1 Álbum 100 Palavras #81: Tangerine Dream – Exit (1981)

1 Álbum 100 Palavras #81: Tangerine Dream – Exit (1981)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Exit” (1981) é um dos álbuns mais emblemáticos do Tangerine Dream, marcando a transição do grupo para uma sonoridade mais acessível. Lançado em plena Guerra Fria, o disco reflete um tom mais político e urbano, com faixas como “Pilots of Purple Twilight” e “Network 23” evocando atmosferas futuristas e mais tensas. Utilizando sintetizadores sequenciais e paisagens sonoras envolventes, Edgar Froese, Christopher Franke e Johannes Schmoelling criam um álbum que equilibra minimalismo eletrônico e melodias cinematográficas. A faixa-título, “Exit,” encerra o disco com uma melancolia intrigante, consolidando o álbum como um marco na evolução da música eletrônica e do synth-driven ambient.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #341: Michael Cunningham – Dia (2023)

Prazeres Interrompidos #341: Michael Cunningham – Dia (2023)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

5 de Abril de 2019

Num aconchegante prédio de Brooklyn, a aparente felicidade doméstica começa a ruir. Dan e Isabel, marido e mulher, têm uma relação desgastada já sem o fogo da paixão inicial. O irmão mais novo de Isabel, Robbie, desencadeia paixões dentro da própria família. Alma rebelde da estrutura familiar, a morar no sótão da casa da irmã, Robbie procura esquecer a ruptura com o seu mais recente namorado criando um perfil fantasioso nas redes sociais. Nathan tem dez anos e tenta dar os primeiros passos com vista da sua independência, enquanto a sua irmã, Violet, de cinco anos, faz o possível por entender as subtilezas do mundo dos adultos.

5 de Abril de 2020

Quando o mundo entra em confinamento, o apartamento da família mais parece uma prisão. Violet tem medo de deixar as janelas abertas, obcecada com a segurança, enquanto Nathan boicota as regras impostas. Isabel e Dan trocam ataques velados e suspiros frustrados. Robbie está preso na Islândia, sozinho numa cabana na montanha, tendo por companhia os seus pensamentos, as suas leituras e… uma vida secreta no Instagram.

5 de Abril de 2021

Saída de uma crise, a família enfrenta uma realidade nova e muito diferente – com o que aprenderam, tentam identificar o que perderam e reflectem acerca do caminho a seguir.

Da mente brilhante do vencedor do Prémio Pulitzer, Dia é uma meditação inesquecível e literariamente irrepreensível acerca do amor e das perdas; das lutas e das limitações da vida familiar. E marca o regresso fulgurante de um dos mais virtuosos escritores americanos.

Orpheyi – Venus Grotto (2025) (single)

Orpheyi – Venus Grotto (2025) (single)

Homeostasis – Listen to Orpheyi’s debut EP

Orpheyi’s debut EP, Homeostasis , is now available on all streaming platforms, with production, composition, and lyrics by Orpheyi.

Homeostasis is an EP that explores contrasts: tenderness and intensity, distance and closeness, vulnerability and anger, the conscious and the unconscious coexist and interact, weaving a network of emotional and sonic oppositions. Themes of mortality, fear, and the queer experience run throughout, with the acceptance of vulnerability serving as the core connective thread.

Partly inspired by space, nature, and biology, Homeostasis touches on the concept of homeostasis—a biological mechanism essential for survival, without which death occurs. Gradually, the EP shifts from the distant to the familiar, from space to Earth, turning its gaze toward the human experience and drawing inspiration from the coldness and detachment of these realms.

Sonically, the EP moves from dystopian electronic atmospheres to warmer, earthy soundscapes, blending experimental electronic music and avant-pop, with ambient and deconstructed elements. Starting with more experimental structures and unintelligible, fragmented lyrics, it evolves into more structured forms, where these contrasts begin to merge. The interplay between intense electronic soundscapes and calm, almost acoustic moments creates a sense of constant flux.

The EP was mixed by Tom Wright and mastered by Native Outsider (Arkadii Lenov). For the artwork, Orpheyi collaborated with Super G (George Ouzounis). The 3D scan for the artwork took place at Studio π56 in Athens. Orpheyi wears Povvuk.

Bio

Orpheyi is an artist and music producer from Athens, now based in London, where he studies Popular Music at Goldsmiths, University of London. Blending experimental electronic sounds with avant-pop, Orpheyi released his debut EP, Homeostasis, on November 22, 2024.

Will’s Helm – Bones (2025) (single)

Will’s Helm – Bones (2025) (single) 

Para Guilherme Sequeira, o poder emocional de uma letra, aliada a um conjunto de notas (des)organizadas é mágico… transcendente até… Will’s Helm é o nome do seu projeto de música original.

 A 14 de Novembro de 2024 lançou o seu primeiro EP the BEST you’ve ever FELT, seguido de Bones  a 14 de Janeiro. Prepara agora o lançamento do seu primeiro álbum Will’s Helm para dia 14 de Março:

Contando com temas que fizeram parte dos primeiros dois EPs e com música que passa por muitos géneros – singer-songwriter, musica folk, indie rock, alt. dos 90s/00s, noise e ambient – o tema central do álbum é o luto, as suas manifestações no dia a dia e como tentamos navegá-las.

Linktree: https://linktr.ee/wills_helm_

Steve Roach – Empetus (1986)

Steve Roach – Empetus (1986)

Memória de Elefante 16/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #203

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #203

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Jason Palmer → Do You Know Who You Are? (A line for Dr. Cornel West)

Ambrose Akinmusire → Bloomed (the ongoing processional of nighas in hoodies)

Carl Allen → Parker’s Mood 

Thad Jones, Frank Wess, Teddy Charles, Mal Waldron, Doug Watkins, Elvin Jones → Embraceable You

Miles Davis → In Your Own Sweet Way  

Ike Quebec → A Light Reprieve

Eric Dolphy → Straight Up and Down

Giovanni Falzone → Suite for Bird – 2 – Anthropology

Fred Hersch & Esperanza Spalding → A Wish

Catman Plays The Blues #161

Catman Plays The Blues #161

Esta semana debruçamo-nos sobre o Villa Sessions Festival de Blues de Vila do Conde que está aí à porta e divulgamos mais uma categoria dos Blues Music Awards, no caso Best emerging artista álbum.

David Brown: Santana – Santana III (1971)

David Brown: Santana – Santana III (1971)

Memória de Elefante 15/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single)

Paulo To – Ajuste De Contas (2025) (single) 

Como um encontro entre Brasil e Portugal, a canção Ajuste de Contas, de Fausto Bordalo Dias, de 1975, é agora revisitada pelo brasileiro Paulo Tó, com participação do pernambucano Siba, um dos nomes mais distintos a levar adiante a cultura popular brasileira atualmente. Na releitura, o ritmo português transforma-se em um frevo (estilo musical com origem no estado de Pernambuco), cantado com sotaque brasileiro. O tema  faz parte do disco a ser editado, Cantos da Revolução (ybmusic), que presta homenagem às canções de protesto que marcaram o período de luta contra a ditadura em Portugal, entre 1926 e 1974. Oiça aqui. 

“Essa música do Fausto tem uma rítmica muito interessante que vem da maneira como a letra é articulada. Isso acabou por conduzir o nosso arranjo para um frevo. Foi aí que surgiu a ideia de convidar o Siba para cantar comigo – um dos grandes compositores brasileiros da atualidade”, conta Paulo Tó. “Além disso, é uma canção escrita dentro do processo revolucionário, que poderia até ser taxada como ‘panfletária’. E, de facto, ela tem um tom didático, mas que justifica-se dentro do processo de luta social. A música é construída por Fausto de maneira brilhante, com inovação formal e muita qualidade poética e musical”, continua.

Antes de Ajuste de Contas, a primeira versão a apresentar o álbum foi Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, de José Mário Branco. A ideia para o projeto surgiu durante uma temporada em que Paulo Tó viveu em Portugal. No país, o artista conheceu o repertório que integra o disco a partir de indicações de amigos. “Na época tive o privilégio de conhecer pessoalmente dois grandes compositores portugueses desta safra: José Mário Branco e Fausto Bordalo Dias, com quem me encontrei algumas vezes e estabeleci mais contacto”, divide. O álbum terá participações de Thiago França, Jéssica Areias, Cauê Silva, Eugénia Melo e Castro, Arthur de Faria, além de Siba.

A capa desenvolvida por Roberto Zink foi criada à mão a partir de imagens históricas, com caneta esferográfica em papel. A técnica e o resultado remetem à anotações em caderno e rascunhos, à simplicidade do dia-a-dia e à “pessoalidade” do fazer.

Lhobo – Bagagem (2025) (single)

Lhobo – Bagagem (2025) (single) 

LHOBO

Single  “Bagagem” já disponível nas plataformas digitais

Depois de “Túnel” editado em outubro de 2024, os Lhobo abrem a cortina a 2025 com novo lançamento – “Bagagem” – que antecede o EP de estreia que a banda pretende lançar ainda no primeiro semestre do novo ano.

“Bagagem” é quiçá o tema mais abrangente (no sentido comercial do termo) da banda, banhado por melodias Beatlianas e com uma sonoridade universal, mas ainda assim intemporal que nos remete para os singles das décadas de 60 e 70, mas embrulhado numa produção muito contemporânea. Produção a cargo de Bruno Xisto mais uma vez, com coprodução de Tiago Candeias e gravado nos Blacksheep Studios em Sintra.

Os Lhobo voltam a colocar a tónica no rock mainstream, pretendendo afirmar-se como banda sonora quotidiana na vida de quem os ouve, tema a tema…

African Roots #67

African Roots #67

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Sorko – Ben Kôrô

2 – Ayom – Es̩u

3 – Gnonnas Pedro & His Dadjes Band – Azo Nkplon Doun Nde

4 – Jacqueline Fortes – Dialogue

5 – Milk and Coffee – Onarinà (Na Ri Na)

6 – Cabo Verde Novo – Moreninha

7 – Marcos – Saudade

8 – Mpharanyana & The Peddlers – Kgale Ke Hlopheha

9 – Nahawa Doumbia – Demisen Kulu

10 – Lucas Niggli – Kalo-Yel

11 – Damily – Havandra

12 – Elisio Gomes & Joachim Varela – Chuma Lopes

13 – Kofi Ayivor – A Song For You (Ayawa)

Merl Saunders And Aunt Monk – You Can Leave Your Hat On (1976)

Merl Saunders And Aunt Monk – You Can Leave Your Hat On (1976)

Memória de Elefante 14/02/25

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.