
Waxahatchee – Tigers Blood (2024)
Memória de Elefante 04/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Waxahatchee – Tigers Blood (2024)
Memória de Elefante 04/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Moré – Divina Quimica (2024) (single)
Com produção vibrante de Donatinho, Morê convida ao balanço do amor na faixa-clipe “A DIVINA QUÍMICA”
Debut do disco “POUCO TEMPO E MATÉRIA” marca investida solo do músico e chega acompanhado por audiovisual do diretor de clipes Matheus Fractal.
Morê é o nome de palco de Thiago Val, músico à frente de projetos como as bandas “laranja oliva” e o “bagaço”, que o levaram à Virada Cultural Paulista, Circuito Sesc, SIM São Paulo, além de festivais como Locomotiva, Grito Rock e R.U.A. Após uma longa jornada de reflexões e movimentos pela cultura popular, o artista viu sua poesia renascer e, com ela, nasceu novo nome e disco, o ainda inédito POUCO TEMPO E MATÉRIA. Com produção assinada pelo talentoso produtor Donatinho, a faixa que inicia esse percurso, A DIVINA QUÍMICA, chega às plataformas de música no dia 18 de Dezembro, acompanhada por videoclipe dirigido por Matheus Fractal, que assina produções como as de ÀIYÉ e Francisco, el hombre – ouça.
Última música a surgir dentre as cinco faixas, somadas a um interlúdio, que integram POUCO TEMPO E MATÉRIA, A DIVINA QUÍMICA foi a primeira a ser gravada e ganhou espaço para virar single a partir do processo de produção do disco. Do primeiro encontro com Donatinho, Morê tirou sensações que reafirmaram esse novo passo dado na carreira: “Ouvimos música, dançamos, cantamos, compartilhamos alguns gostos em comum por timbres de teclado velho. Na volta pra casa, feliz da vida por aquele dia incrível e certo de que havia encontrado a linguagem musical que eu procurava para produzir, fiquei refletindo sobre os encontros mágicos da vida e me maravilhei ao perceber como tudo se arranja bem quando há amor e disposição”.
Extasiado com o arranjo universal de todas as coisas – desde a organização atômica de uma molécula de carbono até a mais sublime das engenharias que é a vida humana – o músico compôs uma faixa leve, pra dançar e cantar junto, com foco nos prazeres e cuidados dessa máquina viva que é o corpo. Gravada em apenas duas sessões, A DIVINA QUÍMICA recebeu bateria diretamente da Austrália, pouso do parceiro e músico Marcelo Bonin (Bona). Os metais foram arranjados no estúdio de Donatinho, “ali na hora mesmo”, e executados por Bruce William (trompete) e Glaucio Santana (trombone), resultando numa faixa pop com bateria, baixo, guitarra, muitas linhas de teclado e sintetizadores e ataques precisos de metais.
Sobre o videoclipe produzido para a faixa, com direção assinada por Matheus Fractal, Morê conta que a ideia era mostrar a beleza do corpo humano em movimento e nas suas mais variadas formas e cores; por isso a constituição de um elenco plural: “O foco era a dopamina, hormônio liberado em atividades simples como uma caminhada, um treino de academia, um abraço genuíno. Mas também incluímos a endorfina com cenas de total prazer com a comida. Dessa ideia de movimento e bem estar surgiu a possibilidade da dança, de um clipe todo coreografado e aí eu chamei a Domi que foi quem pensou e dirigiu de maneira fantástica nosso elenco, que era composto metade por bailarinos e metade por pessoas dispostas (risos)”.
POUCO TEMPO E MATÉRIA é o primeiro trabalho solo do artista, que propõe em grooves soltos e poesia minimalista a ideia de que tudo que temos à nossa disposição para chegar ao lugar desejado é matéria atômica arranjada na forma dos nossos corpos, e um breve recorte no espaço-tempo do universo. Por isso, é necessário pensar bem em como investimos nossa energia: relações humanas ou telas digitais? Autodestruição ou autocuidado? É preciso agir, e agora – essas são as diretrizes do álbum de estreia de Morê e sua primeira faixa é a celebração do privilégio de viver, regido por algo inominável que agora se define como sendo tão grande, e somente, A DIVINA QUÍMICA do amor.

African Roots #64
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Dawda Jobarteh – Nakano
2 – Hailu Mergia – Addis Nat
3 – Ngozi Family – Hi Babe
4 – WITCH – Stop The Rot
5 – Afous d’Afous – Tarhanine Tegla
6 – Kakai Kilonzo & Les Kilimambogo Brothers – Baba Mkwe, Pt. 1.
7 – DOTTi The Deity – Ololufe Mi Owon
8 – Anaïs Cardot – Élodie
9 – Kavita Shah – Sodade
10 – L’orchestra Super Mazembe – Bwana Nipe Pesa
11 – Nicole Mitchell – Doname
12 – Tal National – Tenere
13 – Jon K – Asafo
14 – Victoria Kings Jazz Band – Pamisah No. 2

Marc Ysaÿe: Machiavel – Jester (1977)
Memória de Elefante 03/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mónica Teotónio e Tiago Nogueira – Parece Que Foi Hoje (2024) (single)
‘Parece Que Foi Hoje’ junta Mónica Teotónio e Tiago Nogueira
Depois do sucesso ‘Todos os Dias’ e da colaboração com Latte em ‘Se Me Vens Salvar’, Mónica Teotónio junta-se a Tiago Nogueira (vocalista dos Quatro e Meia) neste ‘Parece Que Foi Hoje’, uma canção envolvente, onde melodias suaves e cativantes se entrelaçam, deixando um eco irresistível que nos acompanha depois de a escutarmos.
Este novo single é assumidamente uma balada emocional que aborda o amor perdido e o passar do tempo. Com letra de Mónica Teotónio e João Só, a canção mergulha nos sentimentos de saudade e arrependimento que surgem após o fim de uma relação.
‘Parece Que Foi hoje’ aborda a forma como encaramos as relações nos dias de hoje, “Chegamos em metades, estamos constantemente a medir o que devemos ou não dar, e a ilusão de que somos uns dos outros, mas nunca na totalidade. Transporta-nos para a sensação de que, por mais que nos entreguemos, nunca é suficiente.” afirma Mónica.
Tiago Nogueira acrescenta: “Foi hoje? Parece. O tempo é a matéria mais oscilante das memórias. Faz-se muito e faz-se pouco, consoante a quantidade de nostalgia que lhe dá significado.”Parece Que Foi Hoje” leva-nos à deriva pelos dias vazios, com a melancolia da solidão a ecoar nas paredes da casa, depois do bater da porta. As palavras da Mónica e do João ganham vida na melodia que não sai da cabeça, desde o dia em que a ouvi pela primeira vez. Parece mesmo que foi hoje.”
Esta canção conta ainda com a produção de João Só, que deixou a sua inconfundível marca, à qual já nos habituou.
Mónica Teotónio reflete sobre como foi importante surgir esta colaboração: “Em dois dos meus primeiros concertos, onde nunca tinha cantado num palco, muito menos partilhado o espaço com nomes que tanto admiro, acabei por cantar com o Tiago Nogueira. A escolha da canção para esse concerto foi imediata, e, quando a cantámos juntos, fez todo o sentido que, se um dia a lançasse, fosse com ele.”.
Nascida no seio de uma família de artistas, Mónica Teotónio encontrou na música o palco perfeito para dar vida aos textos que guardava em silêncio. Mas o seu talento não se limita à música: a artista também brilha como produtora, dedicando-se tanto à criação de videoclipes quanto à publicidade. Com o seu novo single, Mónica reafirma que o seu Pop único e o timbre distinto chegaram para marcar presença e conquistar o seu lugar no panorama musical português.
A nova canção que junta Mónica a Tiago Nogueira, ideal para momentos de introspeção, captura a experiência universal da perda, ressoando com todos os que já se questionaram sobre o que poderia ter sido, se fosse. ‘Parece Que Foi Hoje’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Fumaça #21 – Quase da Família #2: A Capital (Série)
QUASE DA FAMÍLIA
A CAPITAL
19 DEZEMBRO 2024
Quase da Família é uma série produzida para ser ouvida. Se puderes, aconselhamos a que ouças este episódio com auscultadores. Assim, poderás ouvir as vozes das mulheres reais que fizeram parte desta história e terás uma experiência imersiva que é impossível transpor para texto.

Barış Manço – Üçüncü Yolculuk (1999)
Memória de Elefante 02/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Prazeres Interrompidos #328: António Pedro Mendes – Muito mais do que proteína (2024)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

Vitor Wutzki – Hotel Coração Partido (2024) (single)
Títulos de Elvis Presley inspiram o “hotel coração partido” do músico e poeta Vitor Wutzki
Canção sucede álbum Espaço em Branco e vem acompanhada por audiovisual cinematográfico e show com participação da cantora YMA, em São Paulo
Vitor Wutzki – que no palco acompanha artistas como Bruna Lucchesi e Luís Capucho – pende delicadamente entre a poesia concreta e a música. É a esse movimento que o artista conduz quem adentra o universo de seu novo trabalho, a faixa-clipe hotel coração partido, sucessora do disco de estreia espaço em branco, lançado no último mês de julho. Composta por títulos de canções gravadas por Elvis Presley, traduzidas e organizadas por Wutzki numa brincadeira criativa que se utiliza da mitologia pop de Presley, “hotel coração partido” será lançada como fonograma no dia 06 de dezembro, sexta-feira, e é possível escolher onde escutar aqui. Já o audiovisual de ares cinematográficos que acompanha a canção estará disponível, simultaneamente, no canal do diretor Antonio Sobral, quem assina a produção, e pode ser visto ao vivo na véspera (05/12), em show que acontece na Porta, em Pinheiros, São Paulo, às 21h, com participação da cantora YMA.
Te seguro no meu coração enquanto não posso segurar nos meus braços. Tocante e marcada pelo humor da proposta (amor-humor) a canção surgiu durante a residência artística São João, em São José do Vale do Rio Preto. A princípio, foi composta para entrar na trilha sonora de um filme que começou a ser produzido ali, dirigido pela artista argentina Wo Portillo. “Ela me disse que precisava de uma música que falasse sobre ‘crises do amor’ para sua protagonista cantar. Sabia que esse pedido também carregava um pouco de humor e ironia. Lembrei do poema que havia começado a escrever, ainda a caminho da residência, depois de ver um título de música do Elvis Presley no Spotify – I Hold You In My Heart (Till I Can Hold You In My Arms) – e imaginá-lo traduzido para o português”, comenta Wutzki sobre o processo que resulta em “hotel coração partido”.
Notar a constante aparição da palavra azul nas letras de Presley (“Blue moon”, “Blue Suede Shoes”, “Blue River”) contribui para a atmosfera musical da faixa, e de seu videoclipe. Coincidências da vida, na época havia sido lançado o filme de Sofia Coppola “Priscilla”, que narra a relação da protagonista com Presley, com quem foi casada. “Acho um dos pontos altos dos filmes da Sofia suas escolhas de trilha sonora. Posso dizer que para a sonoridade da música imaginei isso: que ela soasse, ao meu ver, qual trilha da Coppola”. Com referências que passam pelo músico francês Sebastien Tellier e o tropicalismo brasileiro, foi nascendo a faixa que evoca um personagem-fera, cujo grau de eroticidade beira o perigo: Você não passa de um cão de caça. Gravada numa sala de estudos da residência São João, enquanto acontecia uma festa em outro ambiente, “hotel coração partido” é blue e é, também, fogo.
Filmado por Antonio Sobral, o clipe complementar à música é uma ode aos prazeres de amar livremente, consciente de todos os riscos, todas as camadas. Thainá Branco, que partilha as vozes da canção e estrela o audiovisual, foi escalada tanto pela diretora Wo Portillo para atuar no filme que estava produzindo quanto por Vitor para cantar em dueto. Ambos viram nela um estilo próprio, sagaz, de fazer as coisas, e a convidaram para estrear – brincadeira ou profecia – como atriz e cantora. Ainda é parte do lançamento de “hotel coração partido” uma série de clipes para versões de Wutzki de músicas que o influenciaram e que citam a cor azul, como: “Um Girassol da Cor do Seu Cabelo” (Lô Borges/Márcio Borges), “Terrapin” (Syd Barret), “Blue Crystal Fire” (Robbie Basho), “Ilha Azul” (Clodo, Climério e Clésio).
HOTEL CORAÇÃO PARTIDO
Lua azul
Você me deu a montanha
Sapato de camurça azul
Você não passa de um cão de caça
Rio azul
Te seguro no meu coração
Enquanto não posso segurar nos meus braços
Me beijo rápido
Me ame com ternura
Coração de madeira
Você perdeu aquela sensação de amor
Hotel Coração Partido
Amor queimando
Letra de “hotel coração partido”, feita só com títulos de canções de Elvis Presley traduzidos
FICHA TÉCNICA
Composição, voz e produção musical
Vitor Wutzki
Participação especial (voz)
Thaina Branco
Direção, produção, fotografia e montagem
Antonio Sobral
Direção de arte, maquiagem e figurino
Maira Mesquita & Marina Paturi
Iluminação
Morim Lobato
Colorização
Felipe Manoel, APTA
Produção local
Lídia Ganhito
Direção extra
Wo Portillo del Rayo
Elenco
Ana Paula Mendez
Angelica Liv
Giselle Corsello
Lidia Ganhito
Martin Wollmann
Mari Romano
Monaliza Marchi
Rafael Federman
Thaina Branco
Ynaiê Dawson
Assistência de arte
Tarsila Louzano
Johanna Landscheidt
Artes Graficas
Gui Patury
Gravação
Estudio Zarvos
Agradecimentos especiais
Manu Sobral
Maria Fernanda Monteiro de Barros
Nestor Luiz
Apoio
Objeto de cena
Casa Nova

Coffee Breakz #97 – It’ll End in Tears
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Lovesliescrushing — Jingle Bells (Snowblower)
2. SZA — 30 for 30 (ft. Kendrick Lamar)
3. Roy & God Colony — Loss Is Not Infinite
4. Azealia Banks — 212 (ft. Lazy Jay)
5. Beastie Boys — Brass Monkey
6. Anderson .Paak — Come Down
7. LCD Soundsystem — North American Scum
8. The Streets — Fit but You Know It
9. Parquet Courts — Wide Awake!
10. House of Pain — Jump Around
11. Pino D’Angiò — Ma quale idea
12. The Chemical Brothers — Galvanize
13. The Knife — Pass This On
14. This Mortal Coil — Song to the Siren

Chris Potter – Eagle’s Point (2024)
Memória de Elefante 01/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Playlist Lançamentos Dezembro 2024
A Radio Olisipo recebe diariamente solicitações de músicos que pretendem divulgar suas obras. A cada mês publicamos uma seleção em formato de playlist, com temas de álbuns, new releases e singles em destaque. Aqui apresentamos a playlist dos destaques do mês de Dezembro 2024. Boa Escuta!
Playlist Lançamentos Dezembro 2024
01. Bruno Celta – Atira-me ao Chão (2024) (single)
02. Peculiar & Mallina – Escura Noite (2024) (single)
03. Dannii – Escuro (2024) (single)
04. Parapente700 – Pingacho (2024) (single)
05. Menino Marino – 31 Megatons (2024) (single)
06. Rita Ventura – Mente-me (2024) (single)
07. José Barros – Enraizado (2024) (single)
08. Mateus Aleluia – Papel Machê (2024) (single)
09. Ghetthoven – New Day (2024) (single)
10. Ligados às Máquinas – (Dormir) em direcção ao sonho (2024) (single)
11. Duarte – Não Importou Que Ficasse (2024) (single)
12. Juliano Costa – Tudo Bem (2024) (single)
13. Ghetthoven – Letters (2024) (single)
14. Paulo Tó – Mudam- Se Os Tempos (2024) (single)
15. Manta – 112 (2024) (single)
16. Rafeiro – Medronho Feat. Malva (2024) (single)
17. André Seravat – Meio Verso (2024) (single)
18. Quase Nicolau – O Que For (2024) (single)
19. Dreia – Podes Perguntar (2024) (single)
20. Staccato Limão – Moinho (2024) (single)
21. Atalhos – Ayer Morí (2024) (single)
22. Joana Alegre – Perfeita (2024) (single)
23. Luís Braz Teixeira – Só A Mim (2024) (single)
24. Perpetua – Quarto Azul (2024) (single)
25. A Mansão – Rapariga (2024) (single)
26. A Sul – Tela (2024) (single)
27. Fontayne – Voa (2024) (single)
28. José Valente – O Circo (2024) (single)
29. Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)
30. André Marques – Cosmicsouls (2024) (single)
31. Erika P. David – Pai (2024) (single)
32. Telmo Pires – Voz Amália De Nãs (2024) (single)
33. Slowburner – Daydreaming (2024) (single)
34. Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)
35. Sandra Martins – Névoa (2024) (single)
36. David Lisboa – Follow Your Dreams (2024) (single)
37. Memória De Peixe – 03-13 (2024) (single)
38. Gatos Bomba – Não Perguntem Porquê (2024) (single)
39. Ladrão Do Sado – Viver De Lobo (2024) (single)
40. MALVA e Mimi Froes – Manto Azul (2024) (single)
41. João Pedro Silva, Pedro Santos E Rita Maria – Prelúdio Em Sol Menor, Bernardo Sassetti (2024) (single)