Depois dos singles ‘só a mim’, ‘sonhos’ e ‘coração trancado’, Luís Braz Teixeira revela o seu primeiro projeto em português, “estaca zero”.
Este trabalho marca uma nova etapa na carreira do cantor, compositor e produtor, sendo o seu primeiro registo totalmente em português. O projeto aborda diferentes momentos de uma relação amorosa — desde a insegurança inicial até ao ponto de recomeço após o fim — com uma sonoridade que cruza o Pop e o R&B.
“estaca zero” é descrito por Luís como “um regresso ao ponto de partida — um reset emocional e mental que muitas vezes acontece quando uma relação termina e deixamos alguém que nos foi importante.
“estaca zero” é um reflexo da maturidade artística do músico e reúne colaborações com Duarte Carvalho, Mike Apollo, Sara Megre, Fred Irie, Paulo Araújo e André Barreto.
O EP segue uma linha cronológica, que parte da incerteza do início, passa pelos altos e baixos da relação e termina com esse retorno simbólico à estaca zero.
Trovador Urbano #54
Trovador Urbano #54
Autor:
David Calderon
(episódio de 17 de junho)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Lituo – Sulfuraste (2025) (single)
Lituo – Sulfuraste (2025) (single)
Lituo, nome artístico de Carlos Martins, apresenta o primeiro single ‘Sulfuraste’ como uma promessa em canção.
Artista de vários ofícios, fez parte de vários projetos musicais como Zedisaneonlight, em 2002, Umpletrue em 2007 e Caruma, entre 2010 e 2017.
Atualmente é um dos músicos intervenientes na Associação Portuguesa de Música nos Hospitais desde outubro de 2017, até ao presente. “Foi nesta associação que entendi o real poder transformativo da música, de como uma música com intenção pode resgatar momentos, memórias, pessoas, colocando-as em contacto com elas próprias e com os outros. A música será a plataforma onde todos se encontram num lugar comum, uma base que sustenta a experiência, a identificação, a compaixão capacitada pela vibração sonora que nos aproxima e proporciona a verdadeira conexão.” afirma o artista.
Este single surge da necessidade do artista passar dos mil projetos em que se encontra, pelos quais já passou musicalmente e artisticamente, para um rumo mais solitário mas ainda assim bastante completo. ‘Sulfuraste’ vem dar início a um caminho que culminará num álbum, também ele de nome peculiar, ‘Anelo’ (uma permanente ansiedade), a sair em breve.
Em colaboração com Paulo Bernardino surge este álbum, do qual podemos escutar o primeiro tema. Sobre o processo de criação, Lituo reflete “Ao início parecia ser uma vingança, mas não era disso que se tratava, o que aconteceu ali foi terapia e se ficasse só por aí, estava óptimo. Mas ficou melhor.”.
Depois de Caruma, o projeto mais recente de Lituo, o artista vem cantar uma dor que acredita ser partilhada por muitas mulheres e muitos homens. Paralelamente, canta frivolidades de amor em desamor, de pessoas que não querem a idade que têm e que se caricaturam até ficarem cómicas. A dor também se dança.
Foi um processo de construção — o sentimento de ter uma bagunça dentro de nós e poder arrumá-la em letras de canções, melodias e sonoridades que quase abraça essa “desarrumação”.
Lituo refere-se a este primeiro single como “A Promessa”, e mesmo o título curioso de nome ‘Sulfuraste’ é a metáfora perfeita para o sentimento que o tema quer transmitir, “o colocar enxofre dentro de mim, estragaste-me”, por exemplo – “Quando o amanhã já passou e tu ainda lá estás. A espera do que nunca vem e o descalabro quando se integra essa noção. A mentira programada e a burocracia dum amor que não era. No processo, criam-se buracos de tempo que parece que não têm fim, feitos de nuvens negras e vazias. Enublei a minha Disney interior, cobri a minha criança.” afirma o artista.
E acrescenta “Este Sulfuraste nasce da sobrevivência a uma relação perfeitamente caótica que acabou por falta de fôlego, entra a música e faz o que tem de fazer. Desarruma, mexe nas feridas e grava-se o que sai em pós bloco-operatório.
‘Sulfuraste’ veste-se de um indie-pop-alternativo bastante melancólico que nos envolve a cada acorde e a cada palavra. Foi totalmente escrito por Lituo, com produção de Paulo Bernardino, mistura de Paulo Pereira e masterização de Fernando “Naná” Nunes, no Estúdio Pé de Vento. Encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (16/06/25)
Memória de Elefante (16/06/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 16/06/25 a 22/06/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Nina Simone – Memphis in June (1959)
02. Stan Kenton – Carnival (1956)
03. Willie Colon – El Malo (1967)
04. Raffaella Carrà – Sono nera (1978)
05. Below The Bassline – Ernest Ranglin (1996)
06. Nick Drake – Fruit Tree (1969)
07. Isotope – Temper Tantrum (1974)
08. Augustus Pablo – Ital Dub (1974) – Road Block (1974)
09. Hermeto Pascoal & Grupo – Rebuliço (1987)
1 Álbum 100 Palavras #98: Ernest Ranglin – Below The Bassline (1996)
1 Álbum 100 Palavras #98: Ernest Ranglin – Below The Bassline (1996)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Below the Bassline” (1996) é um álbum do guitarrista jamaicano Ernest Ranglin, reconhecido pela habilidade em fundir jazz, reggae e ska com influências caribenhas e africanas. Neste trabalho, Ranglin explora grooves e melodias cativantes, combinando técnica refinada com uma sensibilidade rítmica única. O álbum destaca seu virtuosismo e sua capacidade de criar atmosferas envolventes, com faixas que transitam entre o groove dançante e momentos mais introspectivos. “Below the Bassline” reafirma Ranglin como uma lenda viva da música jamaicana, capaz de inovar e preservar as raízes sonoras do Caribe com elegância e criatividade. Este álbum destaca-se pela colaboração com Monty Alexander.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #375: Kazuo Ishiguro – O Gigante Enterrado (2015)
Prazeres Interrompidos #375: Kazuo Ishiguro – O Gigante Enterrado (2015)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Uma terra marcada por guerras recentes e amaldiçoada por uma misteriosa névoa do esquecimento. Uma população desnorteada diante de ameaças múltiplas. Um casal que parte numa jornada em busca do filho e no caminho terá seu amor posto à prova — será nosso sentimento forte o bastante quando já não há reminiscências da história que nos une?
Épico arturiano, o primeiro romance de Kazuo Ishiguro em uma década envereda pela fantasia e se aproxima do universo de George R.R. Martin e Tolkien, comprovando a capacidade do autor de se reinventar a cada obra. Entre a aventura fantástica e o lirismo, O gigante enterrado fala de alguns dos temas mais caros à humanidade: o amor, a guerra e a memória.
Ilana Volcov – Acariciando (2025) (single)
Ilana Volcov – Acariciando (2025) (single)
ACARICIANDO Álbum de Ilana Volcov, cantora paulistana radicada em Lisboa, e de Cristovão Bastos, pianista carioca, gravado do Porto e lançado pela gravadora brasileira Biscoito Fino (março/2025). O repertório contempla autores como Abel Ferreira, Tom Jobim, Guinga, Vadico, Edu Lobo, Aldir Blanc, Chico Buarque e Paulinho da Viola, passando por diversos géneros musicais como valsa, choro, maxixe e samba-canção.
ADVERTÊNCIA
Acariciando é uma breve coleção de canções fantásticas*: tudo acontece no âmbito da imaginação, entre devaneios, desejos, suposições.
Num exagero à duplicidade, como numa sala de espelhos, o duo (de voz e piano) ilustra diálogos. Fictícios, irreais. Conversas internas, silenciosas, de alguém com o seu amor – ou sobre ele. E quem as escuta, por meio de reflexões ilusórias, não são os destinatários, mas o ouvinte do álbum!
* Termo emprestado do gênero literário marcado pela fantasia, pelo sobrenatural, a literatura fantástica.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #220
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #220
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Anthony Braxton → Too Marvelous for Words
Tomin → Movement
Tomin → Warm Canto
Tommaso Perazzo & Marcello Cardillo → Alba Sul Mare
Paul Bley → Improvisation on Black and Blue
Louis Armstrong → Black and Blue
Jimmie Lunceford → For Dancers Only
Tony Scott → Lover Man (Oh, Where Can You Be)
Billie Holiday → You Don’t Know What Love Is (Take 1-3)
Ella Fitzgerald → You’ve Changed
Catman Plays The Blues #178
Catman Plays The Blues #178
Para o programa desta semana recorremos ao baù das memórias e recordamos um magnífico album da dupla Memphis Slim-Willie Dixon e ainda o único e excelente trabalho da cantora Mavis Staples para a Alligator Records.
Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single) id
Maria do Monte – Nunca Mais Era Sábado (2025) (single)
Nunca Mais Era Sábado estreiam-se com “Maria do Monte” — uma viagem sonora por uma floresta encantada e eletrónica
Já se encontra disponível “Maria do Monte”, o single de estreia do projeto Nunca Mais Era Sábado. O tema, gravado no estúdio Blue House e com videoclipe realizado por Tiago Cerveira, é uma viagem noturna por uma floresta onde o mistério espreita a cada passo. Entre paisagens oníricas moldadas pela ruralidade encantada da lua cheia, a ameaça do lobo e ecos de eletrónica sombria, “Maria do Monte” desenha uma fábula moderna pronta para ser desbravada.
O projeto, que junta Diogo Félix (FeMa), Eduardo Ricarte e Daniel Silva, nasceu da amizade entre os três músicos e do amor partilhado pela música e pela cultura popular portuguesa. A canção agora editada foi uma das selecionadas pela convocatória MIC: Música Independente de Coimbra (2024), marcando o arranque de um percurso que culminará no EP de estreia, intitulado “Quatro Corpos”.
De uma garagem no topo da Serra dos Candeeiros para o universo da música independente nacional, Nunca Mais Era Sábado é uma proposta que cruza a vida rural com a experimentação sonora. Daniel Silva assume o baixo, Diogo Félix (a voz e os instrumentos melódicos, e Eduardo Ricarte a percussão e as vozes. Juntos, compõem canções onde a serenidade do quotidiano bucólico se encontra com texturas eletrónicas e elementos da música moderna.
“Maria do Monte” é o primeiro passo de uma caminhada que promete surpreender pela forma como funde tradição e vanguarda, natureza e enigma, dia e noite — numa linguagem sonora própria, tão atmosférica quanto telúrica.
O single e o videoclipe de “Maria do Monte” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.
Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single)
Pink Pussycats From Hell – Hellton John (2025) (single)
Pink Pussycats From Hell – HEIII
E se existirem deusas com forma de gato, todas irmãs, cada uma vestindo uma tentação diferente que andam em modo independente e altivo, tal como um gato doméstico, a rondar os seres humanos numa versão toca e foge sensual que faz qualquer um ficar desarmado, podendo até desmaiar, acordando com riffs graves no calor do inferno?
Em HElll isso é possível. Existe uma mitologia felina onde três gatas irmãs: “Hellsa”, “Hell Niña” e “Helektra” estão dispostas a abanar os seres humanos, causando desordem e alguma inquietação. Cada uma delas com o seu poder de tentação, podem tornar-se bastante viciantes.
No submundo onde elas vivem, podem conseguir várias formas de encantamento e fazer com que o ser humano desperte a cavalgar por entre as chamas quentes do rock’n’roll que ocupam um belo espaço no inferno. Este inferno está cheio de riffs electrizantes e densos que são acompanhados por uma bateria garageira e uma voz grave e encorpada que ajudam ao aconchego do calor. Tudo isto disperso por 9 contos que compõem a história de HElll.
Os Pink Pussycats From Hell lançam agora o seu terceiro álbum, HElll, a sair no dia 20 de Janeiro com o selo da Raging Planet. Como cartão de visita, apresentaram “Hellsa” a 20 de junho de 2024 e “Hellektra” a 9 de Dezembro, ambos acompanhados de videoclipes.
Caravananana – Tequila (2025) (single)
Caravananana – Tequila (2025) (single)
Os CARAVANANANA apresentam os seus novos singles: LONELY BIRD / TEQUILA. Já disponíveis nas plataformas digitais.
Entre concertos, tours e tocar na rua, os Caravananana fizeram uma breve paragem em Lisboa no Estúdio Roma 49 para gravar estes dois singles. Entre os quais Lonely Bird, que tem um videoclipe gravado entre o Porto e a sua cidade natal de Setúbal. Para partilhar estes singles os Caravananana embarcaram numa tour de 3 meses rumo à Inglaterra!
Pedro Venceslau na voz e guitarra, João Figueiras na bateria, Mauro no baixo e participação especial de José Zambujo na flauta transversal e saxofone. Este é o power trio que certamente vos vai pôr a mexer!