SeBENTA E Forte Norte – Por Onde Vais (2023) (single)
SeBENTA E Forte Norte – Por Onde Vais (2023) (single)
seBENTA revelam novo single
“Por Onde Vais” é lançado dia 27 de Outubro e conta com a participação da banda brasileira Forte Norte
“Por Onde Vais” é uma canção que fala de mudança, de fecho de ciclos. No caso dos seBENTA, apresenta-se como o último single que iremos lançar em 2023, um ano que decidimos experienciar outras formas de escrever canções e produzi-las. Assumindo que dos três singles anteriormente lançados, todos eles passaram pelo mesmo processo, este não poderia ser diferente e igualmente a “mensagem”, é de não ter receio de mudar ou fechar ciclos nas nossas vidas, é isso que nos faz evoluir como pessoas e como banda. Nesse caminho, foi-nos apresentada uma proposta, que consistia em fazermos um tema em parceria como uma banda brasileira de rock, e daí a nossa escolha nos Forte Norte, que rapidamente aceitaram o desafio. Apresentamos uma parceria entre o rock de Portugal e o rock do Brasil, que tão bem nos soa e que achamos ser a primeira de muitas participações que poderão vir a acontecer. “Por Onde Vais” é um tema que define a decisão por vontade própria, seja no que for e por quem for. Vivemos tempos de mudança e só conseguiremos evoluir se vencermos os nossos medos. O Amor sempre vence!” – Paulecas, seBENTA
Link de pré-save “Por Onde Vais” | https://onerpm.link/porondevais
Ficha Técnica
Letra: Paulecas
Música: Paulecas, André Fadista, Ricardo Gomes
Paulecas na voz e baixo, Fadista na bateria, Ricko na guitarra e Lúcio Vieira nos teclados Gravação: Ricko nos estúdios Triagem
Mistura: Paulecas nos estúdios Panka_sounds_lab
Produção: seBENTA
Masterização: Rui Dias nos Estúdios Mister Master
Participação especial da banda brasileira Forte Norte com Filipe Lahm na voz e gravado por Judaz Mallet em ONErpm Studios Brasil.
Os Forte Norte são constituídos por Filipe Lahm na voz, Wagner Alexandre e Pedro Quintana nas guitarras, Eduardo Zeinaddine no baixo e Junior Winne na bateria
“Estamos muito contentes por colaborar com uma música dos nossos amigos seBENTA.
Nós, Forte Norte, gostamos de explorar possibilidades sonoras e apresentar o Rock ‘n Roll de formas diferentes. Ao longo destes 10 anos como banda, já partilhámos o palco com bandas de outros países, mas esta é a primeira vez que gravamos uma colaboração internacional. Quando se trata de rock cantado em português, o Brasil e Portugal têm uma tradição vasta e verdadeiros ícones deste género ao longo dos anos.
Queremos explorar cada vez mais esta conexão e proporcionar ao público brasileiro o rock de Portugal e vice-versa. Como o Paulecas mencionou, certamente esta é apenas a primeira de muitas coisas que estão por vir!” – Forte Norte
Links
Sebenta | Spotify
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Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)
Nothing Perfect – Hey Mr. DJ (2023) (single)
Hola, soy Sergio del grupo Nothing Perfect de Alburquerque (España). El pasado 30 de septiembre lanzamos nuestro nuevo disco Magic Beans. Os agradeceríamos cualquier tipo de difusión, ya sea en algún programa de Radio Olisipo o en alguna de vuestras redes sociales.
Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)
Thierry Stremler – Le Fado De Faro (2023) (single)
THIERRY STREMLER
single
“Le Fado de Faro”
Thierry Stremler é um músico, cantor e compositor francês, tendo sido na década de 90 líder do grupo pop-funky Vercoquin (com Hervé Salters, também conhecido como GENERAL ELEKTRIKS, nos teclados). Em 2000, iniciou uma carreira solo mais pop, sob o selo de ETIENNE DE CRECY, SOLID, com o álbum TOUT EST RELATIF, que alcançou algum sucesso de crítica e mídia, e contou com a participação de MATTHIEU CHEDID e JEAN-BENOIT DUNKEL, da banda francesa: AIR. Algumas músicas, como MA FEMME EST PHOTOGRAPHE e MARGUERITE, viraram sucessos de rádio. Seguiram-se vários outros álbuns e turnês, viagens (Brasil etc.), uma experiência teatral como ator com ROMANE BOHRINGER e colaborações notáveis, notadamente com o ícone pop francês FRANÇOISE HARDY. Regressa hoje com o álbum HOTEL, gravado entre França e Portugal (lançado a 1 de setembro), e a música LE FADO DE FARO, uma mistura de influências francesas e portuguesas.
Filipe Sambado – Caderninho (2023) (single)
Filipe Sambado – Caderninho (2023) (single)
CONCERTOS DE APRESENTAÇÃO:
16 NOVEMBRO – LUX FRÁGIL, LISBOA. Bilhetes aqui.
23 NOVEMBRO – CCOP, PORTO. Bilhetes aqui.
Filipe Sambado edita o seu 4.º álbum de originais. “Três Anos de Escorpião em Touro”, é o mais íntimo longa-duração da artista, um reflexo das várias mudanças significativas que aconteceram neste período.
A obra de quinze temas foi sendo conhecida ao longo do verão através do álbum visual homónimo com os títulos: “Mau Olhado”, o single “Talha Dourada”, “Choro da Rouca”; “Laranjas/Gajos”, “Entre os Dedos das Mãos”, e por último Caderninho
Numa carta aberta a todas as pessoas a que chega “Três Anos de Escorpião em Touro”, Filipe Sambado escreve:
“Aconteceram em mim mudanças significativas durante estes Três Anos de Escorpião em Touro: a minha reafirmação de género, uma reconstrução familiar (ser pai, mãe, papita ou outro papel de parentalidade não binária), reapropriação discursiva, incerteza, ansiedade, depressão, que trouxeram consigo um confronto com a identidade.
Este trabalho exigiu uma transposição muito concreta de imagética metamórfica, em consequência de todas estas vivências e do período em que foi criado: o cenário eco ansioso, pré-apocalítico, pandémico, pós-pandémico e esta profunda crise belicista do autotélico regime antropocénico, que nos estrangula com a aproximação a uma meta já visível.
A resiliência de algumas memórias ou o brotar espontâneo de outras mais esquecidas, fundem-se entre si, talvez troquem alquimiamente de existência. Esse processo celebra-se na narrativa informal do disco, nas canções, entre canções, na composição, na instrumentação, no espaço e nas mudanças de espaços, na poesia, na melodia, na harmonia, na estrutura, na estética e no questionamento constante de todas as valências nele abordado. Imperou, na produção, esta urgência de trazer para vários planos e dimensões, a efetividade da imagem e a transcendência da mesma, assim como esta variabilidade e instabilidade mutante. Isto é o simulacro dum bombardeamento, de toda a ostentação barroca, que é o ruído do fim.
“You are excrement. You can change yourself into gold.” (Jodorowsky, 1973).
Há uma notória sugestão esotérica no título, uma atribuição de culpas às condicionantes astrais. O impacto do meu Saturno e do meu ascendente em Escorpião, num conflito de três anos com Vénus em Touro. É a minha imagem social, são os meus receios e inseguranças em luta com as minhas rotinas e com o amor que nelas expresso. É um duelo de aparências. No fundo, procuro encontrar aqui a leveza necessária, um contraste com o peso do mundo. Dedicar fé e crença em infactualidades, mas de observação e dedução milenar. Ao mesmo tempo, esperar que a força gravitacional de um conjunto de astros do nosso sistema solar, possa ser responsável pela gestão do meu arbítrio, descansa-me tanto as noites, quanto as atormenta.
O referencial comportamental do horóscopo perpetua arquétipos, estereótipos, caracteres e preconceitos, todavia com muita simbologia e significância de útil aplicação na compreensão e explicação empírica. É uma espécie de senso comum astral.
Pegando nestes pressupostos herméticos, pretendi interligar a videografia e os grafismos deste álbum, conectando elementos do zodíaco constituintes do meu mapa astral, no tecido textual dos vídeos. Há outros esoterismos e paganismos latentes na minha obra e neste trabalho, que andam de mão dada com a expressão naturalista e desafiadoramente concreta da tradição. Isto é a necessidade de criar gramática para novas realidades, novas experiências, por isso novas inteligibilidades, novas noções de sublime e de poética, são a metamorfose do progresso.
Acredito que a expansão do objecto artístico através de outros meios, produz e recria sentidos. O intuito deste álbum visual, é adicionar linguagem e ramificações ao que foi criado no aspecto musical e sonoplástico. Chegar à palavra pela imagem, ao som pela experiência ou pela indução, sugerir a abstracção pelo concreto, propôr o subjectivo.
Senti a necessidade de criar gramática para novas realidades, novas experiências e por isso novas inteligibilidades, noções de sublime e de poética para o progresso. São canções dum cancioneiro comum que transgridem o local de existência e de pertença. O tempo e a paisagem são o que define o objecto. A diferença entre a aberração e o belo, o estranho e o comum é dada pelas condicionantes que o rodeiam.”
“Três Anos de Escorpião em Touro” está a partir de agora disponível em todas as plataformas.As primeiras apresentações ao vivo deste disco acontecem em Lisboa e no Porto, no Lux Frágil e no CCOP respetivamente, nos dias 16 e 23 de novembro.
Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID
Joana Alegre, Mikkel Solnado – Copo Cheio (2023) (single) ID
JOANA ALEGRE LANÇA ‘COPO CHEIO’, NOVO DUETO COM MIKKEL SOLNADO, 9 ANOS DEPOIS DE ‘E AGORA?’
‘Copo Cheio’, o novo single de Joana Alegre, já está disponível em todas as plataformas digitais de streaming. Com letra e música da autoria da cantora e compositora e produção de Choro, o tema conta com a participação de Mikkel Solnado, marcando o reencontro da dupla, 9 anos depois do aclamado ‘E Agora?’.
“Escrevi esta canção num diálogo interno sobre o que é e o que foi, num daqueles momentos em que nos questionamos sobre os caminhos seguidos, o lugar onde chegámos e lançamos um olhar sobre a vida no tempo presente. Senti, depois, que devia ser um dueto, cantado em conversa com um amigo, alguém próximo e com quem partilhasse muita história. A voz em que pensei foi a do Mikkel, ele aceitou e ainda bem! Já era mais do que altura de voltarmos a cantar juntos”, revela Joana Alegre.
Editado em 2014, ‘E Agora?’ conquistou o público e tornou-se um êxito de airplay nas rádios nacionais, dando a conhecer a voz única de Joana Alegre. A canção conta com mais de 2 milhões de visualizações no YouTube e acima de 2 milhões de streams nas plataformas digitais. O novo dueto apresenta-se com um videoclipe realizado por Luís Água e Pedro Ivan, a dupla responsável pelos três visuais que antecederam ‘Copo Cheio’.
“Entreguei, uma vez mais, a visão do que imaginei para o videoclipe da ‘Copo Cheio’, ao Luís Água e ao Pedro Ivan. Quisemos realçar o diálogo e a ternura entre dois amigos que se amparam com cuidado e atenção, na cumplicidade de quem se conhece há muitos anos. A ideia era que fosse algo minimal e natural, sem a pretensão a ser nada mais que um acompanhamento visual do que a canção é: leve em profundidade e essencialmente positiva“, diz a artista.
‘Copo Cheio’ sucede a ‘Rosa Carne’, ‘Ciclotímica’ e ‘Nó’, temas que antecipam “Luas”, o terceiro álbum da cantautora, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2024. Joana Alegre descreve o disco como “um álbum mais feminino, selvagem e visceral e que explora a consolidação de uma sonoridade baroque pop mais eletrónica”.
Cantautora entre as fronteiras do folk, art-rock e baroque pop, Joana Alegre fez formação Clássica e Jazz em Portugal, Estados Unidos da América e Itália. Apaixonou o público português com a sua voz em 2014, com ‘E Agora?’, dueto com Mikkel Solnado, que produziu o seu primeiro disco “Joan & The White Harts”, de 2016, com o qual foi semifinalista no International Songwriting Contest, nos EUA.
Em 2019/20 participou no The Voice Portugal, conquistando o 3º lugar, e em 2021 foi finalista do Festival da Canção com ‘Joana do Mar’. No mesmo ano lançou o aclamado segundo disco de originais, “Centro“, produzido por Luísa Sobral e eleito pela Revista Blitz como um dos Melhores Álbuns do Ano. Por esta altura assina a curadoria do espetáculo “Um Só Dia”, uma homenagem à poesia cantada de Manuel Alegre, que dará origem a um disco com o mesmo nome a editar já no início de outubro.
O Marta – Rapaz (2023) (single)
O Marta – Rapaz (2023) (single)
O MARTA LANÇA NOVO SINGLE “RAPAZ” SINGLE ANTECIPA O PRÓXIMO LONGA-DURAÇÃO, A SER EDITADO EM 2024
O Marta, projeto artístico a solo do artista viseense Guilherme Marta, edita o seu novo single “Rapaz”, a primeira canção a ser desvendada do seu próximo disco de originais, com edição agendada para 2024. E se um dia nos pudéssemos tornar numa canção? Em “Rapaz”, O Marta procura essa liberdade, ser “livre sem definição”, no meio de uma cascata de escolhas e perguntas. Para se ser como uma canção é preciso ser-se livre, ter liberdade de questionar e liberdade de decisão; mas também compreender o medo e o desconforto que advém disso mesmo. A composição e letra da “Rapaz” é da autoria d’O Marta, e é uma canção que reflete não só sobre o tema da libertação e conquista de liberdade, como também sobre os estereótipos que a sociedade nos impõe de diversas formas. O tema é um grito ao questionamento “o que seria do nós sem a bravura de fazer perguntas? Sem pessoas de “casta brava”, que sonham e questionam o mundo.” Sobre “Rapaz”, O Marta refere: Este single caiu-me como um balde de água fria numa daquelas semanas que desejamos poder esquecer, onde a quantidade de questões parecia transcender as perguntas de uma vida inteira, ora pela aparência do meu vestido, ora pelo meu quarto desarrumado, ora pelo meu estado de querer ficar sossegado num canto, ora pelo meu sotaque beirão que surge em momentos onde me encontra mais stressado, ou mais exaltado, ora pela maquilhagem no rosto, ora pela crença ou descrença de uma entidade qualquer espacial, ora pela dificuldade em querer mudar. Dessas questões surgiu a canção “Rapaz”, uma canção que serviu como terapia, deixando-me cair nos braços do mundo de forma a poder ser abraçado ou rejeitado por ele, mas sempre com a esperança de um dia conseguir mudar, para ser “livre sem definição”. Escrevi a letra num estado de revolta e fragilidade, chateado com um mundo que não se torna fácil de se pertencer e chateado comigo mesmo por não me querer deixar abrir para ele, viver nele e ser feliz. Nesta canção deixei-me soltar e mostrar-me mais do que alguma vez me mostrei, exibi nela a minha pele e a minha face, para que um dia se torne mais fácil de falar para o mundo, sem me esconder num quarto entulhado de roupas, e poder viajar numa barca, rumo à mudança, sem ninguém fazer questão.” O lançamento de “Rapaz” é acompanhado pela estreia de um videoclipe com a realização do próprio artista. Ao vivo, O Marta apresenta-se já hoje em Aljustrel e a 13 de outubro atua em Cantanhede no festival A Festa d’Anaia.
Conheça O Marta: Identidade musical de Guilherme Marta que busca a sua essência enquanto músico e cantor da tradição. Com este projeto, procura criar uma mistura sonora de ritmos típicos de Portugal, com harmonias vocais polifónicas que relembram não só os cantares portugueses, como os do leste europeu, sempre unidos num alicerce que explora em detalhe a linguagem do indie-pop/rock. As composições para este projeto exploraram um leque de sonoridades que vão desde as flautas tradicionais às harmonias vocais, passando pelos instrumentos de percussão tradicionais portugueses (como o Adufe ou o bombo), à inevitável Guitarra Portuguesa e aos sons psicadélicos das guitarras elétricas, sintetizadores e baterias do indie-pop/rock.
Em 2022, após o lançamento de 2 singles: “Quando o corpo não te convém” e “A Mulher Beirã”, lança também o seu álbum de estreia intitulado “Ó Moça! É Folclore”, que se compõe com os temas já mencionados anteriormente e seis outros, que em conjunto completam uma ode às mulheres que o criaram e viram crescer: a sua avó, a sua mãe e a sua irmã. No fim deste ano ganha o prémio de Talento Super Emergente no Festival Emergente em Lisboa.
Em 2023 volta às edições com “Rapaz”, o single de estreia do seu segundo disco de originais que será editado em 2024.
Checkpoint 303 – Gaza Mixtape EP
Checkpoint 303 | Free Tunes from Occupied Territories
GAZA Mixtape EP (Lançada a 8 de outubro de 2023)
O EP GAZA Mixtape consiste em novas remisturas e lançamentos anteriores de Checkpoint 303, combinados numa Mixtape de 4 faixas em apoio às corajosas mulheres, homens e crianças de Gaza. Uma celebração da sua resiliência e da sua luta pela justiça, liberdade e o fim do bloqueio ilegal de Gaza.
O primeiro tema do EP é uma remistura de 2023 de uma faixa anteriormente lançada pelo CP-303 sob o título “Gaza Soumoud”. A seguir, em “Gaza Calling”, ouve-se o nosso amigo Bilal, um cidadão de Gaza, ao telefone a tentar em vão contactar as Nações Unidas, perguntando por que razão a comunidade internacional abandonou Gaza e os palestinianos. A terceira faixa, “Gaza sea minor”, é uma colagem áudio que combina gravações de campo em Gaza (adolescentes a passear na praia) e excertos do autor e ativista político palestiniano Ghassan Kanafani, entrevistado pelo jornalista Richard Carlton em Beirute, em 1970. Por último, a peça “Time Passes” é uma homenagem ao falecido escritor, poeta e humanista John Berger (1926 – 2017), sob a forma de uma remistura/colagem/paisagem sonora baseada num registo em vídeo de John Berger a ler a “Carta de Gaza” de Ghassan Kanafani (poeta palestiniano assassinado em 1973).
Produção, mistura e masterização por CP-303.
“Se não tiveres cuidado, os jornais vão fazer-te odiar as pessoas que estão a ser oprimidas e amar as pessoas que estão a oprimir.” – Malcolm X
Checkpoint 303 é inspirado nos sons que acompanham o dia a dia de milhões de pessoas no Médio Oriente. Sons estridentes de balas. Ecos de injustiça. Tumulto. Revolta. Desespero e tristeza. e ainda no meio de tudo isto os sons calmantes. De esperança. De normalidade. Actos triviais. A vida como em todo o lado. Isto não é um jogo de vídeo. A violência não é uma imagem em movimento na televisão. É o pesadelo diário de milhões… Checkpoint 303 um projeto de arte sonora ativista liderado pelo designer de som SC MoCha. a experiência eletrónica teve início em 2004, quando o produtor de som SC MoCha se juntou ao captador de som palestiniano SC Yosh, de Belém. A ideia é cortar, seguir, fragmentar e reconstruir a paisagem sonora do quotidiano no médio oriente e em todo o mundo árabe. Novas reportagens áudio sobre a injustiça. Uma ode à resistência face à opressão.
Vários artistas e amigos de todo o mundo contribuem para as gravações do Checkpoint 303. Entre os colaboradores actuais e passados contam-se SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski e muitos mais.
Eng Version///
Checkpoint 303 – Gaza Mixtape EP
Checkpoint 303 | Free Tunes from Occupied Territories
GAZA Mixtape EP (Released 8 October 2023)
The GAZA Mixtape EP consists of new remixes and earlier releases by Checkpoint 303, combined into a 4-track Mixtape in support of the brave women, men and children of Gaza. A celebration of their resilience and their fight for justice, freedom and an end to the illegal blockade of Gaza.
The first piece on the EP is a 2023 remix of a track previously released by CP-303 under the title “Gaza Soumoud”, Next, on “Gaza Calling”, you hear our friend Bilal, a citizen of Gaza, on the phone trying in vain to get through to the united nations, asking why the international community has abandoned Gaza and the Palestinians. The third track, “Gaza sea minor” is an audio collage combining field recordings from Gaza (teenagers strolling along the beach) and excerpts from the Palestinian author and political activist Ghassan Kanafani interviewed by the journalist Richard Carlton in Beirut in 1970. Finally, the piece “Time Passes” is a tribute to the late writer, poet and humanist, John Berger ( 1926 – 2017) in the form of a remix/collage/soundscape based on a video recording of John Berger reading Ghassan Kanafani’s “Letter from Gaza”.
Production, mixing, and mastering by CP-303. Cover art designed using generative AI and prompt engineering by CP-303.
“If you’re not careful, the newspapers will have you hating the people who are being oppressed, and loving the people who are doing the oppressing.” ― Malcolm X
Tracklist 1.Gaza Resistance Remix 02:54 2.Gaza Calling 04:16 3.Gaza Sea Minor 03:58 4.Time Passes – A tribute to Berger’s tribute to Kanafani 03:07
Checkpoint 303 is inspired by the sounds that pace the daily lives of millions of people in the middle east. screeching sounds of bullets. echoing injustice. uproar. revolt. dispair and sadness. and still amidst all this the soothing sounds. of hope. of normality. trivial acts. life like everywhere else. this is not a video game. violence is not a moving image on tv. it’s the daily nightmare of millions…
Checkpoint 303 is an activist sound art project led by sound designer SC MoCha. the electronic experiment initially kicked off in 2004 when sound cutter SC MoCha teamed up with Bethlehem-based palestinian sound catcher SC Yosh. the idea is to cut, track, fragment and reconstruct the audio soundscape from daily lives in the middle east and across the arab world. new audio reporting on injustice. an ode to resistance in the face of oppression.
Several artists and friends from around the globe contribute to Checkpoint 303’s recordings. present and past contributers include SC Yosh, Miss K SuShi, Cheikh Julio, Visual Hacker Diddy, Mehdi Douss, Rado, VL MonaLisa, Melksi & Damski + many more
Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)
Rita Ventura – Eu Disse Adeus (2023) (single)
“Eu Disse Adeus” é o segundo single do EP de originais de Rita Ventura
Rita Ventura lança o seu segundo single “Eu Disse Adeus”, depois de revelar “Porque Foste?”, ambos do seu EP de estreia, a ser lançado em breve.
Tal como o primeiro tema lançado pela artista, também “Eu Disse Adeus” foi produzido por Agir, com letra da cantora e masterização de João André.
“O ‘Eu Disse Adeus’ conta a história do luto de uma relação: quando me apercebi que existia, associado a mim, um sentimento de culpa e de cobrança, precisei de escrever esta canção como um grito de liberdade para me relembrar quem sou e não permitir que as impressões dos outros definam a minha história. Esta canção salvou-me e eterniza o momento em que assumo o controle da minha vida.”
Antes de se lançar no mundo das canções originais, a cantora e compositora ficou conhecida do grande público depois da sua aparição no programa The Voice, com o duo “Andor Violeta”, onde cantava covers. Agora a solo, Rita Ventura prepara o seu EP de originais e traz-nos este novo tema com um videoclipe realizado por Mimi Sá Coutinho, com conceito e edição da própria cantora, e com o patrocínio da marca Tezenis.
Ainda sobre a produção de “Eu Disse Adeus” Rita Ventura acrescenta: “O Agir já seguia o meu trabalho antes e num dos nossos encontros convidei-o para produzir o meu segundo single “Eu Disse Adeus”. Sem perder a minha identidade acústica, quis desafiar-me a explorar o “universo” da produção eletrónica. O Agir entendeu não só o que a música precisava, mas entendeu-me também a mim e encontrou o ambiente perfeito destas duas sonoridades.”.
O EP de estreia tem lançamento marcado para 2024.
SOBRE RITA VENTURA
Rita Ventura nasceu no Porto em 1994 numa família de músicos. Influenciada pelo fado, cantado pelo seu avô ao jazz tocado pelos seus pais, confrontou-se desde sempre com uma aptidão natural e inata para a música.
Em 2000 tem a sua primeira aparição no Festival de Marco de Canaveses, onde participa com a sua primeira canção original, e arrecada, com seis anos, o prémio de melhor intérprete. Segue o seu percurso na música e apaixonada pelas artes, licencia-se anos mais tarde em Comunicação Audiovisual na ESMAE.
Em 2012 decide dedicar-se à música de forma profissional e cria a sua primeira banda de versões “Andor Violeta”. O projeto ganha projeção em 2020 quando são convidados a participar no programa “The Voice”. Dois anos depois, assume-se como compositora e ao contactar com João André, produtor, inicia a gravação do seu primeiro EP de originais. Lança os seus primeiros originais, “Porque Foste?” e o agora “Eu Disse Adeus”, e desde então continua a escrever e a ultimar o esperado disco.
Prazeres Interrompidos #203: The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)
Prazeres Interrompidos #203: The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Autor: Octávio Nuno
The House on Mango Street – Sandra Cisneros (1984)
Acclaimed by critics, beloved by readers of all ages, taught everywhere from inner-city grade schools to universities across the country, and translated all over the world, The House on Mango Street is the remarkable story of Esperanza Cordero.
Told in a series of vignettes – sometimes heartbreaking, sometimes deeply joyous–it is the story of a young Latina girl growing up in Chicago, inventing for herself who and what she will become. Few other books in our time have touched so many readers.
Os Kumpania Algazarra estão de volta com um novo disco, que dá o mote para as celebrações dos seus 20 anos de carreira, que se assinalam em 2024.
Histórias e Raízes é o décimo disco do coletivo Kumpania Algazarra e é um álbum que conta diversas histórias, algumas comuns a todos nós, outras vividas pela banda ao longo da sua já preenchida carreira.
Este novo disco está também ligado às “nossas” raízes, no sentido multicultural do termo. Os temas mostram que não há barreiras para os Kumpania Algazarra, que viajam entre o tradicional e o hip hop, o fado e a música popular, o balkan e o rock, sem nunca abdicar do cunho particular que os caracteriza.
Histórias e Raízes conta com a participação de vários convidados, que representam uma diversidade sonora, como o rapper do Zimbabué, Synik, JP Simões, Célia Ramos, Estraca e Jaqueline Carvalho nas vozes, Tiago Morna na guitarra portuguesa, Rui Carvalho nas vozes e acordeão, Carlos Godinho na guitarra, Marcelo Almeida na gaita de foles, Nuno Salvado no acordeão, o sérvio Dejvid Bajramovic e o macedônio Isidor Zecirovic nos trompetes. Esta mescla de participações resulta num disco multicultural que assinala a maturidade de uma banda com 20 anos de história.
Os concertos de apresentação do novo álbum Histórias e Raízes arrancam na Finlândia, onde nos dias 20 e 21 de Outubro a banda marca presença no Oktoberfest, que se realiza em duas cidades diferentes. Em Portugal, a estreia do álbum ao vivo acontece em Lisboa, a partir das 22h do dia 26 de outubro, no B.Leza e os bilhetes podem ser comprados aqui.
O concerto de dia 26 de Outubro no B.Leza irá contar com diversos convidados: Synik Jaqueline Carvalho, ESTRACA, Tiago Morna (guitarra portuguesa) e Gil Gonçalves (tuba). A festa continua depois do concerto com os DJ Sets de Selecta Alice e El Gadze.
Os Kumpania Algazarra são uma das bandas portuguesas mais festivas, seja em palco ou nas ruas. Já viajaram várias vezes pelo mundo e o seu trabalho é representativo dessas vivências. A sua formação eclética reflete-se na sonoridade que lhes é tão própria. Acima de tudo, o coletivo Algazarra é conhecido pela energia inesgotável e contagiante em que se envolvem nos seus concertos, partilhando sempre as suas mensagens em modo de celebração.
A tour que agora começa com o lançamento de Histórias e Raízes assinala os 20 anos de carreira dos Kumpania Algazarra, que prometem continuar a criar histórias em inevitáveis regressos e novos encontros!
Bri – Normal (2023) (single)
Bri – Normal (2023) (single) ID
BRI INSPIRA-SE EM ANOTHER ANGELO PARA O NOVO SINGLE ‘NORMAL’
‘Normal’ é o novo single de Brienne Keller, cantora e atriz que se apresenta no meio musical simplesmente como Bri. O tema é inspirado no poema com o mesmo nome da autoria de Another Angelo, o aclamado ilustrador e criador português. ‘Normal’ tem como propósito alertar para a temática da saúde mental e de que não há nada de errado nos dias menos bons, pelo contrário: é ‘normal’. A canção é lançada em todas as plataformas digitais no Dia Mundial da Saúde Mental (10 de outubro). ”Este tema foi criado na tentativa de normalizar os dias menos bons, a depressão e a ansiedade. Traz a mensagem de que está tudo bem em termos um dia mais cinzento, em que estamos mais tristes e ansiosos, que temos que assumi-los e vivê-los na sua totalidade. Escrevi-o num dia em que acordei triste e, depois de ler um dos poemas do Another Angelo, o ‘Normal’ nasceu de forma quase terapêutica”, revela Bri. Com melodia coescrita pela artista com o músico e também ator Afonso Lagarto, a canção foi produzida por Francisco Cardoso e conta com a colaboração de Twins nas teclas, captação, mistura e masterização. ‘Normal’ apresenta-se com um vídeo animado por Madalena Monteiro.
Nas palavras de Bri, “eu sabia que queria um visual leve para equilibrar a ‘escuridão’ do tema, quase como uma abordagem inocente sobre uma coisa tão pesada como a depressão. Quando conheci o trabalho da Madalena Monteiro soube que iria ser uma colaboração muito feliz. Durante quase um ano fomos trabalhando com muita calma e explorando o caminho da personagem e, com a ajuda do Alexandre Braga da agência criativa Base, chegámos a este filme bonito”.‘Normal’ levanta o véu sobre as próximas composições de Bri, todas escritas pela própria e musicadas com Afonso Lagarto. A artista explora um universo baseado em memórias e histórias do seu imaginário e em temas como amor, perda, família, relacionamentos, medos, entre outros.Este sábado, dia 14 de outubro, Bri atua na cerimónia de comemoração dos 45 anos da SOS Voz Amiga, linha de prevenção e apoio emocional que ajuda pessoas em situações de solidão, ansiedade, depressão ou risco de suicídio. Durante o evento, que decorre na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, a cantora vai interpretar o novo single ‘Normal’. Mais informações sobre a associação SOS Voz Amiga e o apoio que presta podem ser encontradas no site oficial, em www.sosvozamiga.org
Sophia – Forma (2023) (single) ID
Sophia – Forma (2023) (single)
SOPHIA DISPONIBILIZA EP DE ESTREIA “MELANCHOLIA” E ANUNCIA CONCERTO DE APRESENTAÇÃO
‘Forma’ é o terceiro single de SOPHIA e sucede a ‘Peito Aberto’ e à faixa-título, lançada no início de setembro. “MELANCHOLIA”, o EP de estreia de SOPHIA, está disponível em todas as plataformas de streaming e é apresentado ao vivo, a 3 de novembro, no Plano B, no Porto.
A cantora, compositora e atriz SOPHIA edita esta sexta-feira o EP de estreia “MELANCHOLIA”. Fruto da colaboração com o produtor FOQUE, este lançamento assume a melancolia como um processo catártico de aceitação que nos torna mais conscientes de nós próprios na relação com o mundo.
“Este projeto é um exercício musical a partir de um estado melancólico que me transportou para uma experiência de interioridade. A premissa foi cuidar de um empoderamento do estado melancólico e das suas contradições subjetivas, como se fosse um instrumento para compreender melhor a minha participação no mundo”, conta SOPHIA.
“MELANCHOLIA” marca uma nova era da expressividade artística de SOPHIA, numa fusão entre a música tradicional, a eletrónica e a componente coral, ligada à sua formação em música clássica. As canções surgem, nas suas palavras, como provas de que os “assuntos que mais nos paralisam podem ser aqueles que mais nos libertam”.
O EP de estreia de SOPHIA apresenta também o novo single ‘Forma’. Com música e letra da autoria da artista e produção a cargo de FOQUE, ‘Forma’ é um tema sobre a indecisão do caminho a seguir no final de uma relação.
“‘Forma’ materializa a indecisão como um estado bruto. A música procura dar forma à indecisão que descreve um término amoroso entre duas pessoas que não se reconhecem uma sem a outra, mas que precisam de avançar sozinhas”, afirma SOPHIA.
O novo single apresenta-se com um videoclipe realizado por ALEXANDRA DE ALMEIDA, cujo conceito segue a narrativa da canção, espelhando o sentimento de indecisão e, também, a frustração por não conseguirmos que o outro se sinta como nós sentimos.
“A experiência visual de ‘Forma’ propõe uma ficção de intimidade partilhada entre uma figura que analisa, repensa, projeta uma relação e o seu desprendimento. A casa a céu aberto é um símbolo de um impasse emocional que não nos permite, muitas vezes, ver-nos de fora ou nos resgatar-nos de nós próprios. As figuras sem nome representam as pessoas que procuram ajudar-nos. Por mais certo e normal este processo de ajuda de quem está de fora, há sempre uma frustração de não conseguir fazer o outro sentir o mesmo que nós. O videoclipe procura expressar essa sensação óbvia”, revela a cantora.