Nuno Melo & Edu Mundo – O Que Achares Melhor (2023) (single)

Nuno Melo & Edu Mundo – O Que Achares Melhor (2023) (single) ID

CANTAUTOR NUNO MELO APRESENTA O SINGLE “O QUE ACHARES MELHOR” EM COLABORAÇÃO COM EDU MUNDO

DISCO DE ESTREIA PREVISTO PARA 2024

O cantautor portuense Nuno Melo apresenta mais um single do seu disco de estreia que será lançado em 2024: “O Que Achares Melhor” é uma canção do fluir com a corrente, não querer mover o rochedo que se nos apresenta no caminho mas encontrar forma de o contornar. A questão de existir uma falta não é relevante, pois há resignação, não de uma desistência mas de um certo sintoma de plenitude.

Foi assim que foi criada, nasce na guitarra de Edu Mundo durante o jantar, e os dois músicos ao se esquecerem da chave para sair do estúdio, ficam madrugada dentro, sem outra resolução senão acabar de compor e gravar, e entre as chamadas de SOS, os takes iam-se fazendo e a música ficando consumada.

Esta canção nasce e desenvolve-se como uma planta, que seguindo a lei da causalidade faz apenas o que tem de fazer. Com este lançamento, continuará o seu caminho, e seja ele qual for, será o certo.

Biografia

Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções. 

Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.

O trabalho que materializou foi manufaturado conjuntamente com Edu Mundo, num ano de certa clausura pandémica, os dois músicos foram gravando as canções que farão parte de “Fora de Formato”, o disco de estreia do artista.

Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas e Miguel Pinto no baixo.

O disco passeia-se por diversos estilos musicais, porém, pelo seu medo de dogmas e rótulos, não nos diz quais são. Será portanto necessário ouvi-lo.

My Deer Watson – Hook (2023) (single)

My Deer Watson – Hook (2023) (single)

Vasco Dias (guitarra, letra): “É uma música dedicada aos apaixonados, pela sua coragem, e também aos inocentes, pela sua bravura. Quando o amor te dá um gancho de direita, o que podes tu fazer?”

Ariel Jones – I Love You (2023) (single)

Ariel Jones – I Love You (2023) (single)

Ariel Jones lança single ‘i love you’ e EP de estreia

Ariel Jones acaba de lançar o seu primeiro EP que conta com a faixa-single ‘i love you’.  

“Vicious Cycle” é o nome do EP de originais da artista que contém 5 canções. “i love you” é o tema escolhido para dar vida à história deste EP que retrata o amor como um ciclo vicioso. 

“Todas as músicas constituintes deste EP foram criadas com base em situações reais que experienciei, servindo como uma aprendizagem para o futuro. O título “vicious cycle” é uma analogia à forma como o amor se pode tornar um ciclo vicioso, onde irão haver sempre adversidades e momentos de alegria.” afirma Ariel Jones.

Para estas cinco novas canções, Ariel contou com a ajuda dos produtores SUAVEYOUKNOW, LEFT., Miguel Garcia, PHXNTVM e masterização de Márcio Silva. 

As músicas deste primeiro EP estão dispostas propositadamente de modo a retratar o ciclo de vida do amor. “A última música é uma resposta de um homem para uma mulher a toda esta história, procurando retratar a perspetiva masculina, porque todas as histórias têm dois pontos de vista.” acrescenta a cantora.

Depois dos singles “Secret”, “Time is Money” e “Love Song”, Ariel Jones apresenta-se com ‘i love you’, o tema que dá mote ao seu primeiro curta duração “vicious cycle”.

SOBRE ARIEL JONES
Ariel Jones (nome artístico de Mariana Gouveia), cantora e compositora, afirma-se como uma cantora versátil, tendo como principais influências o universo do R&B/Soul e Hip-Hop. Nasceu em Lisboa e aos 8 anos muda-se para a ilha da Madeira onde passou a sua infância e adolescência.

Aos 12 anos ingressa no Conservatório de Música da Madeira, onde estudou piano durante 2 anos e teve aulas de voz durante 8 anos. Como autodidata que é, aprendeu a tocar guitarra acústica sozinha pelo que, aos 16 anos, ingressou numa banda de covers, como cantora e guitarrista, tendo permanecido até à conclusão dos seus estudos universitários na Universidade da Madeira.

Após a conclusão dos estudos, regressou a Lisboa para explorar a sua vertente artística e apresentou-se em 2021 no panorama musical nacional com o seu single de estreia “Secret”, seguido de “Time Is Money” e “Love Song”. Em 2023, lança o seu EP de estreia “vicious cycle” que conta com 5 canções.

Elodie Bouny – Luares (2023) (single)

Elodie Bouny – Luares (2023) (single)

Luares de Elodie Bouny é um álbum muito íntimo. 

De fato, é o primeiro álbum inteiramente autoral de Elodie. 

Ele combina elementos da formação clássica de Elodie com influências populares, e mostra a versatilidade e a criatividade dela como artista.

As parcerias com os músicos Yamandu Costa (Luares) e Sergio Assad (Le pli du temps) que influenciaram muito a trajetória de Elodie, trazem outras matizes ao álbum. 

O nome “Luares” é muito evocativo e parece capturar a essência da sua música, com sua referência ao brilho translúcido da lua e a referência à feminidade contida na sua expressão musical.

A presença de melancolia e nostalgia nas músicas, equilibrada com otimismo e esperança, cria uma experiência emocionalmente rica para os ouvintes. 

Além disso, as participações de músicos excepcionais como Pedro Iaco, André Siqueira, Thiago Lamattina e Francesco Valente certamente enriquecem a sonoridade do álbum.

1-A dobra do tempo é uma peça realizada à 4 mãos com o destacado compositor brasileiro Sergio Assad. Evoca o nostálgico passar do tempo e o distanciamento da juventude. É a obra mais recente do albúm.

2-A espera (feat. Francesco Valente no contrabaixo) foi composta em um momento de ansiedade ligado à ansiedade de rever um ser querido.

3-Que lo diga la luna foi escrita sob encomenda para o violonista mexicano Alan Juarez Balderas

4-Luares é uma parceria com o fenômeno brasileiro, compositor e violonista Yamandu Costa. Dá seu nome ao disco.

5-Cena Brasileira (feat. Pedro Iaco) é originalmente para violão solo, mas ganha a voz espetacular de Pedo Iaco neste arranjo vocal dele. A voz é usada como um instrumento, ora protagonizando a melodia, ora fazendo contracantos e contrapontos.

6-Figura ímpar- Peça dedicada ao querido amigo e grande músico francês Kevin Seddiki que retrata uma amizade de longa data. 

7- Conversa das flores-Peça dedicada à minha mãe composta por volta dos anos 2010.

8- Anjo- Peça que evoca uma infinita tristeza depois de perder alguém que talvez tenha virado um anjinho. 

9- Duas almas foi uma peça escrita para Clarice Assad e Andreia Santiago para celebrar a união do amor.

10-Chant d´espoir (feat. Pedro Iaco na voz, André Siqueira no fretless, Thiago Lamattina na percussão) foi composta durante a pandemia de COVID e traz um ar de esperança. O ostinato do violão carrega uma certa fatalidade mas a voz angelica e a melodia lírica e terna deixa a gente descansar e acreditar que virão tempos melhores. Arranjo vocal de Pedo Iaco.

Patrocínio : SAVAREZ (empresa de cordas francesa)

Prazeres Interrompidos #213: Balada de Amor ao Vento – Paulina Chiziane (1990)

Prazeres Interrompidos #213: Balada de Amor ao Vento – Paulina Chiziane (1990)

Autor:
Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Primeiro romance de Paulina Chiziane, este livro conta a história de amor de Sarnau e Mwando e traz a semente do que viria a ser o clássico Niketche.

“Com a poligamia, com a monogamia ou mesmo solitária, a vida da mulher é sempre dura.”

Balada de amor ao vento é uma obra pioneira. Não apenas por ser a estreia de Paulina Chiziane na prosa longa e o primeiro romance publicado por uma mulher em Moçambique, mas também por trazer a semente do que a autora viria a construir em Niketche.
“Tudo começa no dia mais bonito do mundo”, quando Sarnau vê Mwando pela primeira vez. Ela se apaixona de corpo e alma, ele a abandona. Ela luta para sobreviver à solidão, ele retorna ― antes de partir mais uma vez. Eles se envolvem em uma história de amor que tem a relva como cenário e o vento como melodia, mas uma herança conservadora entre os dois.
Em um relato poético e quase espiritual de Sarnau, acompanhamos os encontros e desencontros, as escolhas e as renúncias, o desamparo e o privilégio de uma sociedade onde certas tradições afetam diretamente a autonomia da mulher e sua sobrevivência.

“Em Balada de amor ao vento, Paulina Chiziane escreve o amor que é devorado por feitiços destruidores e disputado pela inveja e pela solidão que nascem da poligamia. O amor das mulheres que são submetidas aos homens e que não sabem delimitar sentimentos.” ― Jarid Arraes

CVIEIRA – Experiência (2023) (single)

CVIEIRA – Experiência (2023) (single)

“Experiência” é o novo single de CVIEIRA. Após o lançamento de “Se Pensei”, em dezembro do ano passado, de “Ding Dong” em fevereiro deste ano, CVIEIRA vem agora apresentar o seu novo single “Experiência”, um tema que é um tratado direcionado para as novas gerações, sobre a importância da tomada de decisão, das escolhas e da luta pelos sonhos de cada um.
Num formato Pop elegante, o tema repleto de um balanço contagiante, muito pela energia da bateria e do baixo, mistura sonoridades como a soul, o rnb, o hip- hop, presente nas vozes de CVIEIRA, mas também, de de Britto, no Rhodes e nos Sintetizadores que vão surpreendendo em aparecimentos inesperados ao longo da música.

Retirado do álbum “Loyalty”, que marca a estreia de CVIEIRA a solo e que será lançado em breve , “Experiência” é mais um pilar deste trabalho que será sustentado em profundas raízes Pop e que será lançado em outros mercados para além do nacional.

Depois de um longo período de pausa na sua carreira, enquanto artista, que utilizou para se dedicar à criação e gestão de diversos projetos na indústria do entretenimento, CVIEIRA marcou o seu regresso com os singles “Se Pensei” e “Ding Dong”, temas que não só assinalaram o retomar de uma já bem-sucedida carreira, mas sobretudo, assinalaram a sua estreia a solo.
Com o lançamento deste seu terceiro single, CVIEIRA procura fortalecer um percurso promissor, que já congrega singles que integraram o top da AFP, assim como, das principais rádios nacionais, como a Cidade FM e Antena 3 e até a presença dos mesmos em diversas séries televisivas como Campeões e Detetives e Morangos com Açucar, da TVI.

Da sua já extensa carreira, que conta com participações com o rapper americano Twista, o ícone colombiano Reykon, New Max (Expensive Soul), Victor Espadinha, Melo D, Beto Media (Blackout), D-Mars, De Britto, entre tantos outros, contam-se ainda os inúmeros concertos que já efetuou em alguns dos principais palcos nacionais.

Grand Sun – Something More (2023) (single)

Grand Sun – Something More (2023) (single)

Os Grand Sun continuam a procurar algo mais. De novo. De diferente. Com “Conceptualize”, descobriram-se mais punk, mais arrojados. Com o novo single, “Something More”, viajam à cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. O tema é influenciado pela rapidez da cidade e da invariável relação entre conteúdo e percepção. Something More é rápida, com guitarras angulares inspiradas pelo tipo de rock no eixo Brixton-Bushwick. É jangly (post-punk). Grita Manchester e Dublin. Cruza o passado com o presente. Pelo caminho, reflete sobre polarização, identidade, crescer. No final dançamos a um magnético refrão. Porque todos nós procuramos “algo mais”.


Grand Sun é um happy accident: partes iguais de intenção e catarse. Os seus concertos são urgentes elétricos. A sua música carrega-se nos temas do existencialismo e surrealismo e; três anos depois do seu álbum de estreia – Sal Y Amore – a banda mudou. Em espírito, são os mesmos putos prontos a rockar, mas estão mais adultos e maduros, prontos a conceptualizar novos caminhos no seu próximo disco a ser lançado em 2024. Nestes singles – “Something More” & “Conceptualize” – a banda de Lisboa navega uma Post-Punk, onde o lado gótico e sonhador de bandas como Echo & the Bunnymen, The Chameleons e Cocteau Twins os influencia, e olham para o UK como referência, com bandas como THUS LOVE e Shame a ser referencias para esta nova identidade no seu Rock and roll. Mais criativos, mais punk, não menos (algo) naiff, não menos (tudo) jovens, com este novo single mostram-se diferentes, procuram “algo mais”. Após a estadia da banda em Nova Iorque, onde foram embebidos pela cidade, a banda só precisou de afinar o ritmo da canção. “Something More” é produzida e gravada por Miguel Vilhena (Niki Moss) nos Pontiaq Studios e serve como catarse final à vida acelerada que a banda enfrentou durante a sua estadia na Big Apple. É o segundo avanço de um novo EP, a ser editado no primeiro trimestre de 2024.

Coffee Breakz #55 — Weight Of The World

Coffee Breakz #55 — Weight Of The World

Autor: Helder Gomes

Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.

Tracklist:

  1. Boyfriend Sushi Town — Ski Mask
  2. Gianni Brezzo — Filigrani
  3. Sullivan Fortner — Snakes and Ladders
  4. Oran Etkin — Pavlinka’s Dream
  5. Baloji & Mayra Andrade – Matrone | A Colors Show
  6. Sara Tavares — Kurtidu
  7. Sha Ek — EBK
  8. Mars Kumari — Weight of the World (ft. Dälek & Lucas Abela)
  9. Mars Kumari & Del tha Funkee Homosapien — Explore Yourself
  10. Aesop Rock — Living Curfew (ft. Billy Woods)
  11. Kurt Vile — Tom Petty’s Gone (But Tell Him I Asked for Him)
  12. Purple Mountains — All My Happiness Is Gone

Foggy Project – Ahi! Buongiorno (2023) (single)

Foggy Project – Ahi! Buongiorno (2023) (single)

“Ahi! Buongiorno” novo single de Foggy Project

https://www.youtube.com/watch?v=7uxa0CbFzv4

“Ahi! Buongiorno” é o novo single de Foggy Project, o projeto pop-eletrónico que já meteu a dançar toda Lisboa.

Com a sua simplicidade e o seu inconfundível groove, “Ahi! Buongiorno” fala-nos da obsessiva presença das redes sociais no dia a dia de todos nós, protagonistas ou espectadores à mercê desta corrente aparentemente incessante.

Cada um na sua própria Laranja Mecânica, em que os dias se tornam em noites e as noites parecem intermináveis… com uma pontinha de sarcasmo: “desejo-te boa noite ou antes bom dia?”

Produzido por João Moreira nos Moreira Studios do Porto, conta coma participação de Daniele Pistone (Synth, percussão e voz) e Klênio Barros (trombone).

Video produzido por Daniele Pistone, gravado por “Duda ♧ Somtopia Films”

Grafica feita por Edoardo Trave.

LINKS & CONTACTS:

Official Site: www.foggyproject.com 

Linktree & contact: https://linktr.ee/Foggy.music 

Instagram: www.instagram.com/foggy_project 

Facebook: www.facebook.com/foggy.project 

Spotify: https://open.spotify.com/artist/3wrlIP2V1d3JC7N2VddT9e

Bandcamp: https://foggyproject.bandcamp.com/

Rita Dias E Rô – Maria Rita (2023) (single)

Rita Dias E Rô – Maria Rita (2023) (single)

A canção “Maria Rita” é uma viagem desde o momento da sua criação. Uma viagem de dentro para fora, que existe e permanece pela repetição, como se a dor e a lucidez se diluíssem quando se sentem mais vezes, quando se conhecem. É a possibilidade de se sentir sem medo e com amparo. As palavras não falam sozinhas. Fazem uma declaração de resistência em cada passo que julgamos dar para trás.

Maria do Rosário Pereira (Rö) e Rita Dias são duas mulheres de universos musicais diferentes, que nesta canção se fundem pela vontade, pela cumplicidade, pela libertação, pelo amor nos seus sentidos lato e estrito. Coabitam o inglês e o português, a mística eletrónica e a densidade do fado, a espontaneidade e o detalhe. Juntaram-se, também no nome, e hoje são “Maria Rita”.

Chamaram o Graciano Caldeira (ukulele), o Diogo Mendes (guitarra portuguesa de Coimbra), o Iuri Oliveira (percussão) e o Ricardo Fialho (produção) para vestirem uma canção que nasceu numa jam caseira, entre lágrimas e silêncio, junto à lareira, com o ukelele da Rita e o microfone com efeitos da Maria. Em 9 meses, de março a novembro de 2023, foi a simplicidade e a realidade que guiaram Maria e Rita no processo de gravação, produção e concepção do vídeo, concretizado com a edição de Joana Linda, com imagens de uma viagem concreta feita pela Costa Vicentina no verão de 2023.

Maria Rita
Rita Dias e Rö

Those days, in those days I was nothing at all.
E eu se não for
Não saio daqui
E eu sem pudor
Sou melhor sem ti
E eu se não for
Não saio daqui sem ti
Há uma declaração de resistência em cada passo que julgas dar para trás. Está tudo bem se tiveres medo.
E eu se não for
Não saio daqui
E eu sem pudor
Sou melhor sem ti
E eu se não for
Não saio daqui sem ti

Fumaça #2: O que é normal em Masafer Yatta? (Reportagem)

Fumaça #2: O que é normal em Masafer Yatta? (Reportagem)

Em maio, o Supremo Tribunal israelita deu luz verde ao que, efetivando-se, será uma das maiores expulsões de pessoas palestinianas de suas terras nas últimas décadas. Os jornalistas Ricardo Esteves Ribeiro e Rafaela Cortez foram até Masafer Yatta, na Palestina, perceber o que aconteceu.

Lê mais sobre este tema em https://fumaca.pt/

Ola Haas – Biturbo (2023) (single)

Ola Haas – Biturbo (2023) (single)

Ola Haas não é a mesma pessoa todos os dias

Sabe-se que do aborrecimento fruta roque efervescente. É regra. E Ola Haas está a fazer o seu melhor para obedecer a esta máxima no seu novo curta-duração, Não sou a mesma pessoa todos os dias, já disponível para escutas nas plataformas digitais habituais.

Em dez canções, Ola Haas transforma o mundano, o seu quotidiano, em noise rock catártico. Ecoa Nirvana – a sua máxima referência -, Pega Monstro, Vaiapraia. Cruza uma estética de anos 90 com a reverência pela Cafetra, Spring Toast Records, Maternidade. Objetivo? Declamar tudo o que sente, colocar as tripas cá para fora. Nós berramos a acompanhar.

Não sou a mesma pessoas todos os dias foi gravado no Duck Tape Melodias entre 2022 e 2023. O disco foi produzido pelo próprio e por André Isidro (Tekuno, Modernwolf, entre outros). André Isidro, além de produção, foi responsável pelo mix e master do EP, por tocar bateria, fazer coros, e tocar teclas em “A Queda” e “Nortada Areia-Branquense”. 

Não sou a mesma pessoas todos os dias vai ser apresentado ao vivo no próximo dia 16 de novembro na associação cultural Com Calma, em Lisboa, em formato de duo. A abertura ficará a cargo de Magz. A festa começa às 21h.

Não sou a mesma pessoa todos os dias terá direito a versão física. Estará à venda na apresentação do EP ou a partir do contacto direto com o artista.

A versão física do EP vem acompanhada por um booklet que inclui a lista de créditos do EP e as letras de cada faixa.

Ola Haas é como Miguel Freitas arranjou para se expressar. É como transforma as suas vivências, os seus sentimentos, em cantigas catárticas de punk e noise rock. É assim que transforma o seu mundano em roque, influenciado pelo rock alternativo dos anos 90 e pela nova canção portuguesa.

Tudo começou em 2016, em Lisboa, quando Miguel grava um EP em casa – Diana – e acaba a dar concertos em espaços como as Damas ou o saudoso Sabotage Club. Desde aí, muita coisa mudou e aconteceu. Um interregno pelo meio, certamente. Agora, em 2023, o regresso.

Ao vivo, Ola Haas é um duo. Miguel toca baixo e canta e João Ribeiro (Grand Sun) toca bateria. O resultado é jarda.