É como Margarida Carriço que se vai certamente lembrar. Estávamos em 2012, o programa Ídolos era um sucesso na televisão nacional, e os concorrentes saíam de lá como as novas estrelas do país – Margarida foi uma delas, a menina castiça do Alentejo apaixonada pelo Rock.
‘Masoquista’ é o single de estreia de Malmequer, alter ego de Margarida que nasce da sua existência entre o mágico e o sombrio. Desde muito jovem, desenvolveu uma ligação profunda com a música e a moda, duas áreas que sempre a fascinaram. Começou a aprender guitarra aos 12 anos e, pouco tempo depois, integrou uma banda de rock – de covers – como vocalista. Aos 16 anos, em 2012, participou no programa Ídolos, onde conquistou o público com a sua performance de uma canção dos Led Zeppelin. Embora tenha tirado licenciatura em Design de Moda na Faculdade de Arquitectura de Lisboa, a música nunca deixou de ocupar um lugar central na sua vida. Em 2017, uniu-se a mais cinco amigos para formar a banda Andrage, com a qual lançaram um álbum e subiram a palcos como o Musicbox, Casa Independente e o mítico Sabotage Club.
É em 2020, que Malmequer se dedica à sua carreira a solo e começa a compor em português e a explorar a criação das suas próprias músicas. Nas palavras da artista, as suas letras surgem pela necessidade de combater os seus fantasmas interiores, aliviar a dor e a frustração.
Esta primeira canção com letra de Malmequer e produção de Eduardo Espinho, aborda as relações tóxicas e a dor emocional que estas podem causar, deixando marcas profundas. Fala sobre a falácia de acreditar que a outra pessoa irá cuidar e amar da mesma forma, mesmo quando todos os sinais indicam o contrário.
A letra também reflete a dificuldade de voltar a confiar no amor, mas, ao mesmo tempo, dá-nos esperança de que este é, de facto, possível. Haverá sempre outro alguém disposto a viver e a partilhar a vida connosco.
O nome Malmequer surge pela semelhança entre esta flor e o nome de nascença da artista, Margarida, por partilharem nove letras na sua composição e pelo duplo sentido que carrega: mal me quer. Este alter ego encontra espaço para explorar e libertar fantasmas e medos interiores.
‘Masoquista’ é o primeiro lançamento da artista e já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
Tomas de Papel – Casa de Alguém (2025) (single)
O Tomás de Papel lançou em Maio o seu primeiro LP. “Desconcertante Modo de Vida” foi pensado como um ato de tragédia para compensar o facto de Tomás de Papel ser o protagonista de um corpo e consequente filme que não escolheu, o disco é um plano de fuga de si mesmo. Numa inconsequente separação deste projeto e de tudo aquilo que o artista carrega às costas. É, segundo Tomás, “o assassinato do ego que o fazia refém”.
Numa narrativa que poderia ser “inventada”, mas que reflete um projeto pelo qual o autor sonhou a vida toda, é possível contemplar poemas escritos na sua língua materna, as perguntas e resoluções, os conflitos e as paisagens de um auto-intitulado pensador que procura as respostas para ser feliz. O disco dá assim início à sua jornada a solo, assumindo o indie rock e o pop folk, como os géneros musicais que abraçam este momento decisivo para Tomás de Papel: “Há uma parte de mim em cada música, em cada palavra sentida. A guitarra é o meu corpo e a minha voz uma arma que tenciono usar para defender tudo aquilo em que acredito”, sublinha.
O disco foi referenciado no prestigiado Mindies: https://www.mindies.es/2024/05/desconcertante-modo-de-vida-la-huida-existencial-de-tomas-de-papel/ e o single Casa de Alguém escolhido para fazer parte da lista do Portugália, do Henrique Amaro: https://www.rtp.pt/play/p253/e769843/portugalia
Podem ouvir o Casa de Alguém aqui: https://www.youtube.com/watch?v=M0owghewqzQ&ab_channel=BiteRecords
Mas todo o álbum merece uma audição aqui: https://open.spotify.com/intl-pt/album/3gUti0nqJaGMSbdIa47cxt?si=auELkeJTRLKvaFW8NW7hCw
O Tomás tem feito algumas datas pelo país:
19 de Julho – Prisma – Lisboa
12 de Outubro – Punch Session #41, Titanic, Lisboa
11 de Janeiro – Socorro, Porto
1 de Fevereiro – Buraco, Ovar
15 de Fevereiro – Casa do comum, Lisboa
22 de Fevereiro – Nova Arte, Hub Criativo da Mouraria
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
DISCO VOADOR: Jazznewbloodtapes #32
JazznewbloodTAPES é um projecto de Patricia Pascal criado a partir da plataforma Jazznewblood que desde 2015 suporta e promove novos talentos do Jazz Europeu com enfase na cena Londrina/UK.
É um projecto em formato radiofónico/podcast que visa dar visibilidade a novos nomes em inicio de carreira, nova musica divulgada na cena Jazzista contemporânea e outras musica inspiradas no Jazz a surgir em UK e pelo mundo fora.
O programa é transmitido mensalmente, desde 2020, em lingua Inglesa na Radio AlHara na Palestina, na Radio Resonance em Uk, na Radio Pacoul em França e em lingua Portuguesa na Radio Nacional de Cabo Verde.
Está também disponível em streaming em todas as principais plataformas de podcasts como Apple podcasts e Amazon podcasts, etc. Destacamos o facto deste podcast ter ganho posições no Top 50 da Apple podcast charts, na categoria de Musica comentada em mais de 27 Paises. #1 Portugal, #1 Chile, #1 Bosnia and Herzegovina, #2 Antigua and Barbuda, #4 Spain, #5 Italy, #5 Cameron, #6 Mexico, #6 South Africa,#6 Vietnam, #9 Netherlands, #10 Côte d’Ivoire.
Patricia Pascal
(patriciapascal.com)
Portuguesa, de mãe Cabo Verdiana, está radicada em Londres desde 2007 e desenvolve trabalho na Industria da musica em todo o mundo desde 2001. É manager de Carmen Souza, desde o inicio da sua carreira, e de Theo Pascal para além de ser formada em Live Arts Management pela London Metropolitan University. Paralelamente á gestão da carreira de Souza e Pascal desde 2015 tem vindo a investir na sua paixão por fotografia e promoção de novos talentos através do seu projecto Jazznewblood.org.
Este projecto inclui, entre várias iniciativas, um Showcase anual parte do London Jazz Festival e uma editora digital que
lança musica gravada ao vivo por jovens talentos do Jazz em inicio de carreira.
Durante o London Jazz Festival, faz também a curadoria do Festival WledJazz focado em projectos liderados por Instrumentistas. Uma parceria com a sala Woolwich Works em Londres.
Recentemente passou também a fazer parte da equipa por trás da conceituada organização Inglesa – Tomorrow´s Warriors.
Em Portugal é co-fundadora e residente Internacional no Espaço/studio – thisissessions.com
Links:
Jazznewblood.org/jazznewbloodtapes
Patriciapascal.com
Trovador Urbano #42
Trovador Urbano #42
Autor:
David Calderon
(episódio de 18 de Marzo)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
Biloba – Amor em Tempos de Guerra (2025) (single)
BILOBA apresentam “Sala de Espera”, álbum de estreia, acompanhado pelo single e videoclipe “Amor em Tempos de Guerra”
Os BILOBA acabam de lançar “Sala de Espera”, o primeiro longa-duração da banda, um disco que reflete sobre a incerteza, o estado de alerta e a sensação de impotência que marcam o tempo presente. Juntamente com o álbum, a banda revela também o novo single “Amor em Tempos de Guerra”, um tema que se destaca pela sua dualidade entre a leveza da melodia e a urgência da sua mensagem.
Depois de “Flor de Verão”, “Se Deus Demora”, “Rei dos Animais” e “Quando For Para Ir”, os BILOBA chegam ao lançamento do álbum com um percurso marcado pela fusão entre rock alternativo, jazz e hip-hop, ancorado numa forte identidade lírica. Em “Sala de Espera”, Francisco Nogueira (voz e baixo), Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra e teclados) e Miguel Fernández (bateria) constroem um registo onde cada faixa funciona como um retrato de inquietações e tensões do mundo atual.
“O elo de ligação do disco é esta incerteza guardada no peito de tantos que, como eu, estão numa sala de espera, sem ideia do que lhes reserva o futuro”, explica Francisco Nogueira. A crise habitacional (“Quando For Para Ir”), o impacto ambiental (“Hoje Não é Ontem”), o consumo desenfreado (“Rei dos Animais”) e as recentes guerras (“Amor em Tempos de Guerra”) são alguns dos temas que percorrem o álbum, num exercício de reflexão sobre a realidade que nos rodeia. “Se há uma mensagem principal neste disco, é que a autoconsciência e a reflexão nos fazem reconhecer onde estamos, que prisões ou salas de espera nos encerram, e que é com essa mesma introspeção que iluminamos a porta de saída”, acrescenta o vocalista e baixista.
O novo single “Amor em Tempos de Guerra” é uma das canções mais vibrantes do repertório da banda ao vivo, destacando-se pela sua abordagem contrastante entre letra e sonoridade. “É completamente diferente de tudo o que fizemos anteriormente, mas mantém um carimbo forte de BILOBA”, diz Francisco Nogueira. Inspirado pelo filme “Melancolia”, de Lars von Trier, o tema retrata uma história de amor vivida sob a ameaça de uma guerra nuclear, misturando a tensão da letra com um groove dançante e acessível. “Apesar do derrotismo que pode parecer aparente, quis passar uma outra mensagem, tanto na letra como no balanço alegre da canção. Qualquer amor, mesmo que breve e efémero, merece ser celebrado em cada segundo que exista – e essa própria festa pode ser a melhor arma contra o fatalismo”.
A sonoridade de “Sala de Espera” reflete um percurso de descoberta e experimentação, onde os membros da banda tiveram liberdade para explorar as suas próprias contribuições musicais. “Fui percebendo que a melhor forma de trabalhar com BILOBA era colocar cada um de nós responsável pela criação da sua própria parte”, explica Francisco. “Eu trago as bases, mas o resto é concluído pela banda, permitindo que o nosso som ganhe uma identidade muito própria”.
Gravado nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com captação de voz a cargo de Diogo Lourenço nos Chinfrim Estúdios, o álbum contou com mistura e masterização de Tiago de Sousa. A produção esteve a cargo de Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, enquanto a capa e design são assinados por Joana Franco.
Os BILOBA continuam agora a apresentar “Sala de Espera” ao vivo, com concertos onde o repertório ganha novas dimensões através da improvisação e da colaboração com a artista visual Rita Caldeira. A banda irá apresentar o disco no dia 14 de março no Maus Hábitos, no Porto, e a 2 de abril no Musicbox, em Lisboa.
O álbum e o single “Amor em Tempos de Guerra” já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais, acompanhados pelo videoclipe oficial.
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Chandi – Dragonfly (2025) (single)
Portal – O disco de estreia de Chandi
Uma Obra Que Une Territórios e Emoções – 7 Março 2025
Após o lançamento dos aclamados singles Oxalá e Home, Chandi revela-nos Portal, o seu aguardado álbum de estreia, com edição a 7 de março de 2025. Neste trabalho, a artista multidisciplinar tece uma tapeçaria sonora que transcende fronteiras e atravessa culturas, refletindo o seu percurso enquanto artista portuguesa de raízes indianas.
Poderemos ter raízes flexíveis? (CHANDI)
Portal explora profundamente a ideia de casa como um espaço em constante transformação – um lugar interno e externo, físico e espiritual. O álbum convida a atravessar limiares sonoros que equilibram texturas orgânicas e eletrónicas, mantendo a essência de world music característica de Chandi. É uma celebração do transitar e uma imersão musical sobre as dualidades da existência.
Cada faixa de Portal é um convite único para entrar num espaço sagrado e íntimo, onde a narrativa musical desafia categorizações herméticas – pela diversidade das composições que integram este disco de estreia. Através de sonoridades assumidamente diversas e plurais, Chandi expressa-se musicalmente sobre temas como Casa, Identidade, Território e Pertença.
Enquadrado numa trajetória da artista em que o ativismo afetivo tem sido um denominador comum às suas obras, Chandi sente o seu disco Portal como uma possibilidade de integração de vários projetos autorais (como o livro O Grito da Bananeira e a performance Trânsitos); que se alinham agora numa obra discográfica e num futuro espetáculo imersivo e interativo.
Destaca-se o desejo da artista multidisciplinar por apresentar este disco em diferentes formatos: performance imersiva, concerto, tertúlia e residência, onde a urgência criativa “Afinal o que é casa? ”será um ponto fulcral do seu trabalho. A artista pretende realizar uma tour muito especial, fazendo jus à viagem que fez e continua a fazer, materializada agora num disco – o Portal.
Casa também é um verbo CHANDI
Portal afirma-se como um trabalho musical profundo, expressando a vertigem primordial que Chandi descreve como “o regresso a um lugar que eu nunca conheci”. Muito mais do que apenas um disco, Portal é uma travessia, um convite para mergulhar nas paisagens infinitas do som, imagens, palavras e sensações.
Com Portal, Chandi consolida-se como uma das vozes mais singulares da música contemporânea nacional, unindo territórios, culturas e emoções num trabalho de rara sensibilidade. Este é um convite para abrir portas e atravessar fronteiras de várias dimensões.
Portal foi co-produzido por Nilson Dourado, cantautor, produtor e director artístico, e conta com colaborações singulares de artistas como António Barbosa, António Cruz (Tó Cruz), Celina da Piedade, Francisco Gaspar, Guilherme Rodrigues, João Colaço, Mário Aphonso III e Ruca Rebordão.
E, celebrando esta viagem Chandi edita o seu disco Portal com o novo single Dragonfly em co- autoria com Ruca Rebordão na percussão. Dragonfly surge como uma canção de agradecimento aos ancestrais, às memórias e às histórias como fonte de inspiração, e é também neste reconhecimento das suas raízes que a artista se ancora para seguir a sua jornada enquanto criadora.
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante (17/03/25)
Memória de Elefante rubrica semanal de 17/03/25 a 23/03/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Tracklist:
01. Hozier – Like Real People Do (2014)
02. Jazz Warriors – In Reference To Our Forefathers Fathers Dreams (1987)
05. Natacha Atlas – Meetings With Reconciliation (2002)
06. Ustad Bismillah Khan – Meeting of Hearts (1996)
07. Melvin Sparks – Spark Plug (1971)
08. Mpharanyana and The Cannibals – Disco Bump (1977)
1 Álbum 100 Palavras #85: Bill Frisell – East / West (2005)
1 Álbum 100 Palavras #85: Bill Frisell – East / West (2005)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“East / West” (2005) é um álbum duplo ao vivo do guitarrista Bill Frisell, capturando sua abordagem única ao jazz, folk e experimentalismo. O disco é dividido em duas partes: “East”, gravado no Village Vanguard, em Nova York, e “West”, registrado no Yoshi’s, em Oakland. Frisell apresenta interpretações inventivas de clássicos como “I Heard It Through the Grapevine” e “Shenandoah”, além de composições autorais. Com uma sonoridade atmosférica e improvisação expressiva, ele transita entre o lirismo e a abstração. “East / West” destaca sua capacidade de reinventar melodias, criando paisagens sonoras que unem tradição e inovação com fluidez e sensibilidade.
Prazeres Interrompidos #349: Malba Tahan – O homem que sabia contar (1938)
Prazeres Interrompidos #349: Malba Tahan – O homem que sabia contar (1938)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Um humilde pastor persa do século XIII, Beremiz Samir, exímio no exercício da arte de calcular, é o protagonista deste livro. O enredo ambienta-se no exotismo do Médio Oriente, mesclando aspectos da cultura islâmica, da herança grega e de outras grandes culturas com curiosidades da matemática e reflecte com fascinante realismo o clima filosófico, religioso e social da época. No universo narrativo são integrados curiosos problemas e enigmas matemáticos e lógicos, aparentemente complicados mas sempre iluminados pela simplicidade dos raciocínios que lhes proporcionam solução, desvendados por Beremiz, o personagem com habilidade e raciocínio lógico. A acção termina com a tomada de Bagdad pelos mongóis, no ano de 1258 da nossa era, marco histórico que assinala o fim da hegemonia árabe no Médio Oriente.
O leitor aprende a matemática pela história, e a história pela matemática.
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
Bandua – Senhora d’Azenha (2025) (single)
A Senhora d’Azenha pertence a uma tradição centenária portuguesa de Carpideiras – mulheres profissionais de luto que choravam e cantavam pelos mortos. Outrora uma atividade considerada inadequada para os homens, agora os Bandua abraçam este ritual num mundo que morre e se renova perpetuamente, honrando uma prática que permanece profundamente relevante.
BANDUA LANÇA NOVO SINGLE ‘SENHORA D’AZENHA’
O novo single dos Bandua é a sua interpretação de um antigo canto e oração que lhes foi transmitido pela cantadeira Idalina Gameiro de Penha Garcia.
Um dueto etéreo e profundamente comovente de baixo e voz, esta canção é uma interpretação de uma oração tradicional da região da Beira Baixa, que apela à Nossa Senhora da Azenha para proteger o povo e a terra de Portugal. O seu santuário, situado entre as aldeias de Monsanto e Penha Garcia, guarda os ecos de uma antiga lenda – de um pastor, de uma boneca escondida e de um carvalho que não quis revelar o seu segredo. Ainda hoje, dizem que os restos dessa mesma árvore fazem parte das paredes do altar.
Juntamente com a canção, é publicado um videoclipe fascinante, por Vincent Moon, um cineasta profundamente talentoso, explorador de som e viajante cujo trabalho captou vozes e rituais de todos os cantos do mundo. O seu olhar perspicaz transformou este momento em algo verdadeiramente especial.
E para aqueles que estão a pensar – sim, isto marca o primeiro vislumbre tão esperado segundo álbum dos Bandua, que chegará no final deste ano. Até lá, mais música surgirá, tecendo o caminho para o seu lançamento.
Ficha técnica do single e do vídeo SENHORA D’AZENHA
Música de Bandua Tempura & Edgar Valente
Letra de canção popular “Senhora d’Azenha” interpretada por Bandua Produção/Mixagem por Bernardo d’Addario
Masterização por Mike Simões
Vídeo de Vincent Moon (Petites Planètes)
Filmado no Palácio do Grilo, Lisboa
Fotografia promocional: Tomás Antunes Capa do Single: Vincent Moon
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
SolNaMente – Sonhei (2025) (single)
“Sonhei” é um tema calmo e nostálgico que nos faz viajar através das várias melodias de guitarra e elementos ambientais, que ao desenvolver-se vai ganhando força levando-nos a uma catarse emocional.
É sobre sonhar que alguém muito importante para nós ainda está nas nossas vidas.
Escrito e interpretado por SolNaMente, produzido por TALVS, mix e master por José Diogo Neves.
É uma Cantautora de 20 anos, do distrito de Leiria que, desde pequena traz consigo o amor pela música. O seu interesse ampliou quando lhe foi oferecida uma guitarra clássica e começou a estudar música como autodidata. Desde então o amor pela arte só aumentou. O Nome artístico surge da necessidade de ser luz (Sol) na escuridão, e ter uma mente livre de preocupações desnecessárias.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #207
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #207
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.