Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

Daniel Catarino – Berço De Ouro (2023) (single)

SINGLE “BERÇO DE OURO”
 
“Berço de Ouro” é o tema de avanço para Megafauna, o novo álbum de Daniel Catarino.
 
Para além da base constituída por Molarinho no baixo e Xinês na bateria, também participam neste tema e respectivo vídeo o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh.
 
DISCO MEGAFAUNA
 
Observar o mundo de perto com olhos de satélite
 
Megafauna é o primeiro disco da Trilogia Bioma, em que o artista alentejano migrado no Porto se propõe a ligar metaforicamente as diferentes formas de vida com as especificidades humanas. O álbum surge 2 anos depois do EP Isolamento Voluntário?, e 4 anos após o LP Sangue Quente Sangue Frio. Desde 2018 que Catarino se apresenta ao vivo em power trio, e o formato vê agora a sua sonoridade impressa neste novo registo, com mais rock para reforçar a acutilância das palavras.
 
O novo disco de Daniel Catarino aborda dúvidas existenciais sem propor qualquer resposta e se questiona sobre quem se acha no direito de ter certezas. É um disco de cantautor, mas com os amplificadores bem altos.
 
A fauna proposta no título do álbum surge representada logo no primeiro tema, “Manequim”, e propaga-se por “Fado do Caixão” e “Olho do Tubarão”, que retratam os humanos pela forma como tratam os animais e os seus habitats, entre porcos a que só é reconhecido valor pelo sabor dos seus cadáveres, repastos de peixes em extinção, cães e gatos maltratados, e um tubarão que chora plástico.
 
Se “Fodidos” e “Até o Mais Honesto é Guloso” abordam a política social na era das opiniões debitadas em instrumentos de plástico, também há entradas a pés juntos no osso da precariedade artística em “Sonhos Sem Objectivos” e “Berço de Ouro”, que soltam lágrimas de raiva e uivos de ironia por não vivermos o mundo que sonhámos.
 
Embora os temas sejam largamente universais, “Teias de Aranha” fecha o disco com desabafos pessoais, narrando hipóteses perdidas, arrependimentos mal resolvidos e o amor enquanto força (des)motivadora.
 
Musicalmente, é rock. São canções rock despretensiosas, interpretadas maioritariamente no formato power trio que apresenta ao vivo, com momentos de psicadelia não conformada. É possível que não seja disco de deixar a rodar enquanto se escreve uma tese de mestrado ou se lava a loiça. Há malhas de guitarra que entram para furar os ouvidos, as letras tanto dão coices como carícias, o baixo dança de crista em riste, a bateria evoca pentagramas. Se os tipos do grunge não tivessem morrido, talvez soassem assim agora. É rock, com a honestidade que se lhe deve quando se tenta observar a vida de perto com olhos de satélite. Só dúvidas, zero respostas.
 
Megafauna é lançado em vinil, CD e nas plataformas digitais a 5 de Maio, pela editora portuense Saliva Diva. Foi produzido pelo próprio com Ricardo Cabral e Manuel Molarinho (Baleia Baleia Baleia) no entretanto gentrificado Quarto Escuro, no Porto.
 
Com a base rítmica fornecida por Molarinho (baixo) e Xinês (bateria), o disco conta com as participações de Francisco Lima (Conferência Inferno), Rodrigo Pedreira (Duas Semicolcheias Invertidas), e o coro formado por Angelina Nogueira e Rebecca Moradalizadeh. A masterização ficou a cargo de Joel Figueiredo (Omitir) e a arte gráfica foi criada por Cristina Viana.
 
Os concertos de apresentação confirmados são: 18 de Março no CAEP em Portalegre, 29 de Abril no GentriFest no Porto, 24 de Junho no Maus Hábitos em Vila Real e 20 de Agosto nas Festas de São Fecundo em Abrantes.
 
https://danielcatarino.bandcamp.com
https://www.instagram.com/catarinod
https://www.facebook.com/catarinodaniel
https://salivadiva.bandcamp.com

Beak Scenatrio – The Gull, The Whale And The Gale (2023)(single)

O novo single dos Beak Scenatrio já se encontra nas plataformas digitais!

“The Gull, the Whale and the Gale” é o novo single dos Beak Scenatrio.  Inspirado por um poema de Banjo Paterson, o trio cria uma espécie de banda sonora instrumental, impulsionada por batidas funky e linhas de baixo hipnóticas, enquanto sons ecléticos de guitarra elétrica, banhados em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à fundação de groove.

O novo single da banda formada por Abel Beja na guitarra/composição (Primitive Reason), João Sousa na bateria (Lusitanian Ghosts) e Pedro Pinto no contrabaixo (The Voice) já se encontra nas plataformas digitais.

Já se encontra disponível online o vídeo oficial de “The Gull, the Whale and the Gale”, o mais recente single dos Beak Scenatrio.  O clipe, inspirado no poema de Banjo Patterson, “The grey gull sat on a floating whale”, retrata a história de uma gaivota que conta a sua história sobre a tempestade e o vendaval que encontrou enquanto voava pelo Mar do Norte.

A faixa animada e divertida do trio instrumental Lisboeta liderado por Abel Beja (guitarrista/compositor e membro de longa data dos Primitive Reason) é impulsionada pelas batidas saltitantes de João Sousa (bateria) e as linhas graves hipnóticas de Pedro Pinto (contrabaixo) enquanto guitarras elétricas ecléticas, banhadas em wha wha e delays, adicionam um toque de psicodelia moderna à base orientada pelo groove.
 
O videoclipe oficial já está disponível no canal dos Beak Scenatrio no YouTube:
 https://youtu.be/HM5Edg2l4LE

Rogério Godinho – We Change (2023) (single)

Rogério Godinho – We Change (2023) (single)

FICHA TÉCNICA:

Letra, música, arranjo, piano, voz: Rogério Godinho
Violinos: Pedro Lopes, Daniel Bolito
Violoncelo: César Gonçalves
Viola de arco: Joana Tavares
Contrabaixo: Miguel Menezes
Flugelhorn – Pedro Monteiro
Flauta transversal: Carlos Teixeira
Clarinete: Miguel Costa
Trombone: Eduardo Lála
Produção musical do album: Francisco Sales
Mistura e Masterização: Mo Hausler
Imagem original da capa: Jorge de Sá 
Design gráfico: Rogério Godinho, Crisálida Agency, Tiago Alves

Nile Valley – Floating Lines (2023) (álbum) ID

ARTISTA: Nile Valley
TÍTULO: floating lines
DATA DE LANÇAMENTO: 9 de Março de 2023
RESUMO: O álbum é composto por seis canções, que abordam temas como liberdade, nostalgia, recomeços e sensações recorrentes no dia-a-dia.
Neste disco, de caráter leve e contemplativo, mas enérgico e dançante, alguns pensamentos são expostos, sob um ponto de vista sereno e otimista.
“linhas flutuantes” que se movem por uma ampla e abstrata paisagem, com espaço e tempo infinitos para decorar e redecorar, expressando o que queremos e não sabemos dizer, e que podem representar um lugar mais leve e livre. Interligam-se ideias do Soul moderno e referências desde o Jazz, ao R&B, passando pelo Hip-Hop e música eletrónica, com produção inteiramente a cargo da banda, criando um ambiente sonoro muito próprio.

BIOGRAFIA: Projeto fundado no Porto, no ativo desde 2022, formado por Teresinha Sarmento (voz e eletrónica), Ricardo Martins (baixo e fx) e João Pedro Almeida (bateria e eletrónica). Uma voz, um baixo, e a electrónica, fundem-se num amplo espaço para explorar. A banda lançou os singles “new beginning” em Julho de 2022, ano em que iniciou também os primeiros concertos, e mais recentemente “lighter than thoughts”. Lança dia 9 de Março de 2023 o primeiro álbum “floating lines” pela editora Saliva Diva e prepara a agenda de concertos de lançamento do disco (25 de Março: Citynizer- Ribeira, Porto; 14 de Abril: Maus Hábitos, Vila Real)

Mamashemade – É Pra Amanhã (2023) (single)

Mamashemade aliás Sheylla B apresenta novo álbum “É pra amanhã” com saída dia 03 de Março 2023.

Um segundo EP produzido pela sua label SheO, que é uma introspeção e reflexão à procrastinação um apelo à necessidade de viver o momento presente.

Deixar para amanhã o que se pode fazer hoje, ter tempo para recomeçar, esperar, festejar, encontrar-se, meditar etc…

Mamashemade vive inspirada por temas que para ela são símbolos de liberdade, inovação e audácia artística, exemplo do tema “É pra amanhã”, um título escolhido em homenagem ao cantor António Variações que representou e inspirou toda uma geração do Portugal pós-salazarismo.

Outros temas estão em destaque como “Hipnótico Rio” uma poesia entre dois rios, dois amores o Sena e o Tejo, ou “Music” que se inspira de um dos temas mais impactantes da artista cantora Sade.
O clip vídeo do tema “É pra amanhã”, está em preparação, com saída prevista par fim de março.

O álbum está disponível no site bandcamp somente, pelo momento. Mamashemade opta por uma divulgação independente a fim de alimentar e apoiar a criação artística e independente. Contamos com o vosso apoio, Boa escuta!

The Invisible Age – Magic Trick (2023) (single)

The Invisible Age
Magic Trick

‘Magic Trick’ é o segundo single de ‘Sixth Effect’, novo disco da The Invisible Age, com lançamento previsto para o dia 17 de março.
A faixa marca novamente a colaboração entre a banda e o amigo de longa data Raphael Katyara, com a adaptação do poema ‘Morada’ para o inglês.’Magic Trick’ também conta com a participação de Pedro Veríssimo, vocalista da já extinta banda brasileira Tom Bloch, e filho do escritor Luís Fernando Veríssimo.

Magic Trick tem Luiz Alberto na voz, violão, guitarra e synths; Marcelo Caldas no baixo; Iuri Freiberger na bateria e produção; Pedro Veríssimo na voz; Carlos Mallmann nos trombones; e Renato Dallago no trompete. A mixagem e masterização ficaram por conta de Ignacio Sodré.
 
Metais e voz de Pedro Veríssimo gravados no Estúdio Marquise 51, Porto Alegre, Brasil.
 
Distribuição One Level Up

Colectivo Gira Sol Azul – Dar Corda As Palavras (2023) (single)

“Dar corda às palavras pala ellas estarem a dançar” é o 2º single do disco Tangerina do Colectivo Gira Sol Azul, conta com a colaboração especial de Marcos Cavaleiro na bateria e Xosé Miguelez no sax tenor e vem acompanhado de um videoclipe concebido por Maria Mónica.
 
É um tema inteiramente instrumental pois nem de propósito serve para “Dar corda às palavras para ellas estarem a dançar”. Inspirado num beat de um velhinho Casio SA-20, e a querer vagamente pedir emprestado o balanço ao som dos Depeche Mode, cresce assente em riffs rock acompanhados de sopros que culminam num intrincado e contundente solo de trompete. Ao vivo, o tema tem sido debitado com igual energia e impele o público a abanar cabeças e até a levantar-se para dançar.
 
Inspirado no universo dos mais novos mas decididamente dirigido a todas as idades, Tangerina sucede Pequenos Piratas (2018), disco de estreia do Colectivo Gira Sol Azul liderado por Ana Bento e Bruno Pinto, e é uma viagem pelo universo da palavra feita, ora prosa ora poesia num “tom de menino pequeno que está a falar com a sua mãe”, pela infância e suas memórias, o questionamento do mundo que nos rodeia, o deslumbramento da descoberta e experimentação.
 
A Invenção do Dia Claro de Almada Negreiros foi o ponto de partida para Tangerina, onde é recuperada a metáfora da tangerina que rola de um cesto até ao mar e descobre o mundo, e com ela também todos partem à descoberta de novos lugares. Inventar o que já foi inventado é premissa deste disco que, emprestando vida e sons a palavras, em 12 faixas compostas e arranjadas por Ana Bento e Bruno Pinto, apresenta um lado rock/pop como identidade aglomeradora, mas cujas composições são muito influenciadas quer pela harmonia jazz, música erudita ou música étnica. Esta fusão de estilos é uma característica permanente nos vários trabalhos que Ana Bento e Bruno Pinto têm desenvolvido enquanto dupla de músicos.
 
A viagem de Tangerina começou em forma de oficina que esteve em cena na Casa da Música (Porto) ao longo de dois anos, mas com a sensação de que a viagem ainda ia a meio, Ana Bento e Bruno Pinto lançaram-se numa nova etapa com desenhos de novos arranjos sobre alguma música que já tinham criado e incluiram temas novos. Foi nessa altura que desafiaram a encenadora e coreógrafa Joana Providência a entrar na viagem e juntos exploraram novas possibilidades de apresentação do trabalho que estreou em 2020 no Teatro Viriato (Viseu) em forma de concerto onde, para além de palavras e de música, também integraram outras linguagens como vídeo, sombras e um maior cuidado com as movimentações dos corpos em palco. As apresentações ao vivo são marcadas pela ideia de viagem quer pela dramaturgia que integra textos de Almada Negreiros e letras de canções de Bruno Pinto, quer pela cenografia de Patrícia Costa na qual imensas malas de viagem antigas são também manipuladas de forma coreográfica.
 
O disco Tangerina é editado dia 10 de Março, inclui a participação de Luísa Antunes (violoncelo), Marcos Cavaleiro (bateria e percussão) e Xosé Miguelez (sax tenor) mas em palco, ao vivo, é uma família que dá voz ao disco: Ana Bento na voz, Bruno Pinto na guitarra e os quatro filhos (Olívia no baixo e voz, Jasmim no trompete, teclado e voz, Artur na bateria e voz e Úrsula no violoncelo, teclado e voz). Raquel Balsa assina o design gráfico a partir de ilustrações da família e o booklet que este inclui, para além das letras das músicas, apresenta aos ouvintes desafios criativos inspirados neste universo.
 
O Colectivo Gira Sol Azul deixa o convite aberto para se fazer parte desta festa ao vivo e se deixar contagiar pela alegria e pelo sabor doce e fresco de Tangerina, onde o público é convidado a participar quer ao nível musical, cantando refrões, dançando e até mesmo provar tangerinas. Para já estão anunciadas apresentações em Viseu (18 de Março no Carmo81) e Porto (7 de Abril no m.O.u.C.o.).

André Carvalho – Tagumi (2023) (single)

“Palavras intraduzíveis, uma inesgotável fonte de inspiração que dá corpo à sequela do primeiro álbum do meu trio”. É desta forma que André Carvalho, contrabaixista e compositor, define o seu novo álbum Lost in Translation – Vol. II.

SINGLE “TAGUMI”

“Tagumi” é o primeiro single do novo álbum de André Carvalho. De origem Haúça, língua falada no coração de África, “Tagumi” é uma palavra intraduzível que significa “descansar a cabeça sobre uma mão ou joelho num acto de reflexão ou introspecção ou simplesmente de descanso”. A Carvalho junta-se os habituais elementos do seu trio: José Soares (saxofone) e André Matos (guitarra).

“Quando escrevi este tema, imaginei um ambiente contemplativo, introspectivo e calmo, próprio de quem está a descansar a cabeça, desligando-se por momentos do mundo exterior, ouvindo e perscrutando a sua voz interna.” O tempo é muito elástico, criando silêncios entre uma ideia melódica que se vai repetindo e mutando ao longo do desenrolar do tema, tocada ora pelo contrabaixo ora pela guitarra. Por sua vez, o saxofone expressa-se de uma forma textural e contrapontística, ou com sons guturais ou com pequenas contra melodias.

O primeiro single encontra-se disponível em todas as principais plataformas de streaming. O vídeo que acompanha o lançamento do single foi realizado por Pedro Caldeira, com direcção de fotografia de João Hasselberg e assistência de Martim Torres. O som, tanto do vídeo como de todo o novo álbum esteve a cargo do engenheiro de som Tiago de Sousa.

Bela Ensemble – Bela Ensemble (2023) (entrevista + Álbum)

A AUTÊNTICA MÚSICA URBANA PORTUGUESA
QUE BROTA DA CULTURA VIVA DA CIDADE DE LISBOA.

Os Bela Ensemble nasceram em Alfama, no seio de uma das casas mais representativas da tradição musical desse pitoresco bairro de Lisboa. Uma casa que transpira tradição, mas que também é uma vitrina da Alfama contemporânea, habituada a conviver, desde sempre, com culturas e gentes de todos os cantos do mundo.

Fados com letras de poetas antigos como Henrique Rego, Gabriel de Oliveira, João Dias, entre outros, são aqui cuidadosamente revestidos com uma roupagem musical arrojada e contemporânea. Autêntica música urbana portuguesa que brota da cultura viva da cidade de Lisboa.

Nesse processo criativo e musical, a carga emocional e poética da tradição é o veículo perfeito para o arrojo de novos arranjos, para a desconstrução rítmica, a fim de alcançar o ponto de convergência entre a tradição e a experimentação.

Assim, o Bela Ensemble aposta numa mistura cuidada de ritmos e balanços oriundos de outras latitudes, com especial influência de géneros das músicas do mundo como o flamenco, a música afro-latina, sobretudo de Cuba e do Peru, o samba de raiz brasileiro, o rock, o metal e a música progressiva.

Carlos Mil-Homens (Percussão)
João Penedo (Contrabaixo)
Otto Pereira (Violino)
Ana Margarida (Voz)
Rafael Brides (Guitarra de Sete Cordas).

L – Blues – A Preto E Branco (2023) (single)

Os L-Blues editam o seu quarto disco intitulado euphemismo.
“Chegamos a 2022 convictos que as coisas positivas que conseguimos nos dois últimos anos de negativismo, incerteza
e dificuldade só nos fortaleceu e inspirou-nos a compor as novas músicas para este novo disco.
Seguimos a preto e branco nesta vida de dúvidas, pois somos iludidos por reflexos que outrora nos magoaram devido ao nosso instinto de seguirmos em frente. Tornámos a nossa música num eufemismo para as nossas vidas.”

É um disco composto por 6 temas, gravado no estúdio da Mobydick Records com a produção do Budda Guedes, músico
e produtor de bandas como Budda Power Blues, Trio Pagú, Mundo Cão, Budda Power Blues & Maria João, Vitor Bacalhau, etc.
A masterização realizada por Frederico Cristiano no Mastering Sessions.
O Artwork da capa foi da autoria da artista Beatriz Ferraz.
O disco “euphemismo” tem distribuição mundial, em todas as plataformas digitais e em formato físico, com a edição em CD que podem adquirir através das redes sociais da banda, bem como nas principais lojas de discos.

Os L-Blues tem na sua formação:

Ana Neto: Voz
Bruno Lopes: Guitarras
Céu Neiva: Piano, Fender Rhodes, Hammond e Guitarra Elétrica Diogo Silva: Baixo
Jorge Braga: Bateria

Mutu – Terra Dos Cegos (2023) (single) ID

SINGLE “TERRA DE CEGOS”

“Em terra de cegos, quem tem olho é rei” – o provérbio popular que dá nome e corpo a este single dos mutu representa sucintamente a mensagem deste tema: numa sociedade cada vez mais seccionada por classes, o “peixe graúdo come o miúdo”.

O sonho da conquista da liberdade pelo dinheiro leva o “peixe miúdo” pela corrente dos contratos laborais cada vez mais exigentes, tanto a nível de carga horária como mental e/ou física. Apresentamos, hoje, um nível de desgaste pós-laboral sem precedentes, que nos deixa inertes perante todas as outras dimensões da nossa existência: negligenciamos a família, amigos, passatempos e sonhos pela eterna busca do conforto financeiro, que tende a tardar ou a nunca chegar.

Encurralados nas leis do capital, procuramos um pouco de conforto nos nossos mundos virtuais, nos dispositivos, nas compras, nas coisas vazias que nunca nos chegam a preencher.

O personagem do videoclipe “Terra de Cegos” encontra-se neste estado de instr

Luto – Pés (2023) (EP)

“Pés” é o primeiro volume de canções de luto.

Depois do lançamento dos singles Positive Vibez (summer hit) e trintas, luto apresenta-se com um EP de 5 faixas, um escape musical por entre o pop, o indie e o psicadélico.

“Pés” nasce da vontade de fazer música sem complicações, sem cabeça, na simplicidade nua e crua da canção. são hits de verão no pico do inverno, recheados de nostalgia moderna, pela normalidade da solidão, das cinturas a alargar, do viver sem pensar no fim. sobre a passagem do tempo e os tempos que passam.
pés foi gravado nos estúdios BKK em Lisboa, misturado e masterizado por Fred Severo, e está disponível em todas as plataformas.

Luto é o princípio, meio e fim dele mesmo. projecto a solo de Fred Severo, músico, compositor e produtor em nome não próprio.
um meio do duo ELIS NEON, e parte de colaborações com as As Docinhas, Beiro, xtinto, Maudito, Lindsay Lucas, Uest ou Leexo.
projectos defuntos incluem Moe’s Implosion, O Bisonte ou miss titan.