Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
DAVID BINNEY – Our Place
AYANDA SIKADE – Mdantsane
MANKUNKU QUARTET – Yakhal’ Inkomo
DUKE ELLINGTON – I’m Beginning to See the Light
WES MONTGOMERY – Four On Six
ROY ELDRIDGE – I Only Have Eyes for You
FRANCO D’ANDREA & GIANLUIGI TROVESI – C’era una strega – c’era una fata
TINO TRACANNA – Misterioso
DON PULLEN – Ah, George, We Hardly Knew Ya
1 Álbum 100 Palavras #10 – The Specials – Too Much Too Young (1979)
1 Álbum 100 Palavras #10 – The Specials – Too Much Too Young (1979)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
The Specials – Too Much Too Young (1979)
“No final da década de 1970, explode o ritmo ska que mistura elementos da música jamaicana com a new wave. The Specials, referência deste género, contribuíram para a fundação da label símbolo do fenómeno ska, a Two Tone Records. O ska inglês difere do mais antigo e relaxado ska jamaicano, casa-se com o punk: a banda participou em inúmeros concertos dos The Clash, com a música de dança e torna-se porta-voz do jovem proletariado britânico. O disco, produzido por Elvis Costello, contém clássicos como Monkey Man e hits como A Message To You Rudy, Do The Dog, Rat Race, Ghost Town”.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #198: Catch 22 – Joseph Heller (2008)
Prazeres Interrompidos #198: Catch 22 – Joseph Heller (2008)
Catch-22 is a satirical war novel by American author Joseph Heller. He began writing it in 1953; the novel was first published in 1961. Often cited as one of the most significant novels of the twentieth century,[3] it uses a distinctive non-chronological third-person omniscient narration, describing events from the points of view of different characters. The separate storylines are out of sequence so the timeline develops along with the plot. The novel is set during World War II, from 1942 to 1944. It mainly follows the life of antihero Captain John Yossarian, a U.S. Army Air Forces B-25 bombardier. Most of the events in the book occur while the fictional 256th US Army Air Squadron is based on the island of Pianosa, in the Mediterranean Sea west of the Italian mainland, although it also includes episodes from basic training at Lowry Field in Colorado and Air Corps training at Santa Ana Army Air Base in California. The novel examines the absurdity of war and military life through the experiences of Yossarian and his cohorts, who attempt to maintain their sanity while fulfilling their service requirements so that they may return home. The book was made into a film adaptation in 1970, directed by Mike Nichols. In 1994, Heller published a sequel to the novel entitled Closing Time.
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
Albatroz – Ricardo Vignini & O Gajo (2023) (single) ID
TERRA LIVRE
ALBATROZ – Primeiro Single
Albatroz é o nome da maior ave marinha que consegue viajar grandes distâncias atravessando continentes e oceanos. É essa travessia que liga a Viola Campaniça do GAJO e a Viola Caipira de Ricardo Vignini. “Albatroz” é também o nome do primeiro single do álbum “Terra Livre” desta dupla Luso Brasileira. A parceria começou em 2022 através do convite d’O Gajo a Vignini para uma participação na faixa “Jangada” do seu álbum “Não Lugar”, a parceria deu certo e os músicos decidiram gravar um álbum inteiro juntos, com a previsão de lançamento para novembro de 2023. Os concertos de lançamento de “Terra Livre” irão acontecer em Dezembro no Brasil na cidade de São Paulo e em Fevereiro em Portugal na cidade de Lisboa.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #87
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #87
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
ILARIA CAPALBO – Beloved
ANDREW CYRILLE WILLIAM PARKER ENRICO RAVA – Overboard
JOHN COLTRANE – A Love Supreme Part II – Resolution
MTUME – Kamili
GARY BURTON & CHICK COREA – Bud Powell
GIL EVANS – Las Vegas Tango
GIANLUIGI TROVESI CESARE MARCHINI & FILARMONICA DI SAMPIERDARENA – Her Cab
CHICK WEBB – Stompin’ At The Savoy
JOE HENDERSON – Ask Me Now
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon – Na Feira (feat. Edu Mundo, Bruna Moreira) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #86
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #86
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
JORGE ROSSY – Maybe Tuesday
CRISTINA MAZZA – Snake Out
LENNIE TRISTANO – East Thirty-Second
LENNIE TRISTANO – These Foolish Things
MAHAVISNU ORCHESTRA WITH JOHN MCLAUGHLIN – Dawn
KEITH JARRETT – The Song is You
BENNY GOODMAN – Don’t Be That Way
QUINCY JONES – Peep-Freak Patrol Car
RAY CHARLES – In The Heat Of The Night
CECILE MCLORIN SALVANT – Visions
Italiani all’estero
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #85
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #85
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon – Domingo Não Estou (feat. Helena Neto) (2023) (single)
Fatspoon teve a típica génese de uma banda de amigos que partilhava o gosto por música instrumental (2018). No espaço de um ano, este trio duplicou-se e começou assim a aproximar-se da sua identidade atual, porém, esta formação acabou por fragmentar-se, o que transformou o processo criativo da banda. Este passou a ser mais conceptual, baseado nas maquetes compostas por Miguel Pinto (baixo). Posteriormente polidas na sala de ensaio por Gonçalo Palmas (teclado) e Zandré Dinis (bateria), foi complementado por Pedro Nadais (guitarra) e Tiago Pinto (guitarra) (2020).
Por influência de André Indiana (2021), que viria a ser o produtor do álbum, esta visão alargou passando a contemplar canções e letras. Desta necessidade nasce a sinergia com Edu Mundo (Fogo Fogo, Cordel), e da mesma forma se acolheu o contributo vocal da Helena Neto (Expensive Soul).
Esta base acabou por definir o processo de produção deste segundo álbum, que se dividiu em temas que individualmente pediam contribuições especificas. Foram beber à irreverência de David Bruno, ao tropicalismo de Tiago Nacarato, aos conceitos de Edu Mundo e à entrega de Jake Miagra. Da mesma maneira incorporamos a energia de Helena Neto, o timbre de Bruna Moreira e a perícia de Zé Nuno.
O álbum desenvolvido ao longo dos últimos dois anos é composto por oito faixas, sendo duas destas instrumentais. Para além das participações já mencionadas, conta ainda com um solo de Hammond de João Salcedo, um quarteto de cordas e uma secção de sopros composta por Samuel Silva, João Seco e João Sousa (Marta Ren).
No ano de 2020, a banda editou somente em formato fisico, um disco de música instrumental, “Mushgrooves”.
Neste momento, Agosto de 2023, conhecem-se quatro singles de Fatspoon. O primeiro, “James Jamon” foi lançado em 2020.
Já englobados no lançamento do novo disco “Pensei ser Sensei”, foram lançados “Erótico & Sensual” em colaboração com David Bruno, “Domingo não estou” com participação de Helena Neto nas vozes, e “Na Feira” com participação de Edu Mundo e Bruna Moreira.
Fatspoon trazem-nos assim o seu segundo longa duração, “Pensei ser Sensei” que sairá nos próximos meses.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #84
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #84
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Jim Snidero – Now’s the Time
Charles Lloyd & The Marvels – Dismal Swamp
Irreversibile Entanglements – Keys to Creation
Bheki Mseleku – Transcendence
Esperanza Spalding – Formwela 4
Costanza Alegiani – It Ain’t Me Babe
Arturo O’Farrill – Dreaming In Lions: How I Love
Chick Corea – In a Sentimental Mood
James Brandon Lewis – Archimedean
Floating Points, Pharoah Sanders, London Symphony Orchestra – Promises 1
Earl Hines & Paul Gonsalves – It Don’t Mean A Thing If It Ain’t Got That Swing!
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães – Espera (2023) (single) ID
Mariana Guimarães apresenta álbum de estreia “Alguém me leve” é revelado dia 6 de Outubro
género: fado, pop, cantautor, música do mundo
“Vou apresentar o meu álbum de estreia, ‘Alguém me leve’. Este disco foi chegando depois de um longo percurso a trabalhar em intervenção social e desenvolvimento pessoal que me levou a entregar-me por inteiro à arte como casa e como asas para explorar um mundo mais feliz. ‘Alguém me leve’ é uma viagem às entranhas da alma e do ser humano. Um abrir de uma gaveta que afinal é porta, seguir em frente e deixar que os sonhos nos levem pela mão. Sem limites de idade, as canções, com influências pop, música portuguesa e do mundo, dão sentido ao que parece não ter, agradecem, celebram, e despertam para a substância da vida.” – Mariana Guimarães
A anteceder a edição do álbum, no dia 29 de Setembro Mariana Guimarães dá a conhecer o single “Espera”. “Alguém me leve”
Ficha técnica Mariana Guimarães (letras, músicas, e voz); João Só e Suave (Contemplei, Espera, Fado Liberdade, Magia da Vida, Eu estou aqui, Alguém me leve: gravação, produção, instrumentos, mistura); Manel Ferreira (Do Mar para a Terra: composição, guitarras, coros, gravação e produção); Iúri Oliveira (Do Mar para a Terra: composição, percussão, coros, gravação, e produção); Paulo Lourenço (Do Mar para a Terra: mistura e masterização); John Jesus (Bora e Casa: gravação, produção, mistura e masterização no Rebirth Studio; Bora: guitarra, baixo, percussão; Casa: bateria, baixo, guitarra, teclas); Nuno Gabriel (Bora: piano), Kerry Edwards (Bora: bateria), Pedro de Faro (Casa: guitarra portuguesa), João Nero (Casa: congas); Loud Mastering (masterização do álbum)
Edição: 6 de Outubro 2023 Mariana Guimarães vai apresentar o disco ao vivo 28 Setembro, Biblioteca Operária Oeirense – “Para além do óbvio: pré-lançamento conversado do disco Alguém me leve” 14 Outubro, 17h00 | FNAC Almada 15 Outubro, 17h00 | FNAC Oeiras 21 Outubro, 17h00 | FNAC Vasco da Gama 22 Outubro, 17h00 | FNAC Alfragide 29 Outubro, 17h00 | FNAC Évora 26 Novembro, 18h00 | Teatro Ibérico em Lisboa
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #83
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #83
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.