INÊS MONSTRO LANÇA NOVO SINGLE ‘HIPNOSE’ E ANUNCIA ÁLBUM DE ESTREIA PARA OUTUBRO
Inês Monstro lança o videoclipe do novo single ‘Hipnose’ (disponível nas plataformas de streaming esta sexta-feira). Co-escrita pela cantora e compositora com Rita Onofre, a canção foi produzida por Choro, a par dos singles anteriores, ‘Porque Te Quero’, editado em janeiro, e ‘Tanto Tempo’, lançado em abril. ‘Hipnose’ é uma canção Pop marcada por uma batida cativante e que antecipa o aguardado disco de estreia de Inês Monstro, que será editado em outubro.
Sobre o novo single ‘Hipnose’, a artista revela que “é uma das canções que traz leveza a este álbum e que mostra com o videoclipe um lado mais extrovertido da minha persona”.
‘Hipnose’ estreia-se com videoclipe realizado pela própria Inês Monstro com André Azevedo. Tal como nos lançamentos anteriores, a direção criativa e artística é da autoria da cantautora, que encara os vídeos que acompanham as suas músicas como “uma extensão da narrativa das mesmas”.
“O vídeo foi realizado por mim e pelo André Azevedo e todas as imagens foram captadas por uma webcam e uma câmara digital antiga do meu pai. A narrativa debruça-se sobre a ideia de eu estar a cantar para alguém que está do outro lado da câmara, remetendo-nos para as relações no universo digital”, afirma a cantora. O novo tema ‘Hipnose’ fará parte do disco de estreia de Inês Monstro, com edição marcada para o mês de outubro, e que a própria descreve como um “álbum de sonoridades contrastantes que habitam o mesmo universo”. Até lá, a artista prepara o concerto de apresentação do disco, num conceito único ligado à sua formação artística e performativa, a anunciar nas próximas semanas.
Sobre Inês Monstro
Entre a polaridade do belo e do grotesco de tudo o que existe entramos no mundo de Inês Monstro, nome artístico de Inês Laranjeira, cantora e atriz lisboeta. Dona de um estilo único, ficou conhecida pelo público aos 16 anos, como finalista do programa “Ídolos”, da SIC, em 2009/10. A irreverência que carrega desde cedo reflete-se, agora, numa artista madura e com narrativas únicas.
Depois de ter estudado Canto e de se ter formado como Atriz na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, Inês Monstro colaborou com vários artistas nacionais e internacionais de diferentes áreas e géneros musicais, experiências que lhe permitiram evoluir não só como cantora, atriz e performer mas, também, desenvolver o seu processo de composição.
No início de 2023 lança o primeiro single, ‘Porque Te Quero’, ao qual se seguiram ‘Tanto Tempo’ e agora ‘Hipnose’. As composições da artista aliam géneros contemporâneos e sonoridades retro, mostrando diferentes histórias sonoras e visuais a cada canção que apresenta.
L-Capitan – Soturna (2023) (EP) (Entrevista)
L – Capitan – Soturna (2023) (EP) (Entrevista)
L – Capitan veio para o estúdio da Rádio Olisipo para apresentar o seu primeiro EP, com título “Soturna” (2023).
Autor: Francesco Valente. Entrevista realizada a 12/07/2023.
L – Capitan – Soturna (2023) (EP)
Uma paixão quase platónica, um primeiro beijo adiado por largos anos, enquanto escolhia outras como a guitarra elétrica ou clássica, Luís Fernandes aka L-CAPITAN ganhou coragem e abraçou a guitarra portuguesa como sua.
Disse o grande Nicolau Breyner “tirar o fado do ambiente tão soturno” mas SOTURNA apenas pretende trazer esse ambiente para outros contextos e com a sonoridade da guitarra de Lisboa viajar por ritmos de outras latitudes, unir estéticas sonoras que não se costumam tocar. Reinterpretar a Guitarra Portuguesa no Sex XXI.
L-CAPITAN viajou muitos anos pela produção musical trabalhando com outros artístas em projectos próprios de diferentes estilos. Agora, quer aliar o chorar da guitarra portuguesa com os lugares musicais por onde passou. Entrem neste barco e naveguem com L-CAPITAN. O EP de estreia SOTURNA é editado dia 19 de Maio.
Dia 23 de Março é a minha estreia ao vivo com a guitarra portuguesa, bem acompanhado pelo Leonardo Pisco (Viola), e iniciamos a nossa jornada nas Caldas da Rainha no Toca da Onça. Vou apresentar os temas inéditos que fazem parte do novo EP acompanhados de alguns instrumentais icónicos da Guitarra de Lisboa.
L-CAPITAN
BIOGRAFIA L-CAPITAN (LUÍS FERNANDES)
L-CAPITAN (Luís Fernandes) estreou-se no mundo da música em tenra idade. Aos 8 anos começou a aprender guitarra clássica na escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Mais tarde, viajou por caminhos mais distorcidos com a guitarra elétrica, entre vários projectos foi vocalista e guitarrista dos já extintos YAGMAR. Produziu e colaborou com vários artístas entre os quais os Angolanos – Elenco da Paz e Yuri da Cunha, em Espanha com a rapper ELVIRUS e na India com Kali. Enveredou pelas 12 cordas da guitarra de Lisboa em 2022. Um caminho árduo nestes 9 meses de curta aprendizagem, mas que promete dar frutos onde os seus 27 anos de guitarra não o deixam desistir.
Consolidando o processo iniciado em seu EP de estreia ‘Brutalidade Jardim’ (2021), o delírio da Caostropi agora experimenta as nuances de uma psicodelia mais solar, mergulhando no surreal-materialismo da palavra. O ambiente urbano, a falência de determinadas construções sociais e um sujeito que, assim situado, percebe a si mesmo e se constrói no caos.
“TEMPO” é lançado no dia 01/09
Numa atmosfera onírica, o sujeito observa a falência das construções sociais diante da força destrutiva do tempo, nele despertando uma urgência em encontrar uma alternativa de escape.
1 Álbum 100 Palavras #6 – Weather Report – Black Market (1976)
1 Álbum 100 Palavras #6 – Weather Report – Black Market (1976)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
Weather Report – Black Market (1976)
” O grupo Weather Report representa a essência do jazz fusion, ou da mistura entre jazz elétrico e rock, temperado com uns toques de world music. Com 16 álbuns publicados entre 1971 e 1996, este grupo fundado por Wayne Shorter e Joe Zawinul, marcou a história deste género musical. Black Market de 1976, é um dos discos mais famosos. Jaco Pastorius, celebre baixista, fez parte desta gravação. A música é evocativa, exótica e impressionista, com toques de swing elétrico, poliritmias contagiosas e episódios de rara beleza. A formação contou com Alphonso Johnson, Narada Michael Walden, Chester Thompson, Alex Acuña, Don Alias.
Bela Noia – Canção Da Lua (2023) (single)
Bela Noia – Canção Da Lua (2023) (single)
BELA NOIA LANÇA VIDEOCLIP “CANÇÃO DA LUA” E APRESENTA DISCO DE ESTREIA NO DIA 23 DE SETEMBRO NO JARDIM DA CASA DO MIRADOURO EM VISEU
A “Canção da Lua” é o terceiro tema de avanço do disco de estreia Os miúdos estão bem de Bela Noia a editar a 15 de setembro.
Este disco é o culminar de um pensamento já muito cansado de Pedro Vieira. O artista viseense cria a Bela Noia como forma de se exprimir e de se cantar acabando por passar para estes “miúdos” as suas memórias e opiniões.
Curiosamente, a Bela Noia apenas se tornou numa banda depois do disco estar pronto. O processo de criação começa pela necessidade e, a partir daí, surgem as canções de Pedro que acaba por se juntar a Gonçalo Alegre na produção e gravação dos temas. Os miúdos estão bem foi produzido e gravado no espaço de um mês e juntou Miguel Rodrigues ao grupo que, ao gravar as baterias e percussões do grupo, se apercebe que a união era o caminho mais prazeroso a seguir. Ainda sem nome nesta fase de gravações, a “quase banda” pediu emprestada as vozes de amigos para cantarem as suas dores e, numa maravilhosa resolução do universo, a voz maravilhosa da cantora Teresa Melo Campos das Sopa de Pedra protagoniza e lidera os coros dos temas! Para terminar, as canções ficaram nas mãos de Nuxo Espinheira na mistura e masterização do disco. Leonardo Outeiro entra para interpretar os temas na guitarra, mas acaba por ficar e contribuir para o processo criativo!
Os miúdos estão bem é um álbum melancólico que chora as dores de crescer e todas as dúvidas que daí surgem! Procura uma resposta às coisas que nem sempre têm resposta e reflete sobre o tempo e sobre o amor! As músicas complementam-se pela ordem em que se encontram e surpreendem pela sonoridade e pelo discurso inovador que apresentam em termos estruturais. Apesar de tudo, as influências de Pedro Vieira não são óbvias e escondem-se por detrás de cada música, encontrando algo de folk ou de rock, alguns ruídos e melodias agradáveis e orelhudas, palavras simples e refrões que permanecem na cabeça. Apesar de todo o seu caráter taciturno, o disco embala-nos nas suas dores com uma atitude estranhamente positiva.
A “Canção da Lua” é um tema que conta uma história entre dois desconhecidos que se encontram aparentemente por acaso e reflete sobre a noite e o seu ar de matreira, tendo a lua como protagonista que nos ilumina durante toda a canção. O videoclip foi realizado e filmado pelo vocalista Pedro Vieira e une narrativamente os dois primeiros singles.
A 23 de Setembro, a Bela Noia apresenta Os miúdos estão bem ao vivo em Viseu no Jardim da Casa do Miradouro num espetáculo que dá a conhecer pela primeira vez os temas deste disco ao vivo.
CÉSAR LACERDA E A QUEDA DO CÉU Em ‘Década’, César Lacerda celebra no formato íntimo de voz e violão canções que marcaram sua trajetória nos últimos dez anos. O álbum, concebido por Filipe Catto, traz reinterpretações de músicas dos seus cinco discos lançados até então, regravações de canções que Lacerda compôs para outras e outros artistas (como é o caso de ‘Minha Mãe’, originalmente registrada por Gal Costa e Maria Bethânia) e duas inéditas. Marcos Lacerda Entre Minas, Rio e São Paulo, e no coração mesmo do modo de ser da canção, que traduz o modo de ser do Brasil, César Lacerda vem construindo a sua obra. Paulatinamente. Como se fosse jogando ali um pouco da brisa marítima carioca, com sua leveza por vezes melancólica; acolá algo da densidade das montanhas de Minas, das ambiências rochosas que levam ao pensamento mais concentrado; mais adiante, a atenção a arte como forma em si e por si, como movimentação de significantes cuja dança evoca ruídos, desencontros, tensões e espelhamentos difusos. A canção como “Isso também vai passar” nos convida ao desapego, à paciência, uma certa sabedoria do tempo e ao gosto da quentura do afeto. Tudo Tudo Tudo Tudo (2017), pode ser considerado como a sua criação mais próxima da canção de gosto e fundamento pop, por mais arriscado que seja usar tal termo. “Desejos de um leão” foi feita para o álbum Nações, Homens ou leões (2021), que considero o mais espetacular da sua obra até aqui, com todos arranjos criados e registrados por César em seu telefone celular. Seguem ainda, pelo álbum, parcerias luminosas com artistas de gerações anteriores, como Jorge Mautner (“Minha mãe”, gravada no disco “A Pele do Futuro”, por Gal Costa e Maria Bethânia) e Ceumar (“Espiral”, presente no disco que comemora vinte anos de carreira da cantautora e contou com direção artística de Lacerda). E também, com artistas da sua geração, casos de Luiz Gabriel Lopes e Luiza Brina (“O fazedor de rios”), Nina Fernandes (“Desculpa”), Flávio Tris (“Oriki”), Francisco Vervloet (“Touro Indomável”) e Rômulo Fróes (“Faz parar”). Com este último, César Lacerda fez todo um álbum: O meu nome é qualquer um (2016). Existem ainda canções inéditas e de autoria apenas de César Lacerda, casos de “O amor fincou raízes por aqui” (canção inédita, dedicada ao poeta Leonardo Fróes e a Victória Leão Vendramini, companheira de Lacerda), “Lute contra mim” (gravada originalmente pela cantora Paula Mirhan, à frente da banda paulistana Filarmônica de Passárgada), e a já mencionada “Isso também vai passar”. Mas têm outras duas, também de autoria apenas de César Lacerda, e que fazem um curioso movimento que parece abranger algo da estilística da sua obra. A última canção do disco, “Porquê da voz”, do seu primeiro álbum, Porquê da Voz (2013), assume a posição do artista, como senhor do seu tempo e do nosso tempo, capaz de fazer aparecer as nervuras do real e contê-las, como se fosse um mediador entre o que há de terrível na realidade tal qual ela é, e o que pode haver de intensificação e gozo imprevisto na forma artística. E mesmo sendo assim, o artista continua a saber percorrer, delicada e em pianíssimo, as tramas sempre intrincadas da consagração cultural, da afirmação de si, do seu lugar como um dos principais nomes da nossa canção popular, algo que se pode ver ecoando na inédita “Faz o teu”, que abre o álbum, e parece dizer os sentidos da voz, da canção e do tempo do artista. Dele, dos outros e também de nós que o acompanhamos, como críticos ou como apreciadores do jogo lúdico dos afetos, da linguagem artística doce e afiada, da forma de pensamento, em suma, do seu modo de fazer canção e impedir, para nós, para ele, para os outros, a queda do céu: Faz o teu Pisa devagarinho Enquanto os homens gritam Suas glórias, troféus Dance a dança das formigas Que se agitam noite e dia Impedem a queda do céu
Festival Todos #15 – SENZA e Orquestra
Festival Todos #15 – SENZA e Orquestra Geração
ARTISTAS Senza e Orquestra Geração (secções de Santa Clara e de Coimbra).
Horário 10 SET | 15H
Local Jardim de Santa Clara
Morada Jardim de Santa Clara (Ameixoeira)
Duração 1h15
Entrada livre
A multicultural Orquestra Geração é composta por jovens músicos oriundos de diferentes proveniências geográficas e culturais: Cabo Verde, Angola e Brasil. Já os Senza, no 3.º álbum que lançaram recentemente, não prescindem da identidade mestiça, mas juntam agora novos elementos eletrónicos, que resultam numa experiência musical simultaneamente étnica e contemporânea. Um concerto dos Senza é sempre uma partilha e um diálogo inovador com o público, com pinceladas exóticas e ritmos dançáveis. A sua sonoridade singular assenta numa ideia de viagem que vai de Lisboa a Díli, bebendo das vastas influências e das suas experiências pelo Mundo. Neste concerto para o TODOS’23, a festa é reforçada com a colaboração de mais de 30 jovens músicos da Orquestra Geração.
Não Simão – Piquenique De Burguesas (2023)(single)
Não Simão – Piquenique De Burguesas (2023) (single)
Escaparate é a mais recente editora portuguesa e apresenta-se ao público e ao meio musical com a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”.
Tal como o próprio nome sugere, Escaparate surge como uma vitrine de projetos de música alternativa e independente, que absorve vários estilos e géneros, com o intuito de englobar projetos nacionais ou internacionais com identidade, sejam cantautores, como bandas que se regem pela originalidade, algo que “não é comum no panorama musical”, segundo o seu mentor, João Garcia Barreto.
Para acompanhar o lançamento da Escaparate, segue a edição do novo single dos não simão, “Piquenique de Burguesas”, no dia 8 de setembro. Os não simão são um projeto que, para além de se enquadrarem na missão e nos valores que a editora pretende apresentar e vincar no mundo discográfico, escrevem canções em português, que se passeiam entre o intimismo e o otimismo, afirmando-se pela negação do enfado, do prosaico, do previsível, com músicas descomprometidamente sérias, resultantes de um quinteto heterogéneo que viaja entre a música de cancioneiro, o rock alternativo ou o jazz.
“Piquenique de Burguesas” é o primeiro single de antevisão para o próximo disco da banda, intitulado “Pintar o Sete”, e invoca o poema “De Tarde” de Cesário Verde, onde o poeta retrata um piquenique interrompido pelo momento em que uma jovem desce de um burrico para colher papoilas. “Como se fosse uma aguarela, o poeta fala-nos de melão, damascos e até de pão de ló”, acrescentam os membros do projeto: Simão Palmeirim, José Anjos, Eduardo Jordão, Marco Alves e Ana Raquel.
O referido single, editado pela Escaparate, já se encontra disponível para pre-save!
Confira a agenda dos não simão: 08 setembro – Feira do Livro do Porto 23 setembro – Casa Fernando Pessoa17 novembro – Fnac Colombo 18 novembro – Fnac Cascais 18 novembro – Concerto de apresentação do CD LIVRO PINTAR O SETE19 novembro – Fnac Almada01 dezembro – Fnac Alfragide 02 dezembro – Fnac VGamaFevereiro 2024 – Setúbal
The Smoking Aliens – White Room (2023) (single)
The Smoking Aliens – White Room (2023) (single) Novo single dos The Smoking Aliens. Link Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=pFb_X0wx-8c
Festival Todos #14 – ALANKAAR Os Músicos do Tejo com Shashank Subramanyan
Festival Todos #14 – ALANKAAR Os Músicos do Tejo com Shashank Subramanyan
PORTUGAL ÍNDIA FRANÇA ESLOVÁQUIA UCRÂNIA ESTADOS UNIDOS/JAPÃO
ARTISTAS Shashank Subramanyam – flauta de bambu
OS MÚSICOS DO TEJO
Direção Marcos Magalhães e Marta Araújo
Direcção Musical Marcos Magalhães
François Nicolet – traverso (flauta barroca) Nuno Mendes & Denys Stetsenko – violino Paul Wakabayashi – viola Pedro Massarrão – violoncelo Vicente Magalhães – contrabaixo Jarrod Cagwin – percussão Marta Araújo – cravo
Obras de M. Marais, J.B Lully, J.P. Rameau, E. Hämeenniemi, S. Subramanyan, J. Afonso, entre outros
Horário 9 SET | 18H30
Local Largo das Galinheiras
Morada Largo das Galinheiras
Duração 1h30
Entrada livre
Concerto ao ar livre, recomendamos que tragam agasalhos para o final da tarde. Partilhar
Um programa musical que recusa o eurocentrismo cultural, homenageando a sublime e complexa cultura musical do sul da Índia, contando com um conjunto de músicos de vários pontos do Mundo. Diálogo entre dois mundos (a música barroca europeia, a que Os Músicos do Tejo habitualmente se dedicam, e a música carnática clássica indiana, de que Shashank Subramanyan é um dos mais destacados representantes), procura-se relevar os vários pontos em comum entre estas duas linguagens musicais: o gosto pela ornamentação, a importância da estrutura rítmica, além da enorme afinidade sonora entre a flauta de bambu indiana e a flauta transversal do período barroco.
Mary Ann – Wake Up Call (2023) (single) (Premiação)
Mary Ann – Wake Up Call (2023) (single) (Premiação)
“Cantora Portuguesa Mary Ann Conquista os Hollywood Independent Music Awards”
“Portugal no Centro das Atenções: Mary Ann Ganha Prémio nos Hollywood Independent Music Awards”
Mary Ann, talentosa cantora e compositora do Porto, Portugal, conquistou a vitória na categoria alternativa dos Hollywood Independent Music Awards. O evento, realizado no deslumbrante Avalon em Hollywood, foi o palco desta notável conquista.
Com uma carreira enraizada na paixão pela música desde jovem, Mary Ann é uma artista em ascensão. Desde a sua participação na banda de progressive-metal Sollar até aos estudos de canto no conservatório, a sua dedicação é evidente. As influências de Amy Winehouse, Billie Eilish, Puscifer e Florence moldaram a sua sonoridade única, que agora é reconhecida a nível internacional. A vitória nos Hollywood Independent Music Awards é o culminar deste percurso. Emocionada, Mary Ann expressou gratidão ao seu produtor Mike More e aos músicos que a acompanharam. Também elogiou a valorização da música independente pelos organizadores do evento.
Com este reconhecimento, Mary Ann reafirma o seu compromisso de partilhar emoções e mensagens através da sua música, preparando-se para novos horizontes na sua promissora carreira.
O videoclipe da sua música “Wake Up Call” foi ainda destacado e conquistou prémios em diversos concursos internacionais de filmes e vídeos, em cidades como Barcelona, Roma, Lisboa e Nova lorque.
Mary Ann tem um novo single prestes a ser lançado, garantindo que ouviremos muito mais sobre ela em breve. É definitivamente um nome ao qual devemos ficar atentos!
Festival Todos #13 – Nice Groove Fanfarra e Banda Musical e Artística da Charneca
Festival Todos #13 – Nice Groove Fanfarra e Banda Musical e Artística da Charneca
ARTISTAS
Direção:
Filipe Gameiro das Neves
Participação especial:
Banda Musical e Artística da Charneca
Horário
9 SET | 17H
Local
Jardim do Reguengo – Largo das Galinheiras (percurso)
Morada
Ponto encontro e de partida: 17h00 no Jardim do Reguengo – Ponto de chegada e concerto: 17h45 no Largo das Galinheiras
Duração
1h30
Entrada livre
Nice Groove Fanfarra é um projeto de música na comunidade que une pessoas das mais variadas faixas etárias, nacionalidades e proveniências socioculturais. Criada como espaço para a batucada, esta Nice Groove é composta por instrumentos de bateria de samba e inspirada em ritmos, danças e canções lusófonas que celebram a cultura musical suburbana da região da Grande Lisboa. No repertório estão representados países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e a Guiné Bissau. Juntando um grupo de metais a esta batucada de base, criaram a versão Nice Groove Fanfarra, para a qual se convocou também a Banda Musical e Artística da Charneca. Fica garantida uma desfilada musical pelas ruas das Galinheiras! Imperdível.