
Bezerra Da Silva – Eu Não Sou Santo (1990)
Memória de Elefante 23/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Bezerra Da Silva – Eu Não Sou Santo (1990)
Memória de Elefante 23/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #204
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Benjamin Lackner → Mosquito Flats
Pablo Held → I’ll never be the Same
Kris Davis → Heavy-Footed
Pee Wee Russell & Coleman Hawkins → If I Could Be With You One Hour
Oliver Nelson → Cascades
Chet Baker → This is Always
Jimmy Giuffre → Jesus Maria
Eastern Rebellion → Jacob’s Ladder
Wayne Shorter feat. Milton Nascimento → Miracle of the Fishes
Milton Nascimento & Esperanza Spalding → Earth Song

Catman Plays The Blues #162
Partimos esta semana à descoberta dos nomeados nas categorias Traditional Blues Female Artist e Contemporary Blues Album respeitante aos Blues Music Awards de 2025

Manifesto Sonoro #59
MANIFESTO SONORO escolheu os melhores trabalhos da nova música nacional de 2024.
Este é o segundo de dois episódios com a lista dos mais relevantes e criativos álbuns deste ano, das edições mais independentes da musica feita em Portugal ou em língua portuguesa.
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, de divulgação de música nacional ou em língua portuguesa, com a realização de Carlos Ramos Cleto e a produção de Nuno Duarte.
OS MANIFESTANTES DESTA SEMANA FORAM :
Himalion – lighter than air
PZ – The Shithole Countries (feat. Joe Zé)
Clara Bicho & Exclusive Os Cabides – Árvores do Fundo do Quintal
Ayom -Io Sono il Vento (feat. Salvador Sobral)
junno – Crocodile
Monday – On and on
Napa – Deslocado
Bernardo – What, If Not the Family?
MaZela – Entre Amor e Ódio
Da Chick – Cartoon
Cacique’97 -Letter to the Martyrs
OMIRI -Noite escura
Girls 96 – Circos
Eletric Man – O Espetáculo
Lx 90 – Mariana

Taheyya Kariokka – Belly Dance Divas – Solos and Spotlight (2025)
Memória de Elefante 22/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Afonso Rodrigues – Onde Foi (2025) (single)
Afonso Rodrigues, melhor conhecido pelo seu papel em Sean Riley & The Slowriders ou nos Keep Razors Sharp, viveu sempre na música.
Chegou-lhe primeiramente pela mão do pai, que partilhava com ele discos de Fado MPB e Jazz. Depois teve bandas de liceu, foi Radialista – na Radio Universidade de Coimbra – DJ, Promotor de Eventos e A&R numa editora multinacional.
Quando começou a escrever canções “mais a sério”, por alturas da faculdade, escolheu o Inglês como língua mãe. Um pouco por timidez, muito por influência dos escritores que mais admirava na altura. Nunca o soube explicar melhor.
O Português sempre o apaixonou, e a guitarra e a voz do discos do Zeca Afonso que ouvia com o pai sempre chamaram por ele, mas não sabia como fazê-lo. Faltava tempo e vocação.
Nunca se tinha sentido particularmente Português, ou de outro lado qualquer, e o Inglês tinha servido o desejo de falar para o mundo, mas com o passar do tempo, com o nascimento dos filhos em Lisboa a enterrarem cada vez mais fundo as suas raízes nesta terra, a língua soltou-se finalmente e começou a falar aquela que hoje sente como a sua verdade.
Em 2022 após uma temporada em África decidiu trabalhar numas ideias que tinha começado a escrever antes e durante a pandemia, e iniciou assim este novo caminho, que escolheu fazer com o Filipe Costa, irmão de longa data e companheiro de sempre nos Sean Riley & The Slowriders que se ocupa da maioria dos arranjos e co-produção deste primeiro trabalho.
A visão é cruzar um pouco a escrita mais clássica de cantautor com uma maior contemporaneidade na abordagem e na instrumentação.

Bernardo – What, If Not The Family (2025) (single)
Bernardo lança “What, If Not The Family?”, primeiro single do álbum de estreia “Secrets of Six-Figure Women”
No dia em que Bernardo sobe ao palco para o concerto de abertura dos Franz Ferdinand, em Lisboa, a artista luso-britânica lança “What, If Not The Family?”, o primeiro single que antecipa o seu álbum de estreia “Secrets of Six-Figure Women”, previsto para setembro.
Este tema, escrito e produzido por Sónia Bernardo e co-produzido por Dave Maclean, dos Django Django, explora a complexidade das relações familiares e a construção da identidade pessoal num mundo em constante mudança. A música reflete a fusão entre as raízes portuguesas e britânicas da artista, que cresceu entre o fado tradicional e a cena alternativa londrina.
O single mergulha na luta universal contra as expectativas da sociedade, captando a ansiedade crua de talvez escolher um caminho diferente. Com a família a desempenhar simultaneamente o papel de maior apoio e maior fonte de pressão, explora a profunda tensão entre as pressões externas e a incerteza pessoal, reconhecendo a coragem silenciosa necessária para continuar a avançar, mesmo sem ter todas as respostas.
“What, If Not The Family?” ganha vida através dos arranjos de Sean O’Hagan (The High Llamas), com a mistura de Syd Kemp (Ulrika Spacek) e Dom Shaw (Real World Studios), criando uma paisagem sonora rica e introspectiva. O single é acompanhado por um videoclipe que já se encontra disponível, expandindo a narrativa visual e emocional do tema.
Bernardo, multi-instrumentista e produtora, nasceu em East Ham, Londres, e aos 8 anos mudou-se para a aldeia da mãe, no centro de Portugal. A sua trajetória musical começou aos 11 anos, quando influenciada pelo fado e pela música alternativa, começou a compor. Aos 17, regressou a Londres para aperfeiçoar a sua arte, desenvolvendo um som próprio que funde o alt-soul com o indie, enquanto explora as suas raízes culturais.
Com uma carreira que já inclui colaborações com nomes como Phil Manzanera (Roxy Music), Django Django, Skinny Pelembe e Sean O’Hagan, Bernardo prepara-se agora para apresentar ao público o seu universo musical com “Secrets of Six-Figure Women”, um álbum que promete uma sofisticada reflexão sobre ambição moderna e identidade.
A composição e produção de “What, If Not The Family?” são assinadas por Sónia Bernardo e Dave Maclean, com contributos de Jonny Wickham no baixo, Sean O’Hagan e Hal Sutherland no piano, e Dave Maclean na bateria.
“What, If Not The Family?” já está disponível em todas as plataformas digitais.

African Roots #68
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Francis Bebey – Sanza Tristesse
2 – Damas Swing Orchestra – Odylife
3 – Idrissa Soumaoro – Ben
4 – L’African Fiesta Sukisa – Afrique de l’Ouest
5 – The Good Samaritans – Onughara
6 – Eko Roosevelt – Funky Disco Music
7 – Itadi – Hustle
8 – Ofege – Lead Me On
9 – Dick Khoza – Chapita
10 – Boncana Maiga – Koyma Hondo
11 – The Funkees – Salem
12 – War-Head Constriction – Graceful Bird
13 – Africa Negra – Tlechi ope di bengui
14 – Black Power – Matchona

Corey Harris – Mississippi To Mali (2003)
Memória de Elefante 21/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Sandra Martins – Passo a Passo (2025) (single)
“Vapor”, de Sandra Martins, é uma carta de amor destinada a outro mundo.
O primeiro álbum a solo da violoncelista e compositora propõe uma viagem íntima e perigosa, à procura da beleza que se esconde para lá das sombras.
Os temas originais que integram este álbum têm como voz principal o violoncelo e o clarinete.
Transforam memórias em texturas e atmosferas sonoras que vagueiam por um roteiro de experiências repletas de influências tão díspares quanto as colaborações da artista ao longo do seu percurso.
“Vapor” não é só uma história de luto, é sobretudo uma carta de amor.

Analog Dakar Club #15 – La Djatance
To djatance is to show off, to show one’s style and to take small steps while balancing on one foot, a movement so characteristic of the stylish “sapeurs” from Congo.
Track list
1- André Babindamana dit Lolita : N’zengomokene (Sonafric SAF 61016)
2- Monza 1er : Bonzenga Ya Batéké (ASWE Records AS014)
3- Pamélo Mounk’a : Amour de Nombakélé (Disques Sonics 79406)
4- Gode Audrige : Week end (Pacloff Didi Express PDEK 101)
5- Sam Mangwana : Disco Affair (SAM Productions S001)
6- Pierre de Moussy : Dibi (Socadra MOU011)
7- Rogers : Te revoir Africa (Fort Productions PF001)
8- Orchestre de l’université d’Abidjan : Maquis (OUA 1390)
9- Yapo Emile Et Les Rossignols D’Ananguie : Wole Min Biza(Adios Records)

Alan Hull – Squire (1975)
Memória de Elefante 20/02/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.