Alberto Hemsi – Coplas Sefardies (2005)

Alberto Hemsi – Coplas Sefardies (2005)

Memória de Elefante 23/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Dindo Yogo – Soo-Wa (1995)

Dindo Yogo – Soo-Wa (1995)

Memória de Elefante 30/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #73: Kris Dane – Rose Of Jericho (2014)

1 Álbum 100 Palavras #73: Kris Dane – Rose Of Jericho (2014)

Um podcast de Francesco Valente: 

1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!

“Rose of Jericho (2014) de Kris Dane é um álbum intimista e multifacetado, que combina elementos de folk, rock e blues com nuances emocionais profundas. Neste trabalho, Kris Dane explora temas de vulnerabilidade e força, com letras poéticas e instrumentais que variam entre sutis e dinâmicos. A faixa-título, “Rose of Jericho,” destaca-se pela sua melodia hipnótica e pela simbologia de resiliência. Canções como “Golden Rain” e “I Believe” revelam um estilo sincero e atmosférico, refletindo influências de grandes cantautores e um toque de originalidade. É uma jornada sonora rica e envolvente, com produção refinada que valoriza a autenticidade deste artista”.

Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #325: Jens Peter Jacobsen – Niels Lyhne (1880)

Prazeres Interrompidos #325: Jens Peter Jacobsen – Niels Lyhne (1880)

Autor:

Octávio Nuno

Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!

According to Johan de Mylius of the Danish Royal Library, Jens Peter Jacobsen and particularly his novel Niels Lyhne, a naturalist work, was a “poet associated with the so-called ‘modern breakthrough’ in Danish literature in the 1870s. . . . Jacobsen’s immediate importance was his status as the ‘writer of his generation.’ With the novel Niels Lyhne (1880) he voiced the disoriented and confused rejection of the old values, Romanticism’s dream and religion. . . . Like the single volume of short stories Jacobsen published in 1882, three years before he died of tuberculosis, both novels are unique in an age of realism on account of their highly charged, atmospheric prose and almost lyrical style.”

Sandra Martins – Névoa (2024) (single)

Sandra Martins – Névoa (2024) (single)

“Névoa” representa a fase mais escura e sombria de um luto.

É a viagem solitária ao interior da mente,onde habitam as vozes mais gritantes e inquietas.

“Névoa” é o 2°single da violoncelista, Sandra Martins.

Lil Green – I Got The Blues (1996)

Lil Green – I Got The Blues (1996)

Memória de Elefante 22/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #195

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #195

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Danyart New Quartet → Love Nature

MTB: Brad Mehldau Mark Turner Peter Bernstein Larry Grenadier Bill Stewart → Angola

Out/Into: Joel Ross Gerald Clayton Kendrick Scott Matt Brewer Immanuel Wilkins → Ofafrii

Jakob Bro → Haiti 

Stan Kenton → Interlude 

Metronome All Stars → How High The Moon

Billy Bauer → Lullaby Of The Leaves

Steve Grossman Quartet → Body and Soul

Arooj Aftab  → Autumn Leaves

Elomar – Na Quadrada Das Águas Perdidas (1979)

Elomar – Na Quadrada Das Águas Perdidas (1979)

Memória de Elefante 21/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)

Tainá Ambar – Caminhante (2024) (single)

Tainá lança “Caminhante”, o quarto single do novo álbum “Âmbar”

Tainá, cantora e compositora brasileira de ascendência indígena residente em Portugal, continua a fazer o seu caminho na música com o lançamento de “Caminhante”, uma ode à jornada de autoconhecimento e conexão com a natureza. 
Este single faz parte do segundo álbum de originais, “Âmbar”, editado em outubro de 2024, produzido pelo aclamado Marcelo Camelo e composto por 11 faixas, conta com as participações de Tiago Nacarato e da cantora brasileira Roberta Campos, trazendo uma fusão autêntica de influências brasileiras com a harmonia universal da música contemporânea.

“Caminhante” é o quarto single a ser revelado deste álbum, que já apresentou temas como “Menina da Praia”, a etérea abertura deste projeto, “Vaga-lumes”, um manifesto com Tiago Nacarato, e a faixa-título “Âmbar”, uma bossa nova de cadência marítima que convida a um mergulho na sua essência.

Em breve, estes recentes lançamentos serão acompanhados por um documentário produzido e realizado por Nuno Dias em que Tainá partilha, em primeira pessoa, as suas raízes e o processo criativo por detrás deste trabalho tão pessoal e ainda, a viagem ao Brasil da artista.

quem é Tainá
Tainá é uma cantora e compositora brasileira de ascendência indígena que encontrou em Portugal o palco para a sua arte. Aos 27 anos, e com uma ligação profunda à natureza e às suas raízes, reflete essas inspirações em cada composição.

Em Lisboa, e por acaso, conhece Erlend Øye, dos Kings of Convenience, quando, na Bica, cantou, para o seu grupo, o imortal tema “Corcovado” de António Jobim. Impressionado com o seu talento, Erlend convidou-a para atuar nos seus concertos em Portugal. 

Desde então, Tainá brilhou em palcos como o MEO Sudoeste, Super Bock em Stock e Marés Vivas, e colaborou com artistas como Ana Moura, Dino D’Santiago, Carolina Deslandes, Gal Costa e António Zambujo. O seu primeiro álbum, “Tainá” e lançado em 2019, incluiu o single “Sonhos”, que lhe valeu o Prémio Lusofonia nos Play – Prémios da Música Portuguesa, em 2020. 

Em 2021, destacou-se no Festival RTP da Canção com a música “Jasmim”, composta e interpretada por si, e lançou ainda o single “Peito Dividido”. O ano de 2022 trouxe o lançamento de “Rio”. 
Em 2024, Tainá apresenta o seu segundo álbum, “Âmbar”, produzido por Marcelo Camelo. O disco inclui 11 faixas e colaborações com Tiago Nacarato e com a cantora brasileira Roberta Campos.

Slowburner – Daydreaming (2024) (single)

Slowburner – Daydreaming (2024) (single)

A música é, talvez, a arte que melhor capta a matéria indefinível de que são feitos os sonhos. Por exemplo, Élvio Rodrigues, mais conhecido por Slowburner. Senta-se ao piano e aquilo sai-lhe quase naturalmente. Uma gravidade emocional colocada ao serviço de uma música generosa que parece captar esses estados liminares quando o dia dá lugar à noite, ou quando desejamos que um sonho se prolongue, como se não quiséssemos acordar para a mundanidade, ou quando um rumor emocional que vem de dentro se dilui no som, luz ou nas formas abstratas da água em movimento. 

É assim “Daydreaming”, o novo e terceiro single, que é também videoclipe, do projeto Slowburner. É um tema instrumental para piano e ambientes, retirado do álbum “Life Happens In The Interim”, lançado no mês de Setembro. É um tema que serve também para comunicar que vêm aí as primeiras datas de apresentação do disco em palco, que irão acontecer em 2025.  Em Janeiro e Fevereiro será realizado um circuito de apresentação por várias FNAC, sempre às 17 horas. A 11 de Janeiro, Colombo, e a 12, em Oeiras. Em Fevereiro, a 8, será a vez do Chiado, enquanto a 9, Almada, a 22, Alfragide e 23, Vasco Da Gama.  A 13 de Fevereiro, a Casa do Comum, ao Bairro Alto, pelas 19h, também vai receber o piano de Slowburner. Mais tarde serão reveladas novas datas por outros pontos do país.

Não é fácil categorizar a música encantatória de Slowburner, ou seja, Élvio Rodrigues, algures entre a sensibilidade clássica, melodias e ambientes mais pop, e a omnipresença de um piano insinuante, imprevisível e misterioso.  Antes do álbum, já havia lançado o EP “Before I Return To Dust” (2017) e a mixtape “Sunday Mornings Are For Piano” (2019), mas dir-se-ia que, este ano, é como se estivesse a recomeçar tudo de novo, apostando numa música contemporânea delicada, com atenção a noções como tempo, espaço e atmosfera, partilhando nesse campo algumas afinidades com figuras europeias de afirmação global como Nils Frahm, Ólafur Arnalds ou Max Richter. Depois do álbum e singles, segue-se a prova dos palcos.

African Roots #63

African Roots #63

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Pierre Akendengue – Ompung’ilendo

2 – Ekuka Morris Sirikiti – Nyegenye Oyomo Yii Jo

3 – John Chibadura – Chiiko?

4 – Jally Kebba Susso – Justice

5 – Amandio Cabral – Cutch Cutch

6 – Sangazuza – Luiza Anté Kedja

7 – Ahemaa Nwomkro – Yebre Ma Owuo

8 – The Psychedelic Aliens – Blofonyobi Wo Atale

9 – The Hygrades – Keep On Moving

10 – Sèyfu Yohannès – Mèla ùèla

11 – Alostmen – Kologo

12 – Thomas Frempong – Odo Pa

13 – Musa Mboob – Gamo Gi

14 – Elisio Vieira – Tchon Di Somada

15 – Aïcha Kone – Narda

Camané – Horas Vazias (2022)

Sol Hoopii – Master Of The Hawaiian Guitar (Volume I) (1980)

Memória de Elefante 19/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.