Ana Lua Caiano – Cheguei Tarde A Ontem (2022) (EP)
Ana Lua Caiano – cantora, compositora, letrista e produtora – começou a compor as seis músicas que viriam a fazer parte do seu primeiro EP, Cheguei Tarde A Ontem, em 2020, em plena pandemia. Durante o isolamento provocado pelo Covid-19, em Março de 2020, Ana Lua Caiano viu-se no seu quarto com um sintetizador, um bombo tradicional e diversos “objetos do dia-a-dia” (copos, chaves, cadeiras, etc). Com isto, Ana Lua Caiano começou a explorar a junção da música tradicional portuguesa, com a música eletrónica e os “sons do dia-a-dia”.
Desde Março de 2022, Ana Lua Caiano tem apresentado essas seis músicas ao vivo em formato de one woman show, tendo atuado em mais de 15 palcos em todo o país passando pela MusicBox, Festival Impulso, MEO Sudoeste, entre outros. Assim, Cheguei Tarde A Ontem, depois de já ter passado por vários palcos, chega finalmente em formato digital e físico com selo da Chinfrim Discos.
O EP revela-nos um conjunto de seis músicas ritmadas, fortes e energéticas que fazem uso de elementos que remetem para a tradição portuguesa, como coros, harmonias e cânones, bem como elementos que remetem para a música experimental e eletrónica como sintetizadores, sons retirados do quotidiano e beat-machines. As seis músicas do EP, refletem sobre a sociedade atual abordando temas como amores tóxicos, pressa, medo de morrer, poder, entre outros. Aos três singles que Ana Lua Caiano lançou ao longo deste ano – Nem Mal Me Queres, Sai Da frente, Vou Passar e Cheguei Tarde A Ontem – juntam-se agora as músicas Um Menos Um, Que O Sangue Circule e Olha Maria que mantêm ironia, a força e o ritmo característicos das músicas da artista.
Cheguei Tarde A Ontem é um EP que pretende trazer a herança da música tradicional portuguesa para o mundo moderno, eletrónico e tecnológico, reunindo de forma natural flautas, sintetizadores, guitarras clássicas, sons de máquinas e beat-machines. Ana Lua Caiano com este disco criou um universo próprio em que todos os elementos, vindos de mundos musicais diferentes, se unem de forma simbiótica.
A acompanhar todas as músicas do EP, juntam-se vídeos realizados por Joana Caiano. Estes vídeos irão estrear ao longo das próximas semanas. O concerto de apresentação do EP Cheguei Tarde a Ontem de Ana Lua Caiano será no B’Leza, em Lisboa, a 6 de Outubro – Jhon Douglas fará a abertura do espectáculo. Este concerto irá ser realizado no formato habitual da artista de one woman show, em que com um sintetizador, uma loop station, um microfone, um bombo e vários instrumentos percussivos, sozinha em palco e em direto, Ana Lua Caiano concilia a música eletrónica com a música tradicional portuguesa e os “sons do dia-a-dia” através da sobreposição de loops.
Depois do lançamento do EP, a artista já tem diversos concertos marcados até ao final do ano passando por palcos e festivais como Sons do Património, WOMEX 22, Oficinas do Convento, GrETUA e Blue House.
Ficha técnica música Composição e letra: Ana Lua Caiano Produção: Ana Lua Caiano, Guilherme Simões, Rodrigo Domingos Voz: Ana Lua Caiano Coros: Ana Lua Caiano Percussão: Ana Lua Caiano, Guilherme Simões Sintetizadores e teclado: Ana Lua Caiano, Rodrigo Domingos Flauta: Beatriz Lerer Castelo Guitarra Clássica: André Mendes Arranjos vozes: Ana Lua Caiano, Bernardo Ramos Gravação: Guilherme Simões, Rodrigo Domingos, Bernardo Ramos Mistura: Guilherme Simões Masterização: Bernardo Ramos Ficha técnica capa EP Fotografia: Joana Caiano Ficha técnica fotografias Fotografias: Nuno Conceição e Valentina Vagena.
TRACKLIST:
Um Menos Um
Nem Mal Me Queres
Que O Sangue Circule
Sai Da Frente, Vou Passar
Olha Maria
Cheguei Tarde A Ontem
Ana Lua Caiano – Cheguei Tarde A Ontem (2022) (single)
Ana Lua Caiano – cantora, compositora, letrista e produtora – começou a compor as seis músicas que viriam a fazer parte do seu primeiro EP, Cheguei Tarde A Ontem, em 2020, em plena pandemia. Durante o isolamento provocado pelo Covid-19, em Março de 2020, Ana Lua Caiano viu-se no seu quarto com um sintetizador, um bombo tradicional e diversos “objetos do dia-a-dia” (copos, chaves, cadeiras, etc). Com isto, Ana Lua Caiano começou a explorar a junção da música tradicional portuguesa, com a música eletrónica e os “sons do dia-a-dia”.
Desde Março de 2022, Ana Lua Caiano tem apresentado essas seis músicas ao vivo em formato de one woman show, tendo atuado em mais de 15 palcos em todo o país passando pela MusicBox, Festival Impulso, MEO Sudoeste, entre outros. Assim, Cheguei Tarde A Ontem, depois de já ter passado por vários palcos, chega finalmente em formato digital e físico com selo da Chinfrim Discos.
O EP revela-nos um conjunto de seis músicas ritmadas, fortes e energéticas que fazem uso de elementos que remetem para a tradição portuguesa, como coros, harmonias e cânones, bem como elementos que remetem para a música experimental e eletrónica como sintetizadores, sons retirados do quotidiano e beat-machines. As seis músicas do EP, refletem sobre a sociedade atual abordando temas como amores tóxicos, pressa, medo de morrer, poder, entre outros. Aos três singles que Ana Lua Caiano lançou ao longo deste ano – Nem Mal Me Queres, Sai Da frente, Vou Passar e Cheguei Tarde A Ontem – juntam-se agora as músicas Um Menos Um, Que O Sangue Circule e Olha Maria que mantêm ironia, a força e o ritmo característicos das músicas da artista.
Cheguei Tarde A Ontem é um EP que pretende trazer a herança da música tradicional portuguesa para o mundo moderno, eletrónico e tecnológico, reunindo de forma natural flautas, sintetizadores, guitarras clássicas, sons de máquinas e beat-machines. Ana Lua Caiano com este disco criou um universo próprio em que todos os elementos, vindos de mundos musicais diferentes, se unem de forma simbiótica.
A acompanhar todas as músicas do EP, juntam-se vídeos realizados por Joana Caiano. Estes vídeos irão estrear ao longo das próximas semanas. O concerto de apresentação do EP Cheguei Tarde a Ontem de Ana Lua Caiano será no B’Leza, em Lisboa, a 6 de Outubro – Jhon Douglas fará a abertura do espectáculo. Este concerto irá ser realizado no formato habitual da artista de one woman show, em que com um sintetizador, uma loop station, um microfone, um bombo e vários instrumentos percussivos, sozinha em palco e em direto, Ana Lua Caiano concilia a música eletrónica com a música tradicional portuguesa e os “sons do dia-a-dia” através da sobreposição de loops.
Depois do lançamento do EP, a artista já tem diversos concertos marcados até ao final do ano passando por palcos e festivais como Sons do Património, WOMEX 22, Oficinas do Convento, GrETUA e Blue House.
Ficha técnica música Composição e letra: Ana Lua Caiano Produção: Ana Lua Caiano, Guilherme Simões, Rodrigo Domingos Voz: Ana Lua Caiano Coros: Ana Lua Caiano Percussão: Ana Lua Caiano, Guilherme Simões Sintetizadores e teclado: Ana Lua Caiano, Rodrigo Domingos Flauta: Beatriz Lerer Castelo Guitarra Clássica: André Mendes Arranjos vozes: Ana Lua Caiano, Bernardo Ramos Gravação: Guilherme Simões, Rodrigo Domingos, Bernardo Ramos Mistura: Guilherme Simões Masterização: Bernardo Ramos Ficha técnica capa EP Fotografia: Joana Caiano Ficha técnica fotografias Fotografias: Nuno Conceição e Valentina Vagena.
Manuel Linhares – Dança macabra (2022) (single)
Manuel Linhares lança novo single “Dança Macabra” e anuncia novo disco Suspenso em tour com a participação especial de David Binney
Depois de Traces of Cities (2013) e Boundaries (2019), o cantor Manuel Linhares lança este novo álbum Suspenso. Um trabalho apoiado pela DGARTES, lançado pelo carimbo Porta-Jazz e que conta com um extraordinário elenco de músicos nacionais e internacionais que trabalharam parcialmente à distância, procurando desafiar os limites físicos impostos por esta pandemia. Suspenso conta com a produção e participação do músico e multi-instrumentista brasileiro António Loureiro, que compôs e escreveu a letra de “Oxigénio”, que juntou à banda de Manuel Linhares – Paulo Barros no piano e José Carlos Barbosa no contrabaixo – a participação especial do Coreto Porta-Jazz, do saxofonista americano David Binney ou dos brasileiros Frederico Heliodoro, Rubinho Antunes e ainda Alexandre Andrés. Um elenco internacional que contou ainda com um arranjo do conceituado pianista argentino Guillermo Klein e com a letra “Dança Macabra” da rapper e letrista Capicua.
Manuel Linhares – Marcha Lenta (2022) (single)
Manuel Linhares- Voz, Composição e Letra António Loureiro- Produção Musical, Arranjo, Baixo Eléctrico e Bateria Paulo Barros- Piano Alexandre Andrés- Flauta Transversal Rubinho Antunes- Flughel José Pedro Coelho- Saxofone Tenor Andreia Santos- Trombone Daniel Dias- Trombone
Video:
Marta Ramos e Manuel Linhares – Direcção de Arte Bruno Lopes e Tiago Carvalho – Imagem e Montagem
As Rainhas do AutoEngano tem novo single Tinder que vai sair em breve nas plataformas digitais.
Próximos concertos: 14 de outubro – Teatro Municipal de Bragança
The Invisible Age – The Hell Is Everywhere (2022) (single)
Nascida das cinzas (que teimam em não esfriar) de uma banda de post-rock, a vontade de voltar aos refrões e canções pop juntou Luiz Alberto Moura (vocais e guitarras) e Marcelo Caldas (baixo), conhecidos de longa amizade que atravessou o oceano e que veio do Brasil para Portugal, na The Invisible Age. O nome remete aos enfrentamentos e questionamentos que a idade vem trazendo, à passagem do tempo inequívoca que, apesar de pesar, não abala a vontade de produzir canções que vão além do próprio corpo e da própria mente. Com o primeiro disco gravado em cinco dias – após ter sido exaustivamente ensaiado durante a pior parte da pandemia de Covid 19 – em Leiria, nos estúdios da Casota Collective e na casa onde os Silence 4 deram os primeiros passos, os dois resolveram expandir os horizontes, em busca de uma coesão que ainda estava por vir. Mudaram a formação, trouxeram mais músicos conectados com os novos caminhos pretendidos pela banda e renasceram. Algo que ficaria num cruzamento entre a simplicidade e a beleza de arranjos ousados, com ambiências que remetem ao infinito, ao inesgotável, em um disco a ser gravado neste momento e que remete aos melhores momentos de Tindersticks, Nick Cave and the Bad Seeds, Portishead, The Cure, entre outros, motivados agora pela introspecção e pelo que de ‘invisível’ tem a vida e que passamos por ele todos os dias e não nos percebemos. São mudanças internas que se refletem em composições que se explicam em si mesmas, e que quase deixam as guitarras de lado, pedindo passagem para instrumentos e arranjos que ficam escondidos nas fronteiras preguiçosas e rígidas do ‘rock n’ roll’. A ‘nova’ The Invisible Age é um convite para o entendimento da vida dentro de canções que a desafiam, as relações, as contradições e os passos atrás e para frente nesta curta caminhada que fazemos.
Ines Apenas & Avalanche – Batata Frita (2022) (single)
O teu date não corresponde às expectativas? Os astros não estão alinhados? Não há nada para falar? A solução é ‘Batata Frita’, o terceiro single de avanço do álbum de estreia da AVALANCHE, escrito para a despedida do Verão, com todos os dilemas a que um millennial tem direito.
‘Batata Frita’ junta a escrita e voz de INÊS APENAS, as teclas de Tom Maciel e produção de NED FLANGER, num combo de virtuosismo musical. Com toques de neo-soul e R’n’B, a complexidade da harmonia contrasta com a descontração dos versos, com linhas como “Tá tudo OK, menos o teu signo”. O lançamento vem acompanhado por um visual produzido pela equipa AVALANCHE, que conta um episódio de uma consulta astrológica eficaz, em formato fast-food.
‘Batata Frita’ sucede ao irreverente ‘Contigo’, que junta as vozes de iolanda e SOLUNA à produção de Luar, e ‘Assim’, o colorido e fresco primeiro single do projeto – escrito, produzido e interpretado por Choro, Inês Lucas, iolanda e Matheus Paraizo. Estas canções vão fazer parte de “Volume I”, álbum com lançamento previsto para o final deste ano, que envolve 18 artistas e um total de 10 músicas, descritas como um “best of” daquilo que foram as quatro primeiras edições de Writing Camps Avalanche, em parceria com os Great Dane Studios.
A AVALANCHE assume-se como um entusiasmado coletivo de músicos, focado em criar espaços para a música feita em colaboração e a união de talentos ímpares, com o objetivo de criar arte porque sim
A Garota Não – Prédio Mais Alto (2022) (single)
Prédio mais alto – vídeo estreia
Esta canção nasceu numa noite de solidão. Aquela que às vezes sentimos nos ossos. Mesmo quando temos tanta gente perto, mesmo quando estamos à mesa com quem nos quer bem. É como se estivéssemos numa dimensão paralela de onde vemos melhor, de onde medimos melhor os lugares onde estamos: o trabalho, as relações mais estreitas, o envolvimento e compromisso com a nossa própria vida. É bom não recearmos descobrir as camadas de quem somos. E depois voltar à tona e respirar como quem ganha mais espaço nos pulmões. E depois dançar, dançar… dançar
Que no fundo é o que esta música propõe. O voto de gratidão para os mesmos do costume, que metem estes videos de pé com o maior profissionalismo e amor: Pedro Estêvão Semedo, Mário Guilherme, Raquel Moreira, Sónia Margarido. Obrigada também ao Raimundo Cosme e à Ena Sadicovic, pelos personagens, ao Bobby Baq pelo Argumento, à Iza da Costa pela paciência e tempo, à Maria João Frade pela Casa da Avenida, ao José Luis Palma pela ajuda, à Tom & Jelly e Los Manolos por providenciarem em tantas frentes.
A garota não – Prédio mais alto
Letra: Cátia Mazari Oliveira Música: Cátia mazari Oliveira e Fred Pinto Ferreira Arranjos e Produção: A garota não, Fred Pinto Ferreira e Sérgio Mendes Álbum: 2 de Abril
Vídeo Com: Raimundo Cosme Realização: Pedro E. Semedo (www.instagram.com/pedroesemedo) Argumento: Bobby Baq Direção de Fotografia: Raquel Moreira e Mário Guilherme Assistente de Câmara: Manuel Lino e André Areias Edição: Pedro E. Semedo Produção: Tom & Jelly, Los Manolos Assistente de Produção: Sónia Margarido Rapariga: Ena Sadikovic
Agradecimento especial: Iza da Costa, Maria João Frade, Casa da Avenida, Quinta das Pites, José Luís Palma
Créditos instrumentais: AGN guitarra e voz Sérgio Mendes guitarras Fred Pinto Ferreira palmas, bateria, synths e piano
Letra:
Prédio mais alto
já caminho descalço para ninguém me ouvir para ninguém me sentir lá no rés do chão moro no último andar do Prédio mais alto da nossa rua
já não aguento esse amor de perdição estou tão cansado… o espelho tem razão moro sozinho nimbado no prédio mais triste da nossa rua
esse amor, não bate certo dói que mata a céu aberto já não sei como tocar-te tudo em nós agora parte e eu já não sei…
Edição de Autor.
Muana – Um Monge na Cidade (2022) (álbum)
Muana – Um Monge Na Cidade (àlbum) (2022)
Muana em dialeto Xisena – umas das muitas línguas nativas de Moçambique – quer dizer o mais novo. Neste caso, o mais novo de 4 irmãos. Nascido em Moçambique na cidade da Beira em 1967, filho de uma professora primária e de um empresário madeirense, vivi até aos 4 anos numa pequena vila, literalmente, no meio da selva – Inhaminga. Posteriormente mudei-me para Maputo (Lourenço Marques) onde fiquei até aos 10 anos. Um período fundamental na formação da minha personalidade e no desenvolvimento de uma consciência profunda de liberdade, que tem acompanhado toda a minha atitude de vida. Com 10 anos mudei-me definitivamente para Portugal. Com 14 aprendi a tocar guitarra através do meu irmão 4 anos mais velho. Mantivemos uma parceria musical durante muito anos. Sempre me senti um cabo de alta vibração, um vórtice de energia que traz ventos de criatividade e agitação. Aos 16 anos tive a minha primeira experiência com bandas de garagem, seguindo-se uma segunda experiência com 18 anos. Em ambos os casos deu-se um rompimento abrupto com esses projetos, visto um e outro dedicarem-se apenas aos covers. Já na altura o meu mundo era diferente, era o mundo da descoberta dos originais. Não há muitos exemplos de músicos a iniciarem a sua carreira com 54 anos e talvez seja este elemento, completamente fora da caixa, que faz toda a diferença. A música que crio atualmente é apenas a consequência lógica de toda a minha vivência.
Greek Lungs – Nihilis Tales: In Aplós (2022) (EP)
Greek Lungs – Nihilis Tales- In Aplós (EP) (2022)
Greek Lungs lança o seu primeiro EP “NihilisTales: in aplós”, no dia 29 de setembro
Greek Lungs é uma projeto musical criado em 2016 nas ruas de Lisboa, e conhecida pelos pequenos bares de open mic. Greek Lungs apresenta o seu primeiro EP em 2022 com “NihilisTales: in Aplós”, que sairá digitalmente no dia 29 de setembro!!!
«NihilisTales» explora a filosofia niilista: a crença de que tudo no mundo é desprovido de valor objetivo intrínseco e, por isso, igualmente desprovido de sentido. O EP utiliza o rock clássico e o liricismo surrealista, para explorar a vivência niilista, nos seus diferentes parâmetros sociais.
Podem ver o single “Jim Morrison” já em todas as plataformas digitais, ou podem carregar na imagem seguinte.
Lançamentos de Setembro de 2022
Lançamentos Setembro 2022
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras.
A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque.
Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Junho 2022. O menu é variado e recheado de vários sabores sonoros.
“LX REVOLVER, a rubrica cultural italo-lisboeta de Rádio Olisipo. Com Simone Faresin e Calboni edições.”
Rubrica cultural italo-lisboeta. Promoção da criatividade made in Lisbon, entrevistas, agenda cultural, leituras e muita música italiana, portuguesa e do mundo.
Programa criado e apresentado por Simone Faresin e editado por Francesco Foggy Pintaudi. Em colaboração com a editora Calboni edições.
Simone Faresin (938 731 524) Italiano, criativo, dinamizador cultural, mora em Lisboa desde o Natal 2011, é um Lisbon Lover convencido e conseguiu trazer o seu amor pelas artes criando eventos, juntando artistas e dando vida a realidades como o ArtCasa (2013-2016) o coletivo Rosa d’Eventos, o Coletivo imprevisto e o projeto Maputo Criativa (em Maputo, Moçambique 2016-2018) e a atual oásis urbana e galeria de arte Secret Garden LX na Graça. @secretgarden_lx Escritor, apresenta ao longo do programa textos inéditos e outros do seu primeiro livro Fora do Ar edito com a Calboni edições em Lisboa.
FOGGY, Francesco Pintaudi Italiano, em Lisboa desde o 2016, musico e produtor. Lançou no início do ano o seu primeiro album, músicas e vídeos nas principais plataformas on-line. @Francesco Pintaudi @foggy_project Ajuda na realização do programa e com os contactos de músicos e produtores independentes em Lisboa.