LEFT. – Volto A Ti (2024) (single)

LEFT. – Volto A Ti (2024) (single) Id

LEFT. LANÇA ‘VOLTO A TI’, TEMA A CONCURSO NO FESTIVAL DA CANÇÃO 2024

O músico, cantor, compositor e produtor LEFT. é um dos intérpretes do Festival da Canção 2024, revelou a RTP esta quinta-feira, dia 18 de janeiro, em conferência de imprensa. O artista lisboeta, que já tinha sido anunciado como um dos autores da competição, vai interpretar o tema ‘Volto a Ti’, com música, letra e produção da sua autoria. A canção foi selecionada de entre mais de 800 submetidas através da livre submissão aberta ao público.
 

“‘Volto a Ti’ é uma música sobre luto, sobre a fase que se segue ao fim de uma relação, em que a vontade de recuperar o que foi perdido fala mais alto, mesmo sabendo que o fim era inevitável. Musicalmente é um regresso às minhas raízes folk, destacando a guitarra e voz, mas com um toque elétrico na produção, especialmente nas ambiências. A pós-produção do Luar limou a base folk-pop e acrescentou-lhe mais impacto na parte final”, revela LEFT.

LEFT. vai atuar na primeira semifinal do Festival da Canção, no dia 24 de fevereiro. A segunda semifinal e a final acontecem a 2 e 9 de março, respetivamente. Este ano a competição volta a ter 20 temas a concurso, 14 por convite da RTP e os restantes 6 apurados na livre submissão aberta ao público. A música vencedora representará Portugal no 68º Festival Eurovisão da Canção, que decorre em maio, na cidade de Malmö, na Suécia, após a vitória de Loreen, com o tema ‘Tattoo’, em 2023.

’Volto a Ti’ antecipa a edição do primeiro álbum em português do artista, “Limbo”, com lançamento previsto para este ano de 2024.

LEFT. é o nome artístico de António Graça. A carreira do músico ganhou impulso quando venceu o Concurso Nacional de Bandas da rádio Antena 3, em 2015. Dois anos depois, ainda como Antony Left, editou o álbum de estreia indie-folk, “Influence”. LEFT. nasce em 2019, com uma sonoridade mais pop e eletrónica. Por esta altura, edita os primeiros singles, ‘Indigo’ e ‘Love’, seguindo-se ‘Confident’, ‘Gods Of Nothing’ e ‘Sympathize’, todos incluídos no álbum “Perspective”, de 2021, e com os respetivos videoclipes em rotação na MTV Portugal. No Spotify, a discografia de LEFT. ultrapassa os 20 milhões de streams. 

Em 2023 lança o EP “Pop-Snacks”, no qual inclui temas que foi partilhando em pequenos vídeos nas suas páginas de Instagram e TikTok, entre os quais ‘Single’, ‘Antártida’, ‘Bala’ e ‘Nemo’. Além disso, colabora com INÊS APENAS, em ‘Leve(mente)’, com rotação na Rádio Comercial, e com o rapper Cálculo, em ‘Já Sei’, com airplay na Antena 3 e lugares cimeiros no top semanal A3.30 da mesma estação. 

Enquanto produtor, trabalhou com alguns dos maiores nomes da música nacional, como Diogo Piçarra, Aurea, Rita Redshoes ou Fernando Daniel. Produziu o tema ‘Jasmim’, de Tainá, apresentado no Festival da Canção 2021 e, no ano passado, assinou a produção do tema ‘A Festa’, de Edmundo Inácio, classificado em 2º lugar na final do Festival da Canção 2023. Em simultâneo, tem vindo a desenvolver o projeto AVALANCHE, um coletivo de artistas que cria música em colaboração e editou, em 2022, o álbum “Volume I”.

Atualmente, LEFT. prepara a edição do primeiro álbum em português. Com lançamento previsto para o final deste ano, o terceiro disco do artista vai incluir o tema ‘Volto a Ti’, que será apresentado na 1ª semifinal do Festival da Canção 2024.

Fumaça #11: Aquilo é a Europa Ep. 2: Abid (Série 2/3)

Fumaça #11: Aquilo é a Europa Ep. 2: Abid (Série 2/3)

Em fevereiro de 2016, Muhamad Abid Khan veio do Paquistão para a Europa, para poder oferecer uma vida mais segura à sua família. Mas só em novembro de 2018 conseguiu obter a autorização de residência que lhe permite residir legalmente em Portugal. Pelo caminho, ficou três anos sem poder ver as filhas. Como ele, milhares de imigrantes indocumentados esperam anos por uma resposta do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras. “Abid” é a segunda parte da série “Aquilo é a Europa”. Ouve aqui.
[Nota: algumas das pessoas que entrevistámos nesta série falam em inglês. Se preferires uma versão dobrada em português procura o canal “Extras” do Fumaça, na tua aplicação de podcasts, ou vai a fumaca.pt.]

PUBLICADO

terça-feira, 21 de maio de 2019, 6:00 AM

Prazeres Interrompidos #233: Gosto, logo existo – Isabel Meira (2020)

Prazeres Interrompidos #233: Gosto, logo existo: Redes sociais, jornalismo e um estranho vírus chamado fake news – Isabel Meira (2020)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Quando nasceste já estava tudo ligado e nem te parece possível que o mundo funcione de outra forma. No entanto, a internet mudou — e ainda está a mudar — muita coisa no mundo, incluindo o jornalismo.

Nas redes sociais, as notícias parecem supersónicas e as visualizações, os likes e as partilhas podem chegar aos milhões. O problema é que os rumores, os boatos e as mentiras também.

Habituámo-nos a receber a informação e a desinformação que nos chega através de algoritmos secretos, a ter rotinas em mundos virtuais, a comunicar com abreviaturas e emojis. Vivemos numa enorme bolha de likes e partilhas.

Mas será que conhecemos bem as regras do jogo?

Qual o impacto de tudo isto na nossa relação com o mundo e nas decisões que tomamos?

Brasy – Guest List (2024) (single)

Brasy – Guest List (2024) (single)

O primeiro videoclip da artista madeirense BRASY já está disponível!
Joana Brás mais conhecida por BRASY é natural de Machico, Ilha da Madeira e lançou o seu primeiro single intitulado “Guest List”. Esta música foi produzida por J Sledge no último ano e tem como tema o empoderamento feminino. Desde muito nova que a artista ambicionava combinar as suas duas paixões – a dança e o canto. O videoclip foi filmado pela produtora Neblina Filmes e já está disponível no Youtube e em todas as plataformas digitais.

Coffee Breakz #65 — Boy Sent From Above

Coffee Breakz #65 — Boy Sent From Above

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Squid — Fugue (Bin Song)
  2. Lee “Scratch” Perry — Future of My Music (ft. Tricky & Marta)
  3. La+ch, SVDP & Backxwash — BLVCK
  4. Angry Blackmen — Sabotage
  5. Burial
    5.1 Dreamfear
    5.2 Boy Sent From Above
  6. Jayden Cyprian — Trust Me Now (ft. Cola Cartel & Charlie Bett)
  7. Dizzee Rascal — What You Know About That (ft. JME & D Double E)
  8. Emahoy Tsege Mariam Gebru — Ready to Leave

King John – Wilderness Empire (2024) (single)

King John – Wilderness Empire (2024) (single)

SINGLE/ VIDEOCLIP “WILDERNESS EMPIRE”

O dia-a-dia, especialmente nas grandes cidades, é quase sempre um loop interminável de ações e percursos. O ser humano moderno há muito que parece ter virado costas à sua natureza animal e isso não é necessariamente bom. Caímos com facilidade nas armadilhas da modernidade e parece não haver solução imediata para esta situação.

“Wilderness Empire” fala sobre isso e sobre a própria batalha de António Alves com esta realidade (da qual muitas vezes também é refém).

O novo vídeo tenta transmitir essa sensação de repetição ao mesmo tempo que representa, a vontade de nos querermos libertar e de querermos continuar a lutar muitas vezes “from nine to five”. Produção de Echo Rock & Black Sand Box e realização, DFs e edição de Kasia Kolka & João Alves.

DISCO GOOD SON

Por vezes na música e na vida, o “silêncio” não significa inércia e, neste caso, isto não poderia ser mais verdade.

O silêncio destes últimos 3 anos, traduziu-se no segundo LP a ser editado por King John, projeto musical de António Alves, nascido na ilha de S. Miguel (Açores) e sediado há 7 anos em Lisboa.

O músico que conta com passagens por palcos como o Festival Tremor, Mare de Agosto, Festival Monte Verde, Musicbox, A Porta e The Shacklewell Arms (Londres), redescobriu-se e foi ao encontro de uma sonoridade mais próxima do que sempre pretendeu para o projeto.

GOOD SON é o título do disco, traz consigo 9 originais e na sua génese estiveram duas perguntas: Fui/ Sou um bom filho? Serei um bom pai?

Foi gravado entre Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) e Lisboa no estúdio HAUS, coproduzido e misturado por Makoto Yagyu dos PAUS e masterizado nos estúdios Abbey Road por Frank Arkwright (Arcade Fire, The Smiths, New Order, Joy Division).

Editado pela Echo Rock, com edição especial em vinil coeditada pela Black Sand (Music).

DISCO VOADOR: Zé Lencastre – Jazz e Música Improvisada #9

DISCO VOADOR: Zé Lencastre – Jazz e Música Improvisada #9

José Lencastre é um saxofonista, improvisador e compositor de Lisboa.

É também licenciado em Comunicação Social, sendo a Rádio uma das suas paixões. Apresenta quinzenalmente na Olisipo um programa de 30 minutos dedicado à música improvisada contemporânea.

Tem tocado vários géneros musicais ao longo dos anos ( Afrobeat, Semba, Choro, Poetry Slam, etc ) A partir de 2005 entra em contacto com o vibrante movimento da música improvisada nacional e desde logo passa a fazer parte do seu circuito de concertos e sessões, tocando com a grande maioria dos músicos lisboetas e também com artistas internacionais de várias partes do mundo.

https://www.joselencastre.com
https://joselencastre.bandcamp.com

Setlist Jazz e Música Improvisada #9

1 – Chris Speed – A Little Odd – Iffy Trio
2 – Bird Meets Wire – Fourth World – Bird Meets Wire
3 – Ava Mendonza – Ampulex Compressa – New Spells
4 – Kurt Rosenwinkel + OJM – Zhivago – Kurt Rosenwinkel + OJM
5 – Kris Davis – All the Things You Are – Aeriol Piano

James Dos Reis – Agora Naw (2024) (single)

James Dos Reis – Agora Naw (2024) (single)

JAMES DOS REIS LANÇA EP DE ESTREIA “CAMADAS” E NOVO SINGLE ‘AGORA NAW’

O aguardado EP de estreia de James dos Reis já está disponível em todas as plataformas digitais. “Camadas” inclui um total de seis temas, entre eles os singles previamente editados ‘NPM’, ‘Free to B’ e ‘Oh My God’.

“Sinto que o público não me conhece bem então este é o meu convite para que possam entrar no meu universo e eu, enquanto artista, possa explorar a minha arte de forma mais genuína e verdadeira. Encaro este EP com uma noção própria e consciente das camadas que tenho em mim e, pela primeira vez, quis começar a despi-las. O “Camadas” é um processo de descoberta e um passo em frente na busca da minha verdade”, confessa o artista. Sobre a sua identidade, James dos Reis acrescenta ainda que “não foi fácil chegar até aqui. Venho de uma família tipicamente portuguesa e crioula, em que os valores tradicionais, e diria também conservadores, nos moldam desde muito cedo. Sou um jovem negro do bairro, por isso, levei tempo a construir coragem e estrutura para conseguir ser eu próprio e viver a minha liberdade de forma segura e com o respeito que isso merece”. 

“Camadas” foi produzido por diogo seis, com produção executiva de João Máximo, e conta com as colaborações de Tyoz, Tiago Pestana e Lhast. O EP chega com o novo single ‘Agora Naw’, cuja letra foi escrita em parceria com o rapper 9 Miller.

“Este é um tema que fala sobre o fim de uma relação, sobre o amor próprio que estava adormecido e finalmente desperta e tu resolves seguir em frente”, conta James dos Reis. 

Acompanhado por um visualizer realizado pelo fotógrafo e videógrafo Tiago Pestana, que assina a direção criativa do EP, ‘Agora Naw’, é uma mistura de rap, R&B e pop alternativo. Além desta canção, “Camadas” apresenta, ainda, dois novos temas, ‘Luz do Dia’ e ‘Ser Amor’, e antecipa os próximos lançamentos de James dos Reis previstos para 2024.
 
Alinhamento EP “Camadas”:


  1. Luz do Dia
    1. NPM
      1. Oh My God
        1. Ser Amor
          1. Agora Naw
            1. Free to B

James dos Reis nasceu em Lisboa, a 7 de março de 1993. Viveu com a mãe até aos 10 anos na Cova da Moura, passou grande parte da infância na casa dos avós paternos e morou pela primeira vez com os pais num local que descreve como “um paraíso escondido”: o Bairro Luta Pela Casa (Lupeca), em Carnaxide. Em criança, embora se dedicasse sobretudo ao futebol, sempre viveu fascinado pelo conceito de espetáculo, sobretudo de artistas norte-americanos.
Cantor autodidata, James dos Reis é influenciado por artistas como Donny Hathaway, John Legend, Pharrell Williams, Lauryn Hill ou Erykah Badu, entre outros. Em 2015 mudou-se para Londres, para adquirir outras competências e com o objetivo de voltar a dedicar-se à música a tempo inteiro.

Pouco antes do início da pandemia regressa em definitivo a Lisboa e faz da música a sua principal atividade, com a edição dos singles ‘Toma’, ‘E Quê?’, ‘Pila Badju’ e ‘Pena de Mim’, entre 2020 e 2021.

No verão de 2022 lança o tema ‘NPM’, que ganhou airplay na Batida FM e, em 2023, regressou aos lançamentos com ‘Free to B’, ‘Oh My God’ e ‘Agora Naw’, que integram o EP de estreia “Camadas”, editado no início de 2024.

1 Álbum 100 Palavras #27: Bob Marley – Natty Dread (1975)

1 Álbum 100 Palavras #27: Bob Marley – Natty Dread (1975)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Bob Marley, nascido em 1945, falecido em 1981 é o principal artista reggae e representante da religião rastafariana. A sua afirmação internacional começa em 1972, quando assina o contrato com a casa discográfica Island. Contudo Marley já era ativo na Jamaica com o seu grupo Wailers desde 1962. Com a Island o grupo gravou álbuns importantes como Catch a Fire (1972), Burnin´(1973) e em 1975, ano em que Peter Tosh sai dos Wailers, foi publicado o álbum “Natty Dread”, com pérolas do reggae como Lively Up Yourself, Them Belly Full, No Woman No Cry, Rebel Music, Talkin’ Blues. Boa escuta!”

Prazeres Interrompidos #232: Castelos I Maravilhas de Portugal – M.Silva e M.G. Martins (2019)

Prazeres Interrompidos #232: Castelos I Maravilhas de Portugal – M.Silva e M.G. Martins (2019)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Os castelos têm ainda hoje uma presença muito marcante na paisagem portuguesa e povoam a nossa imaginação com histórias de mouras encantadas e de valentes guerreiros. 

Este livro, com as belas imagens de Libório Manuel Silva e o texto informado e rigoroso de Miguel Gomes Martins (um especialista consagrado da arte militar medieval), constitui uma viagem pela história maravilhosa dos castelos medievais portugueses. 

Uma jornada de Bragança a Silves, passando por todas as outras regiões do país.

Não tenha o leitor a menor dúvida: foi à sombra destas fortificações que se escreveu grande parte da secular história portuguesa.

António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)

António Mão De Ferro – Old Times (2024) (single & Álbum)

ANTÓNIO MÃO DE FERRO APRESENTA NOVO ÁLBUM “BACK”
CONVIDADOS ESPECIAIS – BJ COLE, GERALD CALHOUN, ENTRE OUTROS

António Mão de Ferro apresenta o novo álbum “Back”, um trabalho que percorre vários estilos musicais e que reflecte algumas influências. Segundo o músico portuense, “é um percorrer de memórias, daí ser um disco bastante pessoal, que passa por vários momentos do meu passado. Acho que é perceptível que faz um apanhado de histórias que vivi e cada uma tem o seu momento, a sua influência, o seu estilo. Isto é o que se sente ao ouvir o disco. É quase um medley de estilos e influências! A banda sonora de memórias, histórias pessoais vividas ao longo de muitos anos. Acho que esse é o verdadeiro conceito, não é um disco de blues, folk ou rock. É um disco de momentos.”

“Back” conta com alguns convidados como o guitarrista emblemático BJ Cole, que já tocou com artistas como Elton John, David Gilmou, Roger Waters, Procol Harum, Joan Armatrading, Cat Stevens, R.E.M, Depeche Mode, entre outros; Gerald Calhoun, baixista e produtor, membro da aclamada “KSB” (Kashmere ‘Thunder Soul’ Stage Band), que já colaborou com músicos icónicos como os Temptations, Patti LaBelle, Herbie Hancock, Kool and the Gang, Stevie Ray Vaughan, entre outros; Fernando Nascimento, guitarrista que marcou a história do rock nacional na banda Arte & Ofício.

António Mão de Ferro conta também com os músicos Bernardo Fesch (baixo), Diogo Mão de Ferro (guitarra “slide”), Diogo Santos (teclado) e Leandro Leonet (bateria).

A primeira amostra do novo trabalho foi apresentada em 2023, o single com o mesmo título do álbum, “Back”, e que conta com a participação de BJ Cole. O tema foi masterizado nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres, e conta com um vídeo filmado no rio Douro, realizado pelo galardoado Paulo Ferreira, produtor e realizador de vídeo e fotógrafo de natureza.

De destacar também a capa do álbum, da autoria do pintor Manuel Sousa Falcão, e que é um tributo ao rio Douro, uma das inspirações de António Mão de Ferro para o novo disco.

A acompanhar o lançamento do novo álbum, o músico apresenta o segundo single, “Old Times”, com um vídeo realizado por Alberto Almeida.

“Back” foi gravado, misturado e masterizado no MasterLab Studio.

BIOGRAFIA:

António Mão de Ferro nasceu no Porto, a 25 de Junho de 1976. A sua relação com a música começou aos 11 anos e a guitarra foi muito cedo a sua referência, influência do pai, Joaquim Cardoso empresário e músico conceituado da famosa banda dos anos 60, “Tártaros”.
Tornou-se num autodidata da guitarra, e aprendia sobretudo, através da sua dedicação sob a orientação do pai. Integra a primeira banda aos 13 anos, “Sociofobia”, de rock sinfónico.
Criou um estilo próprio tendo por base os Blues. Aos 17 anos esta sonoridade ganhou definitivamente um espaço importante na sua vida musical, com a banda “Funk, Soul and Blues”, onde foi acumulando, por bares e clubes de jazz de todo o país, a experiência e a consolidação do guitarrista e do músico.
Um ano mais tarde, participa pela primeira vez numa edição discográfica, e nesse mesmo ano integra a Minnemann Blues Band, uma das mais consagradas e antigas bandas do género em Portugal, constituída por músicos reputados: Wolfram Minnemann, Manuzé, Rui Ferraz e Rui Azul. Participou em diversos festivais de Jazz e Blues (Funchal Jazz; Simply Blues, Viana do Castelo e Seia Jazz, Douro Blues).

Em 1998, com 22 anos, integra a conhecida banda portuguesa GNR (Grupo Novo Rock), ao lado de nomes como Rui Reininho e Toli Machado. Grava Popless e o Lado dos Cisnes em 2002, sendo este disco um dos mais famosos da banda. Foram inúmeras as atuações na televisão e em concertos no país e no estrangeiro, culminando em 2006 com a comemoração dos 25 anos dos GNR, no mediático festival Rock In Rio, em Lisboa. Mão de Ferro fez parte dos GNR durante 9 anos, como guitarrista.
Em 2004 é convidado pelo baixista Jerrel Lamar, um dos elementos dos “Platters”, e que tocou com Gino Vanelli, Herbie Hancock e Stevie Ray Vaughan, para participar no seu projecto a solo. Em 2005 grava 4 faixas do projecto deste conhecido músico norte-americano, onde também participaram: Gregg Bissonette, Marcio Montarroyos, Ney Matogrosso e Alcione.
Para além destes nomes, Mão de Ferro continua a surpreender tudo e todos como guitarrista e compositor e no seu currículo destacam-se mais colaborações em vários projetos com notáveis nomes da música internacional e portuguesa: Mable John (Raelettes – Ray Charles), Zakyia Hooker (filha do lendário John Lee Hooker), Kátia Guerreiro e Rui Veloso.
Em 2007, inicia a sua carreira a solo com o seu primeiro disco “Karma Train” que acaba por ser lançado em 2010. Compõe, canta, toca guitarra e constitui simultaneamente a sua banda. Grava os seus primeiros originais no Estúdio Vale de Lobos de Rui Veloso. Este disco tem um sentimento muito especial para o músico, pois para além de ser o seu primeiro disco a solo, é dedicado em memória do seu pai.
O disco “Karma Train” teve uma ótima aceitação por parte do público e dos media.
Mais recentemente lançou “Lunatic”, que foi apresentado na Casa da Música e teve uma edição ao vivo também.

DISCOGRAFIA:
2010 – Karma Train
2015 – Somewhere
2017 – António Mão de Ferro
2020 – Lunatic
2022 – Lunatic (Live at Casa da Música)
2024 – Back

Catman Plays The Blues #107

Catman Plays The Blues #107

Autor:
Manuel Pais

Catman Plays The Blues #107

Apresentamos esta semana 3 dos 12 discos por nós considerados os melhores de 2023. Sem qualquer ordem específica.
Escutaremos assim , de forma parcial, Ridin’ de Eric Bibb,   Up next de Mathias Lattin e Outside the line dos Misty Blues.