
Jonny Lang – Turn Around (2006)
Memória de Elefante 29/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jonny Lang – Turn Around (2006)
Memória de Elefante 29/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Ivo Lucas Ft Noninho Navarro – Custa Aceitar (2025) (single)
Depois de vencer o prémio de canção do ano com ‘Onde Vais’ de Bárbara Bandeira e Carminho, vencer o Globo de Ouro de artista revelação, e após single de colaboração com os Azeitonas no início do ano, Ivo Lucas lança novo single, desta vez com Noninho Navarro.
O autor de sucessos como ‘Amor Desleixado’ e ‘Senhora de Si’ em colaboração com Carolina Deslandes, junta-se agora a Noninho Navarro em ‘Custa Aceitar’, num Pop Latino com lufadas de tradicional e palmas, onde se funde a bagagem musical de Ivo com a tradição de Noninho.
É assumidamente uma canção para dançar ao ritmo desta fusão de vozes dos artistas, que casam na perfeição.
Noninho Navarro traz na voz as suas raízes ciganas e sentimentos profundos, “sem preconceitos, sem cores, sem etnias”, assim como influências musicais próprias das mais jovens gerações, onde o amor e os desamores continuam a ser a inspiração maior do jovem cantor romântico.
“O tema ‘Custa Aceitar’ nasce com base nas minhas influências musicais de infância. Cresci a ouvir Gipsy Kings em casa dos meus pais, e sempre fui contagiado pela energia das guitarras, palmas, e a forma como as letras são interpretadas. Quando mostrei a ideia do refrão ao Phelipe Ferreira, o meu braço direito na composição, foi-me sugerido conhecer um pouco mais o trabalho do Noninho Navarro pois poderia ser a junção perfeita. E assim foi. Conheci o trabalho do Noninho, e rapidamente me rendi à sua interpretação e musicalidade.” afirma Ivo Lucas.
É impossível ficar indiferente à sonoridade criada pelos artistas e compositores desta canção – é, certamente, a banda sonora perfeita para qualquer momento de festa. Apesar de transmitir uma letra poderosa e profunda, a música convida-nos a dançar “a dor de aceitar que a vida muda” ao som de uma envolvente junção de esperança e ritmos viciantes.
“É que eu sofro tanto com as Voltas que a vida nos deu
E só peço a Deus que este amor Não me torne ateu
Sou dor e tristeza que espera”
Esta nova canção conta com um videoclipe refrescante, de cores quentes e vibrantes, onde se comprova a boa energia criada nesta fusão de musicalidade, tradição e arte. O tema já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.

Robert Wyatt: The Soft Machine – The Soft Machine (1968)
Memória de Elefante 28/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #35
Autor:
David Calderon
(episódio de 28 de Janeiro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)

Bombazine – Até Três (2025) (single)
bombazine anunciam primeiras datas de apresentação de Samba Celta e novo single “Até Três”
8 de fevereiro/ Musicbox, Lisboa
21 de fevereiro/ Maus Hábitos, Porto
5 de abril/ SHE, Évora
12 de abril/ Texas Bar, Leiria
16 de maio/ Casa do Artista Amador, Famalicão
Os bombazine anunciam as primeiras datas da apresentação ao vivo do seu LP de estreia Samba Celta, numa digressão que irá passar por Lisboa, Porto, Évora, Leiria e Famalicão, e que contará ainda com mais concertos.
A banda vai estrear a apresentação do disco no Musicbox, em Lisboa, dia 8 de fevereiro, seguindo para uma estreia na cidade do Porto no dia 21 de fevereiro, no Maus Hábitos – Espaço de Intervenção Cultural.
Após os concertos de Lisboa e Porto, segue-se a participação da banda nas meias-finais do Festival da Canção 2025, no dia 1 de março.
As apresentações ao público retomam no mês de abril, com concertos na SHE em Évora (5 de abril), no Texas Bar em Leiria (12 de abril) e na Casa do Artista Amador, em Famalicão (16 de maio).
O novo disco da banda é fruto de cerca de um ano de trabalho criativo em estúdio, culminando numa viagem por 9 faixas que consolidam as raízes e influências do grupo, pintando-as na tela de um Portugal moderno.
O título Samba Celta simboliza as balizas criativas que a banda usou na definição da estética do novo trabalho: “Estávamos com algumas influências de sonoridades mais tropicais e queríamos contrastá-las com uma emoção mais local, mais portuguesa. O resultado não é seguramente samba nem celta, mas acreditamos que as músicas têm todas um paralelismo estético que as une”.
Gravado no Bairroup Studios, em Lisboa, o disco conta com a produção e mistura de João Sampayo e a masterização de Miguel Pinheiro Marques (Arda Recorders). Conta ainda com a participação dos músicos Fernão Biu (sopros), Sofia Ribeiro de Faria (violinos), Inérzio Macome (violoncelo) João Sampaio (percussões, coros) e Quica Granate (coros).
O disco – lançado nas plataformas de streaming em novembro de 2024 – conta agora com uma edição física limitada e exclusiva em vinil, já disponível para venda através do marketplace da banda e do Spotify.
Em relação ao EP de estreia Grã-Matina, que assumiu uma verticalidade indie mais “rock”, Samba Celta representa “uma procura consciente por novos horizontes estéticos, sem nunca perder de vista os elementos de um tecido sonoro vincado pelo groove”.
Depois dos singles “Cartago”, “Pouca Dura” e “Continuar Assim”, a banda recorta também um novo single do álbum Samba Celta – intitulado “Até Três”. A canção retoma a sonoridade mais alegre e festiva de “Cartago” e “Pouca Dura” – evocando os grooves mais dançáveis a que a banda nos tem habituado – e conta ainda com as participações especiais de Fernão Biu (Zarco, Conjunto Cuca Monga) no clarinete, e Sofia Ribeiro de Faria, nos violinos.
A banda tem planos para estender a sua digressão pelo país, com mais datas a anunciar em breve.

Tigran Mansuryan: Kim Kashkashian, Robyn Schulkowsky – Hayren / Music Of Komitas And Tigran Mansurian (2003)
Memória de Elefante 27/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

1 Álbum 100 Palavras #78: The Roy Hargrove Quintet – Earfood (2008)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“”Earfood” (2008) é um dos álbuns mais aclamados do trompetista Roy Hargrove com seu quinteto. O disco apresenta uma fusão elegante de hard bop, soul e baladas líricas, destacando o virtuosismo de Hargrove e seu grupo. A faixa de abertura, “Strasbourg / St. Denis,” tornou-se um clássico moderno, com seu groove envolvente e melodia marcante. Outras faixas, como “Divine” e “Trust,” mostram a profundidade emocional e técnica do quinteto. Com arranjos refinados e uma abordagem acessível, “Earfood” é uma celebração do jazz contemporâneo que honra suas raízes, solidificando o legado de Hargrove como um dos grandes músicos de sua geração.”
Boa escuta!

Prazeres Interrompidos #335: David Martelo – Origens da Grande Guerra (2013)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Está prestes a completar-se um século sobre o início do primeiro conflito mundial – a Grande Guerra, como então foi designado. Na sua grandeza e importância na caracterização do século XX, não haverá, provavelmente, outra guerra que a história registe cuja motivação e processo de desencadeamento, associada à absurda conduta das operações militares, proporcione críticas tão severas sobre a sanidade mental de quem por ela foi responsável, política e militarmente. A história das quatro décadas que antecederam o conflito – muito marcada pela generalizada crença de que essa tal guerra aconteceria mais tarde ou mais cedo – é rica de ensinamentos sobre os sucessos e erros então cometidos, todos eles convergindo para o desastre político, social e militar em que a Grande Guerra se converteu. É esse percurso político-militar, com particular realce para as expectativas criadas, que o autor evoca e analisa na presente obra, recorrendo aos mais elucidativos testemunhos da época, prestados, na sua maioria, em datas anteriores à eclosão do conflito.
Apesar da questão da culpabilidade da guerra não ser o propósito do autor, o leitor não deixará de encontrar nesta obra algumas considerações que o ajudarão a formular o seu juízo.

Mela – Amor Com Amor (2025) (single) Id
O aguardado primeiro disco da artista madeirense é editado no dia 13 de fevereiro e inclui também os temas ‘Água’, ‘Não é Amor’ e ‘Tanta Gente’
A cantora e compositora MELA acaba de anunciar o álbum de estreia “Aguarelas”, com lançamento a 13 de fevereiro. O aguardado primeiro disco da artista madeirense é marcado pela sonoridade pop cinemática e reflete a procura de MELA pela identidade artística, tendo como conceito os vários elementos naturais que espelham as suas origens.
“Este álbum é extremamente biográfico e acompanha a busca pela minha identidade artística, marcada por uma sonoridade pop cinemática. Em termos de conceito, a ideia era incluir vários elementos naturais, como as flores e água, que remetem para as minhas origens na ilha da Madeira e, no que toca à estética, inspirei-me na arte renascentista e barroca, culminando numa imagem dramática mas graciosa”, revela a cantora e compositora.
Nas palavras de MELA, “o disco “Aguarelas” retrata várias épocas da minha vida, sendo que cada canção é parte de um todo e na sua união formam uma “pintura” dos últimos 3 anos do meu percurso. Este título representa o abstrato e a beleza de nos deixarmos levar quando fazemos arte. A ideia de lhe chamar “Aguarelas” surge, também, da junção da palavra água, referente ao primeiro single do álbum e a faixa que iniciou todo este processo, e MELA, o meu nome artístico”.
Além de ‘Água’, que a artista apresentou no Festival da Canção em 2024, “Aguarelas” vai incluir os singles previamente editados ‘Não é Amor’, ‘Tanta Gente’ e o mais recente ‘Amor com Amor’. Este último é acompanhado por um videoclipe realizado por Guilherme Costa e Guilherme Capelo.
“Esta é, para mim, a canção mais importante do álbum pela sonoridade que adquiriu, numa fusão entre música clássica e eletrónica que resultou num dark pop imersivo e épico. Foi influenciada por um grande sentimento de injustiça e assenta no provérbio “amor com amor se paga”, que descreve a lei do retorno, quer nos sentimentos bons, quer nas ações erradas que cometemos. Este tema relata de maneira libertadora o processo de ultrapassar uma situação na qual me senti tratada de forma errada, como um renascimento pessoal”, conta MELA. “‘Amor com Amor’ tem início com o trecho do “Requiem” de Mozart, peça definida como uma missa celebrada aos defuntos, nomeadamente na secção “Lacrimosa”, que pode ser interpretada como um pedido de perdão pelos pecados e malfazeres. Toda a canção contém trechos desta peça, que simboliza a “morte” da antiga MELA e o renascimento de alguém mais forte, capaz e confiante”, afirma a artista.
“Aguarelas” foi gravado no Planta Studio Lab com produção de oputovitor e coprodução de MELA em algumas faixas, nomeadamente ‘Amor com Amor’, o novo single, já disponível em todas as plataformas digitais.

Rokia Traoré – Tchamantché (2008)
Memória de Elefante 26/01/25
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #200
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 8 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
The Fury → Sonnet for Stevie
Sullivan Fortner → Don’t You Worry about a Thing
Kurt Elling & Sullivan Fortner → Things Ain’t What They Used to Be
Chick Corea → Hackensack
John Beasley & Frankfurt Radio Big Band → Captain Señor Mouse
Miguel Zenón → Sacred Land
Lakecia Benjamin → Phoenix Reimagined
Art Farmer / Donald Byrd / Idrees Sulieman → Palm Court Alley
Catherine Russell & Sean Mason → My Ideal

Catman Plays The Blues #158
Damos a conhecer hesta semana novos sons de Charlie Musselwhite e de CW Ayon. Recuperamos ainda o registo de um concerto de Delbert McClinton ocorrido no ano de 1989.