, todavia, o disco atingiu o sucesso e se tornou uma obra-prima do rock. Ummagumma é dividido em duas partes, uma gravada ao vivo e outra em estúdio, é repleto de ideias originais e soluções sonoras inéditas para aquela época. Boa escuta!”
Daniel Galvão – Sem Refrão (2024) (single)
Daniel Galvão – Sem Refrão (2024) (single) Id
O cantor e compositor Daniel Galvão lançou o primeiro single ‘sem refrão.’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria do artista e produção de João Sampayo e Martim Tonic, esta é a canção em que o artista se estreia a solo e se questiona sobre encontrar inspiração e criatividade em estímulos emocionais fora dos convencionais amor e paixão.
“Esta música é um testemunho de não-conformismo, perseverança e honestidade. Conceptualmente, aborda a minha frustração relacionada com as noções sociais que ligam a inspiração criativa exclusivamente ao amor ou à paixão. Ao questionar este pressuposto, exploro a possibilidade de criatividade para além dos estímulos emocionais convencionais”, revela Daniel Galvão. O músico acrescenta ainda que o processo de composição e gravação surgiu a partir de “um arranjo acapela que tinha feito anteriormente e decidi criar uma canção à volta dele. Quis que o groove do refrão contrastasse com o das estrofes e, em colaboração com um amigo, escrevi a letra e, mais tarde, tive a ajuda dos produtores, que me ajudaram a aprimorar o que lhes tinha apresentado. Foi um processo complexo ao início, mas que, inesperadamente, se tornou muito enriquecedor”.
‘sem refrão.’ é o single que apresenta o EP de estreia de Daniel Galvão que será editado em maio. Nas palavras do artista, “o EP “perfil.” simboliza liberdade, perseverança e coragem de criar contra todas as adversidades e limitações. Representa, também, uma expressão irrestrita do meu universo musical através de 5 temas que, musicalmente, traduzem viagens distintas. Estou grato por finalmente dar a conhecer o meu ‘perfil.’ e partilhar o mundo segundo o meu ponto de vista”.
Composto por um total de 5 canções, entre elas o single ‘sem refrão.’, o EP “perfil.” marca a estreia discográfica de Daniel Galvão em nome próprio.
A música é parte integrante da vida de Daniel Galvão desde que se lembra: cresceu rodeado de cantores e músicos. Começou a gravar canções ainda muito novo e teve educação musical formal com cinco professores de canto diferentes, sendo que cada um deles lhe transmitiu técnicas distintas. No entanto, foi na igreja que frequentava com a família que conheceu a voz como “veículo” e “instrumento” e, ainda, a importância de ouvir e sentir os músicos em seu redor e executar, independentemente de qualquer improviso ou adversidade.
Muito por conta da sua educação e contexto familiar as principais inspirações e referências musicais de Daniel Galvão encontram-se no Gospel. Em casa ouvia Whitney Houston ou Sade, mas, também, cantores e músicos de Jazz, como Melody Gardot e Louis Dowdeswell, compositores como Claude Debussy e Tchaikovsky, e os contemporâneos Kings of Convenience, Tom Misch, Gal Costa ou Margarida Campelo.
As suas próprias composições são e serão um reflexo da fase da vida em que foram criadas. Daniel Galvão acredita que a música transcende a linguagem e, por mais que tenha uma mensagem em mente, cada pessoa que ouvir as suas canções poderá interpretá-las de maneira diferente. Assim, um dos objetivos passa por conseguir que as pessoas que o ouvem, independentemente de falarem ou não a língua em que escreve, possam simplesmente sentir, e associar cada tema a memórias e momentos das suas vidas, os passados e os que ainda estão por vir.
Prazeres Interrompidos #258: Elizabeth Strout – Tudo é possível (2017)
Prazeres Interrompidos #258: Elizabeth Strout – Tudo é possível (2017)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Depois do sucesso de O Meu Nome É Lucy Barton, Elizabeth Strout regressa com um mosaico delicado da vida de todos os dias, um retrato íntimo das pessoas comuns que tentam entender-se e entender os outros, esforçando-se por ultrapassar o sempre crescente abismo entre o desejar e o ter.
Lançando um olhar sobre as ambiguidades e ambivalências da alma humana, Tudo É Possível é um hino à sensibilidade e à compaixão.
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Bonança – Reflexos (2024) (single)
Já te sentiste desconectado da realidade? Como se estivesses a olhar para o mundo visto de fora, enquanto a vida passa diante dos teus olhos como um reflexo distorcido? Se sim, então prepara-te para uma experiência musical que desafia os limites entre a fantasia e a realidade. Bonança está de volta com o seu mais recente single, “Reflexos”, uma viagem sensorial com notas vulneráveis e tom profundo.
Não se enganem, “Reflexos” não é apenas uma canção para ser escutada passivamente. É uma introspecção de peito aberto que nos convida a olhar para dentro: “Eu não sou eu / Imagens são corpos que sentem mais do que eu / E se mais alguém souber que não me sei reconhecer?”. Em jeito de purga, Bonança cria a sonoplastia dos dias modernos: A existência desligada do corpo, um retrato de desconexão emocional ao mundo real que vem de dentro para fora e de fora para dentro, onde nos encontramos como meros espectadores da nossa própria vida.
Com influências que vão desde os clássicos do rock até à vanguarda da música contemporânea, Bonança cria uma experiência que é ao mesmo tempo familiar e inovadora. Cada acorde é como uma pergunta, desafiando-nos a encontrar as nossas próprias respostas.
Composição por Bonança, captação e gravação por Bernardo Ramos e mistura e masterização por Metamito. Estará disponível a partir do dia 19 de Abril em todas as plataformas digitais.
Sobre o artista:
Bonança começa a ganhar forma em 2018 num quarto de Massamá Norte, quando Ricardo Barroso decide tentar materializar as ideias musicais que lhe vêm à cabeça. O nome que iria adoptar não surge logo, mas quis a contingência que se cruzasse com ele esquecido numa parede de um estabelecimento comercial devoluto. Em 2020 lançou o primeiro EP “Mui Nobres Intenções” e em 2021 o EP “Exorcício” onde a música “Oceanário” fez parte da coletânea de 2021 dos Novos Talentos Fnac. Desde o seu nascimento, o projecto já passou por salas como Musicbox, Sala 6, Titanic Sur Mer e Centro Cultural Malaposta.
Ola Gjeilo – Night (2020)
Ola Gjeilo – Night (2020)
Memória de Elefante 05/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Catman Plays The Blues #120
Catman Plays The Blues #120
Autor:
Manuel Pais
Recuperamos esta semana, do nosso baú de memórias, o registo do reencontro, em 1957, do cantor Jimmy Witherspoon com a bem oleada e swingante orquestra do pianista Jay McShann.
Manifesto Sonoro #44
Manifesto Sonoro #44
Autor: Carlos Cleto
Emissão especial comemorando as revoluções, na rua, em casa e na cabeça.
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Cleto e a produção de Nuno Duarte.
Os manifestantes desta semana foram:
B Fachada, Minta e João Correia – Que Força é Essa
A Naifa – A Tourada
Os Tubarões – Venham mais cinco
Manuel João Vieira – Ser fascista
A Garota não – O dilúvio
Aníbal Zola – Liberdade mentirosa
Capicua – Que força é essa amiga
Duques do Precariado – Lacerda
Fado Bicha – Povo pequenino
Ganso – Gino (O Menino Bolha)
Camané e Dead Combo – Inquietação
chica – Brincar com o cão
JP Simões – Cada dia são 100
Luta Livre – O problema é o sistema
Dino D’Santiago, Rita Vian, Branko – A Noite Passada
#radiolisipo
#manifestosonoro
Sharon Jones And The Dap-Kings – Naturally (2005)
Sharon Jones And The Dap-Kings – Naturally (2005)
Memória de Elefante 04/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Nina R.A.E. – Noite Clara (2024) (single)
Após lançar os seus primeiros singles “Fica” e “Chama”, a artista abre o seu coração. Amar e saber deixar ir é a base do seu novo tema “Noite Clara” que estará disponivel em todas as plataformas dia 24 de Abril. Uma música sensorial e emocionante com um video igualmente intenso com a direção da artista.
A mesma prepara-se então para o lançamento do seu segundo EP, “(Ch)ama”, que nos traz desta vez R&B em português.
Nina prepara-se então para um verão cheio de novidades e terá o seu EP disponivel em todas as plataformas dia 2 de Maio.
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks – Bring Up The Feeling (2024) (single)
Freddy Locks comemora 20 anos de carreira em 2024 com um lançamento especial, o álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice” são os 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para assinalar a data.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Para celebrar este marco, e depois de fechar o ano de 2023 com uma passagem pelo festival Le Guess Who? U? (NL), Freddy Locks regressa à estrada com um novo álbum pronto para espalhar as suas vibrações positivas por todo o país.
“Bring up the Feeling” (Infinite Roots) é o novo single que antecede o álbum de celebração, uma nova versão de “Bring up the Feeling” (2006) com novos arranjos vocais e instrumentais. A música “Bring up the Feeling” saiu em 2006, impulsionando o início da carreira a solo de Freddy Locks. O single ganhou destaque na Antena 3, onde alcançou o primeiro lugar nas tabelas nacionais, e tornou-se uma presença constante na playlist da MTV Portugal.
Acompanhado pela talentosa banda Groove Missions, Freddy Locks rapidamente se destacou como um dos artistas mais promissores, sendo selecionado entre 13 artistas para tocar no 13º aniversário da Antena 3 (2007). A sua digressão subsequente, que durou até o final de 2008, incluiu performances memoráveis no Festival Med e no Festival Mestiço na Casa da Música, compartilhando o palco com nomes consagrados da música global como Amadou & Mariam, Danny Silva, Timbila Muzimba, Azagaia, Maytals, Lee Scratch Perry, Gladiators, Fat Freddys Drop, Alborosie entre outros.
A nova versão de “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) devolve-nos a alegria de escutar um grande clássico nacional, surpreendendo com a frescura dos novos arranjos instrumentais e os suportes vocais de Loki (NL) e Anastácia Carvalho (PT/STP). “Bring up The Feeling” (Infinite Roots) reafirma o amor e o respeito de Frederico Oliveira (Freddy Locks) pela música tradicional e contemporânea de raiz africana e o compromisso com a autenticidade das palavras que ela transporta, ao ritmo das composições originais de Freddy Locks.
A produção da música ficou a cargo do baterista de Fred, Mighty Drop, e foi finalizada pelo produtor Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die). A mistura e masterização foram realizadas por Beat Laden, uma equipa notável que se une à consistência artística de Freddy Locks.
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens. Com uma carreira que se estende por duas décadas, Freddy Locks continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Infinite Roots, a editar dia 7 de junho, promete marcar um verão sem tempo e de muitas liberdades.
Para celebrar os 20 anos de carreira, Freddy regressa à estrada para espalhar suas vibrações positivas por toda a Europa: 12 de julho em La Cham (GER), 15 de julho no Tollwood Festival (GER) e 31 de agosto em Vendas Novas (PT).