seBENTA – Cabeça Dura (2022) (single)

Os seBENTA assumem cada vez mais um lugar de excelência no panorama do rock nacional como uma das melhores bandas da atualidade. Com uma qualidade inquestionável, a banda vai evoluindo de álbum para álbum. Estando sempre junto dos seus fãs, a sua história é hoje, maior que ontem, porque acreditar é mais que tudo.

O Inicio… 18 de Maio de 2004! Os seBENTA, iniciam a sua atividade, e lançam um EP em formato digital e com download gratuito, tornando-se um verdadeiro trampolim para o começo da gravação do primeiro álbum… “Bem, Pensando Assim” foi o primeiro single da banda. Retirado do álbum “O Beijo” (2006), estreou na Antena 3 e tornou-serapidamente num sucesso de popularidade de rádio. Dois anos depois, com o tema “Ver Vamos” (2008), retirado do álbum “Efeito Secundário”, lançado no mesmo ano, a banda criou um verdadeiro hino de rádio e televisão. E quem não se lembra de ouvir “Balas de Prata” e “Olhos de Quem”? Temas que foram tantas vezes ouvidos e preferidos dogrande público em séries televisivas de grande audiência.

Em 2012 e 2013, anos em que o mundo podia acabar, os seBENTA fizeram-nos acreditar que o amor tudo pode com “Grita Pelo Nosso Amor” e iniciam uma Tour com mais de 100 espetáculos por todo o país, com concertos marcantes, como foi o caso da sala principal do Cinema São Jorge em Lisboa, durante este ano é lançado o álbum“Coração Parte Um”.

Em 2016 a banda surpreendeu tudo e todos com o álbum Raio-X, reunindo Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e o famoso surfista Garrett McNamara no single “VIVE”. Foi um álbum que colocou a banda em lugar de destaque nos escaparates do rock nacional. Seguindo-se uma Tour por clubes e grandes espetáculos por todo o país.

Nos anos de 2017/18 e ainda no rescaldo do álbum “Raio-X” destacam-se dois grandes concertos internacionais, o “Musicfest” no Luxemburgo e o “Grito Rock Praia” na cidade da Praia em Cabo Verde.

2019: os seBENTA assinalaram os 15 anos da banda e proporcionaram um grande concerto no Lisboa ao Vivo (LAV), para uma plateia completamente rendida.

Em 2020/21 os seBENTA assinam contrato com a multinacional Sony Music e lançam o single “Mundo Irreal” que vê a sua estreia na Antena 3, num ano pandémico e com fortes confinamentos, a banda é convidada por Tim (Xutos & Pontapés), a fazer dois espetáculos na “A Casinha” via streaming, tornando-se num sucesso de bilheteira e no mesmo ano, os seBENTA são convidados a fazer a sala principal da Casa da Música (Sala Suggia), com um concerto memorável. Em 2021 os seBENTA lançam novo single “Ao Teu Lado”, e preparam-se para entrar em estúdio, para a gravação do novo álbum “(Maior)idade), que contou com a produção de Samuel Palitos (GNR, Censurados, A Naifa, etc), dos próprios seBENTA, tendo sido misturados alguns temas por Makoto Yagyu (Paus). 2022 A Maior idade dos seBENTA! Os seBENTA editam “(Maior)idade)” em Março e o álbum entrou diretamente para o 14o lugar do Top de Vendas Nacionais

e que apresenta o rock dos seBENTA com o carimbo de qualidade que nos foram acostumando, Na mesma data sai um novo single “Meio Amor”, que rapidamente se alastrou nas rádios nacionais, tendo sido apresentado o álbum a 20 de Maio, num concerto no Village Underground Lisboa, bem como, continuam a apresentar a sua Tour “(Maior)idade” por todo o país!

2022 foi ainda o seguimento da Tour (Maior)idade por todo o país!

2023 será um ano de novos singles e de 19 anos de carreira… A 6 de janeiro os seBENTA lançam “Cabeça Dura”, o último single a ser lançado do último álbum “(Maior)idade”, com apresentação em concerto no Tokyo Lisboa, ainda no decorrer primeiro trimestre do ano, sairá um single inédito, denominado Maré! 2023 terá um novo espetáculo e a continuação da força do rock dos seBENTA, estando a ser preparadas muitas novidades para a Tour que se segue… Os seBENTA com tantas provas dadas continuam a fazer dos seus concertos momentos únicos e imperdíveis! A banda continua a ser contagiada com a energia recebida pelo público tanto nas melhores salas nacionais como fora do país. E de olhos postos no momento presente, a banda promete voltar a surpreender!

Ines Apenas – Um Dia Destes (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/ines-apenas-um-dia-destes-2022-single/s-yGNaIy4pFGy?si=36d9b39908314568ba5f73768b6a91c2&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

A versão acústica de “um dia destes” antecipa a participação de INÊS APENAS no Festival da Canção 2023

A cantora, compositora e pianista INÊS APENAS lança a versão acústica da faixa-título do EP de estreia. A artista nasceu em Paris e reside em Leiria desde os 3 anos de idade. Depois de se formar no Orfeão de Leiria e da licenciatura em Piano Clássico na ESMAE, no Porto, junta-se a Surma, como ‘backing vocal’ na atuação do Festival da Canção 2019.

Em 2022, edita o EP de estreia que contabiliza mais de 80 mil streams nas plataformas digitais. No verão, lança com o coletivo AVALANCHE, NED FLANGER e Tom Maciel, o tema “Batata Frita”, que ocupa semanalmente lugares cimeiros no top A3.30 da Antena 3.

INÊS APENAS prepara-se agora para o Festival da Canção 2023, depois de ter sido escolhida através da livre submissão de temas originais que contou com mais de 650 participações públicas. A canção candidata a representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Liverpool, será revelada a 19 de janeiro, nos canais oficiais do Festival da Canção da RTP.

Iuri Oliveira e Edu Mundo – Casa (2022 (single)

Iúri Oliveira, percussionista de inúmeros artistas e bandas do panorama nacional e internacional, lança mais uma canção autoral de nome “Casa”. Quem dá voz à mesma é Edu Mundo, companheiro, amigo e confidente de Iúri Oliveira convidado a participar. Iúri Oliveira e Edu Mundo partilham a mesma família de instrumentos assim como artistas que acompanham. Iúri, viu em Edu Mundo a voz e o timbre para abraçar esta “Casa”.

O simbolismo desta música é a melancolia e saudade de alguém que nos deixa.

Depois de “Habitat” cantado pelo Manuel Rocha e lançado a 10 de Janeiro de 2022, o músico debruça-se desta vez numa composição mais complexa e com letra de sua autoria. A Iúri Oliveira e Edu Mundo, junta-se o músico Carlos Garcia no piano e sintetizadores e Paulo Lourenço no Baixo e Mistura do tema. Na Masterização, o icónico António Pinheiro da Silva. No artwork da capa de single, Ricardo Corga \ RIMA STUDIO.

Attachment.pngIúri Oliveira Musician | Percussionist | Composer | Tour Artist | Studio Session Artist | Educator
iuri_perc@hotmail.com +351 914415938
Lisbon, Portugal www.iurioliveira.com

O Marta – Fado à Portuguesa (2022) (single)

O MARTA 
MELHOR PROJETO MUSICAL SUPER EMERGENTE

O Marta,  projeto artístico a solo do artista viseense Guilherme Marta, vence o prémio para Melhor Projeto Musical Super Emergente na 4.ª edição do Festival Emergente, do qual fez parte do cartaz.Depois de subir ao palco num Musicbox cheio no passado dia 28 de dezembro em Lisboa, O Marta conquista o principal prémio do Festival Emergente, aquele que dá destaque ao Talento Super Emergente da música nacional, confirmando-o como uma das grandes apostas do amanhã.Recentemente o artista editou o novo e desafiador single, “Fado à Portuguesa”, canção que nos vem colocar em contemplação das nossas raízes, do cancioneiro nacional e da nostalgia associada a ser-se português. Esta canção/provocação conta ainda com um vídeo realizado por Diogo Pontes que já se encontra disponível no canal de YouTube do artista.

Hadessa – Fortuna (2022) (single)

Em dia de reis nasce HADESSA, artista emergente da música portuguesa, que lança o seu single de estreia “Fortuna” em conjunto com um videoclipe oficial realizado por Ana Ladislau e JoannaCorreia. Esta é a sua primeira apresentação ao público e antecipa a edição do seu primeiro trabalho.

HADESSA promete ser a artista-sísmica que vem abalar a cena musical portuguesa em 2023. Com uma estética sumptuosa, a cantora, compositora e multi-instrumentista cria lugares imaginários com música cantada em português e que alia a uma vertente visual carregada de símbolos e referências para deleite dos nossos sentidos.

A cantautora refere: “Fiz um álbum de estreia. As minhas canções anseiam por se mostrarem ao mundo e não me faria sentido mostrar-me a mim, também, a medo. Estreio-me no esplendor que mereço, obstinada a criar um lugar na música que seja meu, à minha imagem.”

O tema “Fortuna” é esta ocupação do lugar que a artista quer criar para si mesma, é a primeira música do álbum de estreia com o mesmo nome, e define-se como prólogo de uma história. Tal como nos clássicos, é uma invocação, não à musa mas à deusa Fortuna, para que conceda os dons, em troca de devoção.
A canção, originalmente inspirada nos spirituals da América do Norte, foi produzida por Momma T, conferindo-lhe uma aura trip hop à qual foi acrescentada uma guitarra portuguesa frenética saída dos dedos de L-Capitan. A decorrência desta mistura é um hino tenso, intenso, sensual e sensorial que encapsula a persona artística de HADESSA e a eleva ao estatuto da diva pop que há muito ansiávamos ver em Portugal.

O vídeo, lançado juntamente com o single-prólogo “Fortuna”, parte de uma ideia original de HADESSA. O ambiente do vídeo é, tal como o nome aponta, opulento e luxuoso, ainda que com um pendor decadente.

“A música tem um simbolismo tão forte que o vídeo não podia também deixar de o ter. Estão presentes referências culturais complexas que me definem enquanto mulher e artista: a alusão ao panteão romano, ao Rosh Hashaná, que aliás é celebrado no início do ano judaico com vinho e romãs, aos rituais do dia de reis, daí a escolha desta data para a estreia. Na concepção dos ambientes, inspirei-me em três quadros de Josefa de Óbidos com temas católicos. Existem várias camadas de leitura”. Para a artista, a reinterpretação da sua herança cultural assim como a apropriação e ressignificação de símbolos e conceitos é ponto de honra na sua estética. 

”Fortuna” é a primeira canção do disco de estreia de HADESSA que será editado, de forma completamente independente, ainda no primeiro semestre de 2023.

Conheça HADESSA:
HADESSA é um novo projeto da música portuguesa. A infância passada a ouvir Fado, a juventude a descobrir as músicas tradicionais e a curiosidade pelas músicas do mundo são audíveis no seu trabalho, que não é alheio às influências blues, jazz, hip-hop, rock, pop. Cada canção é única e reflete uma faceta diferente da artista, que não se enquadra em apenas um género musical. 

A música de HADESSA é o veículo das suas palavras. No princípio é o verbo e a sua mensagem. Os poemas das suas composições abrangem as inquietações e alegrias do coração e da vida, e cada canção é um planeta. Fala-nos de maternidade, sexualidade, precariedade, desigualdade e clandestinidade, mas também de abandono, relações tóxicas e doença mental em intricadas mas tangíveis fábulas. “Escrevo sobre o que conheço, o que vivo, o que observo e o que imagino. Cada capítulo da minha vida tem mil finais alternativos que me levam, na minha imaginação, porém invariavelmente, à destruição. Sinto necessidade de contemplar as possibilidades trágicas da vida para reconhecer a minha existência feliz e pacífica, como se apenas conhecendo a dor profunda, pudesse também conhecer o zénite do prazer”, diz-nos HADESSA.

O Meu Disco É Melhor Que O Teu (2a temporada)EP#9 João Espadinha “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar”

Sucessor de “Kill The Boy”, de 2018, “Em Terra Alheia Sei Onde Ficar” traz-nos uma aproximação do autor ao universo das canções, mas sem nunca virar as costas à matriz jazzística que marca o seu percurso artístico.

Encontrar lugares comuns entre diferentes contextos musicais, nomeadamente resgatar o espaço que a canção (ainda) tem no universo do jazz, e o espaço que a improvisação pode ter no universo das canções. Estes são alguns dos desafios a que o compositor e guitarrista se propõe neste novo trabalho.

O resultado final combina eléctrico e acústico, escrito e improvisado, cantado e instrumental, num universo musical onde cada um tem o seu lugar, mesmo em terra alheia.

Venham connosco visitar esta terra, a nova terra de João Espadinha… em mais um… O Meu Disco É Melhor Que O Teu.

Senhora do Ó – José Embala o Menino (2022) (single)

1o Single do novo Álbum PELE – Lançamento 6 Janeiro 2023

JOSÉ EMBALA O MENINO – Senhora do Ó I Arranjo, Vozes
Filipa Vieira I Fotografia
Ana Santos I Maquilhagem Andreia João I Capa
Misturado e produzido por Senhora do Ó
(Sintra 2022)
Masterizado por Clara Araújo na Arda Recorders (Porto 2022).

SENHORA DO Ó, é o projeto solo da cantora sintrense Andreia João, adufeira, compositora, arranjadora e produtora musical desde 2012. Uma fusão entre o sagrado e o profano, inspirado inicialmente no repertório da tradição oral portuguesa. Uma busca da voz interior independente da lírica. Entre outras experiências, Andreia gravou os coros do último disco de Isabel Silvestre, participou numa faixa do último disco do produtor Júlio Pereira, e mais recentemente com Kumpania Algazarra. É a cantora/performer da banda nacional NOIDZ, e reforçou o coro do artista Roberto Leal nos últimos 12 anos da sua carreira. Em breve, ao lado de Gonçalo Sarmento no seu projeto ULULO.

INFLUÊNCIAS, vão desde as paisagens sonoras e emocionais ligadas ao Fado, passando pela Lusofonia e todas as suas cores, com base cativa no repertório de tradição oral e nos cantos polifónicos ancestrais, que praticou com o grupo de Mulheres – CRAMOL. As Culturas xamânicas
em todo o mundo são fontes de enorme inspiração, assim como produtores e músicos que conseguem fundir sons orgânicos e
eletrónicos e bases tradicionais com ferramentas contemporâneas.

PELE, será o título do 3o álbum digital com previsão de lançamento no último trimestre de 2023. A data de lançamento digital do primeiro single é dia 6 de janeiro, e será uma versão do embalo tradicional JOSÉ EMBALA O MENINO, oriunda de Monsanto, Idanha-a-Nova, canção do repertório oral habitualmente cantada a solo, sem polifonia. Seguir-se-ão caminhos e plásticas mais despidas e orgânicas, onde a intenção é apenas a de deixar sair as canções sem grandes artefactos, para deixar uma nova pele mostrar-se sem grandes pudores. E desta vez, canções com histórias descodificadas muitas delas em português, às quais se juntarão vários músicos convidados.

senhora.info@gmail.com
https://linktr.ee/Senhora

Ruca Rebordão Feat Luiz Caracol – Minha Terra (2022) (single)

O terceiro single “Minha Terra” descreve a forma de estar e viver num lugar ideal, livre igualitário, justo. Um texto sempre atual, um sonho que guia a construção do álbum “Mestiço Atlântico” que estará disponível no mercado digital no início de 2023.

“Minha Terra” – letra de José Fialho Gouveia, e conta com a participação especial de Luiz Caracol – composição da música, voz e guitarras.

A produção do tema e do disco é de Ciro Bertini, que também participa como músico convidado em diferentes temas e composições em parceria com Ruca Rebordão.

Singles já editados do álbum “Mestiço Atlântico”
• “Vale Santiago” (2020) com interpretação de Rão Kyao na flauta de bambu, Tony Pinto nas guitarras, Gustavo Roriz no baixo eléctrico, Ciro Bertini no Acordeão, Ivo Costa na bateria e Ruca Rebordão na percussão e voz; (2021) – todos os instrumentos e voz de Ruca Rebordão.

Ficha técnica de “Minha Terra” – Ruca Rebordão
Música – Luiz Caracol
Letra – José Fialho Gouveia
Percussão e co-produção – Ruca Rebordão
Voz, Guitarras, Cavaquinho e Baixo – Luiz Caracol
Flautas – Ciro Bertini
Coros – Luiz Caracol e Ciro Bertini
Produção – Ciro Bertini
Mistura e masterização – Ivo Costa

Gravado nos estúdios: Pimenta Preta, Ruma

Emanuel – Rave Modernism One (2022)(EP)

Emanuel / Rave Modernism One EP
CITIZEN:KANE’s meets Jaroška on this split EP

Marco Guerra invited Lithuania based Deividas Jaroška for Maquiavel’s sixth release and the result is a four track Split EP with one original from each and a remix of the other’s original track.
The track “Emanuel” opens the EP and points straight to the dancefloor. Marco Guerra aka CITIZEN:KANE created a direct, muscular track with that acid flavour we’re already used to listening to in his music.
Jaroška signs the remix of “Emanuel” and the sweat on the dance floor rises to a dizzying speed. A track where the underground culture is very present, be prepared for this bomb!
The third track is an original by Jaroška featuring VNNNV. “Rave Modernism One” is a track that enters the amen driven downtempo universe, with a complex production full of details.
The EP ends with CITIZEN:KANE’s remix for “Rave Modernism One”, in a deep house approach that appeals to introspection and shoegazing.

CITIZEN:KANE & Jaroška – Emanuel / Rave Modernism One [Split EP]

Tracklist:

  1. CITIZEN:KANE – Emanuel
  2. CITIZEN:KANE – Emanuel (Jaroskavibes Remix)
  3. Jaroška (Feat. VNNNV) – Rave Modernism One
  4. Jaroška (Feat. VNNNV) – Rave Modernism One (CITIZEN:KANE Remix)

Composition, production, mix (track 1): Marco Guerra
Composition, production, mix (track 3): Deividas Jaroška w/ VNNNV
Remix track 2: Deividas Jaroška
Remix track 4: Marco Guerra
Artwork: Frutaria & Filhos
Mastering: Bruno Pereira
Maquiavel #006. 2022 . Digital only

:::: Release date: 09.12.2022 ::::

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

Foggy – Hold Tight (feat. JoLy, Gino Soccio Cover)(2022) (single)

“Hold Tight”
Feat. JoLy
https://www.instagram.com/joly.bmore/

Gino Soccio Cover (from 1981)

Video by Contra Campo:
https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=j2gXk0ySFnI&t=96s

Ruca Rebordão – O Dundo (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.

As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola),
Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com
Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de Rão
Kyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro,
destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino;
“Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “
Bule-Bule – Novas Danças Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.


Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan
Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020
Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou
mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com

Ruca Rebordão – Vale Santiago (2022) (single)

Percussionista e compositor com mais de 30 anos de carreira como músico profissional com base em Portugal. É natural de Angola, emigrou jovem para o Brasil, residiu na Austrália e USA. Atualmente vive em Portugal. Iniciou a sua paixão pela percussão ainda em Angola, mas foi já no Brasil que tomou contacto mais aprofundado sobre instrumentos e ritmos brasileiros. Estudou na Escola de Artes e Ofícios no Rio de Janeiro, na Juventude Musical Portuguesa em Lisboa e na Universidade de Sydney na área de World Music.
As suas influências são muito variadas, oriundas quer da sua experiência de vida pessoal quer do contacto com músicos de todo o planeta, mas África Austral, Países Mediterrânicos, Brasil e Cuba
são as mais marcantes na sua musicalidade e composições. Gravou e/ou tocou com inúmeros artistas quer a nível nacional quer internacional, entre eles: Sadao Watanabe (Japão – onde realizou tournés durante oito anos consecutivos); Rão Kyao, Madredeus, Teresa Salgueiro, Paulo de Carvalho, António Chaínho, JP Simões, João Gil, Mariza, Sergio Godinho, Paulo de Carvalho, Vitorino, Camané, Luiz Caracol, Joana Amendoeira, Ana Laíns, Silvana Peres, Maria João entre muitos outros (Portugal); Anna Maria Jopek (Polónia); Susan Palma-Nidel, Melody Gardot, Tommy Campbel, Steve Thornton, Leo Travessa, Melissa Meell (USA); Ivan Lins, Martinho da Vila, Toquinho, Fafá de Belém, Fred Martins, Flávia Bittencourt, Daniela Mercury (Brasil); Alejandro Sanz, Rosana (Espanha); Karl Seglem (Noruega); entre outros. Membro e/ou fundador de bandas como Palmares (Austrália), A Fúria do Açúcar (banda Pop de grande sucesso em Portugal), N’Goma Makamba (Grupo de percussão tradicional de Angola), Orquestra Salpicante, D’Alambre, Couple Coffee e Takatum. Em 2011 formou o duo Samadhi com Rão Kyao e gravaram o álbum de estreia “Pure Light”. Participa igualmente no projecto solo de RãoKyao há 18 anos tendo já gravado 8 álbuns do flautista português.

Ruca já gravou mais de 180 álbuns e 8 Dvd ́s ao vivo. Tocou nos melhores teatros e salas de espectáculo de várias capitais mundiais e cidades importantes de cada país. Para além disso, foi professor de vários workshops e master classes para alunos de percussão no Japão e em escolas e conservatórios em Portugal. Foi também o convidado especial no Festival de Percussão e Bateria
no Lavra em 2010.
Mais recentemente tem também desenvolvido projectos que interligam música, dança e teatro, destacando:
Espande! (2015) no Museu do Papel em Paços de Brandão com direcção de Madalena Victorino; “Roda Atlântica” (2016) com coreografia de Marta Coutinho; “Bule-Bule – Novas Danças
Tradicionais” (desde 2016 em apresentações várias); Tour na Argentina (2019) no âmbito da troca e mostra cultural com o projecto Bule-Bule e Luiz Caracol em Santa Fé, Rosário,Tostado e Buenos Aires; Espetáculo comunitário “Afluentes” com Marta Silva e Marta Coutinho em Mangualde, Fornos de Algodres, Nelas e Gouveia, 2022; Grupo Takatum, actualmente com três espectáculos em carteira.
Atualmente toca em diferentes projectos musicais (Rão Kyao, Nancy Vieira, Trio Orfeu, Susan Palma-Nidel, Joana Amendoeira, Silvana Peres, Bule-Bule e Takatum). Lançou em 2020 Santiago”, o primeiro single do seu próprio álbum a editar em 2023. Em outubro de 2020 lançou mais um single de sua autoria “O Dundo”, onde homenageia a sua cidade natal em Angola.

www.rucarebordao.com