Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – Vida De Cao (2023) (single)
Vasco Ribeiro & Os Clandestinos – Vida De Cao (2023) (single) Vida de Cão é o novo single de Vasco Ribeiro & Os Clandestinos, do futuro álbum Formas de Estar, a sair em finais de 2023. Baseado numa história verídica. Sobre os sonhadores ébrios nas noites escuras, os que não se adaptam às normas regentes, e que por más decisões ou falta de sorte, deambulam por aí sem direção aparente. Vasco Ribeiro, juntamente com os Clandestinos, renovam elegantemente o folk português. Caracterizados pela voz e forte componente lírica do cantor e compositor Vasco Ribeiro, e pela diversidade sonora clandestina, convergem a música popular portuguesa com os tons e temáticas da modernidade. Fortemente influenciados pelo cancioneiro português, bebem de sonoridades que vão desde o folk, rock, ao jazz e à bossa.
My Noisy Twins – Ghost Clubbing (2023) (EP)
My Noisy Twins – Ghost Clubbing (2023) (EP)
Descrição: Durante o processo criativo de produção do meu 3° álbum, que será lançado em Setembro, foi nascendo o desejo de percorrer uma zona inexplorada mais focada num registo clubbing. Dessa intenção, apareceram algumas músicas mais disruptivas em relação ao que produzi até agora e que não faziam sentido entrar neste álbum, mas podiam fazer parte de outro trabalho discográfico mais concreto e inteiramente relacionado com essa cultura e estética. Gradualmente, foi-se revelando, até ao momento em que compreendi que iria lançar dois álbuns no mesmo ano. Distintos, talvez até antagónicos, mas foi nesse entendimento que surgiu “Ghost Clubbing”, como uma aparição, um mecanismo para subverter a norma e os processos já por mim padronizados.
Sinopse: “Com um foco óbvio na cultura clubbing e combinando atmosferas e elementos de jazz com ritmos de house e uk garage, “Ghost Clubbing” revela a faceta mais uptempo da discografia de My Noisy Twins até à data. Tons e acordes luminosos, sopros envolventes, baixos sincopados e batidas swingadas típicas das pistas de dança dos ’90s/ 2000s”.
Com mistura e masterização de José Veiga e artwork de Jorge Cunha Machado, “Ghost Clubbing”, foi lançado em exclusivo no Bandcamp e em breve estará disponível nas restantes plataformas digitais.
Kikomori – Singles: “Live Alone” e “What If” (2023) ID
O single “live alone” junta-se ao recentemente editado “brainrot” e antecipa o lançamento do segundo EP de originais do artista, “In the Blink of an Eye”, com data de edição agendada para 19 de maio. Estas duas canções são já um vislumbre para o próximo trabalho do artista que continua a construir numa identidade musical onde R&B, city pop, hip-hop e música de videojogos coabitam em igual medida, culminando num dos resultados mais idiossincráticos da pop electrónica produzida actualmente a nível nacional.
kikomori, sobre este novo single, refere que “talvez seja a canção mais íntima que já escrevi. Esta é sobre uma relação à distância entre duas pessoas que querem manter-se juntas a todos os custos, enquanto tentam dar espaço um ao outro para crescer individualmente, tentando suportar os sonhos e planos de vida um do outro, para que um dia se possam vir a realizar. Embora estar sozinho possa ser uma ideia inquietante, uma pessoa nunca está realmente sozinha desde que exista este apoio.”
“live alone” é um tema produzido, escrito, misturado e masterizado por kikomori.
O EP de estreia (editado em 2022) intitulado “Game Over”, já acumulou mais de 2 milhões de streams no Spotify e um dos seus singles foi inclusivamente destacado pelo produtor norte-americano Mark Ronson numa playlist de Spotify semanal curada pelo próprio. “what if” é o novo single de kikomori, projeto e alter-ego artístico de Frederico Medeiros, músico multi-instrumentista e produtor natural de Mafra e um dos nomes emergentes da pop portuguesa.
O single “what if” junta-se ao recentemente editado “live alone” e “brainrot”, antecipando o lançamento do segundo EP de originais do artista, “In the Blink of an Eye”, com data de edição agendada para 19 de maio.
Estas três canções são já um cartão de visita ao próximo trabalho do artista que continua a construir numa identidade musical onde R&B, city pop, hip-hop e música de videojogos coabitam em igual medida, culminando num dos resultados mais idiossincráticos da pop electrónica produzida actualmente a nível nacional.
kikomori, sobre este novo single, refere que “é uma canção de bedroom pop melancólica em que procurei explorar o tema de reflexão. Creio que em tempos de grande incerteza, o melhor que podemos fazer é refletir e pesar bem todas as possibilidades, em vez de desesperar e tomar decisões impulsivas. No entanto, somos também fruto de muitas decisões impulsivas, que nos ajudaram a definir quem somos hoje em dia.”
“what if” é um tema produzido, escrito, misturado e masterizado por kikomori.
Os dois singles de antecipação de “In the Blink of and Eye” editados em março e abril de 2023 já contam com mais de 50 mil audições no Spotify. Quem é kikomori? kikomori é o alter-ego artístico de Frederico Medeiros, multi-instrumentista e produtor musical natural de Mafra (Lisboa). A música foi rápida a atravessar-se na vida de Frederico, aos 10 anos de idade entra na Escola Artística de Música do Conservatório Nacional para aprender piano, mais tarde passa também pelo Hot Clube em Lisboa e forma-se em jazz e piano. Mais recentemente acaba o curso de “Advanced Diploma in Music Production and Sound Engineering” na Abbey Road Institute em Amesterdão (Países Baixos). Em 2020 é destacado na colectânea dos Novos Talentos FNAC e edita o seu EP de estreia enquanto kikomori em 2022, “Game Over”, que já conta com mais de 2 milhões de audições no Spotify. Um dos singles foi deste EP foi inclusivamente destacado pelo produtor norte-americano Mark Ronson numa playlist de Spotify semanal curada pelo próprio. Hoje em dia produz centenas de projetos musicais nacionais e estrangeiros, mas no seu projeto a solo explora territórios musicais entre o bedroom pop, city pop, R&B e hip-hop.
L – Capitan – Soturna (2023) (EP)
L – Capitan – Soturna (2023) (EP)
Uma paixão quase platónica, um primeiro beijo adiado por largos anos, enquanto escolhia outras como a guitarra elétrica ou clássica, Luís Fernandes aka L-CAPITAN ganhou coragem e abraçou a guitarra portuguesa como sua.
Disse o grande Nicolau Breyner “tirar o fado do ambiente tão soturno” mas SOTURNA apenas pretende trazer esse ambiente para outros contextos e com a sonoridade da guitarra de Lisboa viajar por ritmos de outras latitudes, unir estéticas sonoras que não se costumam tocar. Reinterpretar a Guitarra Portuguesa no Sex XXI.
L-CAPITAN viajou muitos anos pela produção musical trabalhando com outros artístas em projectos próprios de diferentes estilos. Agora, quer aliar o chorar da guitarra portuguesa com os lugares musicais por onde passou. Entrem neste barco e naveguem com L-CAPITAN. O EP de estreia SOTURNA é editado dia 19 de Maio.
Dia 23 de Março é a minha estreia ao vivo com a guitarra portuguesa, bem acompanhado pelo Leonardo Pisco (Viola), e iniciamos a nossa jornada nas Caldas da Rainha no Toca da Onça. Vou apresentar os temas inéditos que fazem parte do novo EP acompanhados de alguns instrumentais icónicos da Guitarra de Lisboa.
L-CAPITAN
BIOGRAFIA L-CAPITAN (LUÍS FERNANDES)
L-CAPITAN (Luís Fernandes) estreou-se no mundo da música em tenra idade. Aos 8 anos começou a aprender guitarra clássica na escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Mais tarde, viajou por caminhos mais distorcidos com a guitarra elétrica, entre vários projectos foi vocalista e guitarrista dos já extintos YAGMAR. Produziu e colaborou com vários artístas entre os quais os Angolanos – Elenco da Paz e Yuri da Cunha, em Espanha com a rapper ELVIRUS e na India com Kali. Enveredou pelas 12 cordas da guitarra de Lisboa em 2022. Um caminho árduo nestes 9 meses de curta aprendizagem, mas que promete dar frutos onde os seus 27 anos de guitarra não o deixam desistir.
A banda MeiaCura anuncia o lançamento do seu primeiro álbum, Ritual, em todas as plataformas de streaming, no próximo dia 12 de Maio. O concerto de lançamento acontece dia 20 de Maio no Auditório Municipal de Arruda dos Vinhos.
Ritual descreve a nível artístico diferentes perspetivas dos processos envolventes de MeiaCura. O conceito do álbum, explícito e metódico (mesmo que abstrato e invisível ao ouvinte, com exceção a referências literárias e poéticas) não se limita a restrições quasi religiosas. A narrativa é a fonte abstrata que cria o universo musical e suporta as faixas como um todo. O álbum contou com Gravação e Mistura por João Oliveira e Masterização por Tiago de Sousa.
MeiaCura é um projeto de auto regeneração perante aquilo que enfraquece o Ser Humano, criado por Daniel Constantino (teclas, voz), Tiago Matos (teclas, voz), David Mourão (saxofone, percussão, voz), António Branco (eletrónica, percussão, voz) e João Tojeira (gaita de foles, guitarra portuguesa, percussão, voz). A banda combina influências da música portuguesa com jazz fusão, dance music, trance, funk, experimentalismo e World Music.
SINGLE PÓ NO CHÃO: https://www.youtube.com/watch?v=wsWCW9YgLFw
SINGLE NASCIMENTO: https://youtu.be/6BgcRzHkn5g
SINGLE NASCIMENTO: https://drive.google.com/file/d/1J19TMMtbCrcA1dLbYOHlXc6-uI1ZuxLg/view?usp=sharing
HADESSA, artista emergente da música portuguesa, depois de ter apresentado o seu mais recente single e vídeo “Ruína”, lança agora entre o 25 de Abril e o Primeiro de Maio um tríptico de lyric vídeos e singles. Três canções sobre luta, numa altura em que se assinala a luta pela liberdade e dos trabalhadores.
”Mãe (Elegia)”, “Dedos Da Mão” e “Força Motriz (ft. Mitó Mendes)” são canções com letras escritas pela própria artista e que refletem em muitos dos temas relevantes na história de HADESSA, tanto quanto artista como quanto pessoa. São lançadas assim em conjunto e num formato de lyric vídeo para que todos possam facilmente ler as palavras da artista.
Três canções centradas na desigualdade de género e desigualdade social. HADESSA reflete, nas suas palavras, na forma como dentro das famílias heteronormativas as mulheres trabalham o dobro, sobre como os trabalhos associados aos cuidados (como as limpezas ou a responsabilidade sobre crianças) são também, pela questão de género, amplamente precários e mal remunerados. São músicas sobre como quando falamos de Abril de 74 não só falamos quase sempre de homens protagonistas (quando as mulheres sempre estiveram presentes na luta contra a ditadura), mas também como esta revolução está inacabada: falta cumprir a verdadeira igualdade, o direito à saúde, educação e habitação. HADESSA refere: “Depois de apresentar os meus primeiros singles, ‘Fortuna’ e ‘Ruína’, que delimitam o espectro do meu álbum de estreia, apresento três singles entre o 25 de Abril e o Primeiro de Maio, datas a que me faz todo o sentido ligar a estes lançamentos.
Chamo-lhes Tríptico porque apesar de integrarem o longa duração, também constituem uma narrativa própria. Se o conceito do álbum ‘Fortuna’ passa pelo questionar do que é o destino e o livre arbítrio, nestes três temas passamos por três momentos da tomada nas mãos do nosso próprio destino: a constatação da realidade, a negação das injustiças e a faísca da consciência, a ação e a incitação à revolta. São músicas de intervenção, na medida que não foram escritas só como forma de expressão artística, mas com uma responsabilidade política e social com a qual espero impactar o meu público.”Das três canções surge também uma parceria importante e única neste disco de estreia de HADESSA, o tema “Força Motriz” é cantado a duas vozes, com a participação da artista Mitó Mendes (Naifa, Señoritas). “Fortuna”, disco de estreia de HADESSA é lançado a 11 de junho, dia em que os romanos celebravam a deusa Fortuna.
Cristobal Rey – Brisa Do Sol (2023) (single)
Brisa de Sol é uma música refrescante em português com nuances brasileiras e progressivas que nos levam de volta aos anos 80, mas com um tom mais psicodélico e sul-americano. Uma história de reencontros que, como um feitiço, o tempo não consegue vencer e não há escolha a não ser se render e retomar uma história de amor que transcende o tempo. Cristóbal Rey está reformulando o toque tradicional do charango com uma abordagem progressiva clássica, retratando a mistura de países onde viveu e a música que costumava ouvir quando adolescente.
Com base em Berlim a banda esta em busca de parcerias, portanto você é super bem-vindo para ouvir o álbum inteiro.
Também no site, você pode encontrar mais informações sobre nós. www.cristobalrey.com Aguardamos seu contato!
@cristobalreymusic
Daniel Catarino – Fado Do Caixão (2023) (single)
Daniel Catarino – Fado Do Caixão (2023) (single)
Depois de nos apresentar o lado biográfico e irónico de Megafauna com o primeiro single “Berço de Ouro”, Daniel Catarino leva-nos agora a territórios mais sombrios do rock em “Fado do Caixão”, onde a crueldade humana para com as outras espécies parece não ter limites.
A volúpia do baixo, a assertividade da bateria e o dedilhar da guitarra criam tensão sob um negrume de sussurros em crescendo, que explodem no choro de um slide a deslizar pelas cordas. Somos confrontados com o enterro de um gato vivo, a imolação de uma cadela grávida, e um boi que jaz ao lado de «alguém com uma farpa na mão», numa simbiose que só a morte torna possível.
“Fado do Caixão” já está disponível nas plataformas digitais e vem acompanhado de um videoclipe realizado pelo próprio.
DISCO MEGAFAUNA
Observar o mundo de perto com olhos de satélite
Megafauna é o primeiro disco da Trilogia Bioma, em que o artista alentejano migrado no Porto se propõe a ligar metaforicamente as diferentes formas de vida com as especificidades humanas, a explorar a relação tóxica entre humanos e as outras formas de vida do planeta. O álbum surge 2 anos depois do EP Isolamento Voluntário?, e 4 anos após o LP Sangue Quente Sangue Frio. Desde 2018 que Catarino se apresenta ao vivo em power trio, e o formato vê agora a sua sonoridade impressa neste novo registo, com mais rock para reforçar a acutilância das palavras.
O novo disco de Daniel Catarino aborda dúvidas existenciais sem propor qualquer resposta e se questiona sobre quem se acha no direito de ter certezas. É um disco de cantautor, mas com os amplificadores bem altos.
A fauna proposta no título do álbum surge representada logo no primeiro tema, “Manequim”, e propaga-se por “Fado do Caixão” e “Olho do Tubarão”, que retratam os humanos pela forma como tratam os animais e os seus habitats, entre porcos a que só é reconhecido valor pelo sabor dos seus cadáveres, repastos de peixes em extinção, cães e gatos maltratados, e um tubarão que chora plástico.
Musicalmente, é rock. São canções rock despretensiosas, interpretadas maioritariamente no formato power trio que apresenta ao vivo, com momentos de psicadelia não conformada. É possível que não seja disco de deixar a rodar enquanto se escreve uma tese de mestrado ou se lava a loiça. Há malhas de guitarra que entram para furar os ouvidos, as letras tanto dão coices como carícias, o baixo dança de crista em riste, a bateria evoca pentagramas. Se os tipos do grunge não tivessem morrido, talvez soassem assim agora. É rock, com a honestidade que se lhe deve quando se tenta observar a vida de perto com olhos de satélite. Só dúvidas, zero respostas.
Megafauna é lançado em vinil, CD e nas plataformas digitais a 5 de Maio, pela editora portuense Saliva Diva. Foi produzido pelo próprio com Ricardo Cabral e Manuel Molarinho (Baleia Baleia Baleia) no entretanto gentrificado Quarto Escuro, no Porto.
Com a base rítmica fornecida por Molarinho (baixo) e Xinês (bateria), o disco conta com as participações de Francisco Lima (Conferência Inferno), Rodrigo Pedreira (Duas Semicolcheias Invertidas), e o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh. A masterização ficou a cargo de Joel Figueiredo (Omitir) e a arte gráfica foi criada por Cristina Viana.
Os concertos de apresentação confirmados são: 29 de Abril no GentriFest no Porto, 6 de Maio na CRU em Famalicão, 12 de Maio no Capote Fest em Évora, 24 de Junho no Maus Hábitos em Vila Real e 20 de Agosto nas Festas de São Fecundo em Abrantes.
Utopia Machine Art Ensemble – “Deus Também Vai Ao Ginásio” (2023) (álbum)
Utopia Machine Art Ensemble – “Deus Também Vai Ao Ginásio” (2023) (álbum) É com muito gosto que vos apresento em parceria com o artista pintor Francisco Vidal, um novo disco em vinil que tem por título” Deus também vai ao ginásio ” .
Os restantes nomes dos músicos que participaram na construção da música gravada para este trabalho em conjunto , são nomes incontornáveis no panorama da música jazz e improvisada em Portugal, Eduardo Lála no trombone, Rui Caetano no piano, Hugo Antunes no contrabaixo e Luís Candeias na bateria, gravação, edição e masterização.
Este disco editado em Vinil , terá em cada capa, pinturas e serigrafias do pintor Francisco Vidal e será editado pela editora Suhbahruh, que será a base de lançamentos de mais projectos desta natureza e outras dentro das artes, também funcionará como galeria.
A performance UTOPIA MACHINE art ensemble foi a que deu origem a este disco, aconteceu com uma forma nova em 2021, gerada nos dois anos anteriores em que a cultura do medo teve uma maturação extrema, que deixou à vista muitas fragilidades do sistema ao nível das bases das várias formas de poder e a nível dos conceitos base e dos conceitos catalisadores da evolução da noção actual do humanismo.
Aqui, cruzam os sons, os tons e o verbo e, a partir daqui, pensa-se a cultura do medo e a falta de coragem das massas numa perspetiva ética e estética com base na estética da cultura popular de 1960 até agora. A nossa cultura de imagens, a propaganda e meios de comunicação como o cinema, a televisão, rádio, a internet e a imprensa física, matéria prima para a nossa memória colectiva, são também inputs para a experiência da UTOPIA MACHINE art ensemble.
Os Terra Livre estão de volta com o single What An Illusion, em antevisão do próximo album – Light Farmer
O Single estreia no dia 12 de Maio de 2023.
“What An Illusion” é uma fusão entre o reggae, o rock psicadélico e o folklore, num equilíbrio perfeito entre o roots Jamaicano dos 70’s e o dancehall moderno, com a candura do quarteto vocal, característico da banda, e da flauta transversal que voa entre os versos. Um hino ao valor intrínseco de todos os seres vivos, que está acima de qualquer valor económico.
“Que ilusão! Quando uma árvore é mais valiosa deitada abaixo…”
O video, realizado por Isabella Glock, foi filmado num forte abandonado onde a arte e a natureza tomaram conta e prevaleceram, transformando o que uma vez foi o símbolo de belicismo num sitio de criação e esperança, dando ainda mais ênfase á mensagem da canção.
O single é a primeira amostra do próximo album, Light Farmer, editado pela label francesa Cantos / Frochot Music, a estrear no Outono deste ano. A canção foi escrita por Gonçalo Sarmento, gravada nos estúdios Terra Livre e TooLateMan e a arte visual que a acompanha foi elaborada pela artista espanhola SuSana Tierra.
Inês Apenas – Shinfrim (2023) (single)
Inês Apenas – Shinfrim (2023) (single) ID
Depois de ‘Tensa’, a cantautora e pianista INÊS APENAS lança ‘Shhinfrim’, o novo tema do próximo EP de originais, “Leve(mente)”. A faixa marca o reencontro entre a artista e o produtor NED FLANGER, depois de terem criado o tema ‘Batata Frita’ com Tom Maciel, que faz parte do “Vol. 1” do coletivo AVALANCHE e integrou o top semanal da Antena 3, no verão de 2022.
“Esta é a música que abre o EP e marca o tom de liberdade, um adeus aos velhos hábitos e empoderamento pessoal que quero passar com estes novos temas. A ‘Shhinfrim’ fala de um amor que já acabou mas que deixou restos no prato. Canto essa mudança necessária, a pé juntos, e com a atitude de quem não tem receios de seguir em frente”, declara INÊS APENAS.
O tema faz parte de “Leve(mente)”, o segundo EP da artista que acrescenta às composições uma forte componente imagética, através de visualizers para cada uma das novas músicas. Com lançamento agendado para 5 de maio, o novo trabalho de originais reúne seis canções, incluindo ‘Fim do Mundo’, o tema finalista do Festival da Canção, ‘Tensa’ com a participação de Malva e a faixa-título ‘Leve(mente)’ em colaboração com LEFT., que será lançada na próxima quarta-feira (03/05).
O concerto de apresentação do EP “Leve(mente)” de INÊS APENAS está marcado para 13 de maio, no espaço Musicbox (Lisboa), com banda e convidados especiais.
Mutu – A Seita (2023) (single)
Mutu – A Seita (2023) (single) ID
“A Seita”, terceiro single dos mutu presente no álbum de lançamento da banda, centra-se numa das mais ancestrais ferramentas de controlo populacional: as seitas. De um ponto de vista histórico, o exemplo mais vincado reside nas ordens religiosas, que utilizam figuras de poder superior como veículo para a implementação de regras sociais, controlo comportamental e exercício de poder em massa.
Nos dias de hoje, as seitas assumem uma figura bem mais camuflada. Numa sociedade onde a idolatração, a regra e o bem parecer imperam, os grupos de poder servem-se disso mesmo para exercer o seu controlo de forma subtil e eficaz.
Num constante assédio para seguir o “bom exemplo”, caso optemos pela diferença somos confrontados imediatamente pela crítica, o julgamento e a imposição do medo! Um claro exemplo disto está no atrito que os artistas enfrentam quando tentam evitar serem arrastados para o caudal da profissão convencional, facto este retratado no videoclipe do tema, produzido pela DOC Narrativa e realizado pela Juliana Ramalho.
“A Seita” pretende ser um estímulo à análise minuciosa das formas de poder que nos rodeiam e do seu impacto individual e social, mas também um grito de resistência à pressão por elas aplicadas.
A Morte do Artista vai ser editado no dia 28 de Abril.
BIOGRAFIA mutu
Os mutu são um projeto bracarense, com início em 2020, que consolida num só registo influências que vão desde a música electrónica à tradicional. Com uma abordagem moderna, procuram sensibilizar o público a refletir, através da arte, sobre o meio que o rodeia.
Conta com a participação de músicos oriundos de várias influências musicais: Diogo Martins na voz, Pedro Fernandes nos sintetizadores e guitarra, Nuno Gonçalves nos teclados e João Costeira na bateria.
Diogo Martins iniciou-se na música pela guitarra clássica e em 2009 fundou os Nó(s), um dueto acústico de originais em Português. Esteve envolvido nos grupos de percussão tradicional da Universidade do Minho e em 2010 fundou a Cabra Çega, banda dedicada à música de raíz tradicional que editou um álbum em 2012.
João Costeira, músico desde 2013, iniciou a sua formação em bateria em 2015 na Escola de Jazz do Porto. Projetos: Os Canto Esquina, GrandFather’s House, MÁLÁLÁ, Dead Men Talking, Palas. Discografia: EPs À Sorte 2014, Dente de Leão 2018 e Causa Perdida 2019; LPs Slow Move 2016, Diving 2017, Places Without Answers 2018.
Nuno Gonçalves, em atividade desde os 16 anos, estuda piano desde os 12 anos, tem os diplomas de 6º Grau de Piano Clássico e o 5º Grau de Piano Jazz pela ABRSM. Começou com o projeto Os Canto-Esquina que chegou ao fim. Integrou em 2017 o projeto GrandFather’s House. Neste momento conta com 2 discos editados.
Pedro Fernandes, músico com atividade desde os 15 anos. Projectos: Okultos (2002 a 2005) e EGGBOX (2005 a 2016). Instrumentos: Teclado, sintetizadores e guitarra. Trabalho discográfico: EP Contrariedades ambientais 2007, EP Blocked 2012, Colectânea À sombra de DEUS 2012, LP LALEIA 2015.