A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.
A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.
Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Fevereiro de 2023. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.
Boa escuta!
Slimmy – How Long Can A Fool Go Wrong (featuring Nuno Norte) (2023) (single) Moon In Motion – Petroleum (2022) (álbum) Malotira – Kalinifta (2023) (EP) Mário Costa – CHROMOSOME (2023) (single) Leonor Baldaque – Few Dates of Love (2023) (single) ALSO- Happy Birthday (2023) (single) O Gajo – Tarântula (2023) (single) Ningue Ningue – Pera veer meu amigo (2023) (álbum) EVACIGANA – Anáguas (2023) (single) Y.azz – Late Night (2023) (single) Bruno de Almeida – Cinema Imaginado (Volume 2)(2023) (álbum) – 01. Fear City Kateryna Avdysh – Hrytsyu (2023) (single) INÊS APENAS – Fim do Mundo (2023) (single) Colectivo Gira Sol Azul – Tangerina (2023) (álbum) – 06. estou a espera de ser grande Ana Lua Caiano – Mão na Mão (2023) (single) Marta Lima – Murmurio (2023) (EP) – 02. Murmurio MEMA. – Ligas (2023) (single) Rogério Godinho – Neighbours Of My Fear (2023) (single) KIKO & THE BLUES REFUGEES – Doktor Doom (2023) (single) Kimi Djabate – Dindin (2023) – 03. Alidonke T3D Bunny (feat. Marian Yanchik) – N1C3 L34P (2023) (single) Re_Imaginar Banda Monte Cara (2022) (EP) – 02. Sol Di Manhã Cidadela – Fragmento (2023) (single)
Cidadela – Fragmento (2023) (single)
Cidadela lançam primeiro single, “Fragmento”
Banda portuguesa segue estilo rock alternativo e vai lançar o primeiro álbum no final do ano.
Lisboa, 13 de fevereiro de 2023: A banda Cidadela lançou no início deste mês o seu primeiro single, “Fragmento”. O projeto nasceu em 2021 e o single é marcado pela inspiração em diferentes bandas e artistas de rock alternativo.
Assinado a quatro mãos, “Fragmento” é o novo tema do grupo português Cidadela, composto por quatro elementos que tocaram juntos de forma casual nos últimos anos. A composição do single parte da vontade de partilhar palavras, emoções e memórias, refletindo as experiências dos músicos Rui Sequeira na voz e guitarra, Tiago Fernandes no baixo, Rui David na bateria e David Tomás na guitarra. “Os últimos anos foram tempos de reclusão sobre nós mesmos, com muitas dúvidas sobre o presente, nostalgia pelo passado e ânsia pelo futuro. A música sempre fez parte do nosso dia a dia e na composição de ‘Fragmento’ encontrámos uma forma de dar sentido a todas as questões vividas. É um tema que fala, sobretudo, da espera por algo incerto, da saudade do que ainda nem vivemos e do pesar de podermos nunca chegar a viver”, afirmam os músicos da banda. Partindo de sons de violino interpretados com as guitarras, o tema destaca uma dimensão dramática conseguida através da conjugação de todos os instrumentos, da voz à percussão, passando pelas cordas e pedais de efeitos. Estão previstos vários concertos de apresentação do projeto, em datas a anunciar, pelo país. “Fragmento” já está disponível em todas as plataformas digitais e fará parte do álbum de estreia da banda, a lançar no final do ano.
Em 1976, o lendário Bana abre as portas do clube Monte Cara, o primeiro espaço cultural africano em Portugal. Monte Cara foi ainda uma editora, que à época lançou incríveis discos cabo-verdianos, e produtora responsável por levar a Lisboa artistas como Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira e Tito Paris. Com o espírito da época e as possibilidades infinitas do século XXI, renasce uma banda com a mais pura alma cabo-verdiana e inigualável swing. Um jazz-funaná com veia pop, pronto para as pistas de dança e reluzente nos registos históricos da nova lusofonia.
Em 1976, Bana inaugura em Lisboa o primeiro espaço dedicado à cultura de Cabo Verde, na Rua do Sol ao Rato, a que deu o nome de um monumento natural da ilha de São Vicente: Monte Cara
Monte Caratornou-se no primeiro espaço cultural africano em Portugal: um ponto de encontro, um clube cocturno; uma escola e laboratório musical, onde cantores e instrumentistas tinham a oportunidade de aperfeiçoar o seu talento; uma editora responsável pelo lançamento de alguns dos melhores discos da música de Cabo Verde
Foi um espaço de reencontro para os músicos que chegavam a Lisboa com o desejo de apresentarem o melhor das sonoridades e tradições das suas ilhas, assumindo um papel indelével na popularização da cultura dos países africanos de língua oficial portuguesa. Acolheu, ainda jovens, vários músicos e cantores das ilhas – nomes hoje consagrados como Armando Tito, Celina Pereira, Cesária Évora, Fantcha, Paulino Vieira, Tito Paris, Toy Vieira, entre muitos outros.
Leonel Almeidana voz, Zé António na guitarra, Toy Paris na bateria e Manuel Paris no baixo fazem agora renascer a mítica banda Monte Cara– que tanto prazer deu a quem dançava e aa escutava nessas noites dos anos 70 e 80.
O EP tem novas versões de temas emblemáticos, com a produção musical de TitoParis e que conta ainda com a participação especial de Toy Vieira nos teclados.
T3D Bunny (feat. Marian Yanchyk) – N1C3 L34P (2023) (single)
T3d Bunny e Marian Yanchyk dedicam tema a Mariupol – Ucrânia “O artista tem responsabilidade moral naquilo que cria” – é o mote de “T3d Bunny”, entidade artística que surgiu em 2020 sob o formato de A.R.G.
Foi a 24 de Fevereiro que o impensável se materializou no romper da madrugada entre clarões vermelhos e nuvens de enxofre a vir de terra – Mariupol, entre outras cidades ucranianas, foram das primeiras imagens da desumanidade dantesca, um cenário impensável a um mundo chamado civilizado, que chegou no clarim da manhã a todas as capitais europeias.
Passado um ano, “T3d Bunny” convidou Marian Yanchyk, violinista Ucraniano, com residência atual em Lisboa, para juntos honrarem não só Mariupol, como todas as vítimas da guerra, opressão, censura, preconceito, fanatismo e violência, que todos os dias nos surgem em todos os espaços noticiosos.
“N!C3 L34P” (Nice Leap) é a faixa produzida pelo “T3d Bunny” com a participação muito especial do violinista, Marian Yanchyk, tornando o seu instrumento como a voz principal da peça.
Segundo os dois artistas, o tema não aufere de letra, pois consideram o mesmo, “como reminiscências da língua universal, antes do homem ter o desaire de Babel e as tribos se dividirem”.
Assim deixam que a melodia e a voz arqueada do violino se tornem oradores principais desta homenagem, e sejam o grito rouco pela paz e pela liberdade de um povo que tem sido abafado por bombas, mísseis, explosões e tiros de metralhadora, numa assinatura temporal infernal… “Que o mar que banha Mariupol, se expresse com uma raiva de amor, que mesmo na tempestade mais violenta apresenta maior humanidade que o agressor, pois de manhã presenteia as praias com a candura das brancas espumas, filhas da tempestade da véspera”
Kimi Djabate – Dindin (2023) (álbum)
Kimi é considerado uma das ligações contemporâneas à preciosa herança da música griot, que emerge com seus ancestrais na região Ocidental de África
Kimi Djabaté é um músico e compositor guineense que, embora tenha nascido num centro de música mandinga, cedo se interessou por outros estilos de música como a dança local afro mandinga, gumbé, afrobeat, morna, jazz e blues, incorporando todas estas influências na música que cria e que já deu origem a 3 discos – Teriké (2005), Karam (2009) e Kanamalu (2016).
Os discos obtiveram excelentes críticas da imprensa internacional (Billboard, Financial Times, Boston Globe, Ípsilon/Público, entre muitos outros) e resultados nas tabelas como a World Music Charts Europe, onde chegou ao 2º lugar.
Em 2019, Kimi colaborou com Madonna num tema chamado Ciao Bella – que acabou por ser incluído na versão deluxe de “Madame X”, o último disco de originais da cantora norte-americana lançado este ano.
Kimi é considerado uma das ligações contemporâneas à preciosa herança da música griot, que emerge com seus ancestrais na região Ocidental de África. Nasceu no seio duma família pobre, mas com grande sabedoria musical. Aos três anos o balafón (xilofone africano) era o seu brinquedo, aos oito Kimi tornou-se fonte de rendimento para a família de pais griot, tocando em casamentos e batizados, e aos dez já estudava fora na aldeia vizinha, Sonako.
Depois de uma tournée na Europa, anos mais tarde, com o Ballet Nacional da Guiné Bissau, Kimi decidiu ficar na Europa e foi em Lisboa, onde ainda reside, que encontrou outras oportunidades para evoluir na sua carreira musical, dando início à sua carreira discográfica.
De momento, enquanto prepara o disco sucessor de Kanamalu, Kimi continuará na estrada, tanto a solo como em banda. O seu riquíssimo espetáculo ao vivo presta homenagem, enaltecendo e encorajando o seu povo, através de um reportório de músicas, escritas por si e que dão eco ao espírito de uma África contemporânea habitada pelas memórias e pela coragem para um novo olhar.
Lançamento dia 24 de Fevereiro de 2023.
Tracklist:
Dindin
Ná
O Manhe
Kambem
Alidonke
KIKO & THE BLUES REFUGEES – Doktor Doom (2023) (single)
KIKO & THE BLUES REFUGEES – Doktor Doom (2023) (single)
KIKO & THE BLUES REFUGEES LANÇAM O NOVO SINGLE INSPIRADO NA ATUALIDADE “DOKTOR DOOM”
“Hey Doktor Doom, you must be putin’ me on!”
“A receita do Doktor Doom funciona! Vitamina sonora para mexer o corpo e a Alma! Let’s Party! Man so groovy!” – Álvaro Costa
E se neste momento, onde você está, entrasse Estaline, Hitler, Pol Pot, ou outro desses déspotas assassinos que a história continua a regurgitar? Você está cara a cara com ele. O que vence? O medo com que eles constroem o seu rasto de violência? Ou será que seria capaz de o desafiar, questionando as insuportáveis consequências dos seus actos? A pergunta que nós, aconchegados nas nossas democracias, devemos fazer é a até onde somos capazes de ir para defender a nossa forma de vida. Só assim lhe damos verdadeiro valor.
Esta é a premissa de “Doktor Doom”, o novo single de Kiko & the Blues Refugees, um encontro fortuito com uma dessas figuras históricas (ou actuais…) na forma do desafio de um blues dinâmico, bem-disposto e também disposto ao combate. “So come on man, just do what’s right” E você? Assobiava para o lado?
A banda constituída pelo músico, compositor e produtor Kiko Pereira, António Mão de Ferro (guitarras), Jorge Filipe Santos (teclados), Carl Minnemann (baixo) e João Cunha (bateria) lançou em 2021 o álbum de estreia “Threadbare” considerado pela crítica nacional e europeia como um dos “melhores do ano”.
O novo álbum, já em produção, tem lançamento previsto para finais de 2023!
A próxima oportunidade para ver Kiko & The Blues Refugees ao vivo é já no dia 25 de Fevereiro, às 19h, na próxima edição do evento “Simplesmente…Vinho” que acontece na Alfândega do Porto.
Rogério Godinho – Neighbours Of My Fear (2023) (single)
Rogério Godinho – Neighbours Of My Fear (2023) (single)
Saiu no Spotify no dia 17 de Fevereiro.
créditos:
Do Álbum “We Change”
Música, Voz e Rhodes: Rogério Godinho Letra: Sam Azura Arranjo: Rogério Godinho e Francisco Sales Produção musical e Guitarra Elétrica: Francisco Sales Baixo elétrico: Rui Pedro Pity Bateria: André Silva Mistura e Masterização: Mo Hausler
ELIS NEON – Idle Hands (ft. Lindsay Lucas)
ELIS NEON – Idle Hands (ft. Lindsay Lucas)
ELIS NEON lança single “Idle Hands”
“Idle Hands” é o novo single de ELIS NEON, nascido da colaboração com Lindsay Lucas, vocalista/produtora norte americana. Uma viagem pelo mundo do trip hop e R&B comandada pela incrível voz de Lindsay Lucas, um crescendo apoteótico que nos prende com um baixo e beat minimais para nos libertar num caos entre o orgânico e o digital.
O lançamento, que conta com carimbo da Universal Music Portugal e da CRVVO Records, está já disponível em todas as plataformas.
ELIS NEON é personagem que ilustra o trabalho conjunto de André “Beiro” Dias e Fred Severo, músicos e produtores portugueses. Seguindo de perto a pegadas da mais recente vaga de Jazz que absorve influências de todos os outros géneros, ELIS NEON cria uma fusão do orgânico com o digital, elevando a sonoridade de ambos para algo que transcende os limites de cada género musical.
Lindsay Lucas, vocalista/produtora norte americana, conta já com colaborações com artistas como French Montana, Russ, JAY ELECTRONICA ou A$AP Twelvyy. Idle Hands marca a sua primeira colaboração com ELIS NEON.
MEMA. lança o novo single “Ligas”, canção que se segue a “Imortal” e retirada do seu disco de estreia “LeveEscuro”, um álbum com lançamento agendado para 21 de abril.
“Ligas” é a nova canção a ser revelada por MEMA. e que não só antecipa o lançamento do aguardado primeiro disco da cantautora aveirense, como nos desvenda já um pouco mais do universo deste longa-duração.
Numa sonoridade uptempo e convidativa ao passo de dança despreocupado, em “Ligas” a artista vai refletindo em temas importantes numa letra que não passa despercebida: “É um hino para todos aqueles que preferem mil vezes serem eles próprios do que iguais à norma. Fala ao coração do introvertido ou simplesmente do que se sente sobrecarregado pelo ruído e pressão social. Uma ode à neurodiversidade, uma tentativa de normalização de um serão em casa em noite de festa”, confessa MEMA. ao falar do seu novo single. ”Ligas” é um tema produzido por MEMA., escrito pela própria em conjunto com o artista Luís Água (SLR) e com mistura da australiana Ruby Smith e masterização da britânica Katie Tavini.
“LeveEscuro” além de já ter data edição tem também confirmadas as datas das primeiras apresentações ao vivo. A 5 de maio a artista sobe ao palco do Musicbox em Lisboa, um espetáculo que contará com várias surpresas a anunciar em breve. A 27 de abril, MEMA. atua na sua terra natal, no Teatro Aveirense.
Festival Django Portugal – Marian Yanchyk & Nuno Marinho (entrevista)
Marian Yanchyk e Nuno Marinho vieram na Rádio Olisipo apresentar o Festival Django Portugal, que irá acontecer em Junho e Julho 2023.
A 3ª edição do FESTIVAL DJANGO PORTUGAL acontece em Junho e Julho de 2023 em Lisboa, Coimbra, Évora, Beja, Elvas, Cascais e Sesimbra. Todas as semanas trazemos o melhor do Gypsy Jazz Manouche e Sinti do mundo. Concertos, Workshops e Jam Sessions para toda a família.
Tim Kliphuis – Honeysuckle Rose Marion & Sobo Band -Johnny
Marta Lima – Murmúrio (2023) (EP)
Marta Lima lança o seu primeiro EP “Murmúrio”
A ambição de Marta Lima em conferir ao pop português uma nova visão, com pequenas incursões pelas cores e ambientes do jazz e do indie, levou a que no início do ano de 2020 iniciasse a escrita de canções delicadas e sinceras, denotando um claro cuidado pela harmonia entre a palavra e a música.
Murmúrio, o seu primeiro trabalho, é composto por quatro temas produzidos pelo músico terceirense Cristóvam, misturados por João Ornelas e masterizado por John Ruberto, e da prestação musical do baterista Francisco Santos, da teclista Maria Carvalho, do baixista Vasco Trindade e do guitarrista Afonso Lima. Deste EP, foram singles No Mesmo Instante e Casa do Ilhéu. O primeiro aborda a diferença emocional de momentos, entre a intensidade do tão breve vivido e do nefasto brilho que o presente vislumbra e Casa do Ilhéu enuncia os mais belos tons de clareza, abertura e comunhão perante as leves brisas do Ilhéu, onde a companhia se torna eterna, mesmo que fugaz à luz do tempo. Será com estas canções e outras ainda por editar que ornamentará os seus espetáculos ao vivo, projetando-se para o início de 2023 a tour de apresentação deste seu primeiro trabalho.
Ficha Técnica Misturado por João Ornelas masterizado por John Ruberto Produção do Cristóvam Baterista Francisco Santos Teclista Maria Carvalho Baixista Vasco Trindade Guitarrista Afonso Lima
Capa de EP por Cláudia Moreno & Adriana Conceição
Concertos de Apresentação do EP 2023
29.01.2023 Centro Cultural de Lagos, com convidado especial Gil do Carmo 02.02.2023 Casa da Música 03.02.2023 Ciclo Holograma, Gaia 04.02.2023 Fnac Norteshopping 05.02.2023 Fnac Santa Catarina 17.02.2023 Cossoul 25.02.2023 O Bar mais triste da Cidade, Lisboa 28.04.2023 Centro Cultural Malaposta
Quem é Marta Lima? A cantautora Marta Lima nasceu no ano de 1999, em Lagos. A conexão com a música foi ponto assente ao longo de praticamente toda a sua infância, tendo desenvolvido uma paixão crescente pelos anos fora. Mudando-se para Lisboa, as primeiras aparições em público começam a despontar, assim como a escrita das primeiras canções. No ano de 2020 inicia os seus estudos na escola de jazz do Hot Clube de Portugal, assumindo com preponderância e profissionalismo a sua carreira musical. A maturidade que viu sem si brotar desde então, fez com que melhorasse a sua composição, despontando a vontade de partilha do seu trabalho para com o público.
Ceremony – Carlos Mil Homens (Eventos – Entrevista)
Ceremony – Carlos Mil Homens (Eventos – Entrevista)
Carlos Mil Homens veio para os estúdios da Radio Olisipo, para apresentar e divulgar a sua residência artística no Largo Residências, No Quartel (Largo Cabeço de Bola). A residência é quinzenal e promete várias surpresas musicais.
Descrição: Ceremony são 20 anos de estudo, experiências e viagens. Um espectáculo a solo que é um compêndio de tudo aquilo que viveu. Uma vivência com ênfase na procura da diferença, da unicidade. É o resultado de tudo aquilo que é enquanto artista, um reflexo transversal do espírito. Autodidacta, foi este percurso ímpar fora da normalização das instituições que ajudou Carlos Mil-Homens a tornar-se num artista original, alguém com uma visão peculiar da música. Trabalhou com Madonna, José Mário Branco, Fausto. Criador de Bela Ensemble, Gondwana, Crocodilo Criollo.
Tracklist: Ceremony – Soleaberimba (Carlos Mil Homens) Ceremony – Whistles(Carlos Mil Homens)