King John visitou a Radio Olisipo para comentar o lançamento do seu disco “Good Son” no dia 24/11/23.
Autor entrevista: Francesco Valente
DISCO GOOD SON
Por vezes na música e na vida, o “silêncio” não significa inércia e, neste caso, isto não poderia ser mais verdade.
O silêncio destes últimos 3 anos, traduziu-se no segundo LP a ser editado por King John, projecto musical de António Aves, nascido na ilha de S. Miguel (Açores) e sediado desde há 7 anos em Lisboa.
O músico que conta com passagens por palcos como o Festival Tremor, Mare de Agosto, Festival Monte Verde, Musicbox, A Porta e The Shacklewell Arms (Londres), redescobriu-se e foi ao encontro de uma sonoridade mais próxima do que sempre pretendeu para o projecto.
GOOD SON é o título do disco, traz consigo 9 originais e na sua génese estiveram duas perguntas: Fui/ Sou um bom filho? Serei um bom pai?
Foi gravado entre Ponta Delgada (S. Miguel, Açores) e Lisboa no estúdio HAUS, coproduzido e misturado por Makoto Yagyu dos PAUS e masterizado nos estúdios Abbey Road por Frank Arkwright (Arcade Fire, The Smiths, New Order, Joy Division).
Será editado no dia 24 de Novembro pela Echo Rock, com edição especial em vinil coeditada pela Black Sand (Music).
African Roots #27
African Roots #27
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
01 – Sara Tavares – Di Alma (World Connection)
02 – Isaac Birituro & The Rail Abandon – Hado Deeli (Wah Wah 45s)
03 – Super Mama Djombo – Dissan na m’ber (Cobiana Records)
07 – Hamad Kalkaba and The Golden Sounds – Fouh Sei Allah (Not On Label)
08 – Papa Yankson – Mumumde (Kalita Records)
09 – Orchestre Super Borgou de Parakou – Hanoubiangabou (Analog Africa)
10 – Jewel Ackah – Onipa Dasa Ni (BBE Africa)
11 – Koudede – Dounia (Taxila)
12 – Leon Keita – Dalaka (Analog Africa)
13 – Sara Tavares – So Sabi (Sony Music)
Monte Branco – Cura (2023) (EP) (entrevista Mário Moreira)
Monte Branco – Cura (2023) (EP) (entrevista Mário Moreira)
Mário Moreira comenta numa entrevista na Rádio Olisipo sobre o lançamento do EP “Cura” dos Monte Branco.
Autor entrevista: Francesco Valente
EP CURA
Os Monte Branco nasceram no Porto no início de 2023, resultado da convergência de músicos habituados a outros ambientes sonoros e que encontraram no indie pop o lugar comum!
O primeiro avanço da banda é o Ep CURA que será editado dia 24 de Novembro de forma independente. A sua matriz constrói-se à volta do dream pop e soft rock pincelados com o revivalismo dos synths dos anos 70 e 80.
O EP foi gravado em 2023 entre o Porto e Lisboa e contou com a produção de Miguel Nicolau, produtor que já colaborou com J.P Simões, Memória de peixe, Golden Slumbers, Monday, entre outros.
O ambiente sonoro revivalista, mas ao mesmo tempo moderno e urbano, foi pensado com detalhe fazendo de cada escuta uma descoberta de novas dimensões das canções.
Os temas dos Monte Branco falam-nos essencialmente da vida, de amor e de sonhos, numa linguagem metafórica urgente e intensa que permitirá ao publico identificar-se com as situações no seu próprio quotidiano e criar relações de proximidade com as canções.
O EP será apresentado ao vivo no dia 29 de Novembro, pelas 21h30m, na Casa da Música no Porto e custam 15€.
Os Monte Branco são João M Pinto, Mário M Moreira, Rui Miguel, Luis Zandré e Gonçalo Palmas.
João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)
João Pinho – The Blues Of The Night (2023) (single)
O meu projeto de música a solo chamado “João Pinho”, ou seja, com o meu nome, é um projeto no qual eu crio, componho as minhas músicas originais e trabalho a fazer álbuns para partilhar a minha música com o mundo.
Toco piano e canto, e as minhas composições contém instrumentais, peças para piano a solo, canções em português e inglês, um poema escrito e declamado por mim “à capela” neste meu primeiro álbum “Sun & Moon”.
A Canção original “The Blues of the Night” é o primeiro single do meu primeiro álbum a solo “Sun & Moon”.
“The Blues of the Night” (faixa 1) é uma canção de Rock Blues, na qual toco ao piano e canto, que expressa a mensagem de eu me ir divertir para a noite à procura do amor, da amizade, da liberdade e diversão, para compensar o trabalho e rotina do dia.
Reflete o desejo da sociedade se querer divertir e conhecer pessoas novas durante as noites, desligar da rotina dos empregos dos dias, e ter liberdade para ter bons momentos de música, amor, amizade ao som de um rock blues, e por isso mesmo o tema se chamar “The Blues of the Night”.
O tema inclui também a colaboração do Xinês na bateria, o baixo, guitarra, edição e mistura de Charlie Mancini, que é o técnico de som deste projeto.
Colaboração de voz de Joana Capela Pires.
O álbum “Sun & Moon” tem géneros de música variados, alternativa, rock progressivo e psicadélico, músicas a solo para piano, canções acompanhadas com piano, peças para piano, canções escritas em inglês e em português, um poema escrito e declamado por mim.
A história e temática do álbum é a relação entre o sol, a lua, e o planeta terra, a humanidade e a natureza, no universo. O álbum tem o mesmo nome de uma canção do álbum, “Sun & Moon”, que expressa a relação do sol e da lua com o planeta terra, os seres humanos e a natureza, e os efeitos entre si.
O Álbum aborda a mensagem da partilha do amor universal, de todos os tipos de amor e amizade, da harmonia entre seres humanos e a natureza para tornarmos o mundo um lugar melhor para se viver, sempre com temas que fornecem uma experiência às pessoas que ouvem estas músicas do álbum, transmitindo todos os sentimentos e histórias comuns ao Álbum.
É a minha visão do mundo e do universo à nossa volta que expresso e comunico no álbum às pessoas, sempre com a ligação ao Sol e à Lua, apelo ao amor e harmonia, à luz superar a escuridão.
Luís Severo – Cedo Ou Tarde (2023) (single)
Luís Severo – Cedo Ou Tarde (2023) (single)
LUÍS SEVERO LANÇA NOVO SINGLE E CONFIRMA DATA EXTRA EM LISBOA
SINGLE “CEDO OU TARDE” ANTECIPA NOVO DISCO COM O MESMO NOME E COM EDIÇÃO ATÉ AO FIM DO ANO
Luís Severo tem música nova. “Cedo Ou Tarde” é a primeira canção a ser desvendada do seu próximo álbum, a ser lançado até ao fim do ano.
O músico volta à edição de música com “Cedo Ou Tarde”, uma canção que reflete sobre o Tempo e a forma como a rotina nos embala sem nos dizer qual é a certa para desistir dos sonhos, às vezes é cedo, muitas vezes já é tarde, há sempre tempo para o trabalho, uma ânsia de se ser produtivo, mas pouco para se ser e para viver.
Há mensagens por ler, roupa por engomar, verões demasiado quentes, famílias a afastar-se, é no quotidiano de cada um que Severo continua a cantar as suas ânsias, num trabalho que além de íntimo do artista consegue ressoar junto de quem o ouve.
“Esta canção surge numa altura em que estávamos fechados em casa. Passar por antigos colegas de escola nas redes sociais com vidas aparentemente bem mais resolvidas que a minha, fez-me entrar numa reflexão sobre o tempo, em que me apercebi que durante anos achei que era cedo para tudo, mas que cheguei a um momento em que já é tarde para muitas coisas. É estranho porque nem se percebe quando é que este sentimento vira.”
Reflete o artista sobre a canção.
Cozinhado desde a pandemia em casa nos Olivais, com a co-produção da Catarina Branco, o novo disco está agora a sofrer os últimos retoques. Nele participam os amigos de palco Diogo Rodrigues e Bernardo Álvares, assim como velhos companheiros como o João Sarnadas.
Este novo longa-duração sucederá aos discos “Cara d’Anjo” (2015), “Luís Severo” (2017) e “O Sol Voltou” (2019).
Os concertos de apresentação do novo disco de Luís Severo acontecem a 10 de novembro no gnration em Braga e a 14 de dezembro na Culturgest em Lisboa, ambas as datas encontram-se já esgotadas.
Face à elevada procura para o concerto de Lisboa, é agora anunciada uma data extra ao concerto de apresentação de “Cedo Ou Tarde” na Culturgest, agora com bilhetes disponíveis para o dia 16 de dezembro.
Ficha Técnica
Letra e música – Luís Severo
Produção e arranjos – Luís Severo e Catarina Branco
O som do solo do sintetizador foi construído por Francisco Ferreira numa das suas máquinas analógicas, deixando de ser uma mera linha midi.
A bateria gravada por Manuel San Payo na sala de ensaios dos Ganso.
O resto foi gravado em casa nos Olivais.
Misturado por Rafael Silver e Luís Severo.
Masterizado por Clara Araújo no Arda Records.
A capa de single é de João Sarnadas e João Sobral.
R.L. Burnside – Acoustic Stories (1997)
R.L. Burnside – Acoustic Stories (1997)
Memória de Elefante 23/11/23 Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
R. L. Burnside (23 de novembro de 1926 – 1 de setembro de 2005) foi um cantor, compositor e guitarrista de blues norte-americano. Ele tocou música durante grande parte de sua vida, mas recebeu pouco reconhecimento antes do início dos anos 1990. Na segunda metade daquela década, Burnside gravou e excursionou com Jon Spencer, apresentando sua música a uma nova base de fãs nas cenas punk e garage rock.
Hoje celebrámos o seu aniversário com a escuta do álbum R.L. Burnside – Acoustic Stories (1997) às 17h, na hora da Memória de Elefante! Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #211: Nothing Special – Nicole Flattery (2023)
Prazeres Interrompidos #211: Nothing Special – Nicole Flattery (2023)
Autor: Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
New York City, 1966. Seventeen-year-old Mae lives in a rundown apartment with her alcoholic mother and her mother’s sometimes-boyfriend, Mikey. She is turned off by the petty girls at her high school and the sleazy men she typically meets. When she drops out, she is presented with a job offer that will remake her world: She is hired as a typist for the artist Andy Warhol.
Warhol is composing an unconventional novel by recording the conversations and experiences of his many famous and alluring friends. Tasked with transcribing these tapes alongside several other girls, Mae quickly befriends Shelley, and the two of them embark on a surreal adventure at the fringes of the counter-cultural movement. Going to parties together, exploring their womanhood and sexuality, this should be the most enlivening experience of Mae’s life. But as she grows increasingly obsessed with the tapes and numb to her own reality, Mae must grapple with the thin line between art and voyeurism and determine how she can remain her own person as the tide of the sixties sweeps over her.
For readers of Ottessa Moshfegh and Mary Gaitskill, this blistering, mordantly funny debut novel brilliantly interrogates the nature of friendship and independence and the construction of art and identity. Nothing Special is a whip-smart coming-of-age story that brings to life the experience of young girls in this iconic and turbulent American moment.
Luísa Magrinho – Inês (2023) (single)
Luísa Magrinho – Inês (2023) (single)
Luísa Magrinho Lança “Inês” em Homenagem ao Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres
● “Inês” é mais do que uma canção, é um hino à coragem feminina. ● Luísa Magrinho lança o seu EP de estreia intitulado por “Tempo”.
Lisboa, novembro de 2023 — A cantora e compositora luso-brasileira, Luísa Magrinho, está pronta para emocionar o público com o seu novo single “Inês”, disponível em todas as plataformas digitais desde sexta-feira, 10 de novembro, esta faixa é a peça final do EP “Tempo”. O videoclipe será lançado no YouTube a 25 de novembro, Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra as Mulheres, numa dedicação à força e resiliência das mulheres. “Inês” é uma canção que celebra a coragem feminina, destacando a determinação das mulheres em superar desafios e viver com autenticidade. Luísa Magrinho expressa: “Com o pé no chão vive sonhando, E a sua alma vive dançando, Inês.” Essas palavras capturam a essência da luta das mulheres pelos seus sonhos e pelo direito de viverem sem medo. Além disso, Luísa Magrinho acrescenta: “Só não caia na tristeza, ela não te fica bem, Pode me falar e respirar, vai tudo ficar bem.” incentivando as mulheres a procurarem ajuda e apoio, destacando a importância de falar sobre a violência e romper o ciclo de silêncio que muitas vezes a envolve. Esta é a última faixa do EP “Tempo”, onde cada música representa uma estação do ano, simbolizando a passagem do tempo, sendo “Inês” o desabrochar da primavera nas nossas vidas. Luísa Magrinho lembra-nos que, assim como as estações mudam, também nós podemos evoluir e florescer, mesmo diante dos desafios. No Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres, “Inês” torna-se um hino de superação e renascimento, lembrando-nos de que todas as mulheres têm a força para deixar o passado para trás, abraçar a sua autenticidade e encontrar amor próprio. Demonstrando que o tempo pode curar feridas e que todas as mulheres merecem relacionamentos saudáveis e uma vida livre de medo e solidão. “Inês” é mais do que uma canção, é um tributo à coragem das mulheres e à sua capacidade de se reerguer. Acompanhe o trabalho de Luísa Magrinho através das suas redes sociais e das plataformas digitais de música.
Coffee Breakz #54 — Desperate House Vibes
Coffee Breakz #54 — Desperate House Vibes
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
Danny Brown — Jenn’s Terrific Vacation (ft. Kassa Overall)
Duke Ellington & John Coltrane — In a Sentimental Mood
Julie Byrne with Laugh Cry Laugh — These Days
Bonnie ‘Prince’ Billy — The March
Kurt Vile — Touched Somethin (Caught a Virus)
Bar Italia — Real House Wibes (Desperate House Vibes)
Yo La Tengo [The Bunker Sessions] 10.1 Aselestine 10.2 Fallout 10.3 Stockholm Syndrome
Bambino — Chasing Paradise
Rodrigo Leão & Fazel – Fazel (2023) (single)
Rodrigo Leão & Fazel – Fazel (2023) (single)
Fazel é o segundo single e é homanagem e conta com a participação de Ustad Fazel Sapand, músico e amigo de Rodrigo Leão (ouvir aqui)
Depois de Jagoz, Fazel é o segundo single do próximo álbum de Rodrigo Leão – Piano para Piano – que será lançado no dia 13 de Outubro, com edição Uguru. Como refere Rodrigo Leão, o nome do segundo single é “em honra do meu novo amigo, o músico Ustad Fazel Sapand, natural do Afeganistão onde estudou (Kabul). Fazel reside agora em Lisboa, onde trabalha como músico e professor. Conheci-o na Cozinha Popular da Mouraria há pouco mais de um ano num jantar de solidariedade com um grupo de jovens estudantes de música afegãos. Tinham-se refugiado em Portugal naquela altura, para escaparem a tempos conturbados que o seu país atravessa e onde os seus estudos foram subitamente proibidos. Num ápice tiveram de largar tudo e deixar para trás as suas famílias e amigos para mergulharam num futuro incógnito mas – esperavam eles – melhor. Ainda tive oportunidade de assistir a actuações de muitos destes jovens talentosos cuja cultura, educação e dignidade me marcaram muito e foi com pena que vi a maioria partir daqui também. Agora surge a oportunidade de os homenagear na figura do meu amigo Fazel”. Um tema editado há uns anos no álbum Theatrum e mais tarde em A Vida Secreta das Máquinas, surge agora com nova personalidade graças à colaboração de Fazel na voz e sítar, instrumento muito presente na música clássica indiana que Rodrigo Leão muito admira e que são a escola e fonte de inspiração de Ustad Fazel Sapand.
Rodrigo Leão é o primeiro a dizer que não é pianista, mas o piano tem surgido na sua obra como um complemento dos sintetizadores que já usou muitas vezes para escrever memoráveis melodias e pensar nos envolventes arranjos a que foi dando corpo com os ensembles que criou. Agora, um novo álbum: Piano Para Piano é um projeto que nasceu depois de uma encomenda do Festival de Piano em Vila Nova de Cerveira, desafio que o levou a compor duas novas peças que são também o princípio de um novo caminho.
Sobre este projecto, Rodrigo Leão afirma que considerou “interessante estabelecer um diálogo com quem estudou e estuda seriamente o instrumento”, apesar de não ter estudado piano, em termos académicos. Neste espetáculo, apresentado como “uma viagem ao maravilhoso desconhecido”, Rodrigo Leão partilha o palco com sua filha Rosa, de 19 anos, numa digressão nacional iniciada em Abril deste ano. Um diálogo em palco entre dois pianos acústicos.
Neste projeto, Rodrigo Leão apresenta composições da sua autoria, pensadas para serem executadas em dois pianos acústicos. Um diálogo em palco protagonizado pelo compositor e pela sua filha, Rosa.
Rita Guê – Fada (2023) (single)
Rita Guê – Fada (2023) (single)
Tudo começou com “Perdidamente” dos Trovante numa aula de matemática. Seguiu-se o Conservatório Regional de Setúbal, a tuna ArquitecTuna, a Escola de Música do Conservatório de Lisboa. Deu voz à marcha popular da S.F.P. Azeitonense e criou o duo de covers “Rita & João”. No youtube tem covers com amigos, o “Sons na Mezzanine”, e lives de instagram durante a pandemia, o “Ao Vivo e a Cores”. A banda, composta por Carolina Moura, Francisco Neves e João Alexandre, e o primeiro original “dejavu” surgiram em 2021. Em 2022 foi selecionada para a final do Concurso de Bandas Amadoras de Palmela e representou Setúbal no Festival Liberdade da AMRS. O primeiro EP “gota” foi lançado em outubro deste ano, já sob o nome de Rita Guê como cantautora, e encontra-se disponível em todas as plataformas digitais.
Sobre o EP “gota”: O primeiro EP da Rita Guê foi lançado numa 6a feira 13 em outubro, chama-se gota e define-se como pop “místico”, de execução pop mas com abordagem a temas fantasiosos como escape à realidade. A primeira faixa “dejavu” foi lançada em 2021 com uma live session no youtube. Esta surgiu do refrão de “Pensa Bem” de Joana Espadinha e é apresenta-se como um tema nostálgico que reflete a sensação de reviver momentos e, por isso, emoções. A segunda faixa é a mais esperançosa do EP, chama-se “aparição” e foi inspirada no filme italiano “Troppa Grazzia” de Gianni Zanasi. A terceira faixa chama-se “fada” (canção a destacar) e é uma canção de embalar com reviravolta sobre um ser fantástico que vive à espera de oferendas dos que dormem. A letra resulta de um diálogo entre a fada e a pessoa que dorme, em que a segunda apela ao desabafo da fada e a primeira revela a sua ganância e insatisfação. A última faixa, qua dá o nome ao EP, traduz o misticismo de uma sequência em que num caldeirão se juntam três ingredientes – mel, sangue e água – todos a seu tempo. Entre os pingos da chuva surgiu o EP “gota”, que dá a conhecer a cantautora e oferece universos novos aos magos que o ouvem. Créditos EP:
Letra, Música e Voz: Rita Guerreiro Teclas e Flauta Transversal: Carolina Moura Baixo, Guitarra e Voz: Francisco Neves Bateria e Percussões: João Alexandre Captação/Produção: Paulo Araújo e Jorge Correia, Duqk studios Mix/Master: Paulo Araújo, Sky – studio 33 Capa EP: Rita Guerreiro e Teresa Trindade
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #18
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #18
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK. É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal (patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org. Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres. Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors. Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com