1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)

1 Álbum 100 Palavras #92: The Animals – The Best Of The Animals (1966)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“The Best of The Animals” (1966) é uma coletânea essencial da banda britânica The Animals, destacando seu papel crucial na invasão britânica e na popularização do rhythm and blues. Liderados pela voz rouca e poderosa de Eric Burdon, o álbum reúne sucessos como “House of the Rising Sun”, “Don’t Let Me Be Misunderstood”, “We Gotta Get Out of This Place” e “It’s My Life”. Com arranjos crus e intensidade emocional, o grupo reinterpretou clássicos do blues e do soul com um toque rock visceral. Esta coletânea captura a energia bruta e o impacto duradouro da banda nos anos 60.

Playlist Lançamentos Abril 2025

Playlist Lançamentos Abril 2025

A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Abril 2025. Boa Escuta!

Playlist Lançamentos Abril 2025 I

01. Libra – Use Your Pain Wisely (2025) (single) 

02. T3d Bunny – Single Harvest (2025) (single) 

03. Marta Sofia – Preto e Branco (2025) (single) 

04. Sophia & Os Senhores Roubados – Fora Do Tempo (2025) (single) 

05. Cátia Gonçalves – Diz-me se ela é mais (2025) (single)  

06. Tresporcento – Dedicados (2025) (single)  

07. Farko – Sadim (2025) (single) 

08. Rumia – Kept All The Pain (2025) (single) 

09. Decline and Fall – As All Ends (2025) (single) 

10. Jonny Abbey – Blissful Misunderstandings (2025) (single)  

11. Francisco Mascarenhas – Fácil Falar (2025) (single) 

12. Kactoslitos – Losers (2025) (single) 

13. Naomi Falcon – Better Way (2025) (single) 

14. Né Gonçalves feat. Cinthya – Perdão (2025) (single) 

15. PZ – Blame It On Other People (2025) (single) 

16. Wildchains – Another Lie (2025) (single) 

17. Contraluz – Pedra Mole em Agua Dura (2025) (single) 

18. Peculiar – João Pestana (2025) (single) 

19. António Norton – Paraíso Perdido (2025) (single) 

20. Tomás Meirelles – Sonho (2025) (single)  

21. Mantū – Deixa de ser criança (2025) (single) 

22. Samuel Mor – Nova Iorque (2025) (single) 

23. Catarina Guinot – Orações (2025) (single)

24. Tomás Rocha e Carolina de Deus – Feitos de Carne e Osso (2025) (single)  

25. TGZ – Long Shape (Gazpa Remix) (2025) (single)  

26. Redoma – Santos da minha mente (2025) (single) 

Playlist Lançamentos Abril 2025 II

27. Javisol – Na Lama (2025) (single) 

28. Malva – manada (2025) (single) 

29. Folívora – Far Behind (2025) (single) 

30. Mallina – S. Pedro (2025) (single) 

31. Hot Air Balloon  – Come This Far (2025) (single) 

32. Jazzy Moon – Caught In The Middle (2025) (single) 

33. Ases – O gajo (2025) (single) 

34. Richfellaz – Basta Sorrir (2025) (single)

35. Antonio Portanet – Sonhos De Abril (2025) (single) 

36. Beatriz Pessoa – A Pique, C’est Chique (2025) (single) 

37. Astra Vaga – Lamento (2025) (single) 

38. Faya – Desde un Son (2025) (single) 

39. Eugenia Cecchini – Relampeia (2025) (single) 

40. Maria João – Tudo O Que Quis (2025) (single) 

41. Nature Tech Ensemble – Claire Obscure (2025) (single)  

42. Mariana Guimaraes – Quando te conheci (2025) (single)  

43. MESA – Deixa Cair o Inverno (2025) ((single) 

44. Paulo Tó – Por Este Rio Acima (2025) (single) 

45. O Simplesmente – Ventoso (2025) ((single)  

46. Tinta Persona – Alma Mater (2025) (single) 

47. D. Simon – Rapinar (2025) (single) 

48. Thaíde – O Nosso Rap (2025) (single) 

49. Hayden Makes Music – Água (2025) (single)  

50. Mahmundi – Irreversível (2025) (single) 

51. Beatriz Pessoa – Pó De Palco (2025) (single) 

52. Tiago Cardoso – Quero Dormir (2025) (single) 

Prazeres Interrompidos #363: Adam Zamoyski – Warsaw 1920: Lenin’s Failed Conquest of Europe (2008)

Prazeres Interrompidos #363: Adam Zamoyski – Warsaw 1920: Lenin’s Failed Conquest of Europe (2008)

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

The dramatic and little-known story of how, in the summer of 1920, Lenin came within a hair’s breadth of shattering the painstakingly constructed Versailles peace settlement and spreading Bolshevism to western Europe. In 1920 the new Soviet state was a mess, following a brutal civil war, and the best way of ensuring its survival appeared to be to export the revolution to Germany, itself economically ruined by defeat in World War I and racked by internal political dissension. Between Russia and Germany lay Poland, a nation that had only just recovered its independence after more than a century of foreign oppression. But it was economically and militarily weak and its misguided offensive to liberate the Ukraine in the spring of 1920 laid it open to attack. Egged on by Trotsky, Lenin launched a massive westward advance under the flamboyant Marshal Tukhachevsky. All that Great Britain and France had fought for over four years now seemed at risk. By the middle of August the Russians were only a few kilometres from Warsaw, and Berlin was less than a week’s march away.Then occurred the ‘Miracle of the Vistula’: the Polish army led by Jozef Pilsudski regrouped and achieved one of the most decisive victories in military history. As a result, the Versailles peace settlement survived, and Lenin was forced to settle for Communism in one country. The battle for Warsaw bought Europe nearly two decades of peace, and communism remained a mainly Russian phenomenon, subsuming many of the autocratic and Byzantine characteristics of Russia’s tsarist tradition.

Bruno Celta – Queen Of Hearts (2025) (single)

Bruno Celta – Queen Of Hearts (2025) (single)

Depois de se ter lançado a solo com o álbum “A Catarse Não é o Fim”, o cantautor e produtor Bruno Celta lança hoje o single: “Queen of Hearts”.
Ousado e sensual, Bruno lança um tema em inglês onde mais uma vez escreveu, compôs, produziu, misturou e gravou todos os instrumentos na sua Prima Donna Recordings. A masterização ficou mais uma vez a cargo de Rui Dias (Mister Master).
“Queen of Hearts” transporta-nos para o universo cinematográfico “James Bondiano”, com referências ao amor, morte e sedução, onde esta complexa dança é acompanhada por um instrumental épico que todos
conseguimos reconhecer.
Com uma voz potente e a capacidade interpretativa única de Bruno Celta, “Queen of Hearts” é uma canção impossível de se ficar indiferente.

Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)

Tinta Persona – Chico, Chicao (2025) (single)

O rapper e ator Tinta Persona lança PLATEIA, o seu primeiro álbum de estúdio, um trabalho que transcende o rap para explorar uma dimensão performativa e conceptual, um convite à reflexão sobre identidade e movimento, um apelo à união em tempo de cisões. Este trabalho resulta de um período em que o autor dividiu o seu tempo entre Setúbal, Aljezur e Serres, na Grécia e em que visitou duas dezenas de países.

Disponível a partir de 07/03/2025 em todas as plataformas digitais, PLATEIA é uma viagem pelo hip-hop, soul e world music, entrançando ritmos e histórias que atravessam fronteiras. Num disco altamente colaborativo, podem ouvir-se as vozes de A garota não, Sand, Xoto e da emergente Amora. O álbum ganha mundo com as participações internacionais de Federica Gallus (Sardenha), Synik (Zimbabué), Uxué Caño (País Basco), Rhodália Silvestre (Moçambique).

A produção ficou a cargo de westah e Zé Zambujo, que trouxeram para as composições alguns dos melhores músicos portugueses da nova vaga, como Iúri Oliveira, João Lourenço, Tiago Martins ou André Gravata.

🗣️”Este álbum é uma plateia aberta ao mundo. Cada faixa representa um olhar sobre as nossas viagens, tanto interiores quanto exteriores, e a forma como nos conectamos com os outros”, explica André Moniz – ou, antes, Tinta Persona.

Entre outras que poderiam nomear-se num álbum plural, destacamos:

“Alma Mater” – Introspeção sobre a chegada aos 30 anos e a preponderância dos processos terapêuticos.

“Chico, Chicão” – Uma homenagem ao lendário Chico Buarque – inspiração maior do autor – com refrão de A garota não, abrindo uma janela para o mundo sonoro do samba e da bossa nova.

“Onde o Sangue Ferve” – Uma viagem ao imaginário greco-turco, em que Tinta Persona revisita e homenageia o tempo em que viveu em terras helénicas.

“Ressurreição” – Uma ode à ancestralidade, ao culto da natureza e à ligação dos povos além do tempo e do espaço.

Além do lançamento digital, PLATEIA terá uma edição especial limitada de 100 cópias físicas. O artista prepara também uma série de apresentações ao vivo, criando um espetáculo imersivo que reflete a sua experiência enquanto ator e performer.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #214

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #214

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Ariane Racicot → Going Walks

Gerald Clayton → Angel Speaks

Paolo Fresu → Time After Time

Keith Jarrett → The Masquerade Is Over

Riley Mulherkar → King Porter Stomp

Anat Cohen, Avishai Cohen, Yuval Cohen, Oded Lev-Ari, WDR Big Band

→ Tiger Rag

Sasha Berliner → Khan Younis 

Ron Carter → Rally

Ron Carter → 117 Special

Roberta Flack → Suzanne

Catman Plays The Blues #172

Catman Plays The Blues #172

Damos esta semana a conhecer um fantástico concerto do grande cantor de Soul-Blues Wee Willie Walker ocorrido no Festival de Blues de Notodden em 2016.

Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single)

Nuno Bracourt – Tudo Tudo (2025) (single) 

“Tudo Tudo” é o novo single do cantor e compositor Nuno Bracourt

Nuno Bracourt acaba de lançar o terceiro single que fará parte do seu EP de estreia, a editar em breve. ‘Tudo, Tudo’ é a primeira canção totalmente produzida pelo artista. 

Apresentou ‘Madalena’ em 2024, o primeiro single de Nuno em português, e ‘Sabe Sempre Tão Bem’ já em 2025. Em ‘Tudo, Tudo’, o artista assume a produção, algo novo no seu universo mas que pretende começar a assumir também na sua música.

Num  Indie Pop alternativo, o artista entrega neste terceiro single, totalmente escrito por ele, um registo Pop dançável que já nos tinha apresentado em ‘Madalena’.

Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single)

Quase Nicolau – Vidairada (2025) (single) 

Ao fim de três anos de trabalho, eis que agora, a 11 de Abril, chega FELICIDADE MODERNA, o primeiro álbum de longa duração dos Quase Nicolau.

Em FELICIDADE MODERNA há lugar para muita coisa diferente. Ao longo de onze canções, entre as quais suites, baladas, valsas e outros temas mais dançantes ou roqueiros, os Quase Nicolau não se prenderam a um só som. O mais importante, aliás, era que cada canção se parecesse apenas consigo mesma. Daí que a banda, com a ajuda do produtor João Correia (Tape Junk, Bruno Pernadas, Benjamim), se tenha entregue a uma constante experimentação musical que atravessou todas as estações do ano. Entre as paredes do estúdio todos puderam tocar tudo. Assim surgiram não só instrumentos que a banda toca ao vivo, qual uma profusão de guitarras clássicas, acústicas, eléctricas e regionais, teclados, baixo e bateria, como os timbres mais coloridos de metalofones, melódicas, sintetizadores, slides, percussões de todos os feitios, ruídos naturais e digitais, samples vocais e instrumentais e até uma conversa à chuva com um pequeno cão dourado. A palete instrumental não estaria completa, no entanto, sem as contribuições dos músicos convidados Vasco Robert e João Capinha, que tocaram, respectivamente, piano em quatro faixas e saxofone tenor, saxofone alto e flauta transversal em três.

Mas claro que para quem ouvir FELICIDADE MODERNA o mais evidente serão as vozes. Muita da força e da diferença da música dos Quase Nicolau vem das vozes, dos coros com que, entre os cinco membros da banda, entoam letras delicadas, honestas e sentidas, em que a língua portuguesa tem um papel fundamental. Não quer isto dizer que uma voz nunca venha sozinha. Uma das principais aprendizagens que os Quase Nicolau trouxeram de ALVORADA, o seu EP de estreia, para FELICIDADE MODERNA, foi a de que menos pode ser mais. Com essa ideia em conta a banda também se aventurou, mais do que nunca, pelos seus momentos mais despojados e vulneráveis.

Antes de chegar FELICIDADE MODERNA, a 11 de Abril, vem ainda o seu último single, “VIDAIRADA”, uma semana antes. De todos os avanços que precederam o disco é, a um mesmo tempo, o que tem os momentos mais experimentais e os mais dançantes, os coros mais abstractos e os refrães mais pop. O fio condutor que une tudo é o humor e a melancolia de uma letra cantada com terna ironia.

Depois de terem vencido, a 21 de Março, a eliminatória lisboeta do Indie Music Fest, os Quase Nicolau têm já dois concertos de apresentação de FELICIDADE MODERNA na agenda: o primeiro em Lisboa, no Musicbox, a 18 de Junho; e o segundo no norte de Portugal, por ocasião da final do Indie Music Fest, em Paredes, a 21 de Junho. Ao vivo, a banda apresenta-se como sexteto, contando, além da formação nuclear, com Luís Beirão na voz, teclados e clarinete. Nos alinhamentos podem-se esperar as canções de FELICIDADE MODERNA e ALVORADA, bem como algumas surpresas e primeiros temas de um próximo trabalho cuja composição já começou.

African Roots #74

African Roots #74

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Afel Bocoum – Bombolo Liilo

2 – The Boyoyo Boys – Puleng

3 – Amampondo – Tere Tere

4 – Victor Démé – Djôn’Maya

5 – Belita Palma – Nguxi

6 – Tulipa Negra – Merengue

7 – Abel Lima – Nós Castigo

8 – Wells Fargo – Watch Out

9 – The Apples – Deep Funk

10 – Matata – I Feel Funky

11 – Professor Wouassa Feat Ebo Taylor – Serema 

12 – Akofa Akoussah – La Lem

13 – Rikki Ililonga – Sansa Kuwa

14 – Zani Diabate – Mangoya Kun

15 – Alhousseini Anivolla – Algher

16 – Malamini Jobarteh – Solo

Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single)

Cláudia Zarro – Nazare (2025) (single) 

Cláudia Zarro, natural da Nazaré, iniciou a sua carreira em 2010, ano em que venceu o Concurso de Fado Amador dos “Amigos do Fado de Tomar”, um marco que assinalou o início da sua afirmação como fadista promissora. Dotada de um talento capaz de embalar qualquer plateia, Cláudia Zarro tem uma voz marcante que lhe permite alternar entre momentos de suavidade e explosões emocionais que chegam ao coração de quem a escuta. A sua interpretação autêntica e apaixonada é uma celebração à Canção Nacional, onde homenageia a beleza e a força do mar da sua terra natal.  

“ReCente” é o primeiro trabalho discográfico da fadista nazarena. Um convite para uma viagem musical entre o passado e o futuro, entre o Tradicional e a Modernidade, entre as suas próprias palavras e as dos Mestres da Poesia conhecidos do grande público.  Faz-se acompanhar por sete virtuosos músicos e juntos aliam o Fado a novas sonoridades, explorando uma linguagem contemporânea e transversal, prometendo um concerto versátil, inovador e atual, que ficará na memória de todos.

“Nazaré” é o single de apresentação com autoria de Mafalda Veiga.

Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single)

Luiana Abrantes – Enamorada (2025) (single) 

“Refúgio” é o local do meu interior onde me encontro com Deus, onde medito, onde me sinto em paz e onde componho as minhas músicas. Procuro trazer a essência desse “Refúgio” para tudo o que faço na vida e para todos os relacionamentos que estabeleço. É o nome que escolhi para este meu primeiro album.

O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.

Este trabalho musical, de 10 temas, desenvolvido entre Lisboa (ThisisSessions) e Londres (GMS), resulta do feliz encontro com o afamado músico e produtor Theo Pascal, com quem estabeleceu uma relação de forte amizade e de entendimento, muito baseada num olhar comum sobre a vida.

Neste album, inteiramente produzido por Theo, colaboram músicos de créditos firmados como Lúcio Vieira, Carmen de Souza, Zéze Araújo, Zoe Pascal e o próprio Theo Pascal.

O seu estilo musical enquadra-se na worldmusic, estando presente o ritmo angolano – Semba, bem como os sons do Brasil e o jazz.