Prehistoricos – “7488” (2022) (EP)

Prehistoricos – 7488 (2022)(EP)

7488 é o disco de estreia de prehistoricos!

Uma explosão de jazz, rock, funk e muito mais.

Prehistoricos tem na sua sonoridade uma combinação de gerações, fruto das vivências que cada um dos músicos traz para estúdio. Prehistoricos trazem-nos uma fusão de jazz, rock, world music, funk e até hip-hop no seu EP de estreia.

O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e para ser ouvido com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte. Um disco que é quase que uma compilação das longas horas de ensaios e concertos que foram tendo ao longo dos anos.

Ao comando do baixista César Correia juntam-se no núcleo duro os irmãos André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva e Carlos Pires. O EP conta ainda com a participação de André Moreira, Dikas, Tânia Tavares e Vicente.

O disco foi gravado entre os estúdios tuff, BEEP e Comcordas e foi misturado por João Santos e masterizado por Paulo Abelha.
O EP, que terá uma edição física e digital, já está disponível no site da editora tuff.pt, para pré-reserva, dado que o mesmo sairá no dia 14 de Outubro. 

A festa de apresentação do projeto e EP será já no dia 15 de Outubro na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.


Sobre a música “Repeat/Tones”:
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
Vejam o video Repeat/Tones aqui: https://youtu.be/r_H3Vu51aQA

Sobre a música “T3”:
O projeto prehistoricos existe na cabeça de César Correia e dos outros músicos há vários anos. E o problema foi sempre um: o Tempo. E é disso que o T3 fala. Da voracidade do tempo que nos leva momentos e que faz com que não aproveitemos a vida como o espectáculo que deve ser. O tempo que nos consome e não nos deixa fazer aquilo que mais gostamos. Este que foi o primeiro tema a ser composto pela banda.
Vejam o video T3 aqui: https://youtu.be/ckCowkC4ehk

Sobre a música “Zé Libório”:
Zé Libório é uma daquelas personagens que existem em todos os bairros. Um pintas com a mania que era maior que os outros. É uma personagem da infância de César Correia, que marcou muito o seu crescimento e esta música seria a banda sonora perfeita para se um dia fizessem um filme sobre o Zé Libório.

Vejam o video Zé Libório aqui: https://youtu.be/3imMbXZhhvQ
prehistoricos no Spotify: https://bit.ly/prehistoricos-no-spotifyMais informações em: tuff.pt/prehistoricos/

Lobo Mau – “Agarrado ao Mundo” (2022) (álbum)

Lobo Mau – Agarrado Ao Mundo (2022) (álbum)

AGARRADO AO MUNDO é o 3º álbum de LOBO MAU com lançamento marcado para 14 de Outubro de 2022.
 
LOBO MAU é a banda de David Jacinto, Gonçalo Ferreira e Lília Esteves. Depois de colaborarem na mítica banda TvRural, uniram-se na criação do universo sonoro das canções que nascem da sua partilha artística, enquanto músicos, autores, compositores, intérpretes e produtores.
 
Depois de NA CASA DELE (LP, 2020) e VINHA A CANTAR (EP, 2021), a banda prepara-se para apresentar o seu mais recente trabalho de originais, numa edição de autor apoiada pela República Portuguesa, através do ‘Programa Garantir Cultura’.
 
São 9 canções que nos transportam para o universo folk/rock português, tão característico da banda, em comunhão com o resultado da experimentação de novas texturas sonoras, como vem sendo habitual na composição do trio lisboeta e na personalidade sonora do lobo. À linguagem melódica e lírica que nasce da comunhão criativa dos 3 autores, compositores e músicos de Lobo Mau, juntam-se nestas canções a ousadia da electrónica, o arrojo dos trompetes e dos kazoos, e a insistência da caminhada no ritmo das peles, das cordas e das teclas que acompanham a génese das canções – a guitarra e as duas vozes.
 
Agarrado ao mundo, o lobo continua a sua perpétua caminhada e contempla, reflecte, transforma-se e uiva por trilhos sinuosos e desconhecidos, mas aos quais pertence.
 
Com a contribuição dos músicos João Pinheiro na bateria, David Santos no baixo, Jorge Machado na percussão e electrónica, João Gil nas teclas e Moisés Fernandes no trompete, este álbum é a afirmação poética e musical que se segue no percurso da banda.
 
www.lobomau.bandcamp.com
www.facebook.com/Lobo.Mau.Musica
www.instagram.com/lobomau_musica
www.youtube.com/channel/UCfk2yvg71nqsunI37Bmav1g/featured

António Vale da Conceição – “Slower” (2022) (single)

ANTÓNIO VALE DA CONCEIÇÃO ANUNCIA SEGUNDO EP AT YOUR SERVICE, MA’AM 2 COM SINGLE “SLOWER”.

SINGLE “SLOWER”

“Slower” – A canção de uma só frase.

O que inicialmente parece ser a gravação de uma confissão, rapidamente se transforma num tema de banda sonora dos anos 60 onde os violinos choram a única frase cantada e os metais acentuam a gravidade da confissão.

“Slower” é o tema que vem arrastar as memórias deste verão para o outono e inverno, abrandando o tempo e perpetuando os prazeres que não queremos terminados, nunca – não fosse a única frase da canção: “If this is dying slow… make it slower, babe.”

DISCO AT YOUR SERVICE, MA’AM

At your service, ma´am 2 (AYSM2) é o nome do EP sequela de António Vale da Conceição com edição marcada para 2 de Dezembro. O produtor e compositor traz-nos a conclusão à sua colecção de músicas At your service, ma´am com 7 temas que prometem manter o calor do Verão pelo Outono e Inverno dentro.

O que soava à banda sonora de um filme policial/ cómico/ romântico revela-se nesta sequela um filme, afinal, mais maduro e espiritual. AYSM2 debruça-se sobre uma paleta de estilos que oscilam entre o pop gingão, o Cha-Cha (50s & 60s) e as vozes de um coro clerical ou tribal. Mas não são só canções. São histórias, montagens áudio (do que parecem ser arquivos de televisão, gravações pessoais, depoimentos policiais…).

António Vale da Conceição já nos tem vindo a habituar a um filtro cinematográfico na sua música e este EP é, sem dúvida, um aprofundamento dessa assinatura ao explorar sentimentos, moods, personagens que vão além do enamorado/a, dos amores perdidos ou achados. AYSM 2 fala-nos de desafiar a monotonia, de confiança, de libertação espiritual, de “olhares largos” como nos diz na canção “Confidance” (Dança da confiança).

Eis o final de AYSM!

Melting Dreams – Serenity (2022) (single)

Melting Dreams – Serenity (2022)(single)

JUST LIKE THEY TOLD ME SERENITY SHOULD BE

O terceiro single dos Melting Dream, SERENITY, do LP de estreia CAN YOU SEE ME? foi lançado no passado dia 22 de setembro em todas as plataformas de streaming.

Serenity é uma balada de Dream Pop inspirada em contos de fadas, mitologia e na peça Sonho de Uma Noite de Verão. O tema reflete sobre a intensa relação entre um artista e as suas musas e sobre quão intensa e voraz a criatividade pode tornar-se, transformando-se numa papoila intensamente vermelha que flameja contra a terra negra e exige que os nossos olhos nela pousem, e que pousem nela apenas. Alcançar a verdadeira essência de uma ideia nunca é tarefa fácil. A musa é evasiva, raramente se deixa ver. Existe então o medo paralisante de jamais ser-se capaz de alcançar a sua verdadeira forma, e existe o medo de que o resultado seja terrível; de que o público o deteste. A verdadeira paz parece, então, ser alcançável apenas quando o artista abandona a ideia por inteiro. “Mato a semente e puxo os caules de debaixo dos meus pés, antes que comecem a exigir algo de mim.” A canção reflete a jornada criativa quando esta se torna esmagadora: primeiro repleta de sonho, depois bela, gloriosa; depois desconcertante, repleta de ansiedade; em seguida impotente; finalmente, abandonada. A melodia e o arranjo, com a sua esvoaçante e encantadora flauta ney, o violino alegre, os pratos ride urgentes, a guitarra cintilante e celestial, lembra-nos, ora contos de fadas, a beleza das criaturas Fae a vaguear pela floresta em noites de verão; ora desespero: os seu truques e travessuras caíram sobre nós. A voz navega por estas florestas; os puxões gravitacionais do rio e as vocalizações das criaturas, oferecendo ora abundância, ora terror, sentidos em cada inflexão. A questão que este tema coloca é a seguinte: Será que uma mente que vivencia um fluxo criativo intenso pode alguma vez sentir o calor envolvente da verdadeira serenidade?

Melting Dreams Melting Dreams é um duo independente de Dark Dream Pop formado por Inês Rebelo (Voz, Produção Vocal e Edição) e Asaf Rahamim (Composição e Produção), que se juntou a Artur Lenivenko (Piano e Sintetizadores) e convidou músicos de todo o mundo para gravar o seu álbum de estreia, Can You See Me?, com lançamento previsto para o final de 2022. A sua estética e estilo são inspirados em cinema noir, filmes de animação, e atos como Kate Bush, Florence and the Machine, Lana Del Rey, Chelsea Wolfe e Patrick Watson.

Créditos Composição, Produção; Backing Vocals – Asaf Rahamim
Voz, Arranjo Vocal; Edição; Sampling de Prato Ride – Inês Rebelo
Piano e Sintetizadores, Arranjo de Sintetizadores Artur Lenivenko Guitarra e Baixo (Arranjo e Performance) Sami Turunen
Cordas (Arranjo e Performance)Lucia La Rezza
Ney (Arranjo e Performance) Ido Romano
Bateria (Arranjo e Performance) Emiliano Di Fiori
Prato Ride (Performance) Timo Brülls
Mistura e Masterização Xavier ‘Hill’ Collado
Artwork Kupu Senja

Luizga, iZem – Pé da Laranjeira – From Elis Records (single) (2022)

Luizga, iZem – Pé da Laranjeira – From Elis Records (single) (2022)

“espero que desfrutem & espalhem por aí
na pistinha, nas playlists, nas ondas do rádio!”

(Luíz Gabriel Lopes).

Cristina Clara no Teatro da Trindade no dia 18 de Outubro

Cristina Clara reúne elenco de luxo no Teatro da Trindade!
e convida Maria João, Marco Mezquida, Batucadeiras Freirianas Guerreiras e Bárbara Faustino.

Ao vivo numa das mais belas salas da capital, a artista prepara o aniversário do seu primeiro álbum – Lua Adversa – da forma que melhor a caracteriza: transformando o palco numa verdadeira praça Lisboeta, onde culturas de diferentes partes do mundo se encontram.

Reuniu para isso uma banda brilhante, com músicos de Cabo Verde, Brasil, Espanha e Itália para apresentar temas do seu disco de estreia e revelar algumas surpresas.

Na noite de 18 de Outubro, pelas 21h00, Cristina Clara partilhará o palco com nomes incontornáveis do panorama musical nacional e internacional, como a cantora de jazz Maria João, uma das suas maiores inspirações, e o virtuoso pianista espanhol Marco Mezquida. Fascinada pela cultura de Cabo Verde, convidou o mais jovem grupo de batucadeiras – Freirianas Guerreiras – e ainda a bailarina Bárbara Faustino.

Foi no palco do Café -teatro da Trindade que Cristina Clara se estreou, pouco depois de se mudar do Minho para a capital, onde durante anos conciliou a enfermagem com a música.

Regressa agora ao Teatro da Trindade no mês da Womex, a maior feira internacional de música, para um espectáculo vibrante e diverso, criado especialmente para esta noite.

Bilhetes à venda na BOL: https://www.bol.pt/Comprar/Bilhetes/114231-cristina_clara-teatro_da_trindade_inatel/

Lx Revolver #3

LX Revolver #3

“LX REVOLVER, a rubrica cultural italo-lisboeta de Rádio Olisipo. Com Simone Faresin e Calboni edições.” 

Rubrica cultural italo-lisboeta.
Promoção da criatividade made in Lisbon, entrevistas, agenda cultural, leituras e muita música italiana, portuguesa e do mundo. 

Programa criado e apresentado por Simone Faresin e editado por Francesco Foggy Pintaudi. Em colaboração com a editora Calboni edições. 

Simone Faresin (938 731 524)
Italiano, criativo, dinamizador cultural, mora em Lisboa desde o Natal 2011, é um Lisbon Lover convencido e conseguiu trazer o seu amor pelas artes criando eventos, juntando artistas e dando vida a realidades como o ArtCasa (2013-2016) o coletivo Rosa d’Eventos, o Coletivo imprevisto e o projeto Maputo Criativa (em Maputo, Moçambique 2016-2018) e a atual oásis urbana e galeria de arte Secret Garden LX na Graça. @secretgarden_lx 
Escritor, apresenta ao longo do programa textos inéditos e outros do seu primeiro livro Fora do Ar edito com a Calboni edições em Lisboa.

Calboni edições > calboni.ed@gmail.com 
@calbonied 
Editora fundada em Lisboa, 2020. 
http://etsy.com/shop/CALBONIshop

FOGGY, Francesco Pintaudi
Italiano, em Lisboa desde o 2016, musico e produtor. Lançou no início do ano o seu primeiro album, músicas e vídeos nas principais plataformas on-line. 
@Francesco Pintaudi 
@foggy_project 
Ajuda na realização do programa e com os contactos de músicos e produtores independentes em Lisboa.

LX Revolver #3

Tracklist:

Tracklist PODCAST 3 LX REVOLVER

  1. SIGLA
  2. Morgan – Altrove
    https://youtu.be/l9VezRcVnt4
  3. Madredeus – ao longe do mar
    https://youtu.be/sCQpycvSF24
  4. Madredeus – Alfama
    https://youtu.be/9f0mj6QbqsI
  5. Audio LIVE JP ENTREVISTA
  6. Branko – SRA
    https://youtu.be/UzwPFZ23gRY
  7. Red eyes tribe – Evolution
    https://youtu.be/6MY__wOiQrs
  8. Howie B – take your partner by the hand.
    https://youtu.be/iUJ0kprtBmE

Carmen Souza – Kuadru Pintadu” (2022) (single)

https://soundcloud.com/user-376867927/carmen-souza-kuadru-pintadu-2022-single/s-TgalbKzWFlP?si=3731efe1173c432793e1c0251e6b51be&utm_source=clipboard&utm_medium=text&utm_campaign=social_sharing

Carmen Souza – Kuadru Pintadu (2022) (single)

New single “Kuadru Pintadu” is out!

ABOUT this song:
“I do not believe that we are all a blank canvas when we are born.
I think that we are born with energetic and genetic information embedded in our beings. Our lives are the most beautiful paintings, and as we go through this journey we give ourselves and we receive from others.
The strokes of paint in our lives are what make us unique and give us a sense of belonging.” Carmen Souza

Musica – @theopascalmusic | Lyrics – Carmen Souza
feat Carmen Souza, Theo Pascal, @marcosmendesalves and @Indiapascal

Tiago Vilhena – Canções Mundanas (2022) (álbum)

TIAGO VILHENA EDITA CANÇÕES MUNDANAS DIA 7 DE OUTUBRO
 
Canções Mundanas é um conjunto de músicas que foram compostas e executadas por Tiago Vilhena que, ao sabor da corrente, toma um rumo folclórico e alternativo revelando uma personalidade de cantautor.
 
É o segundo álbum de Tiago Vilhena em nome próprio, terceiro álbum a solo contando com o seu passado como George Marvinson. Durante os últimos 2 anos aproveitou o isolamento para compor todas as músicas que conseguisse e o álbum que sairá dia 7 de Outubro é o resultado disso.
 
Com influências demasiado variadas para justificar serem referidas, cria uma atmosfera sem nação, ainda que petisque costumes portugueses. Em 8 temas, fala-se de vontades, delírios, frustrações, ambições, paixões e personalidades. Nestas, emanando uma aura colorida, o artista convida-nos a aligeirar os problemas e a agradecer os sucessos sem que nos tenhamos de tornar despreocupados pelo que requer dedicação. A vida é uma construção e assim é a música também.
 
Mais uma vez, e como é comum com o artista, houve uma reinvenção da sua essência musical. Tiago Vilhena apresenta-se desta vez com músicas divertidas, esperançosas, coloridas e que dão vontade de dançar. O ritmo é a chave das novas canções e a boa disposição é nítida e contagiante.
 
Canções Mundanas revela-se um disco composto por músicas construídas com atenção ao detalhe. Com pormenores e arranjos que concretizam uma obra onde o pilar é a canção, o ligante é o instrumento e a estética é a emoção. O formato pop está presente quando escutamos o álbum, quer nas estruturas, melodias ou significados e assim se revela um trabalho coeso, animado e apaixonado.
 
Tiago Vilhena é um músico português, vive em Lisboa e foi parte de projetos como Savanna e George Marvinson. Hoje apresenta-se com o nome Tiago Vilhena e canta na sua língua de nascença.
 
Spotify: https://open.spotify.com/artist/4LNwjlVorhFaH23ASPzKTA?si=0PG1Z99aQ-S6Y2YrWBQYzg
Instagram: https://www.instagram.com/tiagovilhena/
Facebook: https://www.facebook.com/GeorgeMarvinson

Pete Astor – Time On Earth (2022) (álbum)

Pete Astor – Time On Earth (2022) (single)

PETE ASTOR EDITA TIME ON EARTH DIA 7 DE OUTUBRO


 
“The master of less is more.”
The Guardian
 
DISCO TIME ON EARTH
 
Nos meus 50 anos percebi que o passado se torna lentamente num lugar maior que o futuro. Como sempre, o futuro é para onde vou mas agora o passado e tudo o que vem com ele está empilhado atrás de mim. E, com o passar do tempo na terra, mais e mais dos meus contemporâneos começaram a desaparecer do planeta.
 
Fiz 11 álbuns de material novo desde 1987. Eu dou-me conta que tudo o que eu achava que importava, que contava a verdadeira história, está nesses discos. Já passou 5 anos desde o meu último disco de música nova. Talvez mais do que antes, houve muito tempo nos últimos anos para pensar e refletir. Como qualquer trabalho, Time On Earth é uma tentativa de dar sentido à vida fazendo um trabalho sobre ela.
 
Como antigo editor do NME e do Q, o jornalista Danny Kelly escreveu recentemente ao entrevistar The Loft: ‘a lifetime of listening to them has led me to believe that Pete Astor’s songs would have always found a way to reach an audience. If he’d been a Californian baby boomer, he’s have ended up in the Capitol Records building in Los Angeles, laying down late-night grooves with the Wrecking Crew for a largely-neglected, slightly gloomy, pop album that’d now be worth a fortune. If he’d been born into post-War Britain, earnest girls in sweaters would’ve fallen in love with him, and his songs, in Embassy-fogged folk clubs.’ É claro que eu amo essa citação. E acredito que Time On Earth é a maioria dessas coisas. Mas então eu diria isso, não é?
 
Time on Earth tem canções que foram escritas em resposta direta à perda e luto (“Undertaker”, “Fine and Dandy”); canções que lutam por diferentes tipos de crença (“New Religion”, “Time on Earth”, “Miracle on the High Street”); histórias de ambas as extremidades do ciclo de vida (“Sixth Form Rock Boys”, “English Weather”). E algumas ainda buscam a satisfação do coração. (“Stay Lonely”, “Grey Garden”, “Soft Switch”).
 
Tive a sorte de poder fazer a música com a ajuda do multi-instrumentista Ian Button (Wreckless Eric, Death in Vegas, Papernut Cambridge) na bateria, o baixista Andy Lewis (Spearmint, Paul Weller e DJ no lendário Blow Up Club e Soho Radio), o guitarrista de longa data Neil Scott (Everything But the Girl, Denim) e por último, mas não menos importante, Sean Read (Dexys, Edwyn Collins, Rockingbirds) que gravou e produziu o álbum no seu Famous Times Studios . Como seria de esperar, estou convencido de que é o melhor disco que fiz.
 
BIOGRAFIA
 
Pete Astor é músico, escritor e educador. Ele liderou os grupos da Creation Records The Loft e The Weather Prophets, compôs músicas e lançou discos que ajudaram a definir o som da editora e o emergente género indie. Passou para uma longa carreira a solo na qual escreveu, gravou e lançou música em várias editoras, incluindo Matador, Heavenly, Warp, EMI e Fortuna Pop. Ele é professor sénior de música na Universidade de Westminster. Para além das extensas tours, ele também faz discos com David Sheppard na banda Ellis Island Sound e lança o seu trabalho de spoken word The Attendant na sua editora Faux Lux com a ajuda de Ian Button. Desde 2017, Astor assinou contrato com a Tapete Records, lar de Robert Forster, Lloyd Cole e Comet Gain, entre muitos outros grandes artistas.
 
http://www.peteastor.com/
https://www.instagram.com/peteastor/
https://www.facebook.com/pete.astor
https://twitter.com/astorpete
https://open.spotify.com/artist/3hOyXm00iqGbv7BvoPyGbn
https://soundcloud.com/pete-astor
https://peteastor1.bandcamp.com/

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single)

Mirza Lauchand – “Dear God” (2022)(single).

O seu passado é embebido no gospel e no soul. A reminisciência a Marvin Gaye, a irreverência de James Brown vão aparecer
mais tarde ou cedo e isso transforma-o num quase
produto perfeito. Encontrou a espiritualidade em Gospel Collectiv, onde a potencialidade da sua voz é um estandarte de bandeira. Ali reencontrou a música negra que deixara em terras africanas, o sonho e o caminho certo. Passou a olhar nos olhos de plateias cheias em palcos como Cinema São Jorge, CCB ou Aula Magna. Ou em festivais como Rock in Rio, Belém Art Fest ou ainda na Bélgica, no Festival de
Gent. A bênção do gospel também lhe deu novas sensações, quando se juntou em 2012 também aos Soul Gospel e com eles fizeram o musical Oh Happy Days no Teatro Villaret, em Lisboa.

A caminhada fez-se também com microfones ao lado de Bernardo Sasseti, Dengaz, L1NK, Legendary Tiger Man, NBC, Matay ou com Selma Uamusse.

Prehistoricos – Repeat/Tones (2022) (single)

Repeat/Tones é a música de estreia de prehistoricos

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico.

Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.
O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.

O single Repeat/Tones, como toda a sonoridade da banda, gira em torno do jazz, do funk e do rock. Esta música é o avanço do primeiro EP da banda que será lançado no dia 14 de Outubro.
Repeat/Tones fala-nos como todas as músicas devem ser uma viagem por sentimentos e sonoridades. De uma forma artística, é a maneira que o grupo tem de dizer que não é necessário repetir os padrões habituais – levando a que uma música seja mais um que uma repetição de tons – e que dentro de uma música podem ser criados vários momentos e transmitir várias sensações e permitir diversas emoções.
O EP “7488” é um código de acesso às ideias, às memórias e às influências de cada músico. Construído para viajar no tempo sem sair da sala de estar e com tempo, como um bom velho whisky, saboreando a surpresa de cada nota e progressão a cada trago que é dado pelo ouvinte.


O álbum, que terá uma edição física e digital, já está disponível em pré-venda no site da editora tuff.pt. Todas as cópias, adquiridas antecipadamente, serão enviadas em primeira mão no dia 11 de Outubro.
No dia 15 de Outubro será a festa de apresentação do projecto e do EP na Fábrica Braço de Prata, em Lisboa.