Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)

Luísa Magrinho E Daniel Drake – Vemo – Nos Depois? (2023) (single)

“Vemo-nos Depois?” é a colaboração de Luísa Magrinho e Daniel Drake inspirada pelo encanto da cidade invicta

● “Vemo-nos Depois?” explora a essência do amor em cenários românticos no Porto através de um fio condutor entre a música e o cinema.
● Esta primeira colaboração faz parte do EP que a artista prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano.
Lisboa, 15 de setembro de 2023 — A cantora e compositora luso-brasileira, Luísa Magrinho, edita hoje o seu novo single “Vemo-nos depois?” em colaboração com o cantor e compositor Daniel Drake. Esta canção retrata a essência e vulnerabilidade do amor, numa jornada emocional que nos remete para os mais emblemáticos filmes de romance. Chegou esta sexta-feira, dia 15 de setembro, a todas as plataformas digitais e com estreia do videoclipe no Youtube no próximo dia 17 de setembro, já em contagem decrescente (link aqui).

Depois de ter editado o seu single de estreia “Fevereiro” e “Meu Bem”, no início deste ano, a artista traz este tema inspirado pelos cenários românticos e pitorescos do Porto. A canção desenvolve uma história de um encontro amoroso nas emblemáticas ruas da cidade.

“Queria que o conceito tivesse um fio condutor entre a música e o cinema. Pensei nas influências de filmes românticos inesquecíveis, como “Before Sunrise”, “La La Land” e “The Notebook”, quer seja através do storytelling da canção ou pelas referências de imagens no videoclipe”, refere Luísa Magrinho. O encontro dos dois protagonistas nas ruas vibrantes da cidade invicta, transporta-nos para um mundo onde cada cena é pautada pela emoção e conexão emocional, tal como acontece nas grandes telas do cinema.
A harmonia entre a sensibilidade musical de Luísa Magrinho e o estilo marcante de Daniel Drake resulta numa colaboração excecional. A composição é da autoria de ambos, produção musical de Treego e mistura e masterização por Momma T.

O público dos dois artistas tem demonstrado um grande entusiasmo por “Vemo-nos depois?” que promete tocar no coração dos ouvintes. Esta primeira colaboração faz parte do tão desejado EP que Luísa prepara-se para lançar já no último trimestre deste ano.
“Este projeto é o culminar de um trabalho de um ano e meio muito intenso. Começou bem lá atrás, na pandemia, mas foi depois de uma viagem ao Brasil que percebi que precisava de criar algo que fosse mais completo e profundo, que me permitisse colocar cá para fora tudo o que estava a sentir. Cada tema do EP define bem a passagem do tempo desde então, e quis utilizar as estações do ano como mote para marcar cada momento. Para esta canção em específico, associei o Outono por este representar a despedida de algo”, adianta a artista.

Acompanhe o trabalho de Luísa Magrinho através das suas redes sociais e das plataformas digitais de música.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #79

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #79

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Jan Lundgren – Autumn in New York

Jim Snidero – Autumn Leaves

Makaya McCraven – Sunset

Herbie Hancock – Dolphin Dance

Levitation orchestra – Delusion

Henry Threadgill – Come And Go

Dizzy Gillespie – My Man

Phil Woods – Quill

Dave Frishberg –  My Attorney Bernie

Lançamentos de Setembro 2023

A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Setembro 2023. Boa Escuta!

Playlist lançamentos Setembro 2023

01. Meta_ – Fuego Sagrado (2023) (single)

02. Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – Canas Soltas (2023) (single)

03. Gabrre – Race (2023) (single)

04. The Smoking Aliens – White Room (2023) (single)

05. Não Simão – Piquenique de Burguesas (2023) (single)

06. César Lacerda – Faz o Teu (2023) (álbum)

07. Bela Noia – Canção da lua (2023) (single)

08. Caostropi – Tempo (2023) (single)

09. Inês Monstro – Hipnose (2023) (single)

10. Peculiar – Chover (2023) (single)

11. Wildchains – Waterfall (2023) (single)

12. André Seravat – Fora da Lei (2023) (single)

13. Twin Carrots Army – The River (2023) (single)

14. Amada – A Festa da morti (2023) (álbum)

15. Riça – Canção das Maias (2023) (álbum)

16. Francisca Borges – O Problema (2023) (single)

17. LuizGa & Edgar Valente – HAUX HAUX (2023) (single)

18. Rui Gaio – Beneath the Seal (2023) (álbum)

19. canalzero – Popstar (2023) (single)

20. Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single)

21. Maria João & Carlos Bica Quartet – Woodstock (2023) (álbum)

22. Filipe Sambado – Entre os Dedos das Mãos (2023) (single)

23. Equinôcio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single)

Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID

Equinócio & Inês Apenas – Bem Educada (2023) (single) ID

EQUINŌCIO E INÊS APENAS LANÇAM SINGLE COLABORATIVO ‘BEM EDUCADA’

Os Equinōcio, dupla de Aveiro formada por Diogo Santos e Beatriz Capote, juntaram-se a INÊS APENAS para o single ‘Bem Educada’, já disponível em todas as plataformas digitais. A canção que retrata o final de um relacionamento foi produzida por Luar e conta com letra da autoria da cantautora de Leiria e música composta em parceria com Diogo Santos.

“Esta canção fala sobre a regra da etiqueta social que por vezes temos que falsificar. Ninguém quer ser mega “bem educado” e cansamo-nos das regras e do que “deve ou não ser dito” no término de um relacionamento. Esta colaboração foi um desafio super interessante que me abriu portas para outras sonoridades”, confessa INÊS APENAS. “Apesar das diferenças estilísticas, chegámos a um equilíbrio entre o pop e o alternativo. Este tema inclui elementos musicais dos Equinōcio, mas decidimos abraçar esta abordagem mais leve e animada que a Inês propõe”, revelam Beatriz Capote e Diogo Santos.

‘Bem Educada’ apresenta-se, também, com um videoclipe realizado por Sofia Calvet. Este é o primeiro de vários singles que os Equinōcio lançam em antecipação ao álbum de estreia, previsto para o próximo ano.

“A canção rompe bastante com tudo o que apresentámos até agora. Além disso, contém já certas nuances que estarão presentes nos próximos lançamentos. O videoclipe transporta-nos para dimensões do espaço e do tempo e apresenta uma alternativa à história de como nós os três nos conhecemos. As gravações aconteceram em Viana do Castelo e foram uma experiência cómica, desafiante e, sobretudo, muito gratificante”, contam os Equinōcio.

‘Bem Educada’ é o primeiro original dos Equinōcio a ser editado após o EP de estreia, “Metamorfose”, de 2022, que inclui os singles ‘Oarendê’, ‘Moreno’ e ‘Dentro de Mim’. Este último recebeu o prémio de “Melhor Performance Tradicional” na edição 2023 dos IPMA – International Portuguese Music Awards. A gala decorre nos EUA e distingue, anualmente, a música produzida por artistas de ascendência portuguesa. Este ano teve lugar no histórico Providence Performing Arts Center, em Rhode Island, com a presença de artistas como Marisa Liz, Diogo Piçarra, Plutónio, Toy, José Cid e Pedro Abrunhosa.

Equinócio

Formada por Beatriz Capote e Diogo Santos, a dupla Equinōcio lançou o EP de estreia, “Metamorfose”, em outubro de 2022. O curta duração apresenta uma fusão de estilos, com passagens pelo Jazz, Pop, Folk, Eletrónica e R&B, num total de 6 faixas originais, interpretadas em português e inglês. Beatriz Capote é cantora e violinista. Natural de Ílhavo, começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, em Aveiro. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, em Aveiro. É ainda vocalista da banda Perpétua. Diogo Santos é pianista e compositor. Natural da Guarda, iniciou os estudos musicais em Leiria e licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, no qual se dedica a arranjos clássicos de canções Pop ao piano, contabilizando mais de 11 milhões de reproduções no Spotify.

Inês Apenas

Pianista, cantora e compositora, INÊS APENAS nasceu em Paris e cedo mudou-se para Leiria. Em 2021 lançou o primeiro single, ‘Tu Fazes Tão’, ao qual se seguiu o EP de estreia, “um dia destes”. Em 2023 é selecionada como concorrente do Festival da Canção, através da livre submissão aberta ao público, com a música ‘Fim do Mundo’, alcançando a final; colabora no álbum “Moods”, de Aurea, com o tema ‘Vou Tirar um Break’. Em maio edita o segundo trabalho de originais, o EP “Leve(mente)”, no qual reforça a escrita Pop e explora novas sonoridades como o R&B, Reggaeton ou o Drum&Bass. O EP reúne 6 canções, entre elas ‘Shhinfrim’, Menção Honrosa dos Novos Talentos FNAC 2023 com airplay na RFM e as colaborações ‘La Nena’, com SOLUNA, ‘Tensa’, com Malva, e ‘Leve(mente)’, com LEFT, que ganhou airplay na Rádio Comercial.

Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)

Entre Os Dedos Das Mãos – Filipe Sambado (2023) (single)

FILIPE SAMBADO LANÇA “ENTRE OS DEDOS DAS MÃOS”
5.ª CANÇÃO DE “TRÊS ANOS DE ESCORPIÃO EM TOURO”

Este é o quinto vídeo deste álbum visual que antecede e apresenta o disco “Três Anos de Escorpião em Touro”. Conta a história de uma casa devoluta, inabitada, protegida por panos que voam por entre um grupo de pessoas que a ocupam e a vivem em conforto e felicidade. Esta família é vigiada por uma Eva, um protótipo de IA que tenta interpretar a troca sensorial do que a rodeia.

Realizado por Diego Bragá (artista transdisciplinar para quem Sambado produziu alguns temas do seu último trabalho “Super Puta”) e Miguel Afonso Carranca (realizador da “Jóia da Rotina” e do filme “Cenas duma Vida Amorosa” protagonizado por Sambado) filmado em Vila Franca de Xira na Quinta de S. José (que está para venda).

“A canção propõe uma liquidificação temporal através da ideia do slowmotion e num arrastamento contrário à ditadura do horário circadiano. Os aspectos lânguidos da produção e da composição da canção, misturam-se com a percussão musculada e austera, a caixa mirandesa e a distorção. Um contraste que acentua a tortura do tempo que se perdeu e perderá.”
Filipe Sambado

Ensinou os dedos de rameira
Remexendo em tudo muito embora
Seja sem prazer que tudo queira
Trinque e deixe a meio e deite fora.
O tempo de dizer a vida é breve
O tempo de viver há quem o diga
Só espera que o diabo que o leve
O tempo tem mais olhos que barriga. (Félix, 1999)

Caminhamos a passos largos para o lançamento de “Três Anos de Escorpião em Touro”, que acontece já no próximo dia 29 de setembro.

O mais íntimo longa-duração de Filipe Sambado, um reflexo das várias mudanças significativas que aconteceram na vida pessoal e profissional da artista. O lançamento do seu novo disco é o derradeiro passo na apresentação do universo “Três Anos de Escorpião em Touro”, quando se tornar disponível na sua forma completa a todas as pessoas.

Ficha técnica – Entre os Dedos

Filipe Sambado – Entre os Dedos das Mãos

Lua e Júpiter em Aquário ♒️ na 3ª casa

Produção e Arranjos
Filipe Sambado, Bejaflor e Rodrigo Castaño

Percussões Chinaskee

Realização
Diego Bragà e Miguel Afonso Carranca

Bailarines
AURORA
Cecília Henriques
Celeste
Edie
Luan Okun
Maroskas
Raimundo
Yunne
Zaya

Produção
Yago Barbosa

Fotografia
João Gambino

Edição
Ana Ladislau

Côr
Filipe Fernandes

Direcção de Arte
Filipe Sambado

Styling e Guarda Roupa
Sara Soares cest.fantastique
Agradecimentos veehana

Make up, Cabelo e Caracterização
420bombshell

Consultoria e Exploração de Ideias
Filipe Sambado
Cecília Henriques
Diego Bragà
Duarte Coimbra
Miguel Afonso Carranca
Nat Loyola

Agradecimentos

SPA
GDA
Altafonte
Ao Sul do Mundo
Myth Agency
Maternidade

Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)

Fred Menos – Mais do Menos (2023) (álbum) (entrevista)

Entrevista com: Fred Menos
Autor: Francesco Valente

FRED MENOS E DISCO MAIS DO MENOS

Na incerteza de quem ainda hoje vive entre o urbanismo (Urbanista, Professor na Universidade de Aveiro e na Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto) e a música, a certeza que sempre permanece é a da vontade de fazer canções! De contar, de cantar histórias!

Fred Menos faz canções como forma de acordar sentidos e coração, sendo que o confinamento e toda a incerteza/inquietação destes últimos anos, foi libertadora da vontade de agarrar com mais força o caminho da música! Deu para “tirar o pó” a muitas das canções que estavam na gaveta e para construir outras, que deram outro/ algum sentido àquele eterno “2020” coletivo! Agora, mais ao longe, está certo que foram uma forma de viajar, de viver a música e de sair da vida de gaiola!

Estudou música, 4 anos de guitarra, e teve vários projetos musicais, mas foi só no final de 2021 que, pela primeira vez, foi para estúdio para construir e gravar o primeiro EP Digo-te uma coisa! A expressão é comum, simples e revela a vontade de partilha que marca o seu percurso na música… é a forma como a dizemos (entoamos, cantamos), que nos diz tudo o resto! Foi uma edição de autor, muito intimista, em torno de 6 canções muito autobiográficas (estão disponíveis em todas as plataformas digitais).

Entretanto, em 2023, decidiu voltar a estúdio e gravar, com banda (amigos do peito e coração: Fragoso, Sanches, Neves, Maia, Loja, Joana, Carolina, Marta, entre outros), um novo projeto, um novo álbum, Mais do Menos. Estão 10 originais criados e prontos a crescer!

Os últimos tempos têm sido de ensaios, arranjos e criação conjunta. É este novo projeto, apoiado pela GDA e com produção executiva e distribuição da Turbina, que vai ser editado dia 29 de Setembro de 2023!

Até ser fisicamente lançado, o Mais do Menos vai sair à rua, andar pela estrada e ganhar mundo. A ideia é fazer vários concertos, mais pequenos, intimistas, antes da apresentação pública do álbum no Passos Manuel em Outubro… quer-se cantar, partilhar e sentir ao vivo o mais possível o Mais do Menos. Os concertos já confirmados são dia 11 de Agosto no Teatro Experimental de Lagos, 12 de Agosto no Ciência Viva em Lagos e 28 de Outubro no Passos Manuel no Porto.

https://www.instagram.com/fred_menos/
https://fredmenos.bandcamp.com/
https://soundcloud.com/fredmenos
https://www.facebook.com/fred.amado.503/

Prazeres Interrompidos #195: The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

Prazeres Interrompidos #195: The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

The Paris Bookseller – Kerri Maher (2022)

The dramatic story of how a humble bookseller fought against incredible odds to bring one of the most important books of the 20th century to the world in this new novel from the author of The Girl in White Gloves.

When bookish young American Sylvia Beach opens Shakespeare and Company on a quiet street in Paris in 1919, she has no idea that she and her new bookstore will change the course of literature itself.

Shakespeare and Company is more than a bookstore and lending library: Many of the prominent writers of the Lost Generation, like Ernest Hemingway, consider it a second home. It’s where some of the most important literary friendships of the twentieth century are forged–none more so than the one between Irish writer James Joyce and Sylvia herself. When Joyce’s controversial novel Ulysses is banned, Beach takes a massive risk and publishes it under the auspices of Shakespeare and Company.

But the success and notoriety of publishing the most infamous and influential book of the century comes with steep costs. The future of her beloved store itself is threatened when Ulysses’ success brings other publishers to woo Joyce away. Her most cherished relationships are put to the test as Paris is plunged deeper into the Depression and many expatriate friends return to America. As she faces painful personal and financial crises, Sylvia–a woman who has made it her mission to honor the life-changing impact of books–must decide what Shakespeare and Company truly means to her.

Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single) ID

Nuno Melo – Polka Dot (2023) (single)

Nuno Melo apresenta o novo single “Polka Dot”, um tema que nas palavras do músico “veste-se com ritmos lusófonos e adorna-se de linguagem pop. É uma canção que sugere a vontade de transcender por alguém, sabendo-o impossível.” 
 
“Polka Dot” é o single de avanço do primeiro trabalho a solo de Nuno Melo, o álbum “Fora de Formato”, que está previsto para o início de 2024.
 
Participam na gravação do tema os músicos Edu Mundo, Tomás Marques, Pedro Pinheiro, Manu  Idhra, Klénio Barros e Gonçalo Palmas. Foi gravado entre o estúdio da Aguda de Quico Serrano e o estúdio de Nuno Melo, onde foi também misturada a canção. 
 
O vídeo foi idealizado por Nuno Melo e Alberto Almeida e almeja enaltecer tanto a ideia de um amor terno e perene como o sofrimento em que a sua falta se traduz.

Biografia
Para Nuno Melo, a cantautoria vem-se desenvolvendo desde o momento em que a primeira guitarra lhe caiu nas mãos aos 11 anos, desde aí que vem compondo as suas canções.
Após quase 20 anos como músico profissional atuando como instrumentista e compositor em vários projetos do panorama nacional e internacional, surge agora como artista a solo, porém não desacompanhado.
O trabalho que materializou foi manufaturado conjuntamente com Edu Mundo, num ano de certa clausura pandémica, os dois músicos foram gravando as canções que farão parte de “Fora de Formato”, o disco de estreia do artista.
Ao vivo faz-se acompanhar de Edu Mundo na bateria e voz, João Luzia na guitarra, Gonçalo Palmas nas teclas e Miguel Pinto no baixo.
O disco passeia-se por diversos estilos musicais, porém, pelo seu medo de dogmas e rótulos, não nos diz quais são. Será portanto necessário ouvi-lo.

João Garcia Barreto – Escaparate (label) (entrevista)

João Garcia Barreto – Escaparate (label) (entrevista)

Escaparate é a mais recente editora portuguesa e apresenta-se ao público e ao meio musical com a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”.

Tal como o próprio nome sugere, Escaparate surge como uma vitrine de projetos de música alternativa e independente, que absorve vários estilos e géneros, com o intuito de englobar projetos nacionais ou internacionais com identidade, sejam cantautores, como bandas que se regem pela originalidade, algo que “não é comum no panorama musical”, segundo o seu mentor, João Garcia Barreto.
Para acompanhar o lançamento da Escaparate, segue a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”, no dia 8 de setembro. Os não simão são um projeto que, para além de se enquadrarem na missão e nos valores que a editora pretende apresentar e vincar no mundo discográfico, escrevem canções em português, que se passeiam entre o intimismo e o otimismo, afirmando-se pela negação do enfado, do prosaico, do previsível, com músicas descomprometidamente sérias, resultantes de um quinteto heterogéneo que viaja entre a música de cancioneiro, o rock alternativo ou o jazz.”Piquenique de Burguesas” é o primeiro single de antevisão para o próximo disco da banda, intitulado “Pintar o Sete”, e invoca o poema “De Tarde” de Cesário Verde, onde o poeta retrata um piquenique interrompido pelo momento em que uma jovem desce de um burrico para colher papoilas. “Como se fosse uma aguarela, o poeta fala-nos de melão, damascos e até de pão de ló”, acrescentam os membros do projeto: Simão Palmeirim, José Anjos, Eduardo Jordão, Marco Alves e Ana Raquel.

Canalzero – Popstar (2023) (single) ID

Canalzero – Popstar (2023) (single)

canalzero deseja ser uma “Popstar”

Bernardo Ramos tem um desejo: ser uma estrela. De rock e não só. Para isso, assume-se como canalzero – seu nome de utilizador de sempre no Instagram -, persona que reflete todo o seu percurso até ao momento.

O single de estreia, “Popstar”, que já se encontra disponível para escuta em todas as plataformas digitais, é uma amalgamação de momentos e sonoridades que marcam a carreira do músico lisboeta. É uma cantiga ruidosa, marcada por guitarras distorcidas, mas também por sintetizadores partidos, pelo rompimento entre aquilo que tanto pode ser interpretado como real ou fictício. É por meio destas linhas indefinidas onde canalzero pretende traçar o caminho para se tornar uma popstar.

Sobre “Popstar”

“Desde que aprendi a gravar música no computador, quando andava no secundário,

que experimentei com várias ideias, mas nunca achei que estivessem suficientemente fixes para lançar”, conta Bernardo sobre o caminho que o levou a “Popstar”. 

Com a chegada da pandemia, em 2020, a quarentena funcionou como pretexto para Bernardo regressar às tentativas de criação a solo, que é como quem diz, só ele e o seu o computador. “Dessas semanas, resultaram três músicas, incluindo a ‘Popstar'”, indica o músico.

“O processo de criação da ‘Popstar’ foi muito à base de experimentação”, relata Bernardo. “Começou pelo sound design, com sintetizadores ou a manipular gravações que tinha guardadas ou áudios de vídeos que recolhi das muitas horas de binge watching no Youtube”, explica o músico sobre o processo criativo por trás de “Popstar”. “Só depois de chegar a um elemento sonoro que me interessasse é que comecei a trabalhar na canção, mas precisei desse trigger para desbloquear o resto”, conclui.

A canção antecipa o EP de estreia de canalzero, com data de lançamento marcada para o início de 2024.

O teledisco de “Popstar” foi realizado por Diana Matias.

canalzero é a persona musical que Bernardo Ramos escolheu assumir para apresentar-se a solo. Para chegar a este momento, a carreira do músico lisboeta tem sido construída por etapas, cada uma a acrescentar uma camada de maturidade que lhe permite agora assumir esta nova etapa.

Entre 2015 e 2017, por entre os estudos, Bernardo começou experimentar com alguns métodos de gravação DIY com bandas que integrava na altura, o que o levou a desenvolver um interesse particular pelas áreas do som e produção em musical. 

Em 2018, com dois colegas de faculdade, funda a Chinfrim Discos, editora, agência e promotora independente, de onde surgiram artistas como Bia Maria, RAKUUN, Biloba ou Ana Lua Caiano.

Desde então que Bernardo Ramos divido o seu tempo entre múltiplas funções, assumindo a sua polivalência como cartão de visita na música portuguesa. Toca guitarra com Chinaskee (desde 2017), é o técnico de som ao vivo e colaborador de artistas como Vaiapraia, bbb hairdryer ou xtinto, e responsável pela gravação, mistura e master de diversos artistas, incluíndo Ana Lua Caiano, Bonança, Polivalente ou Bergalgo.

Desde 2022, Bernardo desempenha o papel de formador na Escola Profissional de Recuperação do Património de Sintra, no curso de Produção Musical. Agora, a partir de 2023, Bernardo é também canalzero, estrela pop.

1 Álbum 100 Palavras #8 – Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

1 Álbum 100 Palavras #8 – Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

Um podcast de Francesco Valente:

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

Linton Kwesi Johnson – Independant Intavenshan (1998)

“Linton Kwesi Johnson é conhecido como uma das vozes mais autênticas da poesia contemporânea. Foi um dos primeiros artistas a aderir ao movimento Black Panthers. Esta antologia de 1998, reúne uma parte das obras que gravou com a sua Dub Band para a casa discográfica Island. Sobre bases de música jamaicano, reggae e dub, uso de delays e filtros, Linton apresenta a sua poesia que fala de pobreza, miséria, violência, vida nos guetos e injustiça social. Linton através da sua poesia dá voz aos oprimidos e tornou-se uma grande referência para gerações de poetas anglo-saxónicos e rappers de todo mundo”.

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum) (entrevista)

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum) (entrevista)

Entrevista com Rui Gaio
Autor: Francesco Valente

Rui Gaio – Fractal (2023) (álbum)
São os fragmentos que nos constroem e formam, ainda que de forma irregular. É neles que vamos beber e absorver o que queremos usar e depois transformar em algo que manteremos dentro de nós. É também de pequenos fragmentos e formas que se formam imagens e sons e que depois transformamos em criações artísticas.
Depois de Efémera, Fractal é o segundo álbum-livro em serigrafia de Rui Gaio e os 365 everydays. A capa de Fractal tem 6 variações e no seu interior encontramos frames de 12 everydays impressos em processo serigráfico acompanhados de um texto do autor para cada um deles e também um texto inédito de Catarina Machado, que assina a coordenação artística da edição. Estes 12 everydays mantém a linha sonora de sempre, usando sintetizadores, piano e voz. Representam diferentes momentos do projecto expansivo que inexoravelmente se tem tornado mais colaborativo, exemplo disso são as participações de António Poppe e Tiago Cacheiro na palavra, Fernando Mamede na cinematografia, Inês Fat na voz cantada e Sofia Martins no violino. Cada everyday é constituído por música e imagem em movimento e faz parte de um conjunto que um dia terá 365 peças.
Tal como o seu predecessor Efémera, Fractal é uma edição limitada e numerada. São 240 exemplares com design gráfico de João Flecha e Filipa Oliveira e ilustração de capa de Engrácia Cardoso impressos em serigrafia, com o selo da SudSud. Tem data de lançamento marcada para o dia 25 de Setembro e apresentação em formato único e especial no dia 30 na Chasing Rabbits, Lisboa com listening party, projeção dos vídeos e exposição das ilustrações.

Facebook: https://www.facebook.com/365everydays
Instagram: https://www.instagram.com/ruimgaio/
Bandcamp: https://ruigaio.bandcamp.com/
Youtube: https://www.youtube.com/@ruigaio/videos
Spotify: https://sptfy.com/ruigaio