Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)
Damani Van Dunem – Liberdade Liberdade (2025) (single)
O rapper angolano reafirma o seu lugar no panorama musical lusófono em nova fase da sua carreira.
O talentoso rapper angolano Damani Van Dunem apresenta o seu mais recente single, “Liberdade, Liberdade”, uma obra que simboliza uma nova fase na sua carreira musical e conta com as colaboração de Walter Nascimento e Elzo Sénior, na produção. Este lançamento assinala um marco importante para Damani, que busca consolidar ainda mais a sua presença tanto no mercado musical angolano como no português.
“Liberdade, Liberdade” é uma faixa que traduz uma poderosa mensagem de emancipação pessoal e coletiva, invocando a busca constante pela liberdade em suas diversas formas — social e, sobretudo, emocional. Com a inconfundível voz de Walter Nascimento, que traz uma sensibilidade única ao refrão, e a produção envolvente e meticulosa de Elzo Sénior, a canção mistura habilmente o rap com elementos da música urbana, criando uma ponte entre diferentes mundos sonoros e culturais.
Damani Van Dunem, já conhecido pela sua trajetória consistente e pelas letras profundas que abordam questões sociais e pessoais, considera este single uma reafirmação da sua missão artística: O single já está disponível em todas as plataformas digitais e conta com um videoclip que já estreou no Youtube e promete ser um tema forte na playlist dos amantes da música lusófona.
A aposta de Damani é clara: criar pontes entre culturas, sensibilidades e públicos, utilizando a sua voz como instrumento de expressão e, acima de tudo, de liberdade.
Liberdade “é um tributo ao poder transformador da música e à capacidade que ela tem de inspirar mudança e reflexão.”
Biloba – Quando For Para Ir (2025) (single)
Biloba – Quando For Para Ir (2025) (single)
BILOBA lançam “Quando For Para Ir”, novo single em antecipação ao álbum de estreia
Os BILOBA apresentam “Quando For Para Ir”, o quarto single de avanço para o álbum de estreia, “Sala de Espera”, com lançamento previsto para março. Depois de temas como “Flor de Verão”, “Se Deus Demora” e “Rei dos Animais”, a banda lisboeta continua a explorar o cruzamento entre rock alternativo, jazz e hip-hop, sempre ancorado numa forte componente autoral e lírica.
“Quando For Para Ir” nasce da necessidade de expressar uma inquietação coletiva. Francisco Nogueira, baixista e vocalista da banda, compôs o tema num momento de incerteza, traduzindo o sentimento de muitos que se veem impossibilitados de alcançar independência financeira e estabilidade no seu próprio país. O dilema entre partir e ficar, o peso da crise na habitação e a sensação de desenraizamento percorrem a canção, que se assume como um desabafo geracional.
“Rapidamente percebi que as pessoas à minha volta se relacionavam com esta letra. Apesar de a ter escrito, a canção não era minha – era um desabafo de imensos que não encontram um lugar para viver aqui. Quer seja pela crise da habitação ou por outros desencontros, seja consigo próprios ou com os outros.”, explica o autor do tema.
Com uma melodia envolvente e um refrão que ecoa a saudade de um futuro incerto, a canção reflete um sentimento tão português quanto universal: o de ter de partir para poder construir algo, mesmo contra a vontade de abandonar o que nos é familiar.
“Quando For Para Ir também me parece algo muito português: o saber que ‘o que tem de ser feito deve ser feito’, mesmo quando se resiste ao que parece inevitável. Este meio estado, esta queixa, é algo bastante nosso.”, acrescenta Francisco Nogueira.
Produzida por Francisco Nogueira e Diogo Lourenço, a canção foi gravada nos Estúdios Bela Flor por Eduardo Vinhas, com mistura e masterização de Tiago de Sousa. Além da voz e baixo de Francisco Nogueira, os BILOBA são formados por Nazaré da Silva (voz), Simão Bárcia (guitarra), Diogo Lourenço (guitarra) e Miguel Fernández (bateria).
O single já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado por um videoclipe que traduz em imagens o dilema da partida e a sensação de deslocação.
Os BILOBA continuam, assim, a antecipar o seu primeiro álbum, “Sala de Espera”, um disco que promete explorar as incertezas e contradições da vida contemporânea.
FICHA TÉCNICA / BILOBA / QUANDO FOR PARA IR
Composição: Francisco Nogueira
Letra: Francisco Nogueira
Gravação: Eduardo Vinhas, Estúdio Bela Flor
Mistura e Masterização: Tiago de Sousa
Produção musical: Francisco Nogueira e Diogo Lourenço
Francisco Nogueira – Baixo e Voz
Nazaré da Silva – Voz
Simão Bárcia – Guitarra
Diogo Lourenço – Guitarra
Miguel Fernandez – Bateria
Ahlam – Moweadak (2013)
Ahlam – Moweadak (2013)
Memória de Elefante 13/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Prazeres Interrompidos #340: Kaliane Bradley – O Ministério do Tempo (2024)
Prazeres Interrompidos #340: Kaliane Bradley – O Ministério do Tempo (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Num futuro próximo, em Londres, uma funcionária pública tem a oportunidade de receber um salário de sonho se participar num projeto ultrassecreto: um ministério recém-criado pelo Governo está a reunir “expatriados” de diversas épocas históricas para determinar os efeitos das viagens no tempo.
O seu papel é servir de “ponte”: tem de prestar assistência e vigiar o expatriado conhecido como “1847” – o comandante Graham Gore. Segundo os registos históricos, o comandante Gore morreu em 1845, na expedição de exploração do Ártico de Sir John Franklin, por isso sente-se desorientado quando constata que está vivo e rodeado de conceitos bizarros como “máquina de lavar”, “spotify” ou a queda do Império Britânico.
Ao longo do ano que se segue, o que começa por ser uma relação constrangedora evolui para algo mais profundo. Quando a verdade sobre o projeto do Ministério do Tempo é revelada, os dois estão irremediavelmente apaixonados e terão de confrontar as escolhas que os juntaram com as consequências que elas terão no futuro.
Maia Balduz – Na Penumbra Do Meu Quarto (2025) (single)
Maia Balduz – Na Penumbra Do Meu Quarto (2025) (single)
Maia Balduz, uma das mais recentes vozes do novo jazz português, prepara-se para lançar o seu disco de estreia “A Casa que Hoje Sou”. “Na Penumbra do Meu Quarto”, um dueto com a icónica música Maria João, é o novo avanço desse disco.
“Na Penumbra do Meu Quarto” é uma canção com mais de 5 minutos onde Maia Balduz interpreta uma das letras mais intimistas do seu disco. Um single que nos convida aos pensamentos mais pessoais da artista num caminho de auto-descoberta enquanto pessoa e artista. Neste caminho Balduz não o podia deixar de fazer com uma das suas maiores inspirações da sua carreira jazzistíca, a gigante da música nacional, Maria João.
Este single faz parte de uma jornada que Maia Balduz tem feito desde 2022, ano em que surgiu a ideia e a inspiração para começar a trilhar o seu caminho até a um disco de estreia. “A Casa Que Hoje Sou” foi sendo gravado desde 2023, e tem agora lançamento agendado para 28 de fevereiro 2025, após a estreia dos singles “Não Sei Ser”, “Sonho Sem Sentir” e “Tristemente Azul”. A gravação contou Fernando Nunes (Naná) como engenheiro de som, reconhecido pelo seu trabalho com artistas como António Zambujo e Ana Moura, e de Francisco Duque, engenheiro de som do estúdio Camaleão.
Este projeto é um marco na sua carreira, unindo música e literatura de forma singular. Maia e Simão Bárcia musicaram 10 poemas, incluindo 9 de Fernando Pessoa, com destaque para o heterónimo Alexander Search, e um poema encomendado a José Lobo Antunes. Produzido por Ricardo Cruz, o álbum promete transcender géneros, cruzando jazz, fado e pop.
“A Casa Que Hoje Sou” conta com a participação de 16 músicos, incluindo formações variadas como um quarteto de cordas, Xauta, duduk, tablas, ensemble vocal e secções de sopros. As formações variam entre duos e octetos, sendo a voz de Maia a única constante, proporcionando uma jornada emocional e musical profundamente rica.
A partir de 28 de fevereiro disponível em todas as plataformas digitais.
N. Ravikiran: N. Ravikiran, Taj Mahal, V.M. Bhatt – Mumtaz Mahal (1995)
N. Ravikiran: N. Ravikiran, Taj Mahal, V.M. Bhatt – Mumtaz Mahal (1995)
Memória de Elefante 12/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Flor Girino – Fonte De Gesso (2025) (single)
Flor Girino – Fonte De Gesso (2025) (single)
‘Fonte de Gesso’ é o último single do primeiro álbum ‘Charcolepsia’ de Flor Girino, uma balada profunda que foi, na verdade, a primeira música tocada pelo grupo, escrita por Lucas P. Calheiros e depois transformada pelo resto da banda. O tema evoca um amor em tempos de pandemia, e todas as peripécias que esse período provocou no seu florescer.
Sir Dinha Blues Band – Poço (2025) (single)
Sir Dinha Blues Band – Poço (2025) (single)
Os Sir Dinha Blues Band lançam o seu primeiro single, “Poço”, tema que antecipa o álbum de estreia “Viso”, a editar brevemente. Com influências do blues e do rock, o grupo formado por Rafael Keil Verde (baixo), António Gorjão-Henriques (bateria), Francisco Bouza Serrano (voz e guitarra) e Pedro Duque Balikó (guitarra) aposta numa sonoridade crua e intensa, dando a conhecer a sua identidade musical através de um tema onde melodia e palavra se unem de forma espontânea.
“Poço” surgiu como que por magia. Durante meses, Francisco Bouza Serrano carregou consigo uma melodia persistente, sem conseguir transformá-la em algo concreto. Até que, num acaso, encontrou sobre a mesa da sala um livro deixado pelo pai: “Já não sou o que era agora mesmo”, de João Francisco Lima. O poema captou a sua atenção de imediato – talvez pelo nome curto, talvez pela referência à água –, mas a verdade é que, como que por bruxaria, a segunda estrofe encaixou-se de forma perfeita naquela melodia que o acompanhava há tanto tempo.
Daí nasceu uma música.
O processo de gravação revelou-se evidente. A letra e a melodia pedem a dinâmica de forma tão natural que a banda nunca sentiu necessidade de ajustes. “Poço” deixa falar a alma de João Francisco Lima e, através da fusão dos instrumentos e dos solos, transforma-se num sentimento universal com o qual qualquer pessoa pode relacionar-se. A canção sugere uma perspetiva para refletir e, ao mesmo tempo, dá nova vida às emoções do autor.
A acompanhar o single, é lançado também um videoclipe realizado por Bruno Wolf Pinto e Clyde Hannah, que amplia a atmosfera introspetiva do tema e reforça visualmente a intensidade da sua mensagem.
Além do lançamento do primeiro single, os Sir Dinha Blues Band preparam-se para apresentar o seu álbum de estreia, “Viso”, numa Listening Party aberta ao público, no dia 17 de fevereiro, no Camones Artes Bar, em Lisboa, entre as 19h e as 23h. Este evento surge como parte da campanha de crowdfunding que viabilizou a produção do disco, oferecendo aos apoiantes e ao público em geral um primeiro contacto com a obra na sua totalidade.
“Poço” já está disponível em todas as plataformas digitais.
Ligados Às Máquinas – Amor Dimensional (Paulo Jacob, Entrevista 30-01-25)
Ligados Às Máquinas – Amor Dimensional (entrevista com Paulo Jacob, 30/01/25)
Paulo Jacob apresenta o disco “Amor Dimensional” do grupo Ligados às Máquinas na Rádio Olisipo.
Autor da entrevista: Francesco Valente
Os Ligados às Máquinas são, provavelmente, a primeira orquestra de samples composta por músicos em cadeiras de rodas do mundo. Nascidos há uma década no seio da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra, lançam no próximo dia 6 de dezembro, pela Omnichord Records, o seu impressionante disco de estreia, Amor Dimensional.
Cruzando diferentes géneros musicais e explorando novas fronteiras criativas, os Ligados às Máquinas têm desenvolvido, com o musicoterapeuta Paulo Jacob, ferramentas e metodologias de trabalho inovadoras e promotoras da plena participação artística.
O processo criativo dos Ligados às Máquinas sempre se destacou pelo uso, adaptação e criação de soluções de hardware e software que permitem aos integrantes – músicos com alterações neuromotoras – ter controlo e autonomia para disparar samples em tempo real em dispositivos adaptados.
Nos primeiros anos, os elementos dos Ligados Às Máquinas foram convidados a partilhar, nas sessões de trabalho, as músicas e os sons mais importantes e significativos na sua vida. Com a utilização do hardware Makey Makey (que converte objetos do quotidiano – condutores de corrente elétrica – em controladores), deu-se a epifania: E que tal constituir uma “orquestra” de amostras musicais? Uma espécie de melting pot musical, onde cada um participa ativamente no processo criativo do coletivo, partilhando a sua identidade musical e cruzando-a com a dos outros. O resultado foi uma amálgama poética de construção sonora coletiva.
E o que torna isto possível? Para além da paixão musical que une o coletivo, o outro grande aliado é … a tecnologia. Um computador, um Makey Makey, muita cablagem e controladores personalizados ao movimento funcional de cada um dos músicos. Cada músico “dispara” um ou mais samples, de acordo com uma organização que foi previamente acordada entre todos (desde o processo de amostragem e tratamento dos excertos musicais até à composição colectiva).
Em 2023, em colaboração com a Omnichord e numa residência artística para o Festival NASCENTES, o projeto adotou uma nova abordagem criativa e participativa, iniciando um processo de colaboração direta com diversos músicos e compositores, que cederam excertos musicais inéditos. O poder da música e da criação participativa foi o mote para o convite lançado a diversos nomes para que, através da cedência de samples da sua voz ou dos seus instrumentos, permitissem aos Ligados às Máquinas a criação de um arquivo sonoro que potenciaria novas composições feitas a muitas mãos, vozes e corações. Entre os que aceitaram o convite estão nomes como Ana Deus, Bruno Pernadas, Cabrita, Carincur, Catarina Peixinho, Coro Ninfas do Lis, Dada Garbeck, Filipe Rocha, First Breath After Coma, Gala Drop, Gui Garrido, Joana Gama, Joana Guerra, João Doce, João Maneta, João Pedro Fonseca, José Valente, Lavoisier, Mano a Mano, Moullinex, Nuno Rancho, Orquestra e Coro da Gulbenkian, Pedro Marques, Retimbrar, Ricardo Martins, Rita Braga, Rita Redshoes, Salvador Sobral, Samuel Martins Coelho, Samuel Úria, Selma Uamusse, Senhor Vulcão, Surma e Vasco Silva. O resultado acaba por ser uma fusão única de estilos musicais, do hip-hop ao fado, do rock ao techno, do blues à world music e da música erudita à música concreta, culminando num disco que se traduz numa linguagem única.
Amor Dimensional é o resultado de uma década de trabalho e amadurecimento de um processo coletivo que começou a explorar o universo sonoro familiar dos seus elementos para depois conseguir explorar, interpretar e compor algo realmente novo e seu a partir da novidade e do desconhecido que lhes foi apresentado por mais de 30 artistas nacionais.
São nove temas originais, que desenham um dia na vida de cada um: do amanhecer ao acordar, da procrastinação à tensão, da obrigatoriedade à liberdade de escolha limitada, da melancolia confortável à refeição aconchegante até ao merecido descanso (enriquecido pela possibilidade de sonhar).
O grupo estreou-se em palco em 2014, a convite do Teatro Municipal da Guarda e, desde então, apesar da desafiante logística, tem vindo a apresentar-se ao vivo todos os anos e os seus espetáculos são muitas vezes descritos como um confronto de duas forças fundamentais opostas e complementares: a estaticidade física e o movimento musical.
A música dos Ligados às Máquinas é uma construção sui generis: junta excertos cuja coabitação pode parecer improvável ou impossível, apresentando um todo unificado e harmonioso que, muito provavelmente, não soa a nada do que se tenha escutado até hoje.
Os Ligados Às Máquinas são Andreia Matos, Dora Martins, Fátima Pinho, Hélia Maia, Jorge Arromba, José Morgado, Luís Capela, Mariana Brás, Paulo Jacob, Pedro Falcão e Sérgio Felício.
Dennis Greene: Sha Na Na – The Night Is Still Young (1972)
Dennis Greene: Sha Na Na – The Night Is Still Young (1972)
Memória de Elefante 11/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #37
Trovador Urbano #36
Autor:
David Calderon
(episódio de 11 de Febrero)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Inês Barros – Eu Por Ti, Tu Por Mim (2025) (single)
Inês Barros – Eu Por Ti, Tu Por Mim (2025) (single)
O meu nome é Inês Barros e sou uma artista portuguesa – cantora, compositora e violetista.
Fui concorrente do Factor X 2014, atuei na abertura dos Globos de Ouro ao lado da Luciana Abreu e da Vanessa Silva em 2015 e colaborei com o Berg no seu álbum “Tempo” em 2016.
Em 2019 integrei a Orquestra Sem Fronteiras de Martim Sousa Tavares, com quem trabalho regularmente e licenciei-me em música na Escola Superior de Artes Aplicadas em 2021.
Em 2022 atuei com João Pedro Pais no Europarque, toquei com Andrea Bocelli, Cuca Roseta e a Orquestra das Beiras no Altice Arena, atuei com a Mariza e a Orquestra do Algarve e participei no The Voice Portugal 2023.