African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Mad Man Jaga – Hankuri
2 – Ngozi Family – Atate
3 – Noori & His Dorpa Band – Saagama
4 – Charly Kingson – Nanga ‘Boko
5 – Jimmy hyacinthe – Maquis lô
6 – Sorry Bamba Du Mali – The Wari
7 – Grupo Pilon – Kanta Nstaba Nobu
8 – Jovino Dos Santos – Bo Ta Cool
9 – Mahlathini and the Mahotella Queens – Safa Indladla
10 – Lee Dodou – Sahara Akwantuo
11 – Féfé Di Calbicera – Tra Tchapéu
12 – Etalvino Preta – Mulato Ferrera
13 – Dionisio Maio – Mie Fogo
14 – Tunde Mabadu – Red Jeans
15 – Ofege – Magic Music
Terra Pura #25 – Da weird folk britânica ao Riot Sanshin de Anna Sato
Terra Pura #25 – Da weird folk britânica ao Riot Sanshin de Anna Sato
Stick In The Wheel; Joseph Decosimo, Luke Richardson, & Cleek Schrey; Màiri Morrison, Alasdair Roberts & Pete Johnston, Mary Chapin Carpenter, Julie Fowlis & Karine Polwart, Ben Nicholls com Cara Dillon e Sam Lakeman, Me Lost Me, Ultan O’Brien, Poor Creature, I’m With Her, Julie Fowlis, Eamon Doorley, Zoë Conway And John Mc Intyre, Benedicte Maurseth, Mari Kalkun, Duo Ruut, Anna Sato & Toshiyuki Sasaki
Prazeres Interrompidos #484: Robert Louis Stevenson – A Ilha do Tesouro (1882)
Prazeres Interrompidos #484: Robert Louis Stevenson – A Ilha do Tesouro (1882)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Robert Louis Stevenson, escritor britânico de finais do século XIX, deixou-nos como legado algumas narrativas que se tornaram clássicas, entre as quais se salienta A Ilha do Tesouro, uma deliciosa história de piratas cheia de emoções e perigo. Nela são contadas as peripécias vividas por Jim Hawkins, um jovem que se vê envolvido na busca do tesouro enterrado pelo maldoso capitão Flint. O enredo cativante, delineado com mestria, e a caracterização inigualável das personagens contribuem para que este romance de aventuras continue a ser um dos mais apreciados da literatura universal.
Sortido Rico #33
Sortido Rico #33
Sortido Rico é uma viagem sonora pelas margens da música popular, das electrónicas ao kraut, do jazz à world music, passando pelo impopular da pop. Com curadoria e apresentação de Pedro Belchior Nunes.
Tracklist:
Protection – Steve Gunn with Mdou Moctar
If And – Valerie June
Tamiditine – Bombino
Toumast Anlet – Tamikrest
Wayo – Moonlight Benjamin
Koulandian – Habib Koité & Bamada
Kounandi – Rokia Traoré
I am very far – Amanaz
I’m New Here – Gil Scott-Heron
Hey Lover – Roy Ayers with Adrian Younge and Ali Shaheed Muhammad
Sweet Stuff – Makaya McCraven
Nuclear War – Sun Ra and His Arkestra
Trovador Urbano #104
Trovador Urbano #104
Autor:
David Calderon
(episódio de 29 De Junho 2026)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Putumayo #39 – Reggae Around the World
Putumayo #39 – Reggae Around the World
26.25 Reggae Around the World June 15th – June 21st, 2026
1 álbum 100 Palvras #141: La Niña – Furèsta (2025)
1 álbum 100 Palvras #141: La Niña – Furèsta (2025)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Furèsta” (2025), da cantora e compositora napolitana La Niña (Carola Moccia), é um álbum que mergulha nas raízes mais profundas da tradição musical do sul da Itália, reinterpretando-as com uma sensibilidade contemporânea. Cantado maioritariamente em dialeto napolitano, o disco combina ecos de tammurriata, música barroca, folk mediterrânico e experimentação sonora. Faixas como “Guapparìa”, “Mammamà” e “Figlia d’ ’a Tempesta” abordam temas de identidade, memória, feminilidade e resistência cultural. Com percussões ancestrais, vozes sobrepostas e atmosferas ritualísticas, “Furèsta” apresenta uma Nápoles simultaneamente arcaica e futurista, afirmando La Niña como uma das vozes mais originais da nova música italiana.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #483: Isabel Stilwell – Filipa de Lencastre (2007)
Prazeres Interrompidos #483: Isabel Stilwell – Filipa de Lencastre (2007)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Filipa de Portugal morreu de peste negra, tal como a sua mãe, a 15 de Julho de 1415. Com 55 anos. No dia 25 partiam de Lisboa 240 embarcações e um exército de 20 mil homens, entre os quais D. Duarte, o Infante D. Henrique e D. Pedro. A Praça de Ceuta caía cerca de um mês depois. D. Filipa não esperaria outra coisa dos seus filhos… Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 29 anos, o primeiro dos seus oito filhos. A chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação. Frei John, o tutor já tinha previsto o seu destino nas estrelas. Nasceu Phillipa of Lancaster, filha primogénita de John of Gaunt, mas aos 29 anos deixou para trás a sua querida Inglaterra para se casar com D. João I de Portugal. A 11 de Fevereiro de 1387 o povo invadiu as ruas da cidade do Porto para aclamar carinhosamente D. Filipa de Lencastre, Rainha de Portugal. Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal. Desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afectos, aventuras e intrigas.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #257
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #257
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Fats Waller → I’m Going to Sit Right Down and Write Myself a Letter
Sonny Rollins → On a Slow Boat to China
Sonny Rollins → St. Thomas
Sonny Rollins → Freedom Suite
Sonny Rollins → The Bridge
Sonny Rollins → Doxy
Sonny Rollins & Coleman Hawkins → Just Friends
Sonny Rollins → Some Enchanted Evening
Sonny Rollins → Don’t Stop the Carnival
Catman Plays The Blues #225
Catman Plays The Blues #225
Viajamos esta semana até New Orleans ao encontro de John Mooney e recuperamos velhas gravações do pianista e cantor Barrelhouse Buck McFarland.
Terra Pura #24 – Mixtape Jangada de Pedra #2 (95-25)
Terra Pura #24 – Mixtape Jangada de Pedra #2 (95-25)
Mixtape com a folk e derivados da Península Ibérica com Lina_ & Jules Maxwell, Sussurros do Levante, Cotovia Arisca, Rafael Carvalho, O Gajo, A Cantadeira, OMIRI, Ana Lua Caiano, Espiral, Mosquera Celtic Band, Carrion Folk, Sangre de Muerdag, Tarta Relena, Evoeh Q’art, Valéria Castro, Las Migas e Radio Tarifa.
Prazeres Interrompidos #482: Walt Whitman – Canto de Mim Mesmo (1856)
Prazeres Interrompidos #482: Walt Whitman – Canto de Mim Mesmo (1856)
Autor: Octavio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Em Canto de Mim Mesmo, Walt Whitman canta-se e canta o mundo, dando-nos a ver as cores com que ele o pinta. Partilhamos a intimidade, o quotidiano, o pensamento e as palavras. O convite é do próprio autor, que no canto II escreve:
“Fica comigo este dia e esta noite e possuirás a origem de todos os poemas, Possuirás o que há de bom na Terra e no Sol (há milhões de sóis), Não terás coisas em segunda ou terceira mão, nem verás pelos olhos dos mortos, nem te alimentarás dos espectros dos livros, Nem através dos meus olhos verás, nem de mim terás as coisas, Escutarás tudo e todos e tudo em ti filtrarás”. Um livro para ler no vagar dos dias, saboreando cada lugar que o autor percorre, percorrendo-os nós mesmos, com a imaginação.