O novo trabalho de Cidade CAOS é a banda sonora oficial do espetáculo de performance Wallpaper-Papel de parede, e estará disponível nas principais plataformas digitais de musica a 24 de Abril, aquando da estreia do referido espetáculo no Festival da Liberdade e da Justiça em Odemira. Haverá ainda uma segunda apresentação a 25 de Abril no mesmo certame.
Os dois temas incluídos em Wallpaper, Magic Spell e Iberia Chill, foram compostos e produzidos por Cidade CAOS, e misturados e masterizados no Tangerine Tree Studio por Duarte Carvalho.
A temática das viagens, das recordações dos lugares e das gentes, continua muito viva nestes temas da Cidade CAOS, havendo como novidade e lógica ligação ao conceito estético de Wallpaper-Papel de parede a escolha de um mood chill out no tema Iberia Chill.
Wallpaper-Papel de parede é uma criação cénica de Andreia Coelho e Marco Telmo Quintino, e será apresentado em várias localidades.
Jonny Abbey – It’s Been a While (2025) (single)
Jonny Abbey – It’s Been a While (2025) (single)
Após a atmosfera envolvente e texturizada de Blissful Misunderstandings, Jonny Abbey apresenta It’s Been a While, o segundo single do seu próximo álbum Everything is a Song, com lançamento marcado para 9 de maio. Disponível a partir de 11 de abril pela Flow State Records (UK), esta faixa é uma reflexão silenciosa sobre o profundo conforto de regressar a casa depois de muito tempo longe.
No início de 2024, Jonny viu-se separado da sua esposa, família, dos seus animais de estimação, da sua música e da vida que tinha construído. Obrigado a reconstruir a sua identidade do zero, começou a sentir falta dos pequenos momentos quotidianos que antes tomava como garantidos. It’s Been a While capta esse regresso—o calor dos espaços familiares, o amor incondicional dos seus animais e o simples ato de se afundar no sofá para escrever, refletir e recuperar.
Tal como Blissful Misunderstandings, esta canção está profundamente ligada ao conceito de lar, incorporando gravações de campo que transportam o ouvinte para um espaço íntimo e familiar. A faixa começa com o som distante dos pássaros a entrar pela janela—um instante de quietude antes da guitarra de Jonny surgir suavemente, estabelecendo o tom para uma viagem nostálgica e introspectiva.
Musicalmente, It’s Been a While adota uma abordagem minimalista mas expressiva. A melodia repetitiva e os acordes soul criam uma atmosfera quente e meditativa. A bateria descontraída assenta como uma almofada, a linha de baixo envolve a música como um cobertor e uma kalimba ligeiramente desafinada adiciona um toque íntimo. Tons de piano com textura vintage percorrem a composição, enquanto um solo de guitarra suave e expressivo—tocado com um toque sensível e um timbre quente—serve como o ponto emocional central da canção.
Mais do que apenas uma faixa, It’s Been a While é um abraço ao lar, à mudança e à valorização renovada daquilo que tantas vezes passamos por garantido. É uma banda sonora para momentos de reflexão, conforto e a alegria silenciosa de regressar ao que realmente importa.
Prazeres Interrompidos #364: Joao Garcia – 14 – Uma Vida nos Tectos do Mundo (2014)
Prazeres Interrompidos #364: Joao Garcia – 14 – Uma Vida nos Tectos do Mundo (2014)
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
As histórias do alpinista português que escalou as 14 montanhas mais altas da Terra “Da Antártida à Oceânia, de Chamonix a Katmandu, João Garcia correu o mundo sempre à procura de chegar mais longe e mais alto, até onde fosse humanamente possível. 14 – Uma Vida nos Tectos do Mundo é a sua história, uma vida de risco e sobrevivência, uma vida de aventuras. No dia 17 de Abril de 2010, no início da tarde, João Garcia pisou o cume do Annapurna. Estava de novo no tecto do mundo, a 8091 metros de altitude. Tinha escalado, em tempo recorde, a montanha mais mortífera do planeta. E, lá em cima, sentiu que se fechava um ciclo. Era o culminar de anos de trabalho até chegar ali e conquistar a última das 14 montanhas mais altas da Terra, sem recurso a oxigénio artificial – apenas dez alpinistas, em todo o planeta, tinham conseguido semelhante proeza, numa altura em que já doze astronautas tinham pisado a Lua.14 – Uma Vida nos Tectos do Mundo é a história de João Garcia, narrada pelo próprio. Fala das 14 montanhas, mas também de 14 pessoas importantes na sua progressão, das 14 competências necessárias para chegar ao topo, de 14 momentos e locais que o marcaram para sempre. Evoca ainda a sensação única de ver o planeta como poucos o viram, da liberdade que é olhar a 360 graus e saber que é impossível ir mais longe. Mas fala, sobretudo, desse modo de vida no limite, onde um passo em falso pode significar a morte. Lição de vida, fruto de muitas e dramáticas aventuras, 14 é uma leitura inspiradora para todos aqueles que sonham chegar mais alto, mas que ainda não tiveram a coragem de dar aquele primeiro passo.”
Al Guitar Duo – Rumbassa (2025) (single)
Al Guitar Duo – Rumbassa (2025) (single)
Al Guitar Duo é um duo de guitarras acústicas composto por André Ramos e Luís Fialho. A paixão pelo som da guitarra acústica e a vontade de transmitir a energia e a harmonia das guitarras, levou a estes dois músicos a criarem em 2018 este projecto.
AL Guitar Duo anunciam o lançamento do seu mais recente single, “Rumbassa”, que chegará às principais plataformas a 22 de Abril de 2025. Conhecidos pela sua requintada interacção de guitarras clássicas e estilo mediterrânico evocativo, AL Guitar Duo trazem para 2025 uma nova abordagem no cenário da música instrumental portuguesa.
“Rumbassa” marca um passo ousado e energético na viagem artística da dupla. Enraizada na alma do flamenco, mas com um toque moderno de rumba, o tema oferece uma narrativa musical revigorante onde a paixão, a precisão e o ritmo convergem. Embarcamos numa viagem animada através de dedilhados percussivos, floreados melódicos e trocas dinâmicas que refletem a sinergia e a destreza técnica características do duo, permitindo-nos ir do Algarve à Andaluzia. Com “Rumbassa”, não só prestam homenagem à herança emotiva do flamenco, como também convidam o público global a vivenciá-lo sob uma nova luz, repleta de dança e vibração na sua narrativa instrumental e homenagem cultural às tradições do sul da Península Ibérica.
André Ramos e Luis Fialho | Produção
André Ramos | Autoria
André Ramos (guitarra) e Luís Fialho (guitarra) Ivo Martins (percussão) | Convidado
Tó Viegas | Gravação e Masterização
Gravado no estúdio Zipmix | Dezembro 2024
MØDI – Spaceship (feat. AX) (2025) (single)
MØDI – Spaceship (feat. AX) (2025) (single)
O meu nome é MØDI, sou um artista emergente na cena do hip hop alternativo, e venho partilhar convosco o lançamento do meu novo single, “Spaceship”, que estará disponível esta sexta-feira, dia 18 de abril. Este tema marca o início do meu EP de estreia, “Outta Space”, e representa uma viagem musical intergaláctica com uma forte mensagem de autoconhecimento e superação.
“Spaceship” conta com a colaboração do talentoso artista AX e apresenta uma fusão electrizante de hip hop da nova escola, com uma batida de bateria acústica que dá corpo e dinamismo ao som. A letra aborda a vontade de escapar às dificuldades do dia a dia, flutuar acima dos problemas e encontrar um novo patamar de equilíbrio e segurança — uma metáfora representada pela própria nave.
Gostaria muito de contar com o apoio da Rádio Olisipo para a divulgação deste lançamento, seja através da vossa programação musical, partilha nas redes ou até uma possível entrevista.
Sobre o artista:
MØDI cria num universo onde cada batida e verso contam histórias marcantes, tocando em temas como ansiedade, depressão e superação, tratados de forma criativa como monstros interiores. Com influências de Twenty One Pilots e Slow J, a minha música é um convite à reflexão, mas também à esperança. Quero inspirar quem me ouve a acreditar na mudança e no poder dos sonhos.
Driven To Tears – Evil (2025) (single)
Driven To Tears – Evil (2025) (single)
Os Driven to Tears combinam linhas de baixo pulsantes com guitarras etéreas e baterias hipnóticas, criando paisagens sonoras dançantes, que nos convidam a um mergulho introspetivo.
A banda é composta por Gonçalo Larsen (voz e guitarra), João Curro (baixo) e Bruno Simão (bateria), músicos com backgrounds diversos mas uma visão comum: revitalizar a energia crua e autêntica do Rock, mantendo uma identidade moderna e própria.
Com a gravaçãodo do seu primeiro conjunto de temas, no Ponto Zurca, com o produtor João Martins (Xutos e Pontapés, Da Weasel, Rui Veloso), os Driven to Tears prometem marcar presença com um som único e eletrizante.
O primeiro single de apresentação “Evil” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e marca o nascimento deste novo projeto.
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
Throes + The Shine – Chapa (2025) (single)
No dia 11 de abril, os Throes + The Shine lançam “Chapa”, um single que encapsula a energia frenética e a
essência vibrante dos transportes coletivos moçambicanos. Esta nova faixa antecipa o próximo EP da banda, com lançamento previsto para breve, reafirmando a sua capacidade de transformar vivências urbanas em pura celebração sonora.
Nos becos apertados de Maputo, entre poeira e multidões, há um coração que nunca para de bater: o chapa. Mais do que um simples meio de transporte, é um microcosmo da cidade, onde vidas se cruzam ao ritmo dos motores e das vozes que ecoam em uníssono. Inspirados por essa pulsação incessante, Throes + The Shine criam em “Chapa” uma fusão explosiva de batidas frenéticas, melodias vibrantes e uma lírica que transporta o ouvinte diretamente para o interior de um chapa em hora de ponta.
Com esta nova faixa, o trio luso-angolano volta a provar a sua capacidade de captar o espírito dos espaços urbanos e traduzi-lo em música, oferecendo um convite irresistível a embarcar nesta viagem sonora.
“Chapa” chega a todas as plataformas digitais no dia 11 de abril.
Trovador Urbano #48
Trovador Urbano #48
Autor:
David Calderon
(episódio de 06 de Maio)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Dreia – Para de lutar (2025) (single)
Ficha Técnica – Para de Lutar
Letra: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Música: Andreia Monteiro, Rita Onofre
Sample: excertos da “Cantiga dos Ais”, de Armindo Mendes de Carvalho, declamado por Mário Viegas
Produção: Choro
Vozes: Dreia, Rita Onofre, RIMA
Ukulele: Rita Onofre
Percussão: Choro, Rita Onofre
Guitarras/Baixo/Teclados: Choro
Trompete: Inês Marques Lucas
Mistura e Masterização: Choro
Composto, produzido, gravado, misturado e masterizado na Great Dane Studios
www.greatdane.pt
www.instagram.com/greatdane_studios
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino – Casa (2025) (single)
Sandrino destacou-se com o seu primeiro single ‘Ser Pra Não Ser’, ainda em 2024, apresentando uma sonoridade muito própria e distinta. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, trouxe para a música portuguesa, logo na primeira canção, a questão da dualidade e essência do Ser. 2025 começa agora para o artista, com o lançamento do seu segundo single ‘Casa’ que fará também parte do seu EP de estreia ‘Ser’ a sair em meados deste ano.
MPB, Jazz e Pop são talvez os três géneros principais que se fundem nos temas do artista, ainda assim, Sandrino explora outras sonoridades introduzindo neste ‘Casa’ o bolero e também o tango, resultando numa balada Indie/Bedroom Pop. Em ‘Ser Pra Não Ser’ o cantor já nos apresentou esta particularidade de explorar o Eu, as regras, os valores, as maneiras simples de viver, o minimalismo material e até emocional. Em ‘Casa’ nada mudou, apenas a sonoridade se elevou — um registo orgânico, nostálgico, bem ritmado e que não deixa de soar íntimo, como um lugar seguro e confortável.
Tal como o tema apresentado no final do ano passado, também este segundo single foi cantado e escrito por Sandrino, com produção musical e executiva de Meoli (Francesco Meoli). A voz de Sandrino não nos deixa indiferentes, curioso o nome do novo single, pois é em ‘Casa’ que o artista nos deixa entrar sempre que escutamos o seu timbre característico e leve rouquidão, ambos cativantes.
Estas sonoridades refletem e amplificam perfeitamente a letra e mensagem desta canção, que nos fala da conclusão tão familiar: não há lugar como a nossa casa — mesmo quando tentamos procurar esse lugar e uma vida melhor noutros países. “A vida é um jogo de escolhas e tantas vezes chegamos à conclusão que só em casa é que temos mesmo o nosso lugar (felicidade é ter onde pousar)” afirma o artista e acrescenta “este é um sentimento bem conhecido pelos vários portugueses que tentam procurar uma vida melhor noutros países.”.
O modo de expressão e escrita do Sandrino refletem bem o sentimento de portugalidade, de ter saudades de casa e de vontade de voltar (a ter onde pousar). Esta é uma canção com vocais quentes e suaves, acompanhados por um final bem melodioso que nos leva a viajar para esse lugar. Para manter o tema com uma sonoridade viva e orgânica, “Casa” conta com a participação de músicos na guitarra acústica, fliscorne e teclas. Gabriel Salles Silva adicionou os baixos, e o mix e master é de Pedro Serraninho.
Ainda em abril sairá o terceiro single de Sandrino, intitulado ‘Tá Em Aberto’ que retrata a vontade de fugir a uma vida padrão e de deixar mais espaço para o inesperado acontecer. Temas estes abordados ao longo de todas as faixas do EP de estreia.
Por agora é em ‘Casa’ de Sandrino que ficamos, podendo escutar as suas melodias e letras em todas as plataformas digitais.
Memória de Elefante (05/05/25)
Memória de Elefante (05/05/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 05/05/25 a 11/05/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. David Russell & Agustín Barrios Mangoré – Mazurka Apasionata (1995)
07. Buika – El andariego (con la colaboración de Chucho Valdés) (2009)
08. The Animals – Don’t let me be misunderstood (1964)
1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)
1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“The Best of The Animals” (1966) é uma coletânea essencial da banda britânica The Animals, destacando seu papel crucial na invasão britânica e na popularização do rhythm and blues. Liderados pela voz rouca e poderosa de Eric Burdon, o álbum reúne sucessos como “House of the Rising Sun”, “Don’t Let Me Be Misunderstood”, “We Gotta Get Out of This Place” e “It’s My Life”. Com arranjos crus e intensidade emocional, o grupo reinterpretou clássicos do blues e do soul com um toque rock visceral. Esta coletânea captura a energia bruta e o impacto duradouro da banda nos anos 60.