Duques – Quando Tu Mudas (2023) (single)

Duques – Quando Tu Mudas (2023) (single)

Dia 2 de junho foi lançado o novo single dos Duques, intitulado Quando tu mudas.

Poderão ver o videoclipe no canal youtube da banda procurando por duques_banda.

Videoclipe com o selo da Cão de fila produções.

Os duques estão presentes nas redes sociais.

Katerina L’dokova – Sivaja (2023) (single)

Katerina L’dokova – Sivaja (2023) (single)

O novo videoclip de Katerina L’dokova vem repleto de mistério e encanto.

No dia 4 de Junho, dia da Lua Cheia, Katerina L’dokova, criadora do projeto MOVA DREVA lança o videoclipe “Sivaja”. 

A ideia nasceu nas aldeias de Xisto, que acolhem festas de Entrudo muito especiais. Nestas festas a típica máscara de cortiça é protagonista, por quem Katarina se apaixonou. Na Belarus, durante a Kalyada (Entrudo em Portugal) várias regiões têm suas máscaras e materiais para cada pessoa poder se transformar na criatura desejada. A música “Sivaja” retrata o espírito da Kalyada mas não só durante a festa, também depois, quando um ser caminha sozinho, vai cantar numa planície cheia de neve e toca um flautim no meio da noite. Observa a natureza e ali se encontra, fazendo parte da terra, sentindo as suas raízes.

A ideia condutora do MOVA DREVA é revelar os valores transculturais presentes em geografias aparentemente longínquas mas tão próximas em espírito. Seja Kalyada, Entrudo ou outros costumes de países distantes, há sempre semelhanças e pontos em comum. Os verdadeiros valores são universais.

Este vídeoclip Katerina dedica à Arte da Alena Kish (1896-1949) uma pintora de Arte Naif da Belarus. O mundo que Alena retratava era imaginário, mas que se tornava real através da pintura: lugares paradisíacos, onde sonhos se concretizam e animais, plantas e pessoas convivem em harmonia. Alena Kish pintava porque desejava — mesmo nos dias cinzentos — oferecer-nos o sol, o paraíso e desejava transmitir que tudo iria correr bem.

“Quero deixar uma mensagem de transformação livre no que queremos, mensagem de lugares imaginários que podem ser verdadeiros sempre que quisermos e acima de tudo, isso tudo, sempre com amor”

Link do vídeo

Leo Middea – Gente (2023) (álbum)

Leo Middea – Gente (2023) (álbum)


“Gente” é o quinto disco de Leo Middea e será lançado através da editora francesa Pineapple French Pop. Este é o primeiro trabalho de Leo Middea a ter uma edição física, e com distribuição digital pela Altafonte Brasil. O novo disco foi gravado em várias cidades europeias e conta com a produção de Breno Viricimo, com a participação da cantora brasileira a residir em Portugal Mallu Magalhães em “Borboleta Efeito”, single que foi lançado em Março. “Gente” inclui também as participações da cantora Curandeira e do trompetista Béesau no tema “Balanço de Amor”, bem como de vários instrumentistas talentosos.


Em Julho o músico continua a digressão pelo país: no dia 5 de Julho atua em Mondim de Basto, no Favo das Artes; dia 6 vai estar no Porto, no Maus Hábitos; dia 7 atua em Coimbra, no Largo do Poço; dia 15 de Julho em Almada; dia 28 atua novamente em Lisboa; dia 29 atua em Grândola; no dia 14 de Agosto será a vez do Barreiro; em Setembro estará de regresso, desta vez no dia 9 no Funchal e depois dia 19 de Outubro atuará novamente no Porto.
 
No último ano, Leo Middea tem-se apresentado um pouco por todo o lado: Portugal, Brasil, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Espanha ou Cabo Verde. O músico tem viajado pelo mundo acompanhado pela sua guitarra e as suas músicas doces e orelhudas – como Lisbon Lisbon ou Freguesia de Arroios, são campeãs de streamings nas diversas plataformas digitais.  Atualmente, vive entre Lisboa, cidade onde gravou os seus discos anteriores: “Vicentina” e “Beleza Isolar” (2020) e Barcelona. Quem o vê em cima do palco é surpreendido pela energia e presença incessante do começo ao fim, ora em formato solo ora acompanhado com a sua banda.


“Sejam todos muito bem-vindos! Esse é o início do disco, mas se você está ouvindo no aleatório pode ser o final ou então se é uma playlist a próxima música pode ser “Give Me The Night” ao invés de “Borboleta Efeito”. Bom, esse disco é produzido por Breno Viricimo e pensamos com carinho em cada faixa misturando sentimentos de amor, alegria, perda, raiva, dor, esperança, contemplação, ou seja, um quadro de vida nos ouvidos atentos. Hoje é dia 22 de abril de 2023, mas pode ser 08 de junho de 2038, se você estiver escutando no dia 08 de junho de 2038. Viva o tempo e vida longa a esse disco, bom proveito e ouça sem moderação.” – Tema “Que Sorte” de Leo Middea.


“É impossível não o eleger já como um dos futuros grandes músicos da MPB”
Comunidade Cultura e Arte


Ficha Técnica:
Letras e músicas:
Leo Middea
Participações especiais:
Mallu Magalhães em “Borboleta Efeito”
Curandeira e Béesau em “Balanço de Amor”
Bateria: 
Udo Demandt em “Que Sorte”
Niek de Bruijn em “Borboleta Efeito” e “Meus Cachos”
Bruno Werner em “Acabou”
Guitarra elétrica: 
Breno Viricimo com exceção de
“Esse Jazz Tocar” por Jean-Jacques Rojer e 
“Meus Cachos” por Daniel de Moraes
Synth e baixo:
Breno Viricimo
Backing vocals:
Margaux Rodrigues, Noémie Eisenberg and LEAH em
 “Carnaval Breve – Ato 1 “ , “Que Sorte” , “Esse Jazz Tocar” , “Balanço de Amor” e “Acabou”
Gabriella Lima em “Borboleta Efeito”
Bárbara Rodrix, Fernanda Lira, Vanessa Spencer, Tais Reganelli , Nat Sant´Anna em “Olimpo ou Razão”
Bárbara Rodrix, Eloiza Montanha, Rita Paiva, Bérénisse Lucas, Jhon Douglas, Felipe Maciel, Bernardo Peixoto, Tomaz Lenz, Rodolfo Rodrigues em “Se Eu Disser Que Quero um Beijo”
Breno Viricimo e Leo Middea em “Carnaval Breve – Ato 2”
Breno Viricimo, Leo Middea and Bernardo Peixoto em “Sifude My Brother” 
Nanná Millano em “Meus Cachos”
Flauta
Lucas Figueiredo Santana em “Que Sorte”
LEAH em “Esse Jazz Tocar”
Sopro:
Lucas Figueiredo Santana
Cordas:
Sietse van Gorkom em “Acabou”
Percussão:
Steven Brezet em “Que Sorte” e “Borboleta Efeito”
Kabé Pinheiro em “Se Eu Disser Que Quero um Beijo”
Guitarra acústica:
Breno Viricimo
Trompete:
Béesau
Produção musical: Breno Viricimo
Mixagem: Mayam Rodilhano 
Masterização: Pierre De Wagter

Sophia – Peito Aberto (2023) (single)

Sophia – Peito Aberto (2023) (single)


SOPHIA LANÇA SINGLE DE ESTREIA ‘PEITO ABERTO’


SOPHIA acaba de editar o single de estreia ‘Peito Aberto’. Com letra e música da sua autoria, a artista “chora e deseja, resiste e cede no frémito de uma paixão passada”, acrescentando que canta “um sintoma melancólico sobre alguém que me prejudicou, mas que se torna inesgotável no estímulo da minha criatividade”, neste que é o seu primeiro tema original.
‘Peito Aberto’ é acompanhado por um videoclipe realizado e produzido pela NOTPRO STUDIOS, no qual a cantora e atriz se apresenta com uma performance intensa e cativante. O tema antecipa o lançamento de “MELANCHOLIA”, o EP de estreia de SOPHIA, assumindo “a melancolia como uma experiência de interioridade necessária para cada conflito passado, presente e futuro”, um processo catártico de aceitação em que “a melancolia quotidiana nos torna mais conscientes de nós próprios na relação com o mundo”.


Os temas de SOPHIA surgem como provas de que os “assuntos que mais nos paralisam podem ser aqueles que mais nos libertam”, revela a artista, que considera que este trabalho de originais “é uma nova fase da minha vida que vem apenas com a consciência de que podemos ser tudo aquilo que quisermos. O EP é um rasgo que convoca vários universos sonoros e estéticas que me agradam e que todos juntos me representam”.
Em colaboração com o produtor FOQUE, o EP marca uma nova era da expressividade artística de SOPHIA, numa fusão entre a música tradicional, eletrónica e a componente coral, ligada à sua formação em música clássica. “MELANCHOLIA”, o primeiro trabalho de originais da cantora tem edição prevista para o final de 2023.


SOBRE SOPHIA
Nome artístico de Sofia Santos Silva, SOPHIA tem feito um caminho cimentado nas artes performativas. Nasceu no Porto, iniciando o percurso académico no Conservatório de Música da Invicta em Flauta Transversal e Canto Lírico e formando-se em Teatro pela Academia Contemporânea do Espectáculo e Escola Superior de Teatro e Cinema. 


O percurso profissional destaca-se pelo trabalho autoral na área do teatro, tendo vencido recentemente a 4º edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, com o projeto “Another Rose”, iniciativa do Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Viriato e O Espaço do Tempo. Paralelamente, integra vários espetáculos como atriz, colaborando com diferentes artistas em Teatro e Teatro Musical, como n’ “A Nova Cinderela no Gelo”, com Carolina Deslandes, e no recente “Feiticeiro de Oz no Gelo”, ao lado de Miguel Cristovinho da banda D.A.M.A  e Rita Redshoes.


SOPHIA é o seu alter-ego musical, uma extensão do trabalho artístico através da música que sempre esteve presente ao longo da sua carreira. O processo de criação de “MELANCHOLHIA”, o EP de estreia, teve início após um projeto teatral intenso que a conduziu a uma pausa. Durante esse período começou a escrever música, colocando-a na linha da frente e, assim, descobriu e construiu uma nova versão de si própria. 

Also – So In Love (2023) (single)

Also – So In Love (2023) (single)

ALSO lançam novo single “So In Love” em colaboração com Luís Braz Teixeira

A dupla de R&B , ALSO ,formada por Alex Sweeney e Sofia Costa lançou na Sexta Feira passada o single “So In Love” em colaboração com o artista Luís Braz Teixeira.

O single que já consta na playlist editorial personalizada “Seda”, retrata através de uma produção repleta de guitarras acústicas o amor tóxico relembrado ao ouvinte que nenhuma relação é perfeita e que nem sempre é fácil esquecer um namoro acabado.


Depois do EP de estreia “Day Dreaming”  em 2022, Alex e Sofia  preparam-se para lançar o primeiro single do seu álbum de estreia que é uma coletânea de histórias dos seus avós romantizadas.

Sogranora – Amarilis (2023) (álbum)

Sogranora – Amarilis (2023) (álbum)

 “Amarilis” é o muito aguardado EP celebração da faceta indie pop dos Sogranora, no poliedro de sonoridades que os concertos ao vivo apresentam e comprovam. “Amarilis” é um trabalho que, sonicamente, sublinha a serenidade e o sentimento de possibilidade de uma tarde com sabor estival; mas, tematicamente, as letras parecem situá-lo entre o desejo de se querer viver despreocupado e a ingrata inevitabilidade da preocupação.

O EP funciona como um luminoso complemento à vertente psicadélica e mais progressiva do anterior EP, “Altivez e Castigo”, lançado em 2020. Desta feita, ficamos a sós com canções que exploram melodias redondas e orelhudas, cuja estrutura mais pop se conjuga com uma involuntária procura de fugir às convenções.

Esse é, de resto, um dos grandes trunfos dos Sogranora: por cima de uma composição agradável e acessível, não deixam de explorar os recantos das músicas, por via de arranjos instrumentais criativos e frequentemente luminosos. Desta vez, há espaço para a presença refrescante de metais de sopro a abrir e a fechar o EP, e até para um arranjo de cordas na emotiva “Cá pra ver”. 

Presentes estão ainda os contracantos harmónicos entre as vozes do Ricardo, do Tomás e do Vasco, por vezes em complexos cruzamentos de palavras e linhas melódicas, num encaixe não só satisfatório mas também encantador, como é o caso em “Mas Talvez” e “Alguém”.
É difícil ficar-se indiferente à forma com que “Amarilis” nos apresenta as angústias, os impasses, os dilemas da vida, com tanta cor e sentido de possibilidade. O EP tem precisamente um sabor a começo de uma longa estrada, para uma banda que tem vindo a angariar o carinho de um público fiel e atento, e que está disposto a acompanhar os Sogranora por todas as sonoridades – mais ou menos pop – que se seguirem.

QUEM SÃO OS SOGRANORA
Em 2019 lançaram o seu primeiro single, “Semilisboeta”, um tema que reflete acerca da rotina monótona e repetitiva de quem vive fora da capital, mas que faz a vida lá. Este single ganhou algum reconhecimento, e continua até hoje a ser o maior sucesso da banda, que lhes permitiu dar 15 concertos nesse mesmo ano, em vários bares, festivais e palcos de nome, como a EXPOFACIC, a Festa do Avante, o Popular Alvalade ou o Auditório do Fórum Municipal do Seixal.
 
Pouco mais de um ano depois do lançamento do primeiro single, em Abril de 2020, os Sogranora, movidos pela vontade de lançar música, reapareceram com um novo EP, intitulado de “Altivez e Castigo”, feito com muito amor e alma a partir das suas casas, devido ao confinamento. Este foi gravado e produzido com o pouco material que cada membro da banda tinha em casa, recreando numa troca digital de faixas de áudio, aquilo que criaram juntos em ensaio. Descrevem este trabalho como “uma viagem de 16 minutos pelo deserto isolado”, devido às sonoridades melancólicas, exóticas e progressivas que se podem encontrar no mesmo.
 
Nesse mesmo verão, compuseram e gravaram “Peixes”, um tema com uma roupagem mais acústica, influenciada pelo Folk e o Samba, inspirado pelo campo e pela natureza, acerca da vontade de sair de casa e reconhecer o mundo com olhos mais conscientes.
Do EP que é agora lançado, já se pode ouvir “Qualquer Impasse”, o primeiro single e “Alguém”, o último lançamento. 
Ficha técnica AMARILIS
Ricardo Sebastião – voz principal, guitarra, teclados e back vocalist
Tomás Andrade – guitarra, teclados, baixos e de back vocalist
Vasco Gomes – bateria, percussões e back vocalist 
Gonçalo Bicudo – Baixo 
Chico Cézar – Baixo
Gonçalo Garcia – Baixo
Alex – Contrabaixo 
Maria Fonseca – Trompete⁩s
Manuel Fernandes – Saxofones
Maria Inês Torres – Violoncelos
Carolina Pinto – Violinos
Catarina Batista – Back Vocals
Daniela Guerreiro – Back Vocals
Sara Bráz – Captação de som 
José António Pedro (JAP estúdios) – captação de som e mistura 
Rui Dias (Mister Master) – Masterização 
Sogranora – Produção e arranjos

Rua Direita – Nem Me Despedi (2023) (single)

Rua Direita – Nem Me Despedi (2023) (single)


RUA DIREITA REGRESSA COM NOVO SINGLE
 
“NEM ME DESPEDI”


Rua Direita, duo composto pelos músicos Donato Rosa e Paulo Ladeiras, volta às edições com “Nem Me Despedi”, novo single que antecipa um novo disco de originais e que será lançado numa data a anunciar em breve.

Rua Direita era, por excelência, a rua principal de uma cidade, epicentro de pontos de encontro idos, mas é também o nome de uma banda que procura contar histórias do quotidiano em formato canção, com uma escrita direta sob tensas camadas sonoras.

Da vitória no Festival de Música Moderna de Corroios à presença na coletânea Novos Talentos Fnac ’17, a banda entrou em força nas rádios com o single “Mariana” e, mais tarde, editou o disco homónimo. Desde então, de norte a sul, foram muitos os palcos por onde passaram, figurando em cartazes com artistas como Capitão Fausto, Luís Severo ou Samuel Úria.

O segundo disco está a caminho e conta com a produção de Pedro de Tróia, que, sem abdicar da pulsão rock da banda, lhes confere a elegância, harmonias e tiro-certeiro que o caracteriza. “Nem Me Despedi” é a canção de avanço e já se encontra disponível nas plataformas digitais.

“Nem Me Despedi” vem acompanhada de um lyric video realizado por Silas Ferreira, que, recorrendo a imagens de arquivo, alimenta a narrativa das contrariedades de qualquer despedida e a saudade que advém, fruto de um adeus a quem nos foi tão próximo.




Ficha técnica:


Música e Letra: Donato Rosa

Produção: Donato Rosa e Pedro de Tróia

Gravação: Bernardo Barata

Mistura: Tiago de Sousa

Master: Tiago de Sousa

Bateria: Paulo Ladeiras

Baixo: Hugo Santos

Guitarras: Adriana Lisboa e Donato Rosa

Voz: Donato Rosa

Coros: Cláudia Carvalho, Maria Rosa e Pedro de Tróia

Arte Gráfica: Silas Ferreira

Lyric Vídeo: Silas Ferreira

Hadessa – Fortuna (2023) (álbum)

HADESSA prometeu um abalo na pop portuguesa, lançou-se e apresentou-se ao mundo a 6 janeiro (“em dia de reis, nasce uma rainha”) com o single “Fortuna” e em março mostrou-nos à sua “Ruína”, dançando as suas tristezas.

Entre o 25 abril e o primeiro de maio lança um tríptico dedicado às mulheres, às trabalhadoras e às mães, 3 canções manifesto que nos apresentam já mais uma dimensão a este seu disco de estreia.
A 11 de junho – não me enganei é mesmo a um domingo -, HADESSA lança o seu disco de estreia, “Fortuna”. Sendo este o seu primeiro álbum a ser lançado não é por acaso que a artista escolhe este dia: era a 11 de junho que a Roma Clássica celebrava a Deusa Fortuna, divindade do acaso, da sorte, do azar, do destino e da esperança.

Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)

Napa – Logo Se Vê (2023) (álbum)

“Assim, Sem Fim” marcou o início de um novo capítulo dos NAPA. A banda não é de agora, mas o nome é novinho em folha. Antes conhecidos como Men On The Couch, os NAPA trazem um novo nome para o público mantendo intacta a sua identidade musical.
 
Os NAPA nasceram na cave de uma avó no Funchal no ano de 2013. Os contornos da banda foram-se formando entre a energia dos Arctic Monkeys e Red Hot Chilli Peppers, o à vontade dos Beatles e a sensibilidade de Caetano Veloso e Tom Jobim. A fórmula amadora e inocente das primeiras composições da banda (em inglês) cativou a atenção de amigos, família e não só. Trocaram o inglês pela língua materna, e a cave da avó pelo estúdio. Em 2019 gravaram o seu primeiro disco Senso Comum nos conhecidos Black Sheep Studios em Sintra, ainda sob o nome Men On The Couch. As melodias contagiantes e o espírito cru e melancólico do disco ressoavam gradualmente nos corações dos portugueses apaixonados. A apresentação esgotada no Sabotage e os consequentes concertos só vieram reforçar a força das canções.
 
A banda lançou o seu segundo LP Logo Se Vê com uma roupagem mais madura, mas um espírito sempre moço. O novo álbum vem com novo nome de banda e desafia as premissas estabelecidas em Senso Comum, trazendo para cima da mesa maior complexidade e inventividade na estrutura de muitas das canções. A veia pop romântica continua a pulsar no corpo do disco, mas a fome de descobrir novos ritmos e texturas musicais é evidente ao longo do álbum.
 
O novo álbum dos NAPA é uma edição de autor com distribuição da Universal foi lançado no dia 26 de Maio.
 
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Mary’s Bean – Via Town (2023)(single)

Mary’s Bean – Via Town (2023)(single)

Passado um ano desde a oficialização do projeto como trio, os Mary’s Bean revelam ao público o seu primeiro tema, centrado nas suas influências grunge, punk e prog.

Na intenção de desconstruir a sociedade, focando-se na inquietação como motor para uma consciência coletiva em relação aos problemas atuais, o projeto leiriense composto por Filipe Cordeiro (voz e guitarra), Rafael Santos (bateria) e Hélio Major (baixista), acabam de editar o seu single de estreia, “Via Town”, faixa que reflete sobre uma relação de amor e ódio: “Numa relação aberta, as coisas são bastante quentes e, como sabemos, ao início tudo nos leva ao êxtase, mas em demasia pode tornar-se tóxico e, mesmo assim, somos levados pelo prazer”, sublinham os membros da banda, realçando também um dos versos da música; “Baby, I don’t know if there is another via for town”, como uma ode aos remorsos do autor por ter caído em tentação.

“Via Town” foi gravada e captada por 2495 Dois Quatro Nove Cinco, misturada e masterizada por Guilherme Salvador e está disponível nas plataformas digitais a partir do dia 2 de junho.

Créditos do Tema

Filipe Cordeiro: Guitarra/Voz Principal/ Letra
Hugo Santos: Baixo
Rafael Santos: Bateria/ Backing Vocals
Helio Major: Backing Vocals

Gravação e captação por: 2495 Dois Quatro Nove Cinco Mix/Master: Guilherme Salvador

Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single)

Filipe Keil – Sem Ligação (2023)(single) ID

FILIPE KEIL mostra novo EP e procura 
abrir o debate homem vs. inteligência artificial

O cantor e compositor Filipe Keil lança hoje (19 de Maio), o seu mais recente trabalho discográfico: o EP “Artificial”.

Este novo projeto, composto por quatro faixas, aborda um tema actual e de grande relevância: a Inteligência Artificial (IA) e o seu controlo sobre as nossas vidas.
 
Com um som eletrónico e envolvente, “Artificial” pretende abrir o debate sobre a manipulação da IA e o seu papel na sociedade moderna. As letras das músicas exploram temas como a privacidade, a ética na utilização da tecnologia e a dependência do digital. Com “Artificial”, Filipe Keil convida-nos a refletir sobre a velocidade em que consumimos informação e sobre a falta de espaço para a emoção e criação. Trata-se de um manifesto sarcástico que fala sobre o universo digital em que vivemos. Uma disputa entre o homem e a IA.
 
O trabalho sonoro assenta no universo eletrónico, misturando diferentes influências musicais, onde se incluem nomes como Björk, David Bowie, Grace Jones, NIN, Arca,  M.I.A e Noga Erez. 
 
As quatro faixas que compõem o EP “Artificial” são: “Código de Verificação”, “Original”, “Sem Ligação” e “Artificial”. Todas elas foram escritas, compostas e produzidas por Filipe Keil. A produção teve a parceria do músico Gustavo Almeida e foi misturado nos estúdios Arda Records.

Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)

Francisca Borges – Ocupada (2023) (single)

Francisca Borges apresenta novo single “Ocupada”.

Francisca Borges lança o seu mais novo single “Ocupada”, passado dois anos do lançamento de “Tentas”.

A nova música flutua entre os géneros Pop e Garage, revelando uma mudança de estilo na cantora.
Em “Ocupada”, a artista retrata a satisfação de observar alguém, por quem esperou tanto tempo arrepender-se, quando finalmente decidiu deixar para trás a relação. Francisca conduz-nos, por todo o processo de deixar um relacionamento tóxico, numa animada música de verão.

A música foi produzida por Tomás Costa (@tommasmusic). Gravada, masterizada e mixada por Prisma Rec. (prisma.rec). É acompanhada por um videoclipe produzido por Duarte Lapa e Artwork produzido pela GoodView Project.

A artista pode ser acompanhada através do seu Instagram (@_franciscaborges), Youtube (@FranciscaBorgesMusic), TikTok (@francisca.borges) e em todas as plataformas de streaming.