Fumaça #6: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 3: Hebron, o labirinto do apartheid (Série)

Fumaça #6: Palestina, Histórias de Um País Ocupado Ep. 3: Hebron, o labirinto do apartheid (Série)

DESCRIÇÃO

Em Hebron, há ruas só para colonos, bairros só para colonos, onde os palestinianos não podem passar. Palestinianos e colonos vivem separados por checkpoints em forma de jaula, redes de metal e pano e soldados armados por todo o lado. É nesta cidade que se passa este episódio.

PUBLICADO

quinta-feira, 21 de junho de 2018, 8:00 AM

Prazeres Interrompidos #221: Os Loucos da Rua Mazur – João Pinto Coelho (2017)

Prazeres Interrompidos #221: Os Loucos da Rua Mazur – João Pinto Coelho (2017)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Quando as cinzas assentaram, ficaram apenas um judeu, um cristão e um livro por escrever.
Paris, 2001. Yankel – um livreiro cego que pede às amantes que lhe leiam na cama – recebe a visita de Eryk, seu amigo de infância. Não se veem desde um terrível incidente, durante a ocupação alemã, na pequena cidade onde cresceram – e em cuja floresta correram desenfreados para ver quem primeiro chegava ao coração de Shionka. Eryk – hoje um escritor famoso – está doente e não quer morrer sem escrever o livro que o há de redimir. Para isso, porém, precisa da memória do amigo judeu, que sempre viu muito para além da sua cegueira.

Ao longo de meses, a luz ficará acesa na Livraria Thibault. Enquanto Yankel e Eryk mergulham no passado sob o olhar meticuloso de Vivienne – a editora que não diz tudo o que sabe –, virá ao de cima a história de uma cidade que esteve sempre no fio da navalha; uma cidade de cristãos e judeus, de sãos e de loucos, ocupada por soviéticos e alemães, onde um dia a barbárie correu à solta pelas ruas e nada voltou a ser como era.

Na senda do extraordinário Perguntem a Sarah Gross, aplaudido pelo público e pela crítica, o novo romance de João Pinto Coelho regressa à Polónia da Segunda Guerra Mundial para nos dar a conhecer uma galeria de personagens inesquecíveis, mostrando-nos também como a escrita de um romance pode tornar-se um ajuste de contas com o passado.

Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)

Lost Train Trio – Diolkos (2023) (single)

Trio de jazz fusão de Lisboa, que procura consolidar uma linguagem comum, na composição dos seus temas, utilizando abordagens experimentais e improvisadas, criando ambientes que referem aos mais distintos estilos que contribuem para a personalidade musical de cada elemento da banda.

BAND BIO

Este projecto reune um grupo de músicos e amigos que partilham gostos musicais semelhantes, como o jazz, a fusão, o blues, a worldmusic, entre outros e, durante o período pandémico, resolveram juntar esforços na exploração de novas ideias, ritmos e sonoridades, formando os Lost Train Trio.

Projecto: Lost Train Trio (jazz/fusão)

Eduardo Faustino: guitarra

Sérgio Ferreira: baixo

Rui Lucena: bateria

www.facebook.com/LostTrainTrio

Instagram @lost_train_trio

youtube.com/@losttraintrio

Coffee Breakz #59 — Lacrimosa Sampled Et Al.

Coffee Breakz #59 — Lacrimosa Sampled Et Al.

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Nym Lo & Statik Selektah — A Kid From the Town (ft. Curren$y)
  2. Masayoshi Takanaka — Crystal Memories
  3. El Michels Affair & Black Thought — That Girl
  4. Killer Mike & El-P — Don’t Let the Devil (ft. thankugoodsir)
  5. The Webs — It’s So Hard to Break a Habit
  6. MC Wicks — Where You Been
  7. Wounded Buffalo Beats — Home Is Where the Heart Is (ft. Smellington Piff, Nakter Wolf & JabbaThaKut)
  8. Napoleon Da Legend & D-Styles — Wu-Masters
  9. Doja Cat — Paint the Town Red
  10. Dionne Warwick — Walk On By
  11. MistaKay — Recargar
  12. Backxwash — Vibanda
  13. Retro X — Orphée aux Enfers
  14. Hgemona$ — Knock Knock
  15. Wolfgang Amadeus Mozart — Requiem in D minor, K. 626: Lacrimosa

João Roque – The New World Order (Interlude)(2023) (single) Id

João Roque – The New World Order (Interlude)(2023) (single) Id

Música original do compositor e guitarrista João Roque,
onde se fundem influências do rock e jazz numa estética particular, privilegiando melodias cativantes e ambientes sonoros com forte componente imagética.

João Roque – composição e guitarras
João Capinha – saxofones alto e soprano, flauta e clarinete baixo André Murraças – saxofone tenor
Xico Santos – contrabaixo
João Rijo – bateria e percussão

DESCRIÇÃO DO PROJETO – ROQUE
Este projeto nasceu da vontade do guitarrista João Roque em compor e tocar música original que integrasse as suas influências da música rock e do jazz mas, simultaneamente, envolvesse o lirismo das canções folk e o paisagismo e imagética da música para cinema.

2o DISCO – BRAVE NEW WORLD
O segundo disco reflete um estado de maturação mais avançado do grupo, mais coeso, orgânico e interactivo, fruto das dezenas de concertos desde o primeiro disco, da convivência e do entrosamento musical daí resultante.
Formalmente, a música do grupo afastou-se um pouco do formato “canção” e seguiu na direção de formas musicais diferentes e mais amplas, como a sonata ou a suite.
O crescente interesse pelo arranjo, orquestração musical e desenvolvimento temático contribuíram para o surgimento de composições mais longas e uma estética mais densa, orquestral e holística, com vários temas a constituírem o todo.
Também a exploração de outros instrumentos, e especificamente da amplitude de registo de cada um deles, tornou-se parte integrante da música como veículo de expressão artística, onde as texturas tímbricas dos instrumentos se assumiram como características das personagens musicais. O carácter lírico das melodias permaneceu, no entanto, inalterável.
Conceptualmente, a música e a arte gráfica deste disco procuraram musicar uma realidade onírica distópica, algo obscuro e misterioso que não se percebe se é real ou imaginado, como proveniente dum sonho/pesadelo.
Porventura influenciado pela súbita e drástica realidade pandémica em 2020, e claramente influenciado pelos livros de Aldous Huxley, George Orwell, William Golding, mas também pelas realidades imagéticas de séries como Westworld, Black Mirror, Handmaid’s Tale, e de filmes como Laranja Mecânica, Shining e Eyes Wide Shut
de Stanley Kubrick, Lost Highway e Mulholland Drive de David Lynch, Fight Club e O Jogo de David Fincher, ou Shutter Island de Martin Scorsese, entre outras referências, esta música foi inspirada pela linha ténue que pode existir entre a realidade/sonho, e a capacidade de criação e gestão artística dessa dúvida no espectador.
Atualmente ambos os discos encontram-se disponíveis em joaoroque.bandcamp.com e nos principais canais de streaming: iTunes, Deezer, Spotify, Tidal, Google Play, Amazon, etc.

Mary’s Bean – Rage (2023) (single)

Mary’s Bean – Rage (2023) (single)

“Rage” é o terceiro single dos Mary’s Bean e define o ritmo para a edição do seu disco de estreia.

Após o lançamento dos dois primeiros singles, “Via Town” e “Just a Process”, os leirienses Mary’s Bean acabam de disponibilizar o terceiro single em antevisão ao seu disco de estreia, agendado para 2024.

“Rage”, como o nome indica, fala sobre raiva – e a forma como nos deixamos levar quando estamos de cabeça quente e o êxtase dessa emoção nos faz tomar ações que, se estivéssemos sãos, não as faríamos. “Podemos sentir isso na música: do momento em que estamos eufóricos até quando tudo cai pelas mãos, mas ainda assim deixamo-nos sucumbir pelos maus pensamentos, voltando outra vez para o mesmo ciclo de autodestruição”, sublinha Filipe Cordeiro, vocalista e guitarrista dos Mary’s Bean.

Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o trio composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista) prepara-se para deixar a sua marca com a edição do seu disco de estreia, centrado em influências muito características e vincadas no grunge, punk e prog.

“Rage” está disponível, digitalmente, a partir de 6 de dezembro.

Créditos:

Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra
Hugo Santos: Baixo
Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals
Helio Major: Backing Vocals
Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco
Mix/Master: Guilherme Salvador

Cultoras #27 (3ª Temporada) – Colombalá Cantautora

Cultoras #27 (3ª Temporada) – Colombalá Cantautora

Soy la Nefelibata
cazando lo sueños.
Soy la mar inagotable
rugiendo su lucha.
Balas nos corrompen
y eso es lo normal,
lo absurdo en este mundo es soñar…
“La Nefelibata”, Fragmento.

Joven cantautora, instrumentista, arreglista y productora, su prolífera creatividad la ha llevado a destacarse en la nueva escena de la trova hecha en Chile. Integrante de la Cantoría Popular de Mujeres y formada por grandes maestros y maestras, entre quienes destaca la pianista y cantautora Paz Mera, su trabajo bilingüe y original transita géneros, lenguajes poéticos y estilos sonoros diversos. Desde su guarida creativa en la Comunidad Ecológica de Peñalolén, decenas de canciones permiten recorrer los sueños y la singular mirada de mundo de ColombaLá.

Contactos:

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https://www.facebook.com/profile.php?id=100011242425050

IG
https://www.instagram.com/colombala_cantautora_/?hl=es

Youtube
https://www.youtube.com/@colombala97

SoundCloud
https://soundcloud.com/colombala-cantautora

Prazeres Interrompidos #220: G-Man – J. Edgar Hoover and the Making of the American Century (2022)

Prazeres Interrompidos #220: G-Man – J. Edgar Hoover and the Making of the American Century (2022)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

A major new biography of J Edgar Hoover that draws from never-before-seen sources to create a groundbreaking portrait of a colossus who dominated half a century of American history and planted the seeds for much of today’s conservative political landscape.

We remember him as a bulldog–squat frame, bulging wide-set eyes, fearsome jowls–but in 1924, when he became director of the FBI, he had been the trim, dazzling wunderkind of the administrative state, buzzing with energy and big ideas for reform. He transformed a failing law-enforcement backwater, riddled with scandal, into a modern machine. He believed in the power of the federal government to do great things for the nation and its citizens. He also believed that certain people–many of them communists or racial minorities or both– did not deserve to be included in that American project. Hoover rose to power and then stayed there, decade after decade, using the tools of state to create a personal fiefdom unrivaled in U.S. history.

Beverly Gage’s monumental work explores the full sweep of Hoover’s life and career, from his birth in 1895 to a modest Washington civil-service family through his death in 1972. In her nuanced and definitive portrait, Gage shows how Hoover was more than a one-dimensional tyrant and schemer who strong-armed the rest of the country into submission. As FBI director from 1924 through his death in 1972, he was a confidant, counselor, and adversary to eight U.S. presidents, four Republicans and four Democrats. Franklin Roosevelt and Lyndon Johnson did the most to empower him, yet his closest friend among the eight was fellow anticommunist warrior Richard Nixon. Hoover was not above blackmail and intimidation, but he also embodied conservative values ranging from anticommunism to white supremacy to a crusading and politicized interpretation of Christianity. This garnered him the admiration of millions of Americans. He stayed in office for so long because many people, from the highest reaches of government down to the grassroots, wanted him there and supported what he was doing, thus creating the template that the political right has followed to transform its party.

G-Man places Hoover back where he once stood in American political history–not at the fringes, but at the center–and uses his story to explain the trajectories of governance, policing, race, ideology, political culture, and federal power as they evolved over the course of the 20th century.

1 Álbum 100 Palavras #21: The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)

1 Álbum 100 Palavras #21: The Beatles – Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

Terror Gaivota #8

Terror Gaivota #8

Autor: Carlos Talhamares
Art Work: João Belga

Descrição:

Uma abordagem ao paronama musical do século XX, onde artistas convergem numa cadência musical e opinativa. Através de narrativas literárias e comentários satíricos, estes personagens elaboram, criam e criticam o status político e social num quotidiano nacional e internacional.

Tracklist:

  • Girl Loves Me – LBnPDAsonq
     – Virgin Prunes Flashback Friday 
  • The Shining 1980 Here s Johnny Scene 
  • Giorgio Moroder The Legend of Babel Metropolis –
  • Angels David Sylvian Remixed By Montecristo only
    -Yello Liquid Lies 2010 
  • Massive Attack Angel
  • rumble remastered 2018
  • Aphex Twin Windowlicker 
     – Lydia Lunch When I Get My Cadillac
  • Peter Murphy Strange Kind Of Love 
  • Test Department Truan Yw Gennyf 
    –  Swans A Hanging
  • Diamanda Galas Exeloume
     – The Shining Theme

Manifesto Sonoro #35

Manifesto Sonoro #35

Autor: Carlos Cleto

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

Tracklist:

Pluto – Túnel

Monday – Wasteland

Duques do Precariado e B. Fachada – Vou Considerar

Benjamim e Samuel Úria – Os Raros

John Mercy Vs The Wipeout Beat – Sample and Hold feat. Bonnie Blossom

Raça – 144

Cassete Pirata – Ninguém Fica a Perder

Too Many Suns – My Baby Goodbye

Club Makumba – Maragato

Cabrita – To the bone

Nelembe – Bourgeois

Unsafe Space Garden – Donde está el suelo?

Ela Jaguar – Endless Summer

Bárbara Eugênia – Waiting for the sun

Krazye Loko – Virei Cinza (2023) (single) Id

Krazye Loko – Virei Cinza (2023) (single) Id

Biografia (Krazye Loko)

Pedro Miguel dos Santos Castro nascido em Setúbal a 11 de Agosto de 1990, Krazye Loko é filho de mãe portuguesa e pai angolano. Começou como rapper em Setúbal, na mesma cidade onde nasceu e viveu a sua vida inteira.

Krazye Loko iniciou a sua carreira musical em 2003 apenas com 13 anos de idade, mostrando desde cedo o seu interesse pela cultura e a vontade de se expressar através da música. Entregando-nos um rap inspirado nas suas experiencias de vida, sem filtros e com muito sentimento. Inspirando-se nas camadas multifacetadas da sua história pessoal e nas lutas e triunfos diários que encontra. Inicialmente formando um grupo de hip-hop constituído por quatro elementos (Mc Produções). Conseguindo nessa época alcançar o primeiro lugar no concurso Bocage Rap em 2005, organizado pela Camara Municipal de Setúbal e tendo como júri Boss AC, um dos grandes nomes da música em Portugal. Algum tempo depois, em Agosto de 2006 Krazye Loko saiu do grupo para seguir a sua carreira solo. Em 2008, derivado a problemas pessoais, manteve-se inativo por um extenso período de 3 anos.

Krazye Loko, regressou em 2011, na exploração do seu passado abraçando graciosamente a noção de uma vida vivida sem arrependimentos, reconhecendo que cada reviravolta contribuiu para a sua evolução atual como artista e como indivíduo. Esta visão profunda confere novamente à sua música autenticidade, oferecendo uma narrativa profunda que fala ao coração dos seus ouvintes, mas agora desta vez bem mais maduro. Lançando assim algumas faixas de destaque na sua carreira musical como “Mafia Family”, a música que lhe deu vida novamente e abriu portas para novos projetos. Com essa faixa concorreu ao concurso Rock Rendez Worten 2011, com um júri composto por Paula Homem, directora geral da Arthouse, uma editora de novos talentos do grupo Valentim de Carvalho, e por Nuno Calado, locutor da Antena 3 e comentador assíduo da SIC Radical. Passando na primeira fase e conseguindo conquistar a semi-final do concurso. Em meados de 2013 Krazye Loko partiu para França, onde gravou as faixas que deram forma ao álbum ”O meu espaço (álbum)”.

Depois de feita a pré-produção e a gravação do disco em Brive-la-Gaillarde, Krazye Loko regressou a Portugal, onde registou as vozes que participaram em ”O meu espaço (álbum)”. O artista convidou nomes como Player, Black Mastah, Prophecy, Dani Xito, Bishop, Maliman. ”O meu espaço” chegou às distribuidoras digitais ainda em 2013.

Entre os vários concertos que Krazye Loko deu de norte a sul do país (Portugal), a 15 de Março de 2014 em um concerto na Amora, Seixal no clube Roots, cruzou-se com Allen Halloween que era cabeça de cartaz nessa mesma festa, trocaram palavras no backstage e recebeu um convite para participar em “Hibrido” album de Allen Halloween lançado um ano após o convite, em 2015, participando dessa forma na faixa “O Último mundo”.

“Haterz” foi outra grande faixa que marcou a carreira de Krazye Loko, lançada em 2018 com a participação de Allen Halloween, em que retratam a desconfiança, traição e maldade do própio ser humano mas lutando contra isso e com vontade de progredir na paz, protegido do mal e com foco nos objetivos.

Alguns anos depois, já em 2022, Krazye Loko decidiu começar a trabalhar no seu album “Viagem” totalmente produzido, misturado e masterizado por Split_86. O album “Viagem” é composto por uma coleção de dez faixas meticulosamente selecionadas, o álbum promete uma experiência auditiva imersiva que mergulha nas profundezas do espírito humano, servindo como um veículo para profunda introspecção e catarse emocional.

Atualmente em 2023, Krazye Loko já lançou 2 faixas extraídas do seu album, “Salvação” e “Viagem”, estas músicas podem ser ouvidas nas plataformas digitais habituais como Spotify, Apple Music, YouTube… O mesmo informou que soltará faixa-a-faixa as restante 8 que faltam e inclusive uma saíra ainda neste ano de 2023, “Virei Cinza” será o próximo lançamento marcado para dia 15 de Dezembro.

Links de Krazye Loko:

Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4I6Abuoma3TJBURyGNTI1G?si=tbhehZiFQACDRlEEi3zuLQ

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCwOnDMcbn5ijystdBODzs3w

Apple Music: https://music.apple.com/pt/artist/krazye-loko/915870546

Instagram: https://www.instagram.com/krazyeloko/