Prazeres Interrompidos #316: Amos Tutuola – O Bebedor de Vinho de Palma (1952)
Prazeres Interrompidos #316: Amos Tutuola – O Bebedor de Vinho de Palma (1952)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Amos Tutuola (20 June 1920 – 8 June 1997) was a Nigerian writer famous for his books based in part on Yoruba folk-tales.
Despite his short formal education, Tutuola wrote his novels in English. His writing’s grammar often relies more on Yoruba orality than on standard English.
Redoma – 2572 (2024) (single)
Redoma – 2572 (2024) (single)
As redoma voltam em tom confessional no vídeo de “2572”
Este é o primeiro single do álbum de estreia que sai no primeiro trimestre de 2025
Depois de se terem estreado há dois anos com o aclamado EP “parte”, seguindo-se o single solto “delírios mensais” no ano passado, as redoma estão de volta com “2572”, primeiro tema que antecipa o álbum de estreia a ser editado no primeiro trimestre de 2025.
A cada passo que dá, a dupla portuense formada por Carolina Viana (MALVA) e Joana Rodrigues, mostra-se cada vez mais interligada na sua expressão musical. O instrumental rap, numa cadência trip-hop, com uso delicado de texturas e samples, embala uma voz que se apresenta em tom introspectivo. Segundo a vocalista, Carolina, “2572 é uma reação bruta a uma ação indesejada. É também uma confissão e um bruto pedido de desculpas, uma vez que o sujeito a quem se direciona se foi tornando plural com o tempo”.
Num estilo lo-fi e simples, o videoclip que acompanha o single, reforça visualmente a mensagem da música: imagens projetadas na Carolina levam-nos por uma viagem interior com início numa reação, mas sem um fim à vista. No meio está a virtude, num caminho que se faz percorrendo na descoberta do que somos.
“2572” foi escrita por Carolina Viana e a produção ficou a cargo de Joana Rodrigues. O vídeo foi realizado por Carolina Viana e produzido também por Joana Rodrigues e Diana Gil.
As redoma fecham o ciclo de concertos deste ano com atuação no espaço cultural SOMA (Braga) no dia 9 de novembro.
Sara Tavares – Balancê (2005)
Sara Tavares – Balancê (2005)
Memória de Elefante 20/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Chek1 – Sinais (2024) (single)
Chek1 – Sinais (2024) (single)
“Sinais” é o álbum de estreia de Chek1
Este disco retrata a perturbação obsessiva-compulsiva do artista
Após editar ao longo de 2024 o single “Tinder” e o tema homónimo do álbum, o rapper e produtor Chek1 apresenta-se agora, pela primeira vez, no formato longa-duração com “Sinais”. Conhecido também como membro integrante da banda Enigmacru e da crew Sexto Sentido, o artista oferece uma visão exaustiva sobre o seu interior num álbum composto por 19 faixas que segue a linhagem estética consciente e cinzenta do Rap do Porto.
“Sinais” tem tanto de pessoal, como de social. A temática geral do disco, que aborda a perturbação obsessiva-compulsiva do artista, revela-se como sintoma de uma sociedade cansada. Este é um retrato de alguém que sofre com a sua própria mente: a experiência de Chek1 prende-se na obsessão pelo passado, pela incerteza do futuro e em tudo o que isso desencadeia. É sobre pensamentos intrusivos e a tentativa de fugir dos mesmos.
Num disco autobiográfico, encontram-se os lugares-comuns da felicidade, do amor, do sofrimento e da saudade descritos com sensibilidade compassiva. A cadência de rimas e as texturas dos instrumentais, inteiramente criados por Chek1, fazem jus aos vários “sinais” refletidos na vida do próprio.
O álbum “Sinais” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e em breve será anunciada a edição física nas redes sociais do artista.
A produção e letras do disco são da autoria de Chek1, enquanto que a gravação, mistura e masterização ficaram a cargo de Hugo Oliveira.
Manila – Fuga Em Fá (2024) (single)
Manila – Fuga Em Fá (2024) (single)
Inspirados pelo groove e marcados pela nostalgia portuguesa, os MANILA apresentam o seu primeiro EP, “Domingo à tarde”.
Após os singles de antecipação “domingo à tarde” e “estas ruínas”, os MANILA lançam agora a obra completa, gravada entre 2023 e 2024 no Bairro Up Studios, com produção de João Sampayo e masterização de Miguel Sá Pessoa. Este EP resulta de uma fusão das várias influências musicais dos membros da banda, integrando as diferentes perspetivas de cada um, ao mesmo tempo que apresenta uma base comum de inspiração.
Ao longo das seis faixas, os MANILA exploram temas variados (alguns mais cliché do que outros), mas todos imbuídos da “inexorável nostalgia de ser português”, que se traduz numa obra cantada exclusivamente em português. A sonoridade, no entanto, ultrapassa fronteiras, inspirando-se em géneros como o Jazz e o Soul, enriquecendo o projeto com uma paleta musical diversificada e abrangente.
“Domingo à tarde” destaca-se pela identidade coesa e pela fluidez entre estilos. As faixas abordam temas como o amor, a solidão e outras dicotomias existenciais, num registo onde o groove e a ambiência convidam à dança e à introspeção.
Disponível digitalmente, este EP marca o início do percurso dos MANILA, que apresentam um trabalho onde se combinam autenticidade e expressão musical.
Ofra Haza – Yemenite Songs (1986)
Ofra Haza – Yemenite Songs (1986)
Memória de Elefante 19/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #26
Trovador Urbano #26
Autor:
David Calderon
(episódio de 19 De Novembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)
Francisca – Falinhas Mansas (2024) (single)
FRANCISCA EDITA SEGUNDO ÁLBUM DE ORIGINAIS COM VERSÃO FÍSICA E DIGITAL
“RECORDAÇÕES” CONTA COM PRODUÇÃO E ARRANJOS DE JOÃO SÓ
“FALINHAS MANSAS” É O SINGLE QUE ACOMPANHA O LANÇAMENTO DO NOVO TRABALHO DE ORIGINAIS DA ARTISTA DE LEIRIA
Francisca, edita hoje “Recordações”, o seu segundo álbum de originais, que conta com produção e arranjos de João Só. Depois de revelados quatro singles de avanço, o disco é finalmente relevado na sua totalidade, contando com nove faixas, já disponíveis em todas as plataformas de streaming, com edição física a chegar a todas as lojas no próximo dia 27 de outubro.
A acompanhar o lançamento do disco, Francisca revela no seu YouTube oficial o vídeo do novo single “Falinhas Mansas”, uma animação de Martins Artista – RNM ART. Este é o novo tema que chega às rádios nacionais, seguido dos já conhecidos “As Recordações”, “Vício De Te Amar”, “Ele Tem Um Dom” e “Não Sabes Nem Metade”.
“Recordações”, é o segundo trabalho de estúdio da cantora de Leiria e o legítimo sucessor do disco homónimo, editado em outubro de 2019. Este primeiro longa-duração contou com entrada direta para o Top de Vendas de discos em Portugal e o single “Dia de Bailarico” foi a canção escolhida para a banda sonora da telenovela da SIC “Terra Brava”.
Em colaboração com o músico e compositor Cláudio Duarte, que a tem acompanhado no percurso musical, Francisca tem alimentado a necessidade de contar a sua própria história através da composição de canções. A produção do novo registo de originais foi entregue ao produtor, cantor e compositor João Só, que contribuí em várias faixas com a mestria das suas guitarras e baixos.
A artista conta que “em termos musicais este novo trabalho apresenta temas com uma sonoridade que mistura uma linha mais moderna com vários sons retro, que vão desde o ruído do vinil até aos sons de órgão usados nos discos dos Beatles. Uma das coisas que adoro neste tipo de processo criativo musical é a experimentação, onde por vezes uma simples alteração do tipo de som num mesmo acorde musical pode-nos conduzir para caminhos tão distintos.
Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single)
Sandrino – Ser Para Não Ser (2024) (single) Id
Com influências de MPB, Pop e Jazz, Sandrino apresenta-nos a sua primeira canção: ‘Ser Pra Não Ser’. Natural do Algarve e formado no Hot Clube de Portugal, o artista começa agora a sua carreira a solo, trazendo um single impactante e, ao mesmo tempo, que nos descansa num balanço muito aconchegante.
Com influências claras e indiscutíveis, foi na procura da sua sonoridade junto de várias referências nacionais e internacionais que Sandrino encontrou a sua identidade única e a partilhou com Meoli para juntos criarem este single de estreia. Como o artista refere – uma procura de identidade e um esforço para se encaixar que acaba anulando o verdadeiro eu “A letra deste single surgiu de reflexões constantes sobre a busca de uma identidade e de um propósito. Fala sobre o exercício de nos moldarmos às circunstâncias ao nosso redor, em detrimento do nosso próprio ser. Este balanço entre pertencer e sujeitar-nos a algo em detrimento daquilo que somos.”.
Com produção de Meoli e letra de Sandrino, este primeiro single é o mote para o seu primeiro trabalho em nome próprio, ainda sem data definida.
“Esta música é essencialmente sobre desorientação, incerteza e a procura de estímulos que nos amparem. Explora ainda a sensação de vazio e a busca por um significado mais profundo na existência.” acrescenta o cantor sobre o single.
No universo do pop alternativo, ‘Ser Pra Não Ser’ convida-nos a uma imersão que transcende a experiência musical convencional. Após ouvir a canção, sentimos que somos algo mais, transformados pelo envolvente percurso sonoro do início ao fim. A composição oferece-nos ritmos melódicos inesperados, equilibrando inovação e sensibilidade, e destaca-se como um primeiro single que marca não só pelo timbre singular de Sandrino, mas também pelo cuidado artístico na produção.
‘Ser Pra Não Ser’ destaca-se também por combinar texturas e nuances que nos tocam o lado mais emocional, enaltecendo uma profundidade que diferencia o estilo do artista no panorama musical português. É nesta angústia existencial mas refrescante que Sandrino apresenta a sua sonoridade ao mundo. Disponível em todas as plataformas digitais.
Compay Segundo – Yo Vengo Aquí (1996)
Compay Segundo – Yo Vengo Aquí (1996)
Memória de Elefante 18/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #68: Quincy Jones & His Orch. – Big Band Bossa Nova (1962)
1 Álbum 100 Palavras #68: Quincy Jones & His Orch. – Big Band Bossa Nova (1962)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Big Band Bossa Nova,” lançado em 1962, é um álbum icônico de Quincy Jones com a sua orquestra, onde o jazz norte-americano encontra a bossa nova brasileira. Gravado durante o auge da popularidade do gênero, o álbum explora ritmos brasileiros com arranjos jazzísticos sofisticados e cheios de energia. Faixas como “Soul Bossa Nova” tornaram-se clássicas, combinando metais vibrantes e percussão envolvente, enquanto outras, como “Desafinado,” reinterpretam composições de bossa nova com um toque orquestral. Este disco ajudou a popularizar a bossa nova fora do Brasil e destacou a versatilidade de Quincy Jones como arranjador e produtor no cenário musical internacional.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #315: Marc Eliot – Steve McQueen: A Biography (2011)
Prazeres Interrompidos #315: Marc Eliot – Steve McQueen: A Biography (2011)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Steve McQueen is one of America’s legendary movie stars best known for his hugely successful film career in classics such as The Magnificent Seven, The Great Escape, The Thomas Crown Affair, Bullitt, and The Towering Inferno as well as for his turbulent life off-screen and impeccable style. His unforgettable physical beauty, his soft-spoken manner, his tough but tender roughness, and his aching vulnerability had women swooning and men wanting to be just like him. Today—nearly thirty years after he lost his battle against cancer at the age of fifty—McQueen remains “The King of Cool.” Yet, few know the truth of what bubbled beneath his composed exterior and shaped his career, his passions, and his private life.
Now, in Steve McQueen, New York Times bestselling author, acclaimed biographer, and film historian, Marc Eliot captures the complexity of this Hollywood screen legend. Chronicling McQueen’s tumultuous life both on and off the screen, from his hardscrabble childhood to his rise to Hollywood superstar status, to his struggles with alcohol and drugs and his fervor for racing fast cars and motorcycles, Eliot discloses intimate details of McQueen’s three marriages, including his tumultuous relationships with Neile Adams and Ali MacGraw, as well as his numerous affairs. He also paints a full portrait of this incredible yet often perplexing career that ranged from great films to embarrassing misfires. Steve McQueen, adored by millions, was obsessed by Paul Newman, and it is the nature of that obsession that reveals so much about who McQueen really was. Perhaps his greatest talent was to be able to convince audiences that he was who he really wasn’t, even as he tried to prove to himself that he wasn’t who he really was.
With original material, rare photos, and new interviews, Eliot presents a fascinating and complete picture of McQueen’s life.