Flávio Torres – Vamos (2025) (single)

Flávio Torres – Vamos (2025) (single) 

Flávio Torres acaba de lançar “Vamos”, o segundo single retirado do seu novo álbum “Cosmo Pop”, editado no passado dia 7 de fevereiro. O tema sucede a “Grito”, primeiro avanço do disco, lançado a 17 de janeiro, que contou com a participação de José Cid e João Cabrita. Com este novo lançamento, acompanhado por um videoclipe, o artista dá continuidade à apresentação do seu mais recente trabalho, que reúne influências do rock, pop, folk, trip-hop, blues e world music.

“Vamos” é uma canção que reflete sobre autenticidade e resiliência, num tempo em que a aparência muitas vezes se sobrepõe à essência. Combinando a energia do rock com atmosferas eletrónicas e uma linguagem pop acessível, o tema transmite uma mensagem de força e união, convidando à superação e à procura da verdade individual. A letra reflete a busca por identidade num cenário de desconexão e ilusão, funcionando como um apelo à coragem de ser quem realmente somos.

O single integra o alinhamento de “Cosmo Pop”, um álbum que se propõe a explorar as dualidades da existência, navegando entre luz e sombra, intimismo e explosões de energia. Ao longo de 12 temas, Flávio Torres aborda temas como amor, espiritualidade, doença mental, medo e aceitação, criando uma experiência imersiva e introspetiva. O disco, produzido integralmente pelo próprio artista, conta com diversas colaborações, incluindo José Cid e João Cabrita em “Grito”, Alex Liberalli e Edgar Petejo em “Samfado”, João Clemente em “Sem me Entender” e Bernardo Barata em “Na Mesma Mão”. A masterização ficou a cargo de Antonio D’Amato, em Milão.

Flávio Torres, que assina a produção, composição e arranjos do álbum, gravou também instrumentos como guitarras, teclados, sarod, pianos e programações, imprimindo uma identidade pessoal e distintiva ao disco. “Cosmo Pop” assume-se como um convite à introspeção e transformação pessoal, explorando sonoridades diversas e atravessando diferentes estados emocionais.

O videoclipe de “Vamos” já se encontra disponível, ampliando a dimensão visual e narrativa do single. O álbum “Cosmo Pop” e os temas “Grito” e “Vamos” estão disponíveis em todas as plataformas digitais.

“Cosmo Pop” já se encontra à venda. Na compra do CD ou vinil, 1 euro reverte para a APPACDM Covilhã, uma associação dedicada à inclusão e ao apoio a pessoas com deficiência mental.

Trovador Urbano #41

Trovador Urbano #41

Autor:

David Calderon

(episódio de 11 de Marzo) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

Carlos Raposo – Dança Portuguesa (2025) (single)

Carlos Raposo – Dança Portuguesa (2025) (single) 

 Carlos Raposo

[viola campaniça e electrónica]

 Depois de um ano de 2024, em que percorreu Portugal com concertos de norte a sul do País com o EP “Trip to Innerlight”, Carlos Raposo inicia 2025, a

 apresentar o seu segundo EP, “O Reino da Ilusão”.

Nesta nova viagem, entre o rufar dos bombos e caixas tradicionais

 portuguesas, e o tom doce da viola campaniça, avistam-se também, pela tripulação, paisagens sonoras de uma electrónica hipnotizante, serena, bela e melancólica, que fazem deste “Reino da Ilusão” um destino inevitável em 2025.

Mão Cabeça – A Vida Que Se Cala (2025) (single)

Mão Cabeça – A Vida Que Se Cala (2025) (single) 

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

Memória de Elefante (10/03/25)

Memória de Elefante (10/03/25)

Memória de Elefante rubrica semanal de 10/03/25 a 16/03/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tracklist:

01. Alfred Janson – El Derecho De Vivir En Paz (2022)

02. Tom Furse – Rotation (2019)

03. Po Sim Head – Miniaturas descriptivas V. La nieve y el sol (2023)

04. Jabula – Thunder Into Our Hearts (1976)

05. Roger Powell – Lumia Dance of the Nebulae (1973)

06. Stomu Yamashta – Seen You Before (1977)

07. Patty Griffin – Bluebeard (2019)

1 Álbum 100 Palavras #84: Mongo Santamaria – Fuego (1973)

1 Álbum 100 Palavras #84: Mongo Santamaria – Fuego (1973)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Fuego” é um álbum do percussionista cubano Mongo Santamaría, editado em 1973 pela Vaya Records. Destaca-se por fundir soul-jazz, funk e rock, refletindo a versatilidade de Santamaría. Destaco as faixas “Crazy Lady”, “Don’t Step On My Tears” e uma interpretação de “Last Tango in Paris”. A formação conta com Santamaría nas congas, Luis Ortiz no trompete e flugelhorn, Justo Almario no saxofone e flauta, Bill Saxton no saxofone, José Madrid no piano, William Allen no baixo e Tony Sanchez na bateria e timbales. “Fuego” exemplifica a habilidade de Santamaría em integrar diversos gêneros musicais, resultando numa sonoridade vibrante e inovadora.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #347: H. Fortunato – Arqueulogia (2024)

Prazeres Interrompidos #347: H. Fortunato – Arqueulogia (2024)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

“Recebemos de diferentes pessoas, grupos, experiências e momentos marcas de identidade, substituindo ou perdendo outras que, por vezes, ficam esquecidas ou enterradas nas areias do tempo. Apesar de não ser sempre evidente a continuidade ou causalidade, há partículas quânticas de identidade que permanecem, aguardando a descoberta de quem se queira atrever a procurar e investigar numa arqueologia do seu ser.”

Arqueulogia é um percurso pessoal que contém obsessões, medos, alegrias e um espanto permanente com a consciência de existir. Estas sensações são conjugadas ao longo do texto numa reflexão sobre o lugar do indivíduo no mundo, partindo de uma “arqueologia do eu” para chegar a reflexões universais. A voz que encontramos em Arqueulogia é uma voz que todos podemos encontrar em nós mesmos, se nos quisermos atrever a procurar. Fazê-lo implica algum desconforto, como quem colocasse a cabeça fora da janela para confirmar se efetivamente é chuva aquilo que ouve.

Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single) 

Al-Qasar – Desse Barama feat. Alsarah (2025) (single) 

Cover albums are a tricky business. They say nothing beats the original. But

when international psychedelic collective Al-Qasar tackles songs from the

Western pop to the Arab folk repertoires, you know you’re in for a

brain-melting, transcontinental trip. Cultures collide, and the result of this

fission is Depeche Mode sung in Turkish, Sean Paul in Arabic, Nubian legend

Hamza El Din with fuzz guitars and iconic Lebanese composer Wadih El Safi

through space echo.

Produced between Tunis, Lisbon, Los Angeles, London, and Paris,

UNCOVERED contains 7 tracks (4 covers and 3 originals) which tell the story

of a world in flux, with its ancestors deep in the past but its eyes set on the

zeitgeist. It’s retro-futurist Arab psychedelia with a foot in the Mojave and the

other in the Sahara.

The cast is stunning, with innovators, breakthroughs and legends from nine

nationalities represented. All joined forces with studio wizard and composer

Thomas Attar, his vibrant, thick production style enhanced by

Grammy-winner Matt Hyde’s mix (Slayer, Deftones) and by a mastering from

multi Grammy-nominee Frank Merritt (Madlib, Aphex Twin).

Sudanese-American vocalist (and frequent Al-Qasar collaborator) Alsarah

tackles DESSE BARAMA, a peace song by Nubian oud player and singer

Hamza El Din, her hypnotic, soulful voice solidly anchored in a retro, almost

dubby instrumental. PROMISES is an Afro-futurist heavy-psych track in

Bambara which features Malian singer Mamani Keita (Salif Keita) on lead

vocals and the renowned “Black Buddah” Cheick Tidiane Seck (Gorillaz,

Black Eyed Peas, Santana) on keys and backing vocals. Mamani tackles the

subject of commitment, taking a stab at corrupt political leaders who do not

hold their word, while Cheick lets loose brain-melting keyboard lines and

deep, spell-binding vocals. On drums, it’s Souleymane Ibrahim (from

Touareg sensations, Mdou Moctar) unleashing a fury of grooves.

Tricycles – Great White Sharks (2025) (single)

Tricycles – Great White Sharks (2025) (single) 

“Great White Sharks” não é uma canção sobre tubarões, mas sobre sonhos desfeitos e a vontade de trepar pela chuva acima até às nuvens. Uma canção com dentes afiados e notas suaves, para ouvir com delicadeza e fúria. É a última canção do álbum White sharks don’t eat flowers a dar origem a um videoclipe e, também, a que lhe deu nome.

Os Tricycles estão já a trabalhar em novas músicas para um novo disco.

Imaginem um triciclo no alto de uma duna, a ver o mar, a sentir o sol quente nas rodas pintalgadas de areia, com uma certa comichão no volante por causa da humidade salgada, e a pensar: “Apetece-me apanhar o próximo barco para Marte e desviá-lo até ao centro do Sol”. É mais ou menos isto que os Tricycles são: uma coisa vagamente improvável, um conjunto de kidadults de rumo duvidoso mas com histórias para contar, cheias de pessoas que poderiam existir. E de facto existem, em calmas músicas prontas a explodir, lentamente, a mil à hora, com suavidade, ou em rugidos de guitarras zangadas e pianos falsamente corteses, de rudes baixos a conversar com educadas baterias. Os Tricycles são tudo isto e, claro, não são absolutamente nada disto, porque “isto” não passa de palavras que tentam descrever música – algo que, sabemos todos, é impossível de se fazer apropriadamente.

Os Tricycles são uma banda de Lisboa com ligações a Coimbra formada por Sérgio Dias (bateria), Rui Tiago Narciso (baixo), Afonso Almeida (guitarra eléctrica, voz) e João Taborda (voz, guitarra acústica, teclas). Gostam de andar na estrada, como qualquer veículo digno desse nome. A energia da lua no alcatrão quente sobe pelos pedais até ao volante e explode em concertos onde o público e a banda comungam raivas e melodias.

O primeiro álbum, Tricycles, saiu em 2019 com o selo da Lux Records. O segundo trabalho, White sharks don’t eat flowers, foi gravado nos estúdios da Blue House, por Henrique Toscano (Birds Are Indie), misturado e masterizado por João Rui (a Jigsaw / John Mercy) e produzido por João Taborda e Afonso Almeida. O álbum saiu a 13 de Novembro de 2023 com o selo da Lux Records.

Zakir Hussain: Shakti With John McLaughlin – Natural Elements (1977)

Zakir Hussain: Shakti With John McLaughlin – Natural Elements (1977)

Memória de Elefante 09/03/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #206

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #206

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Isaiah Collier → The Time is Now

Dayna Stephens → Hopium

Lux Quartet →  Congratulations and Condolences

Franco D’Andrea e Gianluigi Trovesi → Sorapis

Kenny Wheeler, The Royal Academy of Music Jazz Orchestra, Frost Jazz Orchestra → Dallab

John Surman → Jack Knife

Cannonball Adderley → Love for Sale

Ornette Coleman → The Blessing

Air → King Porter Stomp

Tiziana Ghiglioni → I Giardini di Marzo

Catman Plays The Blues #164

Catman Plays The Blues #164

Partimos esta semana á descoberta de algumas das muitas novidades discográficas e ficamos ainda a conhecer os nomeados para mais uma categoria dos Blues Music Awards de 2025.