MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)
MaZela – Fuga Habita No Meu Quarto (2024) (single)
O projeto, iniciado em 2020 pela albicastrense Maria Roque, apresenta o aguardado EP de estreia, do qual já conhecemos as canções “Naveguei”, “Luz no Escuro” e mais recentemente “Entre Amor e Ódio”, que conta com a participação de A Garota Não.
‘Desgostos em Canções de Colo’ é uma colheita de incertezas, dores e transformações, celebradas e amparadas através de canções e da voz doce de Maria Roque. Totalmente escrito pela compositora de Castelo Branco, o EP conta com a produção e mistura de Alexandre Mendes.
Além da edição digital nas plataformas de streaming, o EP tem ainda edição física em CD, e os singles ‘Entre Amor e Ódio’ e ‘Naveguei’ fazem parte de uma edição muito limitada em vinil 7”, ideal para colecionadores. Ambas as edições estão disponíveis aqui.
SKUD & SMARTY RECORDS | MAZELA – DESGOSTOS EM CANÇÕES DE COLO
Os primeiros concertos de apresentação de ‘Desgostos em Canções de Colo’ acontecem já este fim de semana. Sexta-Feira, dia 15 de Novembro, MaZela sobe ao palco do Maus Hábitos, no Porto, e no dia seguinte, sábado, 16 de Novembro, estará em Lisboa, no BOTA, num espectáculo que contará com A Garota Não, como convidada especial. No fim de semana seguinte, a 22 de Novembro, será a vez do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, e da Blackbox do CAAA, em Guimarães, no dia 23. Para encerrar o mês, a 30 de Novembro, estará no Lúcia-Lima, em Cadima, e já em Dezembro, no dia 7, na S.H.E., em Évora.
Ficha Técnica:
Música e Letra: Maria Roque
Produção, Gravação, Mistura e Masterização: Alexandre Mendes Voz, Guitarra Clássica e Guitarra Eléctrica: Maria Roque
Guitarra Eléctrica, Sintetizadores e Percussões: Alexandre Mendes
Gravado entre Julho 2023 e Setembro de 2024 em Castelo Branco, Setúbal e Pedrogão Pequeno.
Guitarra clássica, ‘Naveguei’, gravada por João Veludo e Tomás Camacho no estúdio da ESART, Castelo Branco
Fotografias: Tiago Cardoso Design: Ema Oliveira
Produção Executiva: Rodolfo Matos Skud & Smarty Records 2024
Imrat Khan – Raga Marwa (1992)
Imrat Khan – Raga Marwa (1992)
Memória de Elefante 17/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #190
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #190
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Quincy Jones → Soul Bossa Nova
Lionel Hampton → Kingfish
Art Farmer → Mau Mau
Clifford Brown → Wail Bait
Quincy Jones → Sermonette
Sarah Vaughan → Misty
Ray Charles → One Mint Julep
Quincy Jones → Ghana
Les Double Six → Meet Benny Bailey
Miles Davis → Boplicity
Amy Winehouse → It’s My Party
Frank Sinatra → The Shadow Of Your Smile
Carolina Parra: CSS – La Liberación (2011)
Carolina Parra: CSS – La Liberación (2011)
Memória de Elefante 16/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)
Gatos Bomba – Maldita Espera (2024) (single)
Gatos Bomba lançam o single “Maldita Espera” após a edição do álbum de estreia
A banda Gatos Bomba, composta por Tiago Inácio (acordeão), João Pedroso Antunes (voz e guitarra), Edgar Gama (baixo) e João Messias da Silva (bateria), acaba de lançar o single “Maldita Espera”, que segue o lançamento do seu álbum de estreia, “A Alegria de Estar Desaparecido”, editado a 27 de outubro. Oriundos do Barreiro, os Gatos Bomba misturam música popular portuguesa com a energia do punk, criando uma sonoridade crua e expressiva.
“Maldita Espera” combina letra poética e sonoridade visceral para expressar uma profunda desilusão com o mundo e o tédio existencial: “Já não leio os jornais / E já não, já não me interessam os demais”. A história reflete uma personagem que, após uma amarga experiência, vagueia por Lisboa em busca de refúgio e entrega-se ao ciclo repetitivo da espera e dissolução, reiterado pela repetição de “Nesta maldita espera”.
O nome Gatos Bomba possui uma história peculiar e é inspirado numa tática militar experimental dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, onde gatos armados com explosivos eram enviados ao mar com o intuito de atingir navios inimigos. A imagem de um ser deslocado e confuso em meio a uma guerra que lhe é alheia serve de metáfora à banda, que expressa através da música sentimentos de deslocamento e contestação.
A banda escolheu “Maldita Espera” como o single principal por encapsular a sua proposta musical em toda a extensão, permitindo que os ouvintes capturem a essência dos Gatos Bomba em pouco mais de um minuto e meio. A faixa reflete a intensidade e melancolia do fado, combinada com a vitalidade do punk e influências de cúmbia villera que surgem na sua introdução.
Concebida num momento espontâneo de inspiração, “Maldita Espera” tornou-se um “amuleto” musical, pois foi em torno dela que se desenhou a identidade e estética musical do grupo. A canção explora a relação entre queda e ascensão e aborda o tempo de maneira cíclica e inexorável, transmitindo movimento contínuo e inevitável entre destruição e regeneração.
Os Gatos Bomba referem que cada faixa é um “pequeno filme” criado a partir de sons e palavras, esperando que o ouvinte se deixe envolver pelas imagens e emoções. Assim, “Maldita Espera” transforma-se numa experiência sensorial profunda, apelando à reflexão e à catarse de quem, talvez, já tenha sentido esse peso nunca antes ouvido ou expresso.
O single “Maldita Espera” está disponível em todas as plataformas digitais.
The Orange Buzz Band – Native Son (2024) (single)
The Orange Buzz Band – Native Son (2024) (single)
The Orange Buzz Band são uma banda de rock de Setúbal que pega no som intemporal do rock dos anos 60 e 70 e lhe dá uma nova vida.
O grupo é composto por Chico, na voz e guitarra ritmo, Alca, na bateria, Gonçalo Silva, no baixo, e Manga na guitarra solo.
Inspirados pela música de uma era em que a irreverência, a inovação e a liberdade reinavam, os Orange Buzz Band trazem para o cenário musical português uma viagem auditiva marcada pelo seu som psicadélico e enérgico.
Com uma atitude e presença inigualáveis, os Orange entregam uma performance transcendente e prometem pôr qualquer plateia a dançar.
O seu álbum de estreia, ‘Electric Kiss’ saiu dia 21 de junho e está disponível em todas as plataformas. Este álbum não só demonstra o som vibrante da banda, mas também reflete sobre temas como política, paixão, sensualidade, vício e moralidade. É uma experiência obrigatória para todos os amantes de música.
Catman Plays The Blues #148
Catman Plays The Blues #148
Novos lançamentos de John Greyhound Maxwell
e de Zac Harmon marcam o programa desta semana. Oportunidade ainda para congratularmos o pianista Whistlin Alex Moore na passagem do seu aniversário.
Susie Ibarra – Talking Gong (2021)
Susie Ibarra – Talking Gong (2021)
Memória de Elefante 15/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
Freddy Locks – Freedom Is My God (2024) (single)
A digressão “Infinite Roots” celebra os 20 anos de carreira de Freddy Locks e é um reflexo da sua evolução como músico e compositor. Cada concerto é único, marcado por uma entrega total, onde todos os músicos vibram ao som do groove e da mensagem intemporal das composições de Freddy Locks. Para além de apresentar o novo álbum, serão revisitados muitos dos temas mais icónicos da sua carreira, uma experiência única para os fãs do “Roots Reggae” que acompanharam a carreira do artista ao longo de duas décadas. Mais do que simples concertos, são momentos de verdadeira cumplicidade e partilha, uma viagem musical que alimenta a alma e conecta corações.
Freddy Locks apresenta-se ao vivo nos próximos meses pelo país: 25 de Outubro no 7Arte em Castro Verde, 26 de Outubro no Rock da Baixa-Mar em Tavira, 12 de Novembro no Bang Venue em Torres Vedras e 20 de Dezembro no Tokyo em Lisboa.
A acompanhar o anúncio destas novas datas ao vivo, Freddy Locks lança o novo single “Freedom Is My God” (Infinite Roots). Compôs esta canção no seu diário aos 18 anos, em 1995, mantendo-a guardada na sua intimidade até 2012, quando a gravou pela primeira vez, numa versão acústica, para o álbum Rootstation. “Freedom is My God” renasce, 20 anos depois, com novos arranjos e uma abordagem renovada, celebrando a sua carreira no álbum Infinite Roots. Esta canção é a expressão pura da essência musical de Freddy Locks, refletindo uma mensagem intemporal de Liberdade. Hoje, essa mensagem ganha ainda mais relevância ao ser associada à luta pela independência da Palestina.
A celebração dos 20 anos de carreira este ano foi assinalada com o lançamento do álbum Infinite Roots, uma regravação original dos seus maiores sucessos. “Bring up the Feeling”, “Pure smile”, “Living inna city”, “Iration”, “Earth”, “Healing of the Nation”, “Fazuma”, “Freedom is my god”, “Don’t lose you” e “So Nice”, 10 temas escolhidos por Fred Oliveira para este disco.
O disco é co-produzido pelos incríveis produtores de Reggae que há muito partilham palco com Freddy Locks, Mighty Drop e Dynamike, em colaboração com o produtor holandês Jori Collignon (COLLIGNON/ Skip & Die).
Freddy Locks é um artista no cenário da música reggae, conhecido pela sua paixão pela música africana e pelas suas poderosas mensagens, continua a cativar audiências em todo o mundo com sua autenticidade e talento inegável.
Tsunamiz – Bad Wolves (2024) (single)
Tsunamiz – Bad Wolves (2024) (single)
Tsunamiz, nome artístico de Bruno Sobral, lançou «Bad
Wolves», o novo single do seu próximo álbum “Behold
the Man”, que sai dia 6 de dezembro.
«Bad Wolves» é um protesto contra a histeria anti-imigração que parece invadir atualmente as mentes demuitas pessoas e exibe sonoridades que lembram osDead Combo e Dick Dale misturados com ritmos latinos,música electrónica e um refrão contagiante.A música encontra-se disponível nas principaisplataformas digitais.O álbum “Behold the Man” será apresentado ao vivo nodia 7 de dezembro no Roterdão Club, em Lisboa. Estenovo disco promete trazer uma diversidade desonoridades, mantendo o estilo único e eclético quecaracteriza o artista.
Radio Is A Foreign Country #17 – Afghan Records (067)
Radio Is A Foreign Country #17 – Afghan Records (067)
A killer mix of 60’s & 70’s Afghan records selected by Naujawanan Baidar (N.R. Safi), the artist behind the phenomenal label Radio Khiyaban, which features 1970s Afghan cassette culture filtered through a labyrinth of buzzing drones, tape manipulation, and fuzz-drenched percussion. In this mix, Naujawanan Baidar presents a treasure trove of Afghan records influential to his own music.
Check out Radio Khiyaban’s bandcamp page here: radiokhiyaban.bandcamp.com
Check out our 24/7 radio platform here: www.radioisaforeigncountry.org/
John Henry Barbee – Blues Masters, Vol. 3 (1991)
John Henry Barbee – Blues Masters, Vol. 3 (1991)
Memória de Elefante 14/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.