Robin Williamson: The Incredible String Band – The Big Huge (1969)
Robin Williamson: The Incredible String Band – The Big Huge (1969)
Memória de Elefante 24/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #191
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #191
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Jaubi → Lahori Blues (Blues for Shorter)
Wayne Shorter → Deluge
McCoy Tyner → We’ll Be Together Again
Michel Petrucciani → My Funny Valentine
Roy Haynes → Raoul
Bessie Smith → Gimme a Pigfoot and a Bottle of Beer
Kenny Dorham → Una Mas
Dave Liebman → All the Things You Are
Sara Serpa → Labor
Catman Plays The Blues #149
Catman Plays The Blues #149
A partir do encontro entre três dos mais populares bluesmen da sua época e não só, o guitarrista Big Bill Broonzy, o pianista Memphis Slim e o harmonicista John Lee Sonny Boy Williamson partimos á descoberta do significado do Blues, cantado, tocado e conversado por alguns dos seus criadores originais.
Ludovico Einaudi – Like A Breath (2023)
Ludovico Einaudi – Like A Breath (2023)
Memória de Elefante 23/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
BODHI – Fake + People (2024) (single)
BODHI – Fake + People (2024) (single)
Bodhi apresenta video do primeiro avanço do disco a ser editado em Novembro
Após duas décadas de espera, acontece a 25 de outubro de 2024, o lançamento do video do primeiro single do novo disco de Bodhi.
Fake Positive People é o primeiro single a ser lançado do disco “The Beauty of Degraded Media” a ser editado no dia 15 de Novembro. Apesar de ter sido a primeira escolha, este tema foi o último tema a ser composto e gravado. Por isso para Paulo Jacob: “(o tema) mantém, ainda, aquela energia de “caçula” e aborda uma temática que me apraz: a hipocrisia (o que é hipócrita da minha parte).”
BODHI, banda formada por Paulo Jacob em 1995, sempre se destacou pela sua capacidade de cruzar influências e géneros. Com a energia do indie rock, a sensibilidade melódica, e uma abordagem musical marcada pelo caos controlado, o grupo já havia deixado a sua marca no panorama musical português com o lançamento do EP “The Haunted Sessions” (1998) e do seu primeiro álbum de longa duração em 2001.
quem são os Bodhi
A banda, formada por Paulo Jacob, deu os primeiros passos em finais de 1995, participando no primeiro festival Sempre no ar, promovido pela Rádio Universidade de Coimbra (RUC). A gravação de uma maqueta ultrapassa todas as expectativas e resulta num micro mediatismo fomentado pelos apoios da RUC e FM Radical (este último levando a banda aos tops de airplay da estação, ao lado de nomes internacionais como U2 e Offspring). Em 1996 arrecadam o primeiro prémio na segunda edição do mesmo festival e, resultado disso, os BODHI registam o seu primeiro trabalho discográfico. Entre dois anos de azares de estúdio, problemas financeiros, monumentais concertos, cursos universitários, participações especiais (Miguel Guedes – Blind Zero, Rui Duarte dos Ramp) e muita distorção, o disco é concluído e a edição levada a cabo no ano de 1998. The Haunted Sessions – EP (o título não poderia ser mais irónico!) recebe críticas favoráveis de toda a imprensa musical portuguesa, elogiando a sensibilidade melódica e a simplicidade das canções. O tema Sue’s Side Story extraído do EP viria mais tarde a integrar a banda sonora da curta-metragem Respirar (debaixo d’água) de António Ferreira. A 24 de Setembro de 2001 (data escolhida como forma de homenagear a banda responsável pela formação do projecto: os Nirvana!) seria editado pela Lux Records o primeiro longa duração dos BODHI. Um disco marcado pela heterogeneidade de estilos, pelo cinismo e causticidade das letras, por uma perspectiva estrutural antitética de caos/ordem e, acima de tudo, não fugindo aos seus princípios, pela sensibilidade melódica. O álbum contava com as participações especiais de Helder Bruno, Sérgio Costa e Marco Henriques (Belle Chase Hotel), Rodrigo Gomes, João Borges e de John Adrian Coburn (a.k.a. Le Petit Prince). Na altura a banda contava na sua formação com Rodrigo Antunes no baixo, Nuno Leite na guitarra, Cândido Jacob na bateria e Paulo Jacob na guitarra e voz. Os Bodhi assumem influências directas de: Guided by Voices, Captain Beefheart, Sebadoh, Built to Spill, Beck, Nirvana, Serge Gainsbourg, Beat Happening, Pussy Galore, Beatles, Make Up, Air, Sonic Youth, Atari Teenage Riot e Soulwax. Em 2003, Paulo Jacob inicia as gravações de um novo disco nos estúdios Mastermix em Tentúgal. Pelo estúdio passam João Baptista (Belle Chase Hotel) que grava o seu baixo inconfundível em oito canções e também Rodrigo Queirós que regista violinos em quatro canções. Tudo o resto foi gravado por Paulo Jacob num disco que ficaria enfiado na gaveta durante largos anos. Em 2020, o confinamento provocado pela pandemia Covid-19 levou Paulo Jacob a re-ouvir as gravações de 2003 e decidir encerrar esse capítulo. João Rui (aka John Mercy) misturou o disco que finalmente, 21 anos depois, será editado pela Lux Records.
Bombazine – Continuar Assim (2024) (single)
Bombazine – Continuar Assim (2024) (single) Id
A banda bombazine apresenta “Continuar Assim”, o último single de avanço do álbum Samba Celta, o primeiro longa duração da carreira do grupo, com lançamento marcado para o dia 15 de novembro de 2024.
O novo disco é fruto de cerca de um ano de trabalho criativo da banda em estúdio, culminando numa viagem por 9 faixas que consolidam as raízes e influências do grupo, pintando-as na tela de um Portugal moderno.
O título Samba Celta simboliza as balizas criativas que a banda usou na definição da estética do novo trabalho: “Estávamos com algumas influências de sonoridades mais tropicais e queríamos contrastá-las com uma emoção mais local, mais portuguesa. O resultado não é seguramente samba nem celta, mas acreditamos que as músicas têm todas um paralelismo estético que as une”.
Gravado no Bairroup Studios, em Lisboa, o disco conta com a produção e mistura de João Sampayo e a masterização de Miguel Pinheiro Marques (Arda Recorders).
Conta ainda com a participação dos músicos Fernão Biu (sopros), Sofia Ribeiro de Faria (violinos), Inérzio Macome (violoncelo) João Sampaio (percussões, coros) e Quica Granate (coros).
Em relação ao EP de estreia Grã-Matina, que assumiu uma verticalidade indie mais “rock”, Samba Celta representa “uma procura consciente por novos horizontes estéticos, sem nunca perder de vista os elementos de um tecido sonoro vincado pelo groove”.
A base do novo disco está, segundo o grupo, na opção por uma base rítmica mais seca e orgânica, temperada com a presença dos elementos psicadélicos dos sintetizadores e com outras texturas mais dramáticas, como as cordas.
“Os arranjos de cordas acabaram por se tornar um elemento característico do álbum e foi para nós uma experiência muito enriquecedora trabalhar com a Sofia e o Inérzio e perceber o processo e os desafios de dar vida às nossas composições fora da dinâmica normal da banda”.
Em Samba Celta predomina o lado mais alegre e festivo, mas também há espaço para momentos mais introspectivos.
Depois das notas quentes de “Cartago” e “Pouca Dura”, “Continuar Assim” é uma das canções do lado mais “chuvoso” do disco, assumindo uma balada que não descura o ritmo e explorando liricamente a tensão entre a presença e a ausência, entre o estar acompanhado e o estar só. “É um tema que convida à reflexão sobre as relações e os seus altos e baixos, lembrando que também há dias sem refrões”.
É uma canção que dá a conhecer a camada mais emotiva que a banda pretendeu introduzir no novo trabalho e que também estará presente noutras faixas do disco.
Samba Celta estará disponível em todas as plataformas digitais no dia 15 de novembro e já há planos para a sua apresentação nos palcos, a anunciar em breve.
Formados em 2022, os bombazine são uma banda lisboeta de indie pop/ rock que conta com Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).
African Roots #59
African Roots #59
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Emmanuel Nii Okai Tagoe – Ah lo be eh
2 – Mike Umoh – Look at Me
3 – Ernest Honny – New Dance
4 – Studio One – Mama Mdogo (feat. Mbaraka Mwinshehe)
5 – Al Massrieen – Mafatshi Leh
6 – Al Thoulathy Al Mareh – Asmar Ya Sokkar
7 – S’Modern Girls – Ungahlali Ithemba
8 – Norberto Tavares – Mariazinha Leban Bu Palavra
9 – Marino Silva – Karate
10 – Carlos Pop – Ana Maria
11 – Tubarões – Cansera Sem Midida
12 – Kumapim Royals International Band – Suro Nipa.
13 – Apagya Show Band – Mumunde
14 – Bozambo – Kombissé
15 – Noori & His Dorpa Band – Saagama
16 – Adeliz – Mlen gninie
17 – Sibongile Mbambo – Sonke
Son Little – Aloha (2020)
Son Little – Aloha (2020)
Memória de Elefante 22/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Mono Clones – There Is Nothing Wrong (2024) (single)
Mono Clones – There Is Nothing Wrong (2024) (single)
A banda Mono Clones, conhecida pelo seu estilo Late Night Rock, lança hoje “There is nothing wrong”, um novo single que explora a química entre duas pessoas, no momento em que decidem deixar de lado os jogos de sedução e agir com honestidade. Com guitarras intensas e uma batida envolvente, a canção capta o cenário das primeiras horas da manhã, quando as convenções sociais começam a parecer irrelevantes e a autenticidade emerge.
Em versos como “Precisamos mesmo de um desenho para ver o que está a acontecer?”, os Mono Clones trazem um toque de humor e autenticidade, sublinhando a necessidade de deixar de lado as formalidades e abraçar os desejos naturais. A linha repetida “Não há nada de errado no que sentimos” atua como um mantra, incitando-nos a viver o momento sem culpa, relembrando que a vida é curta demais para inibições.
Vindos dos recantos boémios e das aventuras noturnas, os Mono Clones — compostos por Bruno Le Roc (voz, guitarra), Pedro “Zap” Pimenta (bateria), Ruben Rodrigues (baixo) e David Moura (guitarra, teclados) — trazem influências de bandas como Arctic Monkeys, The Strokes e The Doors, com um som descrito como o filho perdido entre uma mixtape esquecida e uma coleção de discos vintage. As suas letras e sonoridades mergulham no lado mais sombrio das emoções e da madrugada, transportando-nos para o cenário de uma escapada amorosa ou da última reflexão existencial antes do amanhecer.
“There is nothing wrong” já está disponível em todas as plataformas digitais.
Yakuza – Batota (2024) (single)
Yakuza – Batota (2024) (single)
YAKUZA regressam aos discos e anunciam concertos
O álbum ‘2’ é uma versão maturada do seu jazz sem fronteiras
YAKUZA põe todo o cool no jazz. Ao segundo álbum deste coletivo que se apresentou em 2020 com “AILERON”, é notável a progressão na conjugação da eletrónica dentro do universo permeável do jazz. Em “Penha” e “Batota”, os dois singles estreantes deste novo disco, já nos brindavam com esta naturalidade na criação por parte dum grupo aberto a cinco elementos – Afonso Serro, Afta3000, Pedro Ferreira, Alexandre Moniz e Pedro Nobre -, que tem a magia de se fazer mais forte na mobilidade entre músicos em estúdio e em palco.
Em ‘2’ os instrumentais do coletivo YAKUZA falam alto como num tasco e ao longo de 10 temas rodam num cenário improvisado onde as personagens são livres para dançar como em “Truque Di Mente” ou “Partido Alto”, mas também para levitar como em “Batota” ou “KPM” e contemplar como em “Manilha” ou “Aida”. Como pano de fundo há um miradouro lisboeta com vista para Penha de França. A música dos YAKUZA é caracterizada pelo meio urbano de bairros das classes trabalhadoras como Olaias e Picheleira, em que o sentido comunitário e despretensioso prevalece. A juntar-se a essa influência local, confirma-se aqui a consistência numa direção estética que se afirma na modernidade dum jazz não estanque com momentos plenos de sedução provocados por sintetizadores, bateria sincopada, teclados luxuosos e grandes linhas de baixo, movimentado e possante.
‘2’ está já disponível em todas as plataformas digitais e merecerá uma edição em vinil a ser anunciada em breve nas redes sociais do coletivo.
YAKUZA apresentam ao vivo o disco no próprio dia do seu lançamento, a 25 de outubro, no Maus Hábitos (Porto) e um mês depois, a 30 de novembro, na Galeria Zé dos Bois (Lisboa).
Psychophono #7: RUMBERƏS – Rumbas Gitanas from Flamenco to the Groovy & Psych tracks recorded in the 70s and 80s
Psychophono #7: RUMBERƏS – Rumbas Gitanas from Flamenco to the Groovy & Psych tracks recorded in the 70s and 80s
We have selected some Spanish rumbas with some Gypsy, Arab, Latin influences. 100% vinyl original LP and 45s
Thanks Sbrama for the artcover https://sbrama.tumblr.com/
Selected and mixed by Andre Zann https://soundcloud.com/user-282169609
“Charlie” Palmieri: The Alegre All Stars – El Manicero – The Alegre All Stars Vol. 2 (1964)
“Charlie” Palmieri: The Alegre All Stars – El Manicero – The Alegre All Stars Vol. 2 (1964)
Memória de Elefante 21/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.