Coastel – Ver – Te Assim (2023) (single)

Coastel – Ver – Te Assim (2023) (single)

COASTEL ESTREIA-SE EM PORTUGUÊS COM O SINGLE ‘VER-TE ASSIM’

Coastel lança hoje o primeiro single em português, intitulado ‘Ver-te assim’, já disponível em todas as plataformas de streaming. Escrito pelo cantor e compositor, o tema foi produzido por Johnny Barbosa, com quem o artista já tinha colaborado no seu primeiro EP.
“Esta canção surgiu de forma muito natural. Descrevi um sentimento que é comum a muitas relações, a desilusão e até a humilhação, que advém de passar anos com alguém que sempre mostrou quem era, mas nós decidimos ignorar essa realidade e criar uma fantasia na nossa cabeça sobre essa pessoa”, confessa Coastel. “Quisemos retratar ao máximo a genuinidade da música. Gravámos o videoclipe num estúdio com um foco de luz, sem adereços nem distrações e penso que acabou por dar um toque bastante natural e sentimental à música e à forma como eu a cantei e deu à letra e harmonia uma essência honesta e crua”, revela o cantautor sobre o visual realizado por Henrique Guerreiro.

O novo tema foi apresentado pela primeira vez na estreia de Coastel na edição deste ano do NOS Alive, no Palco Coreto, com um concerto em formato acústico. ‘Ver-te assim’ marca o início de uma nova etapa na carreira do músico, com mais canções apenas em português e um EP, a editar em breve.
“Gosto sempre de pensar em trabalhos artísticos a longo prazo e este não é exceção. Planeio lançar mais um single e culminar isto tudo num EP com todas as músicas em português. Há cerca de 3 anos comecei a ouvir muito mais música portuguesa e desde aí que tenho este objetivo. Fico muito feliz por ter tudo o que preciso neste momento para tornar este sonho numa realidade”, afirma Coastel.
As novas canções sucedem aos singles ‘Evergreen’ e ‘I hate love songs’, incluídos no EP de estreia editado em 2021, “Back in ‘01”, que contabiliza mais de 100 mil streams no Spotify.

Músico, cantor e compositor, Coastel descobriu a paixão pela guitarra elétrica e acústica quando tinha apenas 10 anos. Começou a cantar para se acompanhar à guitarra e foi aí que descobriu o gosto pela composição.

Em 2022 concorre ao The Voice Portugal e conquista todos os mentores na Prova Cega. Integra a equipa de Dino D’Santiago e surpreende o público com a sua interpretação e versões singulares de grandes êxitos. A cada apresentação impressionou mentores e o país, chegando à final do programa com versões únicas e improváveis de temas como ‘Vestido Azul’, da novela “Floribella”, ‘A Minha Casinha’ dos Xutos & Pontapés ou ‘Sobe, Sobe, Balão Sobe’, de Manuela Bravo.

Com o cinema e a literatura como grandes inspirações, Coastel constrói a sua identidade artística e sonora através de referências musicais distintas como Eric Clapton, Bon Iver, MARO – com quem partilhou o palco na final do The Voice Portugal – ou Miguel Araújo.

Mia Benita – Separar (2023) (single)

Mia Benita – Separar (2023) (single)

Sou a Mia Benita, tenho 15 anos, de Lisboa, sou cantautora, escrevo música em português e inglês. Invisto muito do meu tempo livre, a aprender cada vez mais sobre música, estudo canto desde os 8 anos, música e piano desde há 3 anos, guitarra elétrica recentemente.

Fui a finalista do CARLÃO, no The Voice Kids 2021, RTP 1, uma experiência marcante que me motivou ainda mais para perseguir o meu sonho, adoro estar em palco e cantar, quero seguir esta profissão no futuro !

O videoclipe da “SEPARAR”, disponível no YouTube, foi filmado de norte a sul e ilhas de Portugal  temos um país maravilhoso e as imagens mostram muitos locais lindos e que poucos conhecem de certeza. 

Muito obrigada !

LuizGa E Edgar Valente – AIÊ (2023) (álbum) ID

LuizGa E Edgar Valente – Exu (2023) (single)

Uma oferenda para o infinito

No dia 13 de outubro, “AIÊ”, álbum que congrega as poéticas do brasileiro LuizGa e do português Edgar Valente, sob produção musical de Guilherme Kastrup, estará disponível em todas as plataformas digitais (em novembro, disponível também em LP e CD). O lançamento, que acontece pelo selo alemão Ajabu!, expõe a rica parceria do duo, numa obra que passeia por cânticos, ‘rezos’, mandingas e temas instrumentais.

AIÊ: sua genealogia

Na mitologia Yorùbá a palavra Àiyé (ou Ayé) designa o “mundo terrestre” ou “mundo dos vivos”: um mundo onde acontecem os encontros físicos e a presença é celebrada, onde a invenção e o improviso engendram a vida e a sua mágica. Logo, é onde a música e a palavra carregam poder, e são capazes de abrir portais para o contato com o mundo espiritual, o Òrun. A reunião de LuizGa (alter ego de Luiz Gabriel Lopes) e Edgar Valente projeta-se como elogio a essa cosmogonia, iluminando delicadamente sua beleza, seus mistérios, sua complexidade e seus ensinamentos. A multiculturalidade instituída pelas diásporas luso-falantes é objeto central da pesquisa apresentada aqui – claro, reconhecendo a crueldade trágica que envolveu toda a travessia transatlântica ao fundar a modernidade ocidental. Esta obra, porém, faz a escolha de recolher os tesouros, como que pequenas conchas, as filigranas que segredam o poder transformador desses povos: a alquimia da colaboração; a superação pela festa; a costura de sons, sempre trançando novidades, algo que inventa as línguas; o feitiço do tambor e o tamborilar da voz. Aqui, Brasil e Portugal, o Atlântico e África, os territórios em transformação, tudo já não é só o seu passado. Suas ancestralidades, no entanto, são a promessa da existência do futuro. Uma oferenda para o infinito.

1 Álbum 100 Palavras #12 – Zakir Hussain – Making Music (1987)

1 Álbum 100 Palavras #12 – Zakir Hussain – Making Music (1987)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Zakir Hussein, tablista, é um dos grandes intérpretes da música tradicional indiana. Filho de Alla Rahka, um dos grandes protagonistas deste instrumento, que colaborou com Ravi Shankar, neste álbum é acompanhado por Hari Prasad Chaurasia (flautas), John McLaughlin (guitarras), Jan Garbarek (sax). Este álbum gravado pela ECM em 1986, representa um fascinante encontro entre a musicalidade oriental e ocidental. Neste género musical, a tabla além do acompanhamento, assume um papel de protagonismo. Numa atmosfera de quietude, os quatro músicos amostram o seu virtuosismo, contribuindo para criar momentos de rara beleza. As composições são quase todas assinadas por Hussein. Boa escuta!”

https://www.discogs.com/release/941419-Zakir-Hussain-Making-Music

Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II – Maurice Isserman (2019)

Prazeres Interrompidos #202: The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors – Maurice Isserman (2019)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Autor: Octávio Nuno

The Winter Army: The World War II Odyssey of the 10th Mountain Division, America’s Elite Alpine Warriors (2019)

The epic story of the U.S. Army’s 10th Mountain Division, whose elite soldiers broke the last line of German defenses in Italy’s mountains in 1945, spearheading the Allied advance to the Alps and final victory.

At the start of World War II, the US Army had two cavalry divisions—and no mountain troops. The German Wehrmacht, in contrast, had many well-trained and battle-hardened mountain divisions, some of whom by 1943 blocked the Allied advance in the Italian campaign. Starting from scratch, the US Army developed a unique military fighting force, the 10th Mountain Division, drawn from the ranks of civilian skiers, mountaineers, and others with outdoor experience. The resulting mix of Ivy League students, park rangers, Olympic skiers, and European refugees formed the first specialized alpine fighting force in US history. By the time it deployed to Italy at the beginning of 1945, this ragtag group had coalesced into a tight-knit unit. In the months that followed, at a terrible cost, they spearheaded the Allied drive in Italy to final victory.

Ranging from the ski slopes of Colorado to the towering cliffs of the Italian Alps, The Winter Army is a saga of an unlikely band of soldiers forged in the heat of combat into a brotherhood whose legacy lives on in US mountain fighters to this day.

Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)

Chong Kwong – Queen Size (2023) (single)

PRESS RELEASE:

CHONG KWONG ESTÁ DE VOLTA COM O SINGLE ‘QUEEN SIZE’

A rapper Chong Kwong lança o novo single ‘Queen Size’. A canção é um hino rap que glorifica a rainha que existe em cada mulher, de todas as culturas, origens, tamanhos, formas e cores e as suas identidades que merecem ser celebradas, destacando a sua diversidade, singularidade, criatividade  e força e o fato de serem muito mais do que apenas a sua herança genética. Esta é a primeira canção da rapper a ser editada, após um hiato pós-pandemia.

“A música é uma homenagem, uma ode às mulheres de todas as cores, formas, tamanhos e talentos, mas é mais do que género. Este é o momento da comunidade e da irmandade. Por cada mulher que exaltas e apoias, acrescentas uma pedra preciosa à tua coroa. Lembra-te disso”, afirma Chong Kwong’. “Comecei a compor esta música numa sexta-feira, depois de pagar todas as minhas contas e a sentir-me realizada, confiante e independente, e antes de sair com as amigas para comemorar e esquecer tudo o resto. Essa é a energia que se pode sentir em ‘Queen Size’”, acrescentou a artista.

O novo tema chega com um videoclipe que conta com a participação de mulheres de várias origens, identidades e culturas, criando com orgulho e independência o seu legado nas indústrias criativas. Para dar vida a esta mensagem e a ‘Queen Size’, a componente visual foi realizada por Leonor Patrocínio, que construiu uma equipa só de mulheres para a execução do vídeo. Ao fazer este esforço, a Chong Kwong junta-se a um número crescente de mulheres artistas em Portugal que se associam intencionalmente a outras mulheres, promovendo a diversidade e a comunidade, num universo tradicionalmente dominado por homens.

“A diversidade é muito importante para mim. Queria ter a certeza de que estava a representar a minha comunidade e trabalhei em estreita colaboração com a Leonor para garantir que isso acontecia. A intenção no convite a estas mulheres para participar no vídeo foi sem dúvida elevar outras mulheres na indústria, eliminar a concorrência prejudicial e criar vínculos saudáveis. A experiência de reunir tantas mulheres talentosas num espaço seguro para a auto expressão foi única, incrível e fora de série. A energia era naturalmente edificante; não havia insegurança nem competitividade”, referiu Chong Kwong sobre a gravação do videoclipe.

A realizadora Leonor Patrocínio acrescenta que “no mundo audiovisual, no cinema e, mais amplamente, na vida, as mulheres desempenham apenas um papel num sistema maior construído pelos homens. Como realizadora e mulher, nunca tinha sentido uma energia tão poderosa proveniente do facto de as mulheres serem o que são sem regras. É a isso que esta música e este vídeo dão vida”.

O regresso de Chong Kwong com ‘Queen Size’ antecipa uma evolução da sonoridade única da artista, que trabalha para incorporar mais elementos das culturas que integram a sua genética Afro-Asiática mista. Este novo single sucede a ‘High’ e ‘Lisboa Que Amanhece’, de 2022, uma colaboração com EU.CLIDES, Eva Rapdiva e DJ Ride que integra “SG Gigante”, uma coletânea lançada em homenagem ao aclamado cantor e compositor Sérgio Godinho.

SOBRE A CHONG KWONG:

Chong Kwong cresceu em Portugal, rodeada de ritmo e música, sem nunca perder a ligação às origens em Moçambique, Cabo Verde, São Tome e Príncipe, China e Timor. Deu início à sua carreira musical em 2019, com o lançamento independente do single homónimo, que contribuiu para que se afirmasse como uma das mais promissoras artistas da cena rap. No mesmo ano editou ‘Não Te Convidei’, canção sobre a importância da independência, foco, determinação e atitude, que nos podem levar onde quisermos apesar de existir sempre quem nos queira desviar do nosso caminho. Com apenas duas músicas lançadas atuou em festivais como o NOS Alive e MEO Sudoeste e deu vários concertos em Lisboa.
Em 2020 lança o single ‘Salute’, sobre valores como lealdade, confiança e respeito, ao qual se segue ‘Lótus’, no qual fala sobre uma relação tóxica e como foi superá-la. No ano seguinte Chong Kwong mostra toda a sua vulnerabilidade em ‘Bambu’, relatando ao pormenor a sua infância e relação com os pais. Em 2022 edita ‘High’ e ‘Vilã’, ambos produzidos por DJ Ride. No mesmo ano integrou o leque de artistas convidados a homenagear o músico Sérgio Godinho, no disco SG Gigante, em que participaram Dino D’Santiago, Sara Correia, EU.CLIDES, Eva RapDiva, Capicua, Branko e Jimmy P, entre outros.  

Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)

Francisco Mascarenhas – Procura Por Mim (2023) (single)

“Procura por mim”, que traz uma sonoridade Pop Punk, foi escrita por Francisco e composta pelo próprio em conjunto com o produtor Francisco Marques, responsável pela gravação, mistura e masterização do tema, materializa a insegurança, a revolta e a ansiedade. “Esta canção foi escrita em dois momentos diferentes da minha vida o que faz com haja uma dinâmica interessante entre as duas partes que a compõem. Escrevi-a também para retratar e materializar a minha ansiedade e a forma como a minha vida é, de alguma maneira, regida à volta dela. Ao escrevê-la notei que a minha razão de ser inseguro era uma espécie de ciclo vicioso que oscilava entre o medo de perder algo que gosto por ser inseguro e ser inseguro por ter medo de perder algo que gosto sendo este o sentimento presente do início, até ao fim”, revela o artista.

Links úteis
Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/4QYqoFuYQuOiKFYNj3GkkS
Instagram: https://www.instagram.com/francisco_mascarenhas/
Tik Tok: https://www.tiktok.com/@francisco_mascarenhas1/
Youtube: https://www.youtube.com/@FranciscoMascarenhasMusic

SLR – No Time To Cry (2023) (single)

SLR – No Time To Cry (2023) (single) ID

NO TIME TO CRY

Composer and Lyricist: Bruno Moreira,  Luís Água e Rui Paiva

Producer: RIVA

Mixer and Mastering engineer: Vítor Carraca Teixeira

Data de lançamento: 15 de setembro 2023

BIOGRAFIA

Os SLR são uma banda com sonoridade Pop eletrónica e um toque R&B. O duo é composto por Bruno Moreira e Luís Água, ambos naturais do norte do país. Iniciaram o seu percurso em 2018 com o single If you leave me, que captou a atenção dos media nacionais e internacionais. Em 2022 lançaram o EP de estreia, Losing, que abriu a conversa sobre o cuidado pela saúde mental. Agora, voltam aos lançamentos com o tema No Time To Cry que nos traz uma nova energia mais dançável e contagiante. 

MÚSICA

No Time To Cry escrita pelos dois membros da banda e o produtor RIVA, traz consigo uma energia renovada aos artistas de Losing. Com um refrão dançável e contagiante, NTTC torna-se um hino para a nova geração habituada a mais dias difíceis do que fáceis. Sem tempo para chorar os SLR propõe-se  a por todas as pessoas a dançar celebrando o dia-a-dia.

Com este single os SLR preparam-nos para o seu segundo EP com lançamento previsto para o início de 2024.

VÍDEO

Para o vídeo do single NTTC os SLR juntam-se a Ana Viotti, realizadora emergente portuguesa, para criar o seu vídeo mais rebelde e colorido até ao momento, num mundo cor de laranja e carregado de referências da cultura pop dos anos 2000.

Cheios de movimento, os SLR juntam-se às pessoas com quem se cruzam e transformam a cidade num espaço para sorrir, reescrevendo o legado triste da Losing com a impulsividade do graffiti e uma cara sorridente. Mostrando o que podemos esperar quando nos cruzarmos ao vivo, os SLR, fazem o público da sua ficção transpirar numa atuação underground e improvisada. Com um refrão sonante NTTC quer levar a euforia do vídeo para a realidade. 

LETRA

I got no time to cry

I got no time to cry

I’ve been crying

but I’m over it

Can’t deny 

I’m near to quit

I’m slowly dying, but it’s ok

I’m not immortal anyway

Are we crying?

I’m done with it

Don’t wanna explain why it’s time to quit

We’re slowly dying, but it’s ok

we’re not immortal anyway 

There’s no hope for me

Happy is all we can be

There’s no hope in me

And that is all!

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry I swamped my house 

But didn’t die

I crashed my car

And I don’t know why

I’m driving through the night

And I just can’t stop laughing

There’s no hope for me 

Happy is all we can be 

There’s no hope in me

And that is all!

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry

Now I can’t find

Time to be sad

Time to be mad

No more to be said

There’s no time to cry

I got no time

no time to cry

I got no time to cry

(don’t you know that)

I ain’t got no time

no time to cry

no time to cry

Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID

Dela Marmy – Acaso Feat Sopa De Pedra (2023) (single) ID

DELA MARMY REVELA UMA NOVA PELE COM “ACASO”

ARTISTA REGRESSA ÀS EDIÇÕES COM NOVO SINGLE E APRESENTA-SE PELA PRIMEIRA VEZ EM PORTUGUÊS COM ÁLBUM A EDITAR EM 2024

“Acaso” é o novo single que traz de volta Dela Marmy a estúdio e que pode ser conhecido a partir de hoje em todas as plataformas digitais, com videoclipe oficial no YouTube, realizado por Nuno Miranda. Depois da edição de dois EPs (2019 e 2020), pode-se dizer que a canção que antecipa o lançamento do seu primeiro longa-duração dá conta de se estar perante uma nova Dela Marmy, cantando em português pela primeira vez.

Mais intimista e despojada do que nunca, parte de um corpo poético, cru, subjectivo, empático e político, abordando temas que falam essencialmente sobre amor, dor, procura, pensamento individual e, por consequência, colectivo, em clara resistência ao superficial, ao individualismo, ao alheamento e à ignorância, circunstâncias demasiado evidentes nos dias de agora.

Com uma sonoridade envolvente, que une elementos electrónicos e acústicos circundando a sua voz voluptuosa, Dela Marmy transporta quem a ouve para um território onde imaginação(ou irreal) e realidade não são passíveis de serem dissociados. Em “Acaso” não se apresenta só e a acompanhá-la está o coro polifónico Sopa de Pedra, assim como o produtor João Correia (Tape Junk), com quem se encontra a trabalhar no álbum a editar.

Dela Marmy explica que “desejo tornar transparente para o outro a minha forma, tão frágil quanto ousada, de sentir, pensar e agir sobre o mundo, e que é tão somente uma entre tantas. Escrevi esta canção porque quero celebrar os acontecimentos (aparentemente) inesperados que nos enlaçam e nos mudam o ‘plano {im}perfeito da vida’. Para tal, sublimando a continuidade do tempo, o fulgor do som colectivo, a delicadeza da perda assim como do desprendimento, a natureza que sempre acontece – haja o que houver – e os sonhos, esses escudos indefectíveis que vão resistindo para nos manterem vivos e despertos. Um enlace-alento individual e universal que, porventura, nos lembrará do brilho, ou até o devolverá”.

Sobre o vídeo, Nuno Miranda conta que “assistimos ao alter ego Dela Marmy em diálogo com os mais simples ou complexos estados emotivos, num momento de completa vulnerabilidade. Este filme faz jus ao acto de transfiguração da melancolia e de transformação do próprio processo criativo, desaguando num renascimento narrativo e visual”.

Depois de ter integrado a banda The Happy Mess, nos sintetizadores e voz, entre 2011 e 2017, Joana Sequeira Duarte lançou-se num percurso a solo, estreando-se com o nome Dela Marmy em 2019, desenvolvendo a partir daí uma música onde a pop mais sonhadora coabitava com influências do rock ou folk mais alternativos, ao mesmo tempo que, em palco, as canções ganhavam cor, volume e um corpo feminino performativo, ou não tivesse ela estado ligada à dança durante muitos anos. Dança aliás como canta, misto de delicadeza, encanto e verdade. Nada é um acaso.

Estória, Realização e Produção de Boaventura | Art Studio
Agradecimento – Rosa Vaz

Escrito por Dela Marmy
Voz // Dela Marmy


Produzido e gravado por João Correia


Misturado e masterizado por Tiago de Sousa

Gravação adicional de sintetizadores e teclados por António Vasconcelos Dias e João Correia

Colaboração musical no arranjo de vozes, Inês Campos e Mariana Gil

Participação especial – Sopa de Pedra {Inês Campos, Maria Vasquez, Mariana Gil, Rita Campos Costa}

João Correia – Arranjo, bateria, baixo, percussão, teclados e coros

António Vasconcelos Dias – Teclados e sintetizadores

Artwork

Alípio Padilha – Fotografia
 Boaventura | Art Studio – Design

Apoio
Sociedade Portuguesa de Autores

© ℗ KPRecords*KillPerfection

Reino Da Fruta – Ganso Preto (2023) (Single)

REINO DA FRUTA – SESSÃO PROMOCIONAL

Reino Da Fruta – Ganso Preto (2023) (Single)

“Ganso Preto” marca a estreia de Reino da Fruta

Uma salada de frutas de sintetizadores de vários sabores, polvilhada de guitarras e baixos funky em calda de beats, é o mote para Reino da Fruta, uma banda de synthpop que dança entre o electro e o house, o disco e o pop, e uma iguaria de Lisboa que começou a ser imaginada e confecionada em 2022 por João Abelaira Nascimento, aka Doctor Mabooze, músico e produtor com participações em projetos como: Pongo, Niki Moss, Sequin, JP Simões, Melquiades, quartoquarto, André Henriques – e Gonçalo Costa, vocalista, guitarrista e mentor de Sevilla Red.

Com influências bastante características da eletrónica francesa, como Daft Punk e Justice, ou do R’n’B e Funk, como Tim Maia e Louis Cole, Black Sabbath e Late of the Pier, Reino da Fruta apresentam-se como uma distinta mistura de diferentes aromas.

“A ser servida antes, durante ou após a refeição”, a mais recente banda do panorama musical português estreia-se com o single “Ganso Preto”, um tema que fala da Teoria do Cisne Negro, de Nassim Nicholas Taleb: “O viés psicológico que leva uma pessoa individualmente ou coletivamente a não ver ou não querer ver a importância decisiva de determinado evento (raro) no desenrolar da história”.

Este single chega-nos também em antecipação ao primeiro EP homónimo da banda, produzido com a ajuda de Filipe Paes (Sequin, Whosputo) e masterizado por Luís Lucena, com data de edição agendada para fevereiro de 2024.

A faixa “Ganso Preto” e o videoclipe que a acompanha, realizado e editado por Inês Matias, estarão disponíveis a partir deste dia, 13 de outubro, em todas as plataformas digitais.

Afeganistão – Entrevista Ustad Fazel Sapand #4 – Rubab (13/07/23)

Afeganistão – Entrevista Ustad Fazel Sapand #4 – Rubab (13/07/23)

Fazel veio para o estúdio da Rádio Olisipo para contar um pouco sobre a sua história e sobre a sua cultura. Oriundo de Herat (Afeganistão), estudou em Kabul e hoje reside em Lisboa, onde atua como músico e professor.

Durante a entrevista Fazel, mostra o Rubab (instrumento afegão), explica as características do instrumento e canta algumas peças clássicas.

Fazel está disponível para dar aulas de vários instrumentos ligados à música clássica indiana: sitar, rubab, tablas, harmonium entre outros.

Esta entrevista foi realizada no estudio da Radio Olisipo no Largo Residências, Lisboa 11/07/23.

Boa escuta!

Ela Li – Coisa Boa (2023) (single) ID

Ela Li – Coisa Boa (2023) (single) ID

ELA LI EDITA “COISA BOA” SEGUNDO SINGLE DE AVANÇO DO DISCO DE ESTREIA

ARTISTA APRESENTA AO VIVO O NOVO ÁLBUM DIA 24 DE NOVEMBRO NO FESTIVAL SUPER BOCK EM STOCK

A cantora, compositora e cineasta lisboeta, ela li edita hoje “Coisa Boa”, o segundo single de avanço do álbum de estreia a ser editado no primeiro trimestre de 2024. A nova canção tem vídeo oficial disponível a partir de hoje no YouTube e amanhã já poderá ser escutado em todas as plataformas de streaming.

ela li estreia-se em nome próprio após anos a percorrer os maiores palcos do País (cantando em projetos tão diversos como Mirror People, Maria Reis ou Flak) e de uma passagem pelo Festival da Canção 2019, sob o nome Ela Limão. A nova faixa sucede a “Choradeira”, cujo teledisco foi nomeado para os Berlin Commercial Awards, tema que serviu de cartão de visita daquele que será o primeiro trabalho discográfico da artista, sendo também a canção que lhe dá nome.

Nas palavras da artista, “às vezes deixo-me assoberbar por sentimentos que me deixam estagnada, como se estivesse atrás de um muro, e tenho de fazer um exercício interior para tentar ultrapassar. Esta música representa toda esta luta interior. Carrego em mim a responsabilidade de eu própria bater o pé, decidir uma direção a seguir e aprender a ser devagar, como diz a canção.

Com o lançamento de “Coisa Boa”, a artista anuncia também o seu primeiro concerto enquanto ela li, que servirá como apresentação oficial do álbum “Choradeira”, no festival Super Bock em Stock, dia 24 de novembro.