
Leo Bud Welch – I Don’t Prefer No Blues (2015)
Memória de Elefante 22/02/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Leo Bud Welch – I Don’t Prefer No Blues (2015)
Memória de Elefante 22/02/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Carlos Cavallini – Nem Todo Mundo (2024) (single)
Carlos Cavallini mede O Tamanho do Tempo em músicas banhadas pelo mar
Medindo, em música, O Tamanho do Tempo, o disco é também um exercício introspectivo, pessoal: “As músicas foram todas escolhidas pensando muito nisso, daí a minha demora em fazer o disco. Fala muito de mim e era preciso que eu estivesse muito à vontade para isso.” Em termos de influências musicais, elas vêm muito do já citado triângulo Rio-Minas-Bahia: “Cresci com muito samba e também com muita MPB. A minha família admirava muito os grandes nomes da MPB, Chico Buarque, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Djavan, e eu lembro-me de ser uma criança que sabia cantar músicas do Chico, Gal, esses assim, o que não era muito comum entre os meus amigos, que já estavam noutra fase, a do rock brasileiro. Isso me influenciou muito, além do rock alternativo e, mais recentemente, essa nova MPB, geração que foi até o tema da minha tese [título provisório: Pensar a nova MPB no Brasil e a nova música brasileira em Portugal]. É engraçado que eu olhava para o Domenico e o Ricardo de uma perspectiva académica a acabei por gravar com eles.”
Nuno Pacheco, Público
SINGLE “NEM TODO MUNDO”
Já com Lisboa no coração pelos 15 anos de residência na cidade, Carlos Cavallini lança agora “Nem Todo Mundo”, segundo single de seu disco de estreia O Tamanho do Tempo, produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti, que será lançado dia 1 de Março.
Em “Nem Todo Mundo”, o dedilhar com assinatura de Davi Moraes abre espaço para a voz e a letra de Carlos Cavallini, que desforra muito daquilo que construímos utopicamente sobre nós e os outros, discutindo questões sobre convivência e cotidiano – “nem todo mundo entende, nem todo mundo aprende”. Segundo o cantautor, “a canção foi feita durante as gravações e eu tive muita vontade de que ela entrasse para o álbum por estar ligada aos tempos que correm”.
O disco vai ser apresentado ao vivo no dia 22 de Março no Samambaia em Lisboa num concerto partilhado com Sam Nóbrega.
DISCO O TAMANHO DO TEMPO
Atento ao que nos faz bem
Em seu disco de estreia “O Tamanho do Tempo”, Carlos Cavallini contempla a imensidão do tempo e do mar com minimalismo do eu, enaltece os horizontes dos infinitos amores e nos oferece amizade por todo o percurso da obra.
Imenso céu e sempre mar.
Infinitos desertos, ondas e caminhos em que estaremos de alguma forma no tempo. A primeira viagem de Carlos Cavallini em disco é muito do mundo, do eu; condensa bastante de experiências dos sons e sentimentos que viveu, afinal o primeiro disco é sempre um apanhado de composições e experiências de épocas diversas que levaram o artista até uni-las em estúdio. Há beleza de muitos momentos e sabores a cada faixa, numa obra que se abre com o mar e sua imensidão. O mar para Carlos começou em Vitória, onde nasceu no Brasil e virou cais em Lisboa, onde resolveu aportar há 15 anos.
Ao longo da obra que nos cria, recria e nos mergulha em mares tranquilos, o tempo é protagonista em um cenário para audição de um disco que nos conecta com tantos abraços. No ar, no espaço, nas pessoas e na natureza. As 12 faixas são 12 elos entre si e entre quem as ouve.
Agradecimento e contemplação à beira de águas intermináveis abrem “O Tamanho do Tempo”. Apresentar-se como chuva, obediente ao vento, e se reconhecer como muito do que parece ao ouvinte, é começar o percurso do disco já a dizer um pouco sobre sua alma. Em “Sempre Mar”, Carlos não esconde o ‘eu’, ao contrário, nos oferece a face mais interior do seu sentimento e criatividade. A doçura de apreço nas palavras namora com os sons enquanto sintetizadores e as guitarras de João Erbetta nos transportam de Lisboa às paisagens sonoras e tranquilas do Ceará.
Referências com sopros suaves nos lindos arranjos de trompete e flugelhorn do talentoso Aquiles Moraes enlaçam “Natureza” (segunda faixa do disco). A sequência sonora doce entre influências do Cidadão Instigado às baladas Soul de Cassiano traz reconexões poéticas entre parte de um todo humano à sua mistura com a natureza. ‘Ser capaz de estocar amor pra depois distribuir’ é promessa da segunda faixa que se cumpre na audição e nas canções subsequentes.
A produção musical e os arranjos de Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti são delicados, criativos e multiplicam os significados das canções para seguir o seu enlace. Essa linguagem não-verbal sensível da dupla é fundamental para a compreensão da narrativa de ‘O Tamanho do Tempo’.
Se em muitos momentos a obra se enlaçará com o contemplar da natureza, em outros se mostrará cosmopolita com a doçura poética de estar atento, mesmo nas grandes cidades e suas dinâmicas mais complexas, aos detalhes mais delicados sobre as relações e sentimentos humanos. Isso se reflete em violões das referências interioranas do Brasil até as baterias e arranjos a la Strokes e Weezer.

sús – Cicatriz (2024) (single)
sús continua a sua narrativa intimista envolta numa sonoridade que habita os subúrbios da pop, num distrito rodeado pelo folclore, eletrónica e experimentalismo no seu novo single “Cicatriz” que conta com a participação de Femme Falafel.
Susana Nunes, artista portuguesa e residente na Dinamarca, tem um vasto percurso musical e académico onde tem articulado a sua expressão artística: em 2018, deu-se a conhecer com o projeto HAĒMA e desde então colaborou com artistas como Baiuca (ES), Papisa (BR) e Àiyé (BR). Atualmente, é membro de Guarda-Rios, Kitchen Talks, LAVA, Néboa (ES), entre outros; Em 2021, concluiu em Copenhaga o mestrado em Performance Musical no Rhythmic Music Conservatory, tendo como tutoras algumas figuras femininas de grande relevância no panorama experimental como Søs Gunver Ryberg (DK), Jenny Hval (NO) ou Laurel Halo (US).
Em 2023, apresentou-se a solo como sús com o tema “Primavera Deserta” tendo integrado a coletânea Novos Talentos Fnac ‘23. Agora, prepara-se para lançar o seu álbum de estreia, “Entre”, em Maio.
“Cicatriz” é uma canção sobre feridas e pequenas dores, mazelas e outras coisas que nos aleijam. Vem de alguma forma de uma visão das feridas enquanto potência e lugar de transformação. Uma das ideias melódicas deste tema surgiu de um arquivo de notas que a artista vai registando no seu dia-a-dia. A estrutura final do tema foi concretizada numa residência artística na ilha dinamarquesa de Samsø. De forma simbólica esta música que fala sobre fins e novos começos foi o último tema do álbum a ser acabado.

Vincent Courtois: Frank Woeste, Vincent Courtois, Ryan Keberle – Reverso Harmonic Alchemy (2022)
Memória de Elefante 21/02/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #245: A Volta ao Mundo em Oitenta Contos – Albert Jane (2005)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Apresenta 80 contos, fábulas e lendas de diversos países e regiões desde a Ilha do Pico, com os Labregos, à Sibéria…Estas narrativas caracterizam-se pela sua brevidade, mas os seus temas variam entre aqueles que são muito especificos do pais de origem e os que têm um carácter mais amplo ou mesmo universal. A volta ao mundo em 80 contos, pela sua riqueza gráfica, pela sua narrativa digna do ponto de vista literário e acessível ao público actual, é uma obra indispensável na biblioteca de um jovem e de um educador.

Joana Alegre – Lógica Astral (2024) (single)
JOANA ALEGRE ANTECIPA NOVO ÁLBUM “LUAS” COM O SINGLE ‘LÓGICA ASTRAL’
Joana Alegre anunciou o lançamento do novo álbum “LUAS”. Com todas as letras e músicas da sua autoria e produção de Choro, o terceiro disco da cantora e compositora será editado no próximo dia 22 de março, sendo antecipado pelo novo single ‘Lógica Astral’.
“’Lógica Astral’ é no título e na canção um quebra-cabeças, uma ironia que faço sobre a fuga à realidade e a vontade de encontrar magia na ciência do que se é e no que se faz. Brinco como sinto que devemos fazer na vida, porque ninguém deve levar-se demasiado a sério. A busca está lá sempre e ainda bem. As respostas umas vezes vêm outras não, vão-se simplesmente integrando, com ou sem rituais, tal como a canção é fluída e pode ser um super poder, um encantamento que encontro para fugir ao enguiço da normalidade”, afirma Joana Alegre.
“LUAS” tem como conceito central as fases lunares: as principais – Nova, Crescente, Cheia e Minguante – e as intermédias – Quarto Crescente, Crescente Gibosa, Minguante Gibosa e Quarto Minguante. Cada canção do álbum representa uma das fases, como nos singles já revelados ‘Nó’ (Minguante Gibosa ), ‘Ciclotímica’ (Quarto Crescente ), ‘Rosa Carne’ (Lua Cheia ), ‘Copo Cheio’, dueto com Mikkel Solnado (Crescente Gibosa ) e ‘Lógica Astral’ (Lua Crescente ).
Todos estes temas farão parte do novo disco, juntamente com mais canções e duetos surpresa, ainda por revelar. Sob direção musical de Joana Alegre, a produção de “LUAS” ficou a cargo de Choro, nos Great Dane Studios. Os companheiros de estrada da cantautora, Emiliana Silva (violino) e Vicente Palma (piano), também colaboram no disco.
Neste próximo trabalho, Joana Alegre promete “muita harmonização vocal, os instrumentos que continuam a acompanhar a expressão final de cada canção, como o violino, a guitarra e o ukelele, a juntar aos diversos elementos da produção única do Choro e toda a esfera de vontades e emoções que entreguei ao longo destas LUAS que em breve serão vossas”.
“LUAS” sucede a “Centro”, álbum produzido por Luísa Sobral, editado em 2021 e eleito pelo público da BLITZ/Expresso um dos Melhores Discos do Ano.
Cantautora de formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos e Itália, Joana Alegre apaixonou o público português com a sua voz em 2014, no tema ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que viria a produzir o seu primeiro disco, “Joan & The White Harts”, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA, em 2016 e em 2019.
Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’, tema da sua autoria. No mesmo ano lançou o segundo disco de originais, “Centro”, produzido por Luísa Sobral e eleito pelo público da revista BLITZ/Expresso como um dos Melhores Álbuns de 2021. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que deu origem ao disco com o mesmo nome já editado. Este projeto contou com Direção Musical de André Santos, o apoio da Antena 1 e as participações de Ana Bacalhau, Jorge Palma, Agir, Camané, Cristina Branco e Vicente Palma. Durante 2022 percorreu o país e não só, tocando em São Francisco (EUA,) e Cabo Verde, numa digressão de mais de 30 concertos.
No final de março de 2024, Joana Alegre edita o terceiro álbum de estúdio, “LUAS”, que inclui os singles ‘Nó’ (airplay Antena 3), ‘Ciclotímica’ – nomeada para “Canção do Ano” nos IPMA 2024 – International Portuguese Music Awards -, ‘Rosa Carne’, ‘Copo Cheio’ (airplay Rádio Comercial e Antena 1) e ‘Lógica Astral’.

O 7º disco de Rogério Botter Maio, marca seus 40 anos de trajetória musical.
Lançado em 15 março de 2024, tem no repertório somente suas composições inéditas em que o contrabaixista (acústico e elétrico), compositor, arranjador e produtor explora mais uma vez sonoridades surpreendentes.
Na faixa de abertura “Riscos” por exemplo, conta com a participação de cordas, oboé, clarone e a voz de Giana Viscardi na sua instrumentação.
A maioria das faixas são acústicas tendo como como base piano, violão, contrabaixo e percussão (além do oboé em algumas delas).
Outras faixas exploram o toque mais vibrante, com guitarra, piano elétrico e baixo elétrico além de uma abordagem rítmica diferente de seus álbuns anteriores.
“SEM PALAVRAS”
The 7th album of the bass player composer, arranger and producer Rogério Botter Maio, celebrates his 40th year in the music.
Released on March 15th 2024, it contains only his own original compositions which once again explores surprising sonorities.
The opening track “Riscos” for instance, includes also strings, bass clarinet, oboe and the voice of Giana Viscardi.
Most of the tracks are acoustic – piano, acoustic guitar, acoustic bass and percussão (plus the oboe in some of them).
Other tracks, explore a more vibrant atmosphere, with the use of electric guitar, electric piano, electric bass and a different rhythmical approach compared to his prior albums.
Musicians:
Catherine Santana – oboé
Dô de Carvalho – bass clarinet
Elisa Monteiro – viola
Emílio Martins – percussion
Fábio Leandro – acoustic piano and electric piano
Giana Viscardi – voice
Leandro Fortes – acoustic guitar
Micaela Marcondes – violin
Renato Lanza – drums
Rogério Botter Maio – acoustic bass and electric bass
Thiago Lourenço – acoustic and electric piano
Vinícius Gomes – acoustic guitar and electric guitar
Cover photo:
Marcos Santilli
Mixing:
Pichu Borrelli (440Hz – São Paulo)
Renato Soares (RNT Áudio Música – São Paulo)
Célio Barros (Klarlyd Studio, Norway)
Gustavo Breier
Mastering:
Gustavo Breier

Suzie And The Boys – You Got Them There Eyes (2024) (single)
A música de Suzie and the Boys chega do final das noites nas caves mais escondidas, do fundo dos bares clandestinos de uma Lisboa perdida entre o glamour e o desassossego. O cabaret sonoro, com que invadem os palcos por onde passam, nasce de memórias e experiências vividas por um grupo de músicos, amantes da vida e da noite, na qual ensaiam a boémia, a amizade e a música deste EP de estreia.
O encontro destes parceiros no crime — que junta músicos de Cool Hipnoise, Terrakota, Irmãos Catita, Ena Pá 2000, X-Wife, Sérgio Godinho, Fausto, Tora Tora Big Band e muitos outros — é o resultado de quase 30 anos de partilhas e trocas de ideias e muitas noites queimadas entre cinzeiros cheios e copos vazios.
Não é jazz mas tem swing, não é blues mas tem drama, não é soul mas tem alma, não é funk mas tem groove… não é fado mas tem faca na liga! O EP homónimo de Suzie and the Boys é tudo isto e muito mais!
Em «ScratchYour Luck» é o ritmo dolente de um bolero no final da noite entre os vapores do álcool e dos blues e o veludo de um cabaret enfumarado.
Em «Devil’s DirtyYellow Cadillac» é o mundo estranho de um cemitério assombrado, num blues de Halloween cinemático e «aterrorizado» pela alegria contagiante de uma banda a swingar.
Em «Tchim Tchim» é a festa e o hino à alegria que lembra jam sessions intermináveis nas noites da Bourbon Street.
Em «You Got Them There Eyes» é o balanço irresistível do bom e velho rhythm ‘n blues — conduzido por uma linha de baixo poderosa e um refrão viciante — que nos transporta para uma festa numa cave escura.
E é descida vertiginosa de uma onda gigante no poderoso e tarantiniano «Fuego!», um assombro de rock ‘n roll.
«Chills & Fever» é a única versão num disco de originais que reclama para o vinil um tema soul e blues com uma aura tão dramática que é quase celebração entre o religioso e a tragédia de bairro.
O brilho dos clássicos regressa com a balada «My Crown» que é um verdadeiro hino à resistência e à força das mulheres e que na voz e nas palavras de Miss Suzie assume o estatuto de um manifesto soul e feminino.
Este disco nasce da ideia de recriar a sonoridade típica dos cabarets lisboetas das décadas de 50 e 60. Partindo do swing, dos ritmos latinos, do rock ‘n roll e dos rhythm ‘n blues, Suzie and The Boys criaram os seus originais: uma banda sonora de um filme que se desenrola ao vivo cada noite que sobem ao palco. EP com o sabor exótico de outros tempos e que exorciza os blues e dramas de todos os dias com personagens e histórias que habitam este muito seu e único cabaret sonoro. Sejam bem-vindos, façam o favor de entrar!

Coffee Breakz #70 Â Sound! Collages!
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Coffee Breakz #70 — Sound! Collages!
1. Carlos Paredes (“Guitarra Portuguesa”) X DJ Ride (“Life in Loops”)
2. Oneohtrix Point Never & Iggy Pop, “The Pure and the Damned” X Buck 65, “Untitled” X Steve Lehman & Sélébéyone, “Are You in Peace?” X Mount Kimbie & King Krule, “Blue Train Blues”
3. “Anticon Label Sampler: 1999-2004” X Kate Tempest, “Everybody Down”
4. Burial, “Etched Headplate” X Godspeed You! Black Emperor, “The Dead Flag Blues” X Nina Simone, “The Desperate Ones”

Jimmie Vaughan: The Fabulous Thunderbirds – Girls Go Wild (1979)
Memória de Elefante 20/02/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Evaya – O Que Acontece Agora (2024) (single)
EVAYA é uma produtora, compositora, letrista e cantora portuguesa. A sua música propõe uma imersão etérea dos conceitos propostos, através de instrumentais ruidosos, maquinaria pesada e uma entrega mais performativa da relação voz-música.
Em breve edita o seu disco de estreia, um trabalho que promete ser único no mundo da electro-pop portuguesa.
Single “o que acontece agora”, com lançamento a 8 março

Nuno Melo – Fora De Formato (2024) (single)
O cantautor portuense Nuno Melo apresenta finalmente o seu disco de estreia “Fora de Formato”, após o lançamento dos singles “Polka Dot” e “O que Achares Melhor” (com o convidado Edu Mundo).
“Fora de Formato é um conjunto de canções que vêm sendo tricotadas há vários anos, um patchwork de géneros, estilos e ambientes. Feito com a co-producão de Edu Mundo, o músico procura além de tudo, autenticidade nas canções, nos temas e nas palavras. O disco passeia-se por diversos estilos musicais, que o público é convidado a descobrir.
Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções.
Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.
Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas, Manu Idhra na percussão e Miguel Pinto no baixo.