Sortido Rico #1

Sortido Rico #1

Autor:

Pedro Belchior Nunes 

Sortido Rico é uma viagem sonora pelas diversas margens da música popular, das electrónicas ao kraut, do jazz à world music, passando pelo impopular da pop. Com curadoria e apresentação de Pedro Belchior Nunes. 

Tracklist:

Se Ba Ho – Orchestre Poly Rythmo de Cotonou

Sahra – Tootard

Atwitas – Tamikrest

Shouei – Yasmine Hamdan

Buje Buje – Orlando Julius and the Heliocentrics

Bafon – Moonlight Benjamin

Ladra – Juçara Marçal

Blinta Madiallo – Francis Bebey

Tala Tannam – Mdou Moctar

You Ain’t Gonna Know Me Cause You Think You Know Me – Louis Moholo Octet

Bêtes Féroces – Orchestre Tout Puissant Marcel Duchamp

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Pagão – Au Luar (2025) (single) id

Au Luar/Cala-te e Engole são as últimas amostras da estreia homónima de Pagão.

Reflexo da vertigem própria do amor e da perda, os universos sonoros de Pagão fragmentam-se como os seus estados de alma: Au Luar é luminosa, leve e apaixonada, dançada em homenagens a clássicos do house, hip-hop ou até do indie; Cala-te e Engole é uma experiência industrial e noise angustiante, um mergulho na escuridão urbana com o peso da perda e do refúgio da dor.

Depois de Queimar a Bandeira, Sou Eu e agora deste duplo single, Pagão é editado a 31 de Outubro pela Maternidade

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

Rei Bruxo – Entra Lucky (2025) (single)

O coletivo REI BRUXO apresenta no dia 24 de setembro o álbum-livro “O Quarto Fechado”: designação que escolheram para caracterizar este objeto que é simultaneamente um álbum de música e um livro com uma história, personagens, ilustrações e letras.

REI BRUXO é um coletivo fundado em 2017 por três criadores: Ricardo Pinto (guitarra, teclas), Sofia Faria Fernandes (voz) e Marcelo Rúben Aires (bateria) dedicam-se à exploração e fusão de sonoridades e recursos musicais, técnicos e tímbricos menos comuns para criar um repertório provocador, contemporâneo e instigador de novas reflexões sobre o mundo atual e as suas problemáticas. Música para desassossegar.

A música do novo trabalho – ainda que fiel ao som que REI BRUXO consolidou em lançamentos anteriores – é um exercício arrojado de experimentação e fluidez, revelando uma miríade de inspirações que vão desde o rock progressivo à música eletrónica, passando pelo jazz, grunge, hip-hop, MPB, stoner, experimental, noise, hardcore, etc.

O texto d’ O Quarto Fechado nasce de histórias, parágrafos e passagens do homónimo terceiro andamento da Trilogia de Nova Iorque, de Paul Auster. As personagens, lugares, situações e acontecimentos falam-nos de isolamento e invisibilidade e mostram-nos como “seria impossível uma fuga do mundo, uma vez que não há nenhum outro mundo” (Byung-Chul Han).

REI BRUXO apresentam O Quarto Fechado no dia 4 de outubro, no CAAA (Centro para os Assuntos da Arte e Arquitectura), Guimarães; e atuam no dia 25 de outubro, no Porto Prog Night, no Auditório CCOP, Porto.

Esta obra foi inteiramente criada e produzida pela banda, com o apoio à criação da Direcção-Geral das Artes.

A edição física já está disponível para pré-encomenda no Bandcamp da banda: https://reibruxo.bandcamp.com/album/o-quarto-fechado 

Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2

Taz Rizza – Groove Society Radio Session #2

Este episódio mergulha fundo no lado pesado de graves e no estilo sound system do dub reggae moderno. Dando continuidade à jornada pelo roots reggae da Sessão 1, Taz Rizza apresenta um DJ set ao vivo repleto de riddims que fazem o chão tremer e sons influenciados pelo dub, feitos para a dança. Estilo puramente sound system: denso, cru e cheio de energia.

(This episode dives deep into the bass-heavy, sound system side of modern dub reggae. Following Session 1’s roots reggae journey, Taz Rizza brings a live DJ mix packed with floor-shaking riddims, and dub-influenced sounds designed for the dance. Strictly sound system style; weighty, raw, and full of energy.)

Tracklist

  1. Möbius & Bless – Camino
  2. Dub Dynasty – Ever Powering Medicine
  3. Marcus Gad – Tempo
  4. Riddim Activist – I N I Nah
  5. Chaos in the CBD – Mania Madness
  6. Dubancholik – Lo End Dub
  7. Green Lion Crew – Green Brain
  8. Aba-Ariginals – Aba Ariginals
  9. Roman Stewart – No Dub in the City
  10. Full Dub – Wave Spiritual
  11. Daba Makourejah – Bamba
  12. BassTrooperz – Argo Navis
  13. Skream – Dutch Flowerz
  14. Chronixx – Dela Move
  15. Kanka – Fantasia
  16. Cali P – Herbist

Trovador Urbano #70

Trovador Urbano #70

Autor:

David Calderon

(episódio de 07 De Outubro 2025)

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single)

Bona Parte – Shards Of Glass (2025) (single) 

Os BonaParte apresentam os seus dois singles “The Darkness” e “Black Demon”

Ambos os singles fazem-nos viajar por um universo musical misterioso, dinâmico e energético. No qual as guitarras distorcidas e a bateria complementam-se numa dança rítmica, que sumarizam do melhor modo possível a plenitude de influências deste grupo.

O local predileto de gravação é o 28.40 Studios, no qual o projeto é misturado e produzido por Francisco Santos e Ricardo Faneco, e posteriormente masterizado no Mister Master Studios por Rui Dias. Saiu em primeira instância o tema “The Darkness”, na compilação “A Outra Margem” da editora Anti-Demos-Cracia, que conta com 33 projetos musicais do Seixal.

Após o lançamento do “The Darkness”, em Abril, o segundo single “Black Demon” é lançado na compilação digital “50 Anos 25 Abril” no mesmo dia a que remete o título em questão. Está ainda previsto o lançamento de outro tema da banda – Que será anunciado no decorrer do tempo.

As origens deste projeto remontam a 2017/2018. Período o qual foi iniciado o processo de composição de alguns temas por Tomás Bonaparte. Por motivos profissionais e pandémicos o processo atrasou-se. Com uma nova oportunidade em vista, em 2023 reúne-se com Guilherme Reis para complementar a sua visão e pô-la em prática. Criando os “BonaParte” neste processo.

Formados em 2023, os BonaParte são uma banda da Margem Sul do Tejo (Seixal) de Hard Rock / Heavy Metal que contam com Tomás Bonaparte (Voz, Guitarra) e Guilherme Reis (Bateria).

Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id

Rui Taipa – Quando Eu Me For (2025) (single) id

“Quando eu me for” é uma canção que nasce do dilema de trazer ou não uma criança para um mundo tão catastrófico e em declínio como o nosso.
Meses depois de a ter escrito, a Alice estava a caminho.
Que esta seja uma nota de esperança e um lembrete de que o bem vai sempre vencer o mal.
Que o amor e a união vão sempre vencer o ódio e a tirania
Que o futuro do nosso planeta reside no exemplo que deixamos às crianças.

Rui Taipa, cantor e compositor nascido nos anos 90, já com vários discos apresentados e grande destaque no The Voice Portugal em 2021 e que divide a carreira entre este projeto de cantautor e o de intérprete jazz, apresenta agora uma sonoridade mais crua, com influências da música tradicional portuguesa e indie rock. As suas letras mordazes e uma certa verdade na voz, resultam num espetáculo inquietante, intimista e memorável. “A Gente” e “Pássaros” (último single a ser lançado) marcam o início de uma escrita sobre e para as pessoas.

Putumayo #2 – World Music Legends

Putumayo #2 – World Music Legends 

Putumayo 9/29/2025

Dan Storper and Rosalie Howarth highlight legendary world music performers who have helped bring “World Music” to global stages, including artists such as South Africa’s Miriam Makeba, Cuba’s Buena Vista Social Club, and the father of Jamaican reggae, Bob Marley.

Episode: 25.40

Air Dates: September 29th – October 5th

Featuring:

1. Johnny Clegg and Savuka – Scatterlings of Africa (from the albums “Third World Child” & “World Hits” on Capitol / Putumayo)

2. Stan Getz feat. Astrud Gilberto – Girl From Ipanema (from the album “Getz / Gilberto” on Verve)

3. Buena Vista Social Club – Chan Chan (from the album “Buena Vista Social Club” on World Circuit)

4. Youssou N’Dour with Neneh Cherry – 7 Seconds (from the albums “The Guide (Wommat)” & “World Hits” on Chaos / Columbia / Putumayo)

5. Israel Kamakawiwo’ole – Over the Rainbow / What a Wonderful World (from the album “Finding Forrester Soundtrack” on Sony)

6. Bob Marley & The Wailers – No Woman No Cry (from the album “Africa Unite The Singles Collection” on Tuff Gong Universal)

7. Enya – Orinoco Flow (from the album “Watermark” on Enterprise)

8. Patrick Bruel & Charles Aznavour – Ménilmontant (from the album “17 Precious Artists” on BMG France)

9. Touré Kunda – E’mma (from the albums “Les Freres Griots” & “World Hits” on Celluloid Records / Putumayo)

10. Ladysmith Black Mambazo – Mbube (from the albums “Gift of the Tortoise” & “Animal Playground” on Music for Little People / Putumayo)

11. Celia Cruz – Rie y Llora (from the album “Regalo Del Alma” on Sony)

12. Mongo Santamaria – Watermelon Man (from the album “Skin on Skin: The Mongo Santamaria Anthology (1985-1995)” on Rhino Records)

13. Miriam Makeba – Pata Pata 2000 (from the albums “Homeland,” “World Playground 2,” “New World Party,” & “Miriam Makeba” on Putumayo)

1 Álbum 100 Palavras #114: Tom Zé – Tom Zé (1972)

1 Álbum 100 Palavras #114: Tom Zé – Tom Zé (1972)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

O álbum “Tom Zé” (1972), também conhecido como Se o Caso é Chorar, é uma das obras mais inventivas do compositor baiano. Lançado após sua participação no movimento tropicalista, o disco revela sua postura crítica e experimental dentro da MPB. Com arranjos ousados e letras irônicas, Tom Zé mistura samba, bossa, baião e referências eruditas, desconstruindo convenções musicais. Canções como “Se o Caso é Chorar” e “Dor e Dor” exemplificam seu humor ácido e olhar atento às contradições sociais e afetivas do Brasil. O álbum reafirma Tom Zé como um criador único, radical e fundamental na música brasileira.   

Memória de Elefante (06/10/25)

Memória de Elefante (06/10/25)
 
Memória de Elefante rubrica semanal de 06/10/25 a 12/10/25
Autor: Francesco Valente
 
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
 
Tracklist:
 

  1. Béla Fleck – October Winds (1982)
  2. Millie – My Boy Lollipop (2010)
  3. Yo-Yo Ma – Tres minutos con la realidad (1997)
  4. Prince & The Revolution – I Would Die 4 U (1984)
  5. Chucho Valdés & Irakere – Bacalao con pan (2004)
  6. Ennio Morricone – The Good, The Bad And The Ugly (2004 Remaster) (1968)
  7. Cartola – O Sol Nascerá (1974)
  8. Tom Zé – Frevo (1972)
  9. Spok Frevo Orquestra – Passo de Anjo (2006)

Prazeres Interrompidos #409: António Torrado – Correr Atrás da História (2024)

Prazeres Interrompidos #409: António Torrado – Correr Atrás da História (2024)

Prazeres Interrompidos

Autor: Octavio Nuno 

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Pouco tempo antes de morrer, António Torrado, com a generosidade, a sabedoria e o humor que o caracterizavam, conversou com Inês Fonseca Santos sobre o seu longo percurso como escritor, pedagogo e autor de uma das mais singulares e vastas obras da literatura infantojuvenil portuguesa. Mas não só: recordou a infância, as experiências que o marcaram, os autores que o inspiraram. A esta conversa somam-se depoimentos de pares, amigos e familiares. António Torrado.

Correr atrás da História integra a coleção História Natural do Livro, dedicada à criação para a infância e a juventude.

Asa Cobra – Ponta de Lança (2025) (single) id

Asa Cobra – Ponta de Lança (2025) (single) id

Asa Cobra é uma banda luso-brasileira formada em 2024, que reúne a intensidade poética da cantora e letrista Carollyne Barreira (Brasil) com a experiência dos produtores e músicos Marco Castro e Igor Domingues (Portugal – Throes + The Shine). Inspirada pela provocadora máxima de Bezerra da Silva — “Se Deus desse asa à cobra, o mundo não estava perdido” — a banda nasce como um manifesto sonoro onde a revolta e o amor caminham lado a lado.

A sua identidade musical cruza ritmos afro-brasileiros, eletrónica e elementos orgânicos, criando uma paisagem sonora que se move entre o etéreo e o pulsante, entre o confronto e o sussurro. A palavra ocupa um lugar central, com letras de múltiplas camadas, que refletem tanto as tensões políticas como as forças íntimas que moldam a experiência humana.

Com três singles lançados — “Asa à Cobra”, “Flutuar” e o mais recente “Ponta de Lança” — a banda afirma-se como uma das propostas mais inquietas e poéticas da nova música de expressão portuguesa. Em palco, Asa Cobra revela-se num formato intenso, que vai da força ao íntimo, onde som, corpo e mensagem se fundem para criar um concerto que é uma viagem sensorial.

O primeiro álbum da banda tem lançamento previsto para 2026.