1 Álbum 100 Palavras #108: Cesaria Evora – The Very Best Of Cesaria Evora (2002)
1 Álbum 100 Palavras #108: Cesaria Evora – The Very Best Of Cesaria Evora (2002)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“The Very Best of Cesária Évora” (2002) é uma coletânea que reúne alguns dos maiores sucessos da inesquecível “diva dos pés descalços”, embaixadora da morna e da música cabo-verdiana no mundo. O álbum passeia por clássicos como “Sodade”, “Petit Pays” e “Angola”, celebrando a voz profunda e melancólica de Cesária, marcada pela doçura e pela força emocional. As canções misturam mornas e coladeiras, refletindo tanto a saudade da diáspora quanto a alegria das ilhas. Esta compilação funciona como uma porta de entrada perfeita para novos ouvintes e como celebração definitiva do legado da artista que levou Cabo Verde ao mapa musical mundial.
Prazeres Interrompidos #397: Jojo Moyes – As Mensageiras da Esperança (2019)
Prazeres Interrompidos #397: Jojo Moyes – As Mensageiras da Esperança (2019)
Prazeres Interrompidos Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Alice Wright casa-se com o belo americano Bennett Van Cleve na esperança de escapar a uma vida sufocante, em Inglaterra. Mas a pequena cidade de Kentucky rapidamente se revela igualmente claustrofóbica, sobretudo vivendo Alice com o sogro autoritário. É então que é feito um apelo para a participação das mulheres da cidade numa equipa para entregar livros; um projeto da nova biblioteca itinerante de Eleanor Roosevelt. Alice adere com entusiasmo. Alice conhece assim Margery, a líder desta equipa, uma mulher autossuficiente e de discurso inteligente que nunca pediu permissão a um homem para nada. A elas juntar-se-ão três outras mulheres singulares que ficarão conhecidas como as Packhorse Librarians of Kentucky. A aventura destas mulheres – e dos homens que amam – torna-se um drama inesquecível de lealdade, justiça, humanidade e paixão. Estas mulheres, autênticas heroínas, recusam-se a ser intimidadas pelos homens ou pelas convenções. E embora enfrentem todos os tipos de perigos, não desistem da missão que abraçaram: levar a sabedoria, a leitura e o mundo fantástico dos livros até aos mais pobres e desfavorecidos. Mas quando a comunidade de Baileyville se voltar contra elas, será que a determinação – e o poder da palavra escrita – será suficiente para as salvar?
André Caroço – The Clock (2025) (single)
André Caroço – The Clock (2025) (single)
O meu nome é André Caroço e sou um artista português no universo singer-songwriter, com uma abordagem acústica e intimista. Escrevo para partilhar convosco o meu novo single, “The Clock”, lançado no passado dia 4 de maio.
A música fala do tempo como espelho interno — da pressa e das nossas ambições, que nos fazem perder no tempo, sem aproveitar o momento presente. É uma reflexão crua e honesta, que convida a parar, respirar e ouvir o que muitas vezes calamos.
Catman Plays The Blues #102
Catman Plays The Blues #102
South Memphis String Band -Turnip greens
Gringo’s Washboard band -The sentimental gentleman from Georgia
Eric Clapton -Early in the morning -Worried life Blues -Further on up the road -Ramblin’ on my mind -Blues power -Double trouble
Rafa. – No meu mundo (2025) (single)
Rafa. – No meu mundo (2025) (single)
“no meu mundo.” já está disponível em todas as plataformas digitais e vem acompanhada por um videoclipe vibrante e cheio de personalidade, que começa num duche e vai até um estádio de futebol! 🫧🚿⚽🏟️
Uma celebração do conforto, da expressão livre e do poder de sonhar alto, sem limites quando estamos no nosso espaço sem ninguém a ver.
African Roots #83
African Roots #83
Autor: Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Alemayehu Eshete – Telantena zare 2 – Christy Essien Igbokwe – Ku Saura Re Ni 3 – Girma Beyene – Ené Nègn Bay Manèsh 4 – Jimmy hyacinthe – Maquis lô 5 – Letta Mbulu – The Village 6 – Ayalew Mesfin – Hasabe (My Worries) 7 – Gyedu-Blay Ambolley – Who Made Your Body Like Dat 8 – Bitori – Bitori Nha Bibinha 9 – Ousmane Kouyate – N’Ny 10 – Jaojoby – Taratasy Maitso 11 – Pierre Didy Tchakounté – Ma Fou Fou 12 – Christie Azumah – Aja Wondo 13 – Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou – Yeye We Nou Mi
Adriana Santhi – Amanhecer (2025) (single)
Adriana Santhi – Amanhecer (2025) (single)
Adriana Santhi canta com o coração na pele. Filha de mãe portuguesa e pai brasileiro, nascida em Luxemburgo e criada entre Bruxelas e Madrid, a artista encontrou no Brasil o território criativo ideal para desenvolver sua identidade musical — íntima e espiritual. Em seu mais recente lançamento, o single “Água & Sal”, Adriana se une à cantora anglo-brasileira IIVY para celebrar a cura, o movimento e a força da vulnerabilidade.
Com uma sonoridade neo-soul, produção minimalista e melodia envolvente, a faixa aborda o recomeço como uma travessia delicada, mas poderosa. “A água limpa, o sal cicatriza — e a música faz as duas coisas”, diz Adriana, que assina a composição e a interpretação da canção, além de estar à frente de toda a direção criativa do projeto.
Apesar de ter iniciado sua carreira oficialmente em 2023 com o projeto eletrônico souvenir (em parceria com o produtor belga Dolcious), foi a partir de 2024 que Adriana passou a trilhar um caminho mais orgânico e autoral. No single “My Experience”, por exemplo, abordou a dor de um relacionamento abusivo. Agora, com “Água & Sal”, mostra outra camada de sua narrativa, marcada pela liberdade emocional e pelo amadurecimento artístico.
“Acredito que abrir a vulnerabilidade é força, não fraqueza. Minha música nasce do desejo de me reconstruir”, diz.
As referências de Adriana transitam entre Amy Winehouse, Snoh Alegra, Kali Uchis, Erykah Badu e Luedji Luna, somadas à MPB e soul que ouvia com os pais. Essa multiplicidade de vivências estará reunida em seu primeiro EP, Pouso, previsto para setembro de 2025. Com seis faixas autorais e um videoclipe, o projeto é uma espécie de diário musical sobre os afetos, desconexões e descobertas que surgiram em seu processo de adaptação ao Brasil.
“Pouso é o momento de aterrissar em mim mesma. De dar nome às dores e, a partir disso, caminhar com mais firmeza”, resume.
Adriana Santhi encontra nesse território a liberdade de ser inteira: imigrante, mulher e artista em movimento. Com uma estética visual sofisticada e direção criativa assinada por Angelo Pontes, ela quer expandir o R&B feito no Brasil — sem fórmulas, sem pressa, com verdade.
Radio Is A Foreign Country 20 – HERE THERE BE DRAGONS – ODES(S)A
Radio Is A Foreign Country 20 – HERE THERE BE DRAGONS – ODES(S)A
An intimate sonic portrait of Odesa, a Ukrainian city along the Black Sea. Produced by Ivan Samokrutkin, with support from the podcast Here There Be Dragons, this densely layered sound collage weaves together raw and haunting field recordings (audio documents of air raid sirens, the hum of a restless city, the distant murmur of the sea, snatches of conversation, and mechanical pulses), remixed local sound art, and processed samples of acoustic instruments (bayan, kalimba, flute, tambourine, psaltery, and more) to create a shifting and fractured soundscape of a city marked by war, tension and stillness.
Many thanks to Ivan Samokrutkin, Jess Myers, Adriene Lilly and Olivia Bradley-Skill.
@dragons_podcast
@systemnapotvora
Prazeres Interrompidos #396: Walter Tevis – Gambito de dama (1983)
Prazeres Interrompidos #396: Walter Tevis – Gambito de dama (1983)
Prazeres Interrompidos
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Desde su primera publicación en 1983, esta novela se convirtió en un libro de culto para ajedrecistas en particular y amantes de la gran novela americana en general. Un secreto que de repente explotó a finales de 2020 con el estreno de la serie basada en esta historia, conquistando en tiempo récord al mundo entero. Beth Harmon, la protagonista, es ya un icono en la mente de los millones de fans de Gambito de dama: huérfana, solitaria, politoxicómana, competitiva, frágil, genial. Una Mozart del ajedrez cuya inteligencia le brinda tantos éxitos como problemas.
Esta novela, adictiva, trepidante, y con una tensión que no decae en cada partida, en cada viaje, en cada momento de abandono de la protagonista, que siempre oscila entre el éxito y el abismo, se quedará en el corazón de los lectores. Y les servirá además como introducción al mundo del ajedrez, que, como Beth Harmon, parece tranquilo y accesible, pero contiene debajo todo un volcán de pasiones y peligros.
Velez – Assim ser feliz (2025) (single)
Velez – Assim ser feliz (2025) (single)
VELEZ – ASSIM SER FELIZ
Trinta anos nos separam do primeiro álbum de originais de Teresa Velez “Aventuras” (1995) entre o Pop, o Soul e o Funk, com produção de Markus Britto que assina também a maior parte das autorias.
Foi em 2000 que decidiu abraçar a Bossa-Nova e o Jazz como linguagens definitivas gravando mais cinco álbuns. Sempre com produção de Markus Britto, Teresa Velez editou através de labels internacionais tais como a FineMusic e a LaikaRecords (Alemanha) assim como pela WardRecords – JVC (Japão).
Este novo “Assim Ser Feliz” mantém a estética e a estilística musicais dos álbuns anteriores, assinalando 30 anos de “aventuras” que se transformaram em felicidade, maturidade e plenitude artísticas. A produção esteve a cargo de Ernesto Leite.
Por isso, para Teresa Velez é tão importante cantar…e, assim, ser feliz.
Taz Rizza – Groove Society Radio Session #1
Taz Rizza – Groove Society Radio Session #1
Groove Society #1
“Groove Society” com Taz Rizza é a sua porta de entrada para os ritmos profundos e envolventes do dub reggae. Nesta primeira sessão, Taz te leva por uma jornada através de alguns dos artistas que inspiraram seu próprio caminho musical, com um toque extra de mixagem dub ao vivo. Espere por graves pesados e ecos giratórios trazendo toda a energia dos sound systems e a vibração das pistas de dança direto para onde você estiver.
(Groove Society with Taz Rizza is your gateway into the deep, rolling rhythms of dub reggae. In this first session, Taz takes you on a journey through some of the artists that inspired his own musical path, with a touch of added live dub mixing. Expect heavy bass and swirling echoes to bring that sound system energy and dancefloor vibes straight to wherever you are).
Tracklist:
1. Macka Dub – Ista Episode
2. Junior Reid – Strange Things
3. Bunny Wailer – Rise & Shine
4. Bad Brains – Jah Love
5. Black Uhuru – Boof N Baff N Biff
6. Mad Professor/ Pato Banton – My Opinion
7. Aswad – Flikaflame
8. Burning Spear – Mr. Rodney
9. Joe Gibbs – He Prayed Version
10. Taz Rizza – Orion Dub
11. Israel Vibration – The Same Song
12. Dennis Brown – Rub a Dub All the Time
13. Peter Tosh – Reggae Mylitis
Tiaslovro – Torre do Tempo (2025) (single)
Tiaslovro – Torre do Tempo (2025) (single)
Entre o céu e o mar: Tiaslovro apresenta “Torre do Tempo” e prepara lançamento do EP “Portos do Reino”
Artista paulistano bebe da trajetória no audiovisual para criar narrativa cinematográfica em trabalho musical de estreia
Entre céu e mar, sonho e realidade, as canções de Tiaslovro, criador paulistano radicado em Florianópolis, são convites à travessia. Cada faixa é um porto com um barco esperando – basta abrir os ouvidos e embarcar. Após o lançamento do single e videoclipe Mountain, ele avança no percurso que desemboca em seu EP de estreia, “Portos do Reino”, mostrando a faixa “Torre do Tempo”, um mergulho em águas profundas que convidam à imaginação e ao mistério. A faixa chega até as plataformas de música no dia 08 de agosto, sexta-feira – Escolha onde escutar.
Se “Mountain” trouxe o frescor solar de uma estrada aberta, “Torre do Tempo” revela um lado mais introspectivo do artista. Uma canção folk de atmosfera etérea construída sobre voz e violão, com o sutil arranjo sutil de Caio Nazaro e Teco Costilhes, que expande seu universo sonoro sem perder a delicadeza. A letra fala de encontros breves e transformadores, vividos em um lugar simbólico: uma torre onde o tempo ecoa e deixa marcas profundas. Tiaslovro afirma, com o lançamento, a dualidade poética de seu projeto, que transita entre o movimento e o silêncio, o externo e o interno, o visível e o simbólico.
A canção se torna um ponto de inflexão em sua narrativa, abrindo caminho para um repertório que não teme se aprofundar, arriscar e revelar. “Enquanto nas outras composições a letra dita o rumo da canção, sinto que em Torre do Tempo a ambiência sonora é rainha. O violão expressa mais do que as palavras em si. Acho que ela representa muito bem quem eu sou como compositor: meu negócio é contar histórias, criar mundos imaginários arquetípicos e deixar a imaginação do ouvinte completar as lacunas, projetando sua subjetividade”, revela.
“Sonoramente, o brilho das cordas de Norwegian Wood, dos Beatles, me inspirou muito na composição dessa música. Por alguma razão, aquele som de violão e cítara ficava no meu ouvido enquanto eu compunha. Já como conceito e atmosfera, duas grandes referências são The Shrine, do Fleet Foxes, e Tower of Song, do Leonard Cohen, que tem uma versão linda interpretada pela Martha Wainwright”, complementa sobre o processo de composição da faixa que precede o EP “Portos do Reino”.
Por trás de Tiaslovro está Matias Lovro, roteirista, diretor e montador audiovisual. A bagagem trazida do segmento artístico se derrama em sua música de forma sensível e cinematográfica, dando origem a paisagens sonoras etéreas e atmosferas oníricas que evocam uma mitologia própria — feita de memórias, símbolos e intuição. Guiadas por voz e violão, as composições têm o folk como ponto de partida, mas se permitem navegar livremente por outras águas. “Portos do Reino” reunirá cinco canções compostas ao longo da última década — reflexos de jornadas internas e externas, gravadas com a mesma verdade com que foram vividas.
FICHA TÉCNICA
Composição: Matias Lovro
Produção musical: Caio Nazaro e Teco Costilhes
Músicos –
Matias Lovro: Voz, violão de aço
Caio Nazaro: Violão de aço, violão de nylon, viola, hammond