Lx Revolver #1

LX REVOLVER #1

“LX REVOLVER, a rubrica cultural italo-lisboeta de Rádio Olisipo. Com Simone Faresin e Calboni edições.” 

Rubrica cultural italo-lisboeta.
Promoção da criatividade made in Lisbon, entrevistas, agenda cultural, leituras e muita música italiana, portuguesa e do mundo. 

Programa criado e apresentado por Simone Faresin e editado por Francesco Foggy Pintaudi. Em colaboração com a editora Calboni edições. 

Simone Faresin (938 731 524)
Italiano, criativo, dinamizador cultural, mora em Lisboa desde o Natal 2011, é um Lisbon Lover convencido e conseguiu trazer o seu amor pelas artes criando eventos, juntando artistas e dando vida a realidades como o ArtCasa (2013-2016) o coletivo Rosa d’Eventos, o Coletivo imprevisto e o projeto Maputo Criativa (em Maputo, Moçambique 2016-2018) e a atual oásis urbana e galeria de arte Secret Garden LX na Graça. @secretgarden_lx 
Escritor, apresenta ao longo do programa textos inéditos e outros do seu primeiro livro Fora do Ar edito com a Calboni edições em Lisboa.

Calboni edições > calboni.ed@gmail.com 
@calbonied 
Editora fundada em Lisboa, 2020. 
http://etsy.com/shop/CALBONIshop

FOGGY, Francesco Pintaudi
Italiano, em Lisboa desde o 2016, musico e produtor. Lançou no início do ano o seu primeiro album, músicas e vídeos nas principais plataformas on-line. 
@Francesco Pintaudi 
@foggy_project 
Ajuda na realização do programa e com os contactos de músicos e produtores independentes em Lisboa. 

LX REVOLVER #1

Músicas e textos. 

Foggy – No escurinho (2020)
Jovanotti – Coraggio (2006)
Levante – Non me ne frega niente (2017)
Frankie Hi-Nrg – Rivoluzione (2000)
Max Gazzè – La Vita com’è (2016)
Pasquale Imperatore – Parlami (2021)
Vasco Rossi – Idea 77 (1999)
Mahmood – Barrio (2020)
Carmen Consoli – Narciso (2000)
Coma_Cose – Postconcerto (2018)
Moullinex & Sara Tavares – Minina di céu eletrónico (2021)
Oma Nata – Sozinho (2016) 

Leituras: Textos inéditos de Lisboa em fatias / Lisbona a fette

LuizGa, Izem – Txaismo (feat, Txana Tuin Hunikuin & Oreia)(2022) (single)

Luizga, iZem – “Txaísmo” (Feat. Txana Tuin Hunikuin & Oreia) – From Elis Records (single) (2022)

“Uma canção que escrevi durante minhas jornadas à Floresta Amazônica, no trabalho que tenho desenvolvido com uma comunidade indígena do Acre, o povo hunikuin. Conta um pouco do maravilhamento e da alegria por essa partilha, essa parceria. É um reggae astral celebration vibes gostoso pra meter na pistinha / na playlist / nos fones

Essa gravação, conta com dois convidados muito especiais
o Oreia, meu iconoclasta-rapper-gangsta-da-roça-preferido
e o Txana Tuin Hunikuin, artista e liderança do povo hunikuin, cantor e compositor do KAYATIBU, banda de haux-rock-indígena com quem estou produzindo um álbum”.

(Luíz Gabriel Lopes).

João Pires – Guarida (2022) (álbum)

João Pires – Guarida (2022)(álbum)

  1. Jangada 
  2. Cina
  3. Polianas
  4. Intro Guarida
  5. Guarida 
  6. Rascunho
  7. Caê
  8. Aragem Mazurka n 2 
  9. Quietude / Tantas coisas por dizer

Ficha técnica: 

João Pires – Guitarras
André Xina – Programação eletrónica / Mbira
Juninho Ibituruna- Percussões, programação

Francesco Valente – Baixo elétrico

Produzido por André Xina 
Direção Artística: Juninho Ibituruna
Master: Ivo Costa

Descrição:

João Pires, compositor e guitarrista português, tem na pegada da viola um universo, dos mais interessantes que se pode encontrar num instrumentista lusófono. Acaba de lançar o terceiro álbum a solo, intitulado “Guarida”, já disponível em todas as plataformas digitais.

No dia 22 de Setembro o disco será apresentado pela primeira vez ao vivo, pelas 21h00, na Biblioteca de Marvila. Neste espetáculo, para além da sua guitarra, João Pires vai fazer-se acompanhar de André Xina (Xafu, Imidiwan) na programação electrónica e Juninho Ibituruna nas percussões. Os bilhetes encontram-se já disponíveis em https://shotgun.live/.

O longa duração, composto por nove temas inéditos, que contou já com dois singles de avanço, “Jangada” e “CAÊ”, é composto por um repertório instrumental baseado no diálogo da sua guitarra com paisagens electrónicas e ritmos afro-lusofonos. Uma viagem onde se fazem sentir as suas raizes da Beira-Alta, as andanças nas ruas do fado, as viagens pela Espanha Andaluza, África, e claro, o Brasil. A apresentação do disco Guarida tem uma vertente visual forte que combinado com a música cria uma experiência sensorial única.

“Passei boa parte de 2021 a trabalhar num álbum novo. Será o terceiro álbum a solo e o sexto da minha discografia. Tem tempo que queria registar uma obra voltada para o instrumento que me tem acompanhado ao longo da vida: a viola!
A pandemia acabou por ser um portal, pois deu-me o tempo e o espaço. Permitiu-me mergulhar em rascunhos que fui acumulando ao longo de viagens, reflexões, emoções, vivências e encontrar um argumento honesto que contasse uma história através destas canções. Foi um processo maravilhoso, que me trouxe ânimo e abrigo enquanto o mundo tendia a arder lá fora. Entre retiros na Beira Alta com a família e em casas de amigos fui gravando os temas a pouco e pouco. Junto comigo nesta empreitada musical, o Juninho e o Xina, que trouxeram o universo deles eletro-acústico tão peculiar.” partilha João Pires.

Com o lançamento deste novo trabalho, é lançado também um novo videoclipe do tema Aragem (Mazurka n°2), que está a partir de hoje também disponível no canal de YouTube do músico.

O músico vive entre Portugal e o Brasil, uma vida dedicada ao instrumento, à composição e aos grupos Coladera (PT/BR) e Cordel (PT). Já colaborou e compôs para muitos e respeitados artistas, entre eles, Salvador Sobral, Sara Tavares, Aline Frazão, Jazzanova, Dino Santiago, Buba Espinho, Pedro Moutinho… Mestre da guitarra, conta com mais de 10 anos de carreira e já se apresentou nos mais importantes palcos internacionais, como Montreux Jazz Festival, Brasil Summerfest (EUA), Bimhuis (Países Baixos), Cantos da Maré (Espanha), Budapest Ritmo (Hungria) e Global Copenhagen (Dinamarca), e os nacionais como a Casa da Música no Porto ou no Festival de Músicas do Mundo em Sines.

José Tornada – Love Hope Desire Fear (2022) (álbum)

José Tornada – “Love Hope Desire Fear” (2022) (álbum)
 
José Tornada lança o seu primeiro longa duração “Love, Hope, Desire and Fear”. Uma viagem de auto-descoberta que através do piano, cordas e spoken word, narra a história de amor, perda e solidão de uma mulher de 70 anos.
 
Tendo como ponto de partida o piano, e influências de artistas como Ryuichi Sakamoto e Philip Glass, o disco conta também com a participação do violinista norte-americano Nathaniel Wolkstein e da poetisa alemã Roses Sabra, cuja voz dá corpo à história que envolve o album. O texto e a voz foram elementos preponderantes na composição do disco, pois para José Tornada houve o objectivo de humanizar e dar coesão ao disco como se de uma peça única se tratasse. Além do autor passar por vários estilos musicais – oscilando entre o piano a solo, neo-classico orquestrado, minimal e ambiente – todas as faixas têm uma linha fluente que as liga, sendo um trabalho que pode ser ouvido do ínicio ao fim como uma faixa continua.

Através da simplicidade melódica, de peças com métrica de “canção” e do uso de voz, poesia e sintetizadores, Love, Hope, Desire and Fear pretende quebrar a barreira e o preconceito que existem em relação à música clássica tradicional e erúdita.
 
O disco é editado dia 30 de Setembro.

BIOGRAFIA JOSÉ TORNADA
 
Pianista, compositor e produtor, José Tornada descobre o seu interesse pela música e melodia desde muito cedo. É através dos jogos de consola japoneses dos anos 90 e de Claude Debussy que começa a explorar o piano e a reproduzir pequenos trechos melódicos dos mesmos.
 
Aos 19 anos desiste do curso de arquitectura e muda-se para Londres para perseguir uma carreira na música. Lá dá os seus primeiros concertos e faz as primeiras composições para filmes e televisão. Warner Bros, BBC, FOX, MTV, AXN, VH1 e CBS são algumas das produtoras que fazem parte do portfólio de Tornada. É também em Londres que edita os primeiros discos através da Urban Outfitters UK, Rimeout Records Japan e na Optimus Discos Portugal.
 
De volta a Portugal, é com o projecto de indie/rock Los Waves que José Tornada pisa os primeiros palcos (CCB, Paredes de Coura, Alive, Sudoeste, Aula Magna) e produz os primeiros projectos de pop/electrónica Violent Shakes e Wildkin.
Só passado uma década de carreira musical é que José Tornada volta a redescobrir o interesse pela música clássica e instrumental, voltando ao ponto de partida, a simplicidade melódica da sua infância. É com esta premissa, a de explorar a música no seu estado mais simples e puro, que se isola na ruralidade do Alentejo durante um ano para compor o seu primeiro álbum de música clássica.
 
A viver num pré-fabricado de 15m2, rodeado de ovelhas, começa a construir a sua identidade e a sua interpretação do que é a música clássica contemporânea: influenciado pelas bandas sonoras de jogos e animes da sua infância, pela cadência de Carlos Paredes e os acordes de Radiohead descobertos na adolescência e pela experiência de produção e composição adquirida em idade adulta. As influências e experiências de um passado recente (Indie/Rock/Electronica) trazem ao seu trabalho uma sensibilidade pop mantendo a profundidade e a simplicidade na composição, arranjo e produção.
 
REDES SOCIAIS
 
http://www.instagram.com/tornada
http://www.facebook.com/josetornadamusic
 
CRÉDITOS LOVE, HOPE, DESIRE AND FEAR
 
Produção, composição e gravação – José Tornada
Cordas – Nathaniel Wolkstein
Artwork cover – Anastasiya Liohenkaya
Fotos – Subestimado
Realização videoclip – Subestimado

Manifesto Sonoro #3

Manifesto Sonoro #3 (#80 @Produção Independente)

Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de musica nacional ou em língua portuguesa, com a realização e produção de Carlos Cleto.

ara os mais curiosos o alinhamento desta semana é:

Ana Lua Caiano – Sai da Frente, Vou Passar
Fado Bicha – ESTOURADA (com Symone de la Dragma e passarumacaco)
Claudia Pascoal – Eh Para a Frente, Eh Para tras
Pluto – A Vida dos Outros
Três Tristes Tigres – estado de espírito
Mão Morta Novelos da Paixão
Tiguerman – Do Come Home (Xinobi & Moullinex Remix)
Branko – ‘OOO’
DJ Dolores & Orchestra Santa Massa – Contraditório
Paraguaii – All My Feelings Fall In Love
The Lemon Lovers – Cosmic Lovers
The Lemon Lovers – pills
Gala Drop – Samba da Maconha

Gonçalo e Pronto – Caju (2022) (single)

Gonçalo e Pronto – “Caju” (2022)(single)

Caju
Gonçalo e Pronto
2022
Guardo o sabor a caju
Que como pela manhã
Podia ser outro fruto
Mas seco ajuda o jejum
Acalma a barriga
Que já vai vã…
Sabes-me a fruto-vermelho
Quente como o verão
Ácido quando trincado
E doce espremido à mão
O caju vem disfarçado
Faz o papel de vilão
Prolonga o teu sabor frutado
Para não me fugir da mão
O caju,
O caju,
O caju…
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina quanta era
A vontade de Eva por Adão
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina como era
Poder viver a tentação
Fruto-vermelho é riqueza
Para qualquer refeição
Amora, morango ou framboesa
Sempre que agarro a tua mão
Quero um sabor salgado,
Um fruto seco talvez
Que acalme a tensão que guardo
Que me sacie de vez
Caju,
O caju…
É a receita divina,
Melhor proteína pela manhã
É a receita divina,
Melhor proteína pela manhã
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina quanta era
A vontade de Eva por Adão
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina como era
Poder viver a tentação
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina quanta era
A vontade de Eva por Adão
É como Adão e Eva
Se Eva trincasse o Adão
Imagina como era
Poder viver a tentação
Só a maçã não chega,
Só a maçã não chega,
Só a maçã não chega,
A maçã não chega,
Só a maçã não chega,
A maçã não chega…

Also – No Good (2022) (single)

Also – “No Good” (2022)(single)

ALSO lançam novo single “No Good” com Irati e El Guito

Os ALSO, dupla pop e R&B formada por Sofia Costa e Alex Sweeney, editam hoje o novo single “No Good”. Com a participação do cantor moçambicano Irati e produção de El Guito e Alex Sweeney, o tema surge depois do EP de estreia, “Day Dreaming”, e do single “From My Heart”, lançados em 2022.

Sofia Costa é cantora, começou a ter aulas de canto aos 15 anos e frequenta a licenciatura em Jazz e Música Moderna na Universidade Lusíada, em Lisboa. Em 2021, participou no programa “The Voice Portugal” e chegou à fase das Batalhas, na equipa do músico Diogo Piçarra.

Alex Sweeney começou a ter aulas de guitarra aos 8 anos e formou-se em Jazz e Música Moderna, também na Universidade Lusíada de Lisboa. Atualmente, acompanha artistas como Luís Braz Teixeira, Luís Fernandes e Clara.

Os ALSO surgiram em 2020, com o single “Ready”, e contabilizam mais de 25 mil streams no Spotify. Recentemente, atuaram nas Festas do Mar, em Cascais, e estão previstos mais concertos e singles até ao final do ano.

Francisco Sales – Grito no Silêncio (2022)(single)

Francisco Sales – “Grito No Silêncio” (2022)(single)

Grito No Silêncio é a expressão que corta, o acto que interrompe, o alerta que nos acorda. Francisco Sales oferece o seu virtuoso guitarrismo como a tela que Beatriz Nunes e Pedro Pires usam para pintar com as suas vozes um poético e abstrato quadro em que cada um de nós poderá ver o que as suas emoções ditarem. Este é o novo single de Fogo na Água, álbum com que o músico e compositor Francisco Sales assinala nova fase na sua carreira. 
 
Neste terceiro álbum – com que sucede ao muito aclamado Miles Away de 2017 -, o guitarrista investiu quatro anos de trabalho e apresenta-se a explorar a sonoridade de diferentes instrumentos – não apenas as guitarras elétrica e acústica, mas também a de 12 cordas ou a icónica guitarra metálica conhecida por dobro – para erguer um muito emocional conjunto de peças que evocam ideias de força, luta e resiliência, navegando igualmente por algumas noções contrastantes já apontadas no título: o fogo e água, a terra e o ar, elementos primordiais que aqui se traduzem em música altamente evocativa e em que a identidade funda portuguesa é explorada.

O músico que em Inglaterra trabalhou de perto com os Incognito de Jean Paul Maunick, agora chamou Beatriz Nunes, aclamada cantora de jazz que chegou a integrar os Madredeus, para pela primeira vez adicionar vozes a composições de sua autoria. Garante Francisco que Beatriz representa a sua própria alma. Neste trabalho que o próprio compositor descreve como sendo mais cinematográfico e em que garante ter-se reinventado como compositor, a produção foi divida com Tiago Gomes.

Equinócio – Dentro De Mim (2022) (single)

Equinôcio – “Dentro De Mim” (2022) (single)

“Dentro de Mim” e “Moreno” antecipam EP de estreia dos Equinōcio

Beatriz Capote e Diogo Santos formam os Equinōcio. Criado em Aveiro, o grupo surge em sessões de improviso, em 2019, e edita, este ano, os primeiros temas originais, numa fusão de folk, jazz, pop e worldmusic. Um projeto que representa opostos próximos, como outono e primavera, morte e nascimento, a flor e a folha caída.

Beatriz Capote, cantora e violinista, nasceu em Aveiro e começou a formação musical no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian da cidade. Estudou no Porto, em Itália e formou-se mestre em Ensino de Música, também em Aveiro. Desde 2020, apresenta-se como vocalista e teclista dos Perpétua. Em banda, colabora com artistas como himalion e a cantora de jazz Jacinta.

Diogo Santos, pianista e compositor, nasceu na Guarda e mudou-se com 2 anos de idade para Leiria, onde iniciou os estudos musicais. Licenciou-se e tirou mestrado em Música, na Universidade de Aveiro. Em 2020, criou o projeto Philip, com arranjos clássicos de canções pop, ao piano, contabilizando mais de 7 milhões de streams no Spotify.

Em 2022, os Equinōcio lançam “Dentro de Mim”, single de estreia com videoclip realizado por Tiago Iúri, e “Moreno”, com a participação da flautista Isabel Azevedo.
 
O EP de estreia dos Equinōcio tem lançamento previsto
para o último trimestre de 2022.

Desidério Lázaro feat. Mimi Froes – Eclipse (2022) (single)

Desiderio Lázaro feat. Mimi Froes – “Eclipse” (2022) (single)

Desidério Lázaro, nome incontornável no panorama do jazz português, apresenta o seu 9º álbum, “Oblivion”, a ser lançado em Setembro de 2022. “Eclipse” (YouTube) é o título do 4º e último single e acaba de ser lançado em todas as plataformas digitais.

Após os singles “Morning Hum”, “Supernova” e “Rebound”, Desidério Lázaro apresenta-nos o quarto e último single do seu novo álbum “Oblivion”, que tem data de edição agendada para o próximo mês de Setembro. “Eclipse” é a nova faixa revelada e está disponível em todas as plataformas digitais.

“Eclipse” é uma canção com letra (a única não instrumental a constar no disco) e tem poema e interpretação da artista emergente Mimi Froes. Trata-se de uma reflexão acerca da solidão e dos efeitos nocivos do enclausuramento imposto durante a pandemia. A escrita de Mimi Froes é despretensiosa e honesta, capturando com leveza um assunto que revela sempre alguma gravidade emocional. A interpretação da cantora é doce e simultaneamente vigorosa, o que confere a esta jovem artista um leque de recursos invejável em termos interpretativos.

“Oblivion”, 9º álbum em nome próprio do autor algarvio, surge como álbum conclusivo da tetralogia iniciada com “Samsara” (2012), seguida de “Moving” (2018) e “Homegrown” (2019), cuja temática dominante foi sempre uma reflexão filosófica sobre a condição humana e respetivas emoções, e será editado pelo selo AsUR, de forma independente.

Neste álbum e consequentes concertos, Desidério Lázaro faz-se acompanhar do aclamado guitarrista Mário Delgado e dos sempre sólidos Cícero Lee no baixo e Carlos Miguel na bateria. Fizeram também parte deste disco os guitarristas Ricardo Pinheiro e Eduardo Faustino, assim como a cantora Mimi Froes.

Dia 2 de Outubro terá lugar o concerto de estreia do álbum “Oblivion” na sala lisboeta, o Espaço Espelho d’Água.

Don Plok – Kambará Anga (2021) (álbum)

Don Plok – “Kambara’ Anga” (2021)(álbum)

released July 17, 2020

All tracks written & produced by Pablo Carpignano between 2015 – 2020, except “Axêxê” (Original Sample from Gabriel S. Carvalho), “Mi Mai“, produced with Daniela Nanclares (voice). “Puro Estracto” was produced with Agustín Jarkowsky (Jarki).

Featuring:
Miriam Gomes: vocals & lyrics in “N’goni Vá”.
Daniela Nanclares: vocals & lyrics in “Mi Mai“.
Agustín Jarkowski: Guitars and Theremin in “Puro Estracto“ and Guitar in Axêxê.
Vocal sample in Annica dub: S. N. Goenka
Marco Barbieri: Synth on “La Pelona”
Santiago Aragón: Trumpet on “African Midi”

Recorded in Nogal Estudio (Buenos Aires) by Jerónimo Escajal & Parador Machado x Pablo Carpignano.
Mixed by Jerónimo Escajal y Pablo Carpignano in Nogal Estudio (Buenos Aires).
Mastering by Jerónimo Escajal.

Artwork by Alejandro Sordi
www.instagram.com/alejandro_sordi/

Executive production by Pablo Carpignano & Folcore Records
Folcore Records website: folcore.org
license

all rights reserved

Big House #2

Big House #2

“Some instrumentals I’ve produced all over the years, some of those are recent some are more dated. The musical genres of the instrumentals are varied, I usually switch from Hip Hop to Dancehall and more recently Afrobeat and every time I switch genre, I really like to carry on my artiste background, my personal taste and choices and my musical references as well” (Big House).

Gabriele Casagrande (Big House), nasceu artisticamente cedo frequentando cursos de música e ao mesmo tempo tocando violão clássico. Mais tarde estudou guitarra elétrica e bateria, tocando em vários grupos musicais. Por volta de 2010 começou a se apaixonar pelo hip hop, escrevendo os primeiros textos rimados e desenvolvendo métricas e fluxo.

Por volta de 2012, por necessidade musical, começa a compor os primeiros instrumentais como autodidata. Em 2013, passa a integrar o coletivo Família Birrette e abre o home studio BHL Records, localizado próximo a Trento, em Trentino-Alto Adige, onde grava as primeiras demos do grupo e vários projetos musicais. Simultaneamente à actividade do atelier, inicia-se a dedicação à arte de DJing e seleção musical durante as noites musicais, uma paixão que ainda o acompanha.

Em 2014 muda-se para Milão para iniciar seus estudos em Engenharia de Áudio e Tecnologia Musical na Accademia del Suono. Em 2017 mudou-se para Manchester para terminar seus estudos e se formou na Futureworks University (UCLan) com o título Bachelor of Science with Honours in Audio Engineering and Production.

A sonoridade musical do Big House é caracterizada pelo uso de sintetizadores e samplers, misturados com o uso de bateria acústica e breakbeats, fundindo o período boom-bap com a nova escola de sons. O produtor está aberto a novas experiências musicais, derivadas do estudo e pesquisa de um som pessoal.

bighouseisthetruth@gmail.com