
Myriam Fares – من عيوني (Min Oyouni) (2011)
Memória de Elefante 03/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Myriam Fares – من عيوني (Min Oyouni) (2011)
Memória de Elefante 03/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Pedro Khan – Só Amado (2024) (single)
O tema é uma visão minha mais dançante do clássico e hit “I feel love” Donna Summer.
“Pedro Khan é Pedro Espírito Santo: DJ, produtor e artista plástico de Lisboa. Com uma carreira de DJ superior a 20 anos, evoluiu naturalmente para a área de sound design que lhe permitiu a criação de uma imagem de marca.
Atualmente trabalha com marcas de reconhecida notoriedade no mercado. Presente na Paris Fashion Week e também em passadeiras nacionais, o seu contributo na moda, teatro e pistas de dança tem sido marcado pela versatilidade e originalidade da sua música. O artista formou-se em produção musical pela escola ProDJ, e trabalha ainda em conjunto com outros artistas na Diff Records.”

Papisa – Vai Passar (2024) (single) Id
Brasileira PAPISA edita seu segundo disco, Amor Delírio, com um grito de afeto
Álbum tem produção musical de Felipe Puperi (Tagua Tagua), participação de Luiza Lian em faixa homónima e é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro.
Após revelar os singles Melhor Assim, Dores no Varal e Amor Delírio – tema que dá nome ao álbum e tem a participação de Luiza Lian –, a compositora e multi instrumentista brasileira PAPISA apresenta o disco, Amor Delírio, sucessor de Fenda (2019) e do EP Papisa (2016), com produção assinada por Felipe Puperi (Tagua Tagua). Amor Delírio é um lançamento do selo espanhol Costa Futuro, que tem em seu casting nomes como Queralt Lahoz (Espanha), Lucia Tacchetti (Argentina) ou El Culto Casero (Paraguai), entre outros. Oiça aqui.
Falar sobre o amor é a abertura de um novo caminho temático para Rita Oliva, a PAPISA, que nos trabalhos anteriores abordou elementos místicos e relativos ao inconsciente, como a morte e a ciclicidade do tempo. Conhecida por realizar shows ritualísticos e sensoriais – Rita é também astróloga e chegou a desenvolver um oráculo complementar ao disco Fenda –, e pela sonoridade dream-indie-pop que a consagrou como “uma espécie de Cat Power psicodélica” (Lúcio Ribeiro, Popload), a artista agora investiga o poderoso sentimento que move as marés humanas.
É nesta abordagem sentimental que Amor Delírio se sustenta, a passar pela sedução, pelo desejo, pelas ilusões e pelas desilusões amorosas. É também retratada a vontade e a inevitabilidade do reencontro, além da fluidez das relações e das possibilidades. Por fim, o desejo a se manifestar de várias maneiras.
“Em 2020 passei a me questionar sobre o amor romântico, e comecei a observar as minhas relações e de outras pessoas sob essa ótica. Estava tentando entender a influência da convenção social na forma como nos relacionamos, mas também investigando como o desejo e a sedução são forças motrizes importantes nas nossas conexões, sejam elas românticas ou não.
Essa forma mais objetiva de pensar no amor inevitavelmente trouxe à tona questões subjetivas das experiências que vivi ao longo dos anos, ou que presenciei pessoas próximas vivendo. Então fui me dando conta de que o disco tinha uma narrativa, retratando fases distintas que alguém pode viver dentro das relações, incluindo a excitação dos começos, a angústia da falta, o processo de ilusão e desilusão quando colocamos expectativas em uma situação e também as formas como nos ligamos e nos desligamos de algo ou alguém”, comenta a artista.
O álbum foi produzido em uma imersão de duas semanas em uma casa em São Francisco Xavier, cidade no distrito de São Paulo, e contou ainda com gravações de Alejandra Luciani, Felipe Puperi, Fabio, Fabio Pinczowski e Pepeu JC no Estúdio 12 Dólares e Sid Souza no Artsyclub Studios. A mixagem é de Tiago Abrahão e a masterização é de Brian Lucey (que já trabalhou com nomes como The Black Keys, Lizzo e Cage the Elephant).

Brazilian Caribbean Music: Synth Forest #1
Autor:
Daniel Cantagalo
A introdução dos sintetizadores transformou a música mundial. Músicas de todo mundo foram influenciadas por essa novidade. A música produzida na década de 1980 nas grandes cidades do entorno da floresta amazônica também foi influenciada por essas mudanças. Os teclados usados nas festas do Beiradão, às margens do rio Amazonas, foram transplantados para estúdios de gravação em Belém, Manaus e incorporados à discografia amazônica. Esta mixtape traz um resgate, dentro das produções fonográficas da região amazônica, com músicas gravadas em sua maioria nas décadas de 80 e 90 onde os teclados e sintetizadores têm destaque.

Judge Dread – Rude Boy (2019)
Memória de Elefante 02/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #257: Rainer Maria Rilke – Cartas a um Jovem Poeta (1929)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Dirigidas a Franz Xaver Kappus, um admirador seu, aspirante a poeta, Rilke escrevendo numa simples, elegante e sensível prosa, aborda nestas cartas temas como a poesia, a solidão, a Natureza, o amor e a tristeza, procurando aconselhar o seu interlocutor, que hesitava se deveria ou não seguir uma carreira literária.

Capão – Bruxo (2024) (single)
Este single não se trata só de um tema, é fração integrante de um conceito repartido em duas partes, ligadas entre si, através da mensagem. “Bruxo” é a primeira música de duas que o artista lança neste mês de abril, partes diferentes de uma mesma história, início e fim de uma mensagem. Dois temas interligados entre si, que se complementam.
“Bruxo” é o primeiro single, irmão mais velho de “Blackjack”, o segundo tema a ser lançado. Com uma melodia sentida à primeira, uma estética musical agradável e um refrão forte, “Bruxo” rapidamente nos entra pela cabeça, prevalecendo a sua letra complexa e ritmada. Dois temas irmãos, que partilham entre si a sonoridade e a energia.
A ser lançado em breve, surge “Blackjack”, o irmão mais novo, porém mais complexo entre eles. Este segundo single homenageia o seu tema irmão “Bruxo”, revelando as diferenças entre si.
O single “Bruxo” foi lançado no dia 05 de abril e está disponível nas principais plataformas digitais!
Capão é natural de Comenda, no concelho de Gavião, distrito de Portalegre. Desde muito cedo descobriu o seu gosto e talento pela música, sobretudo pelo trap. Tudo começou numa noite em que com os amigos decidiu fazer uma batalha de rimas, tendo-se apercebido, como o próprio conta, “que tinha jeito para rimar”. Impulsionado por esta descoberta, procura saber mais e começa a ouvir Teto, raper brasileiro que o influencia musicalmente e o leva a apaixonar-se pelo trap.
Decidido que queria fazer da música a sua vida, dedica bastante do seu tempo a rimar e a aperfeiçoar-se enquanto raper e artista, trabalho que culmina com o lançamento da sua primeiro música, intitulada “Lágrimas”, em janeiro de 2023. Estava dado o primeiro passo de um percurso ainda jovem, mas cheio de talento. Apostando toda a sua dedicação e esforço para tornar a sua música cada vez melhor, seguiu-se o lançamento do tema “Vida Controversa” e, logo de seguida, foi apresentado “Sopro”. Em agosto foi o momento de mais um lançamento, novo tema de Capão, desta vez com maior impacto do que os temas anteriores. O single “Série” atingiu os 7 mil streamings no Spotify, tornando-se no seu tema de maior sucesso. Capão fechou o ano com o lançamento do seu primeiro EP, intitulado “Dupla Personalidade”, num trabalho íntimo e muito pessoal. O rapaz que queria ser ciclista, deixou esse sonho pela música, na procura pela perfeição naquilo que mais gosta de fazer, rimar.

Coffee Breakz #76 – Go Get Ice Cream and Listen to Jazz
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Georgia Anne Muldrow & Jacob Garchik — Outer Spaceways Incorporated
2. Kassa Overall — Who’s On the Playlist (live)
3. Miles Davis — Blue in Green
4. Master P — Make ‘Em Say Uhh! (ft. Fiend, Silkk the Shocker, Mia X & Mystikal)
5. Chester Watson — Opal Arrowheads
6. Previous Industries [Open Mike Eagle, Video Dave & Still Rift] — Pliers
7. Jack The Smoker — Funema (ft. Conway the Machine)
8. Gangrene [The Alchemist & Oh No] — Cloud Surfing
9. Tom Zé — Jimmy, Renda-se! [Brazil 45s Mix]
10. Amerie — Take Control
11. Rincon Sapiência — Crime Bárbaro
12. Tom Zé — Dor e Dor
13. Magda — Sick With It
14. Savage Ga$p & Ugovhb — Pretty Girls Haunt Me
15. Lord Spikeheart — 33rd Degree Access (ft. Backxwash & Saionji BBBBBBB)

Kow Otani – 月の人魚 (Moon Mermaid) (2020)
Memória de Elefante 01/05/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

SLR – Never Just Friends (2024)(single) Id
Depois do lançamento de “No Time To Cry”, tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua, os SLR acabam de disponibilizar o single “Never Just Friends” em antecipação ao seu próximo EP, agendado para o dia 7 de maio (EP de estreia, “Losing”, foi editado em 2022).
“Never Just Friends”, tema que volta a juntar Bruno Moreira e Luís Água a Rui Paiva na composição, surge com uma sonoridade melancolicamente energética e remete-nos para uma relação que vive no limbo, sem compromisso para que seja namoro, mas certamente mais do que uma simples amizade, assumindo que, quando começaram a trabalhar no segundo EP, o duo nortenho tinha o objetivo de compor músicas mais positivas e com as quais fosse possível dançar: “Quando começamos a compor, sabíamos que nos queríamos desafiar e tirar da zona de conforto, mas não queríamos deixar de escrever sobre as nossas vivências, e assim nasceu este novo single; juntamos páginas de diários, misturamos com referências de filmes que nos apaixonam e temos um amor proibido que nos dá vontade de dançar”, sublinha Bruno Moreira, sobre a temática de “Never Just Friends”, acrescentando ainda Luís Água que “Explorando essa relação definida somente pelo desejo e o momento, foi-nos claro que a brincadeira entre secções mais ritmadas e secções mais calmas seria a forma mais fácil de retratar este sentimento. Tão depressa a adrenalina dispara e avançamos a passos largos, como ficamos quase a pairar no ar, perdidos em pensamentos e sensações”.
Sabendo os SLR que o que sentiram para escrever esta música não lhes é exclusivo, decidiram, sem medo, usar os seus sentimentos para criar uma história de amor com a qual muitos se podem identificar: “o sentimento de querer estar amorosamente com alguém que nos é proibido, mesmo que recíproco”, e a “vontade de não largar a outra pessoa e aceitar que não será mais do que um momento”.
Essa tensão de manter em segredo, de estar limitado ou até de ser “proibido”, levou os SLR a escreverem o tema. Luís Água assina a produção como água em parceria com oputovitor, trazendo referências do drum & bass e da pop eletrónica juntando-as à melancolia típica do R&B que os SLR já nos habituaram.
Para o videoclipe que acompanha “Never Just Friends”, os SLR juntam-se a Pedro Ivan e, entre imagem em movimento e fotografia analógica, conta-nos a história de um amor sem limites. A banda volta a convidar Rita Ferreira para protagonizar um dos seus vídeos, desta vez ao lado dos membros em frente às câmaras. Mostram-nos uma amizade jovem, genuína e descomprometida. Envolvidos numa adrenalina provocada pela paixão, os SLR arriscam, neste vídeo, invadir uma casa e divertirem-se livremente como se a mesma fosse deles. É um vídeo focado em memórias, em recortes, em lembranças de um momento que todos idealizamos viver e que ilustram a letra de um amor não convencional.
“Never Just Friends” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
SLR – Biografia
Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Em 2023, renovam a sua sonoridade com No Time To Cry ao trazer um tema com energia contagiante e um refrão que fica na ponta da língua. Agora, com Never Just Friends abrem 2024 revelando mais um tema do EP com lançamento previsto para o próximo mês de Maio.

Luar – Faz Parte (2024) (single)
Luar – ‘faz parte’
LETRA
há de aparecer
quando chegar
volta ao principio
o teu lugar
desaparecer
sem alertar
dar uma volta
olhar pro mar
outra memória
faz-me pensar
fechei a porta
deixo-me estar
celebra o tempo
que ainda tiveres
vive o momento
se tu quiseres
penso
no que direi
pode ser preciso
mas não soar bem
trazer dádivas
das minhas falhas
sempre que eu quiser
procurar crescer
obrigo-me a sair do quarto
pra não chegar tarde
memórias da escola
mas dessas histórias não me farto
perdia mais tempo a jogar à bola
mas ainda penso em ti
e sei que o clima ficou pesado
fiz dessa morte um fim E um novo inicio inacabado
faz parte
faz parte
faz parte
faz parte

Dorival Caymmi – Canções Praieiras (1954)
Memória de Elefante 30/04/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.