Prazeres Interrompidos #314: Antony Beevor – D-Day: The Battle for Normandy (2009)
Prazeres Interrompidos #314: Antony Beevor – D-Day: The Battle for Normandy (2009)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
The Normandy Landings that took place on D-Day involved by far the largest invasion fleet ever known. The scale of the undertaking was simply awesome. What followed them was some of the most cunning and ferocious fighting of the war, at times as savage as anything seen on the Eastern Front. As casualties mounted, so too did the tensions between the principal commanders on both sides. Meanwhile, French civilians caught in the middle of these battlefields or under Allied bombing endured terrible suffering. Even the joys of Liberation had their darker side. The war in northern France marked not just a generation but the whole of the post-war world, profoundly influencing relations between America and Europe. Making use of overlooked and new material from over thirty archives in half a dozen countries, “D-Day” is the most vivid and well-researched account yet of the battle of Normandy. As with Stalingrad and Berlin, Antony Beevor’s gripping narrative conveys the true experience of war.
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Peculiar – Mão Morta (2024) (single)
Não só de nome é PECULIAR, também o estilo musical que nos apresenta se distingue de qualquer outro no panorama musical português. Numa época em que todos estamos cansados da monotonia e da repetição, o artista arrisca mais uma vez numa sonoridade própria, já característica dele, disruptiva e singular. Talvez emane a estranheza à primeira escuta, mas torna-se imediatamente viciante daí em diante – Já dizia Fernando Pessoa “Primeiro estranha-se depois entranha-se”.
‘Mão Morta’ é o mais recente single de Peculiar, que pretende dar a conhecer através da sua arte, a história por detrás da Mitologia Popular Portuguesa, essa que muita gente desconhece. Todos ouvimos falar dos Deuses Romanos, do Olimpo e dos Reis, mas e o que está escondido na nossa história? Existem Seres por explorar e Histórias por contar, ‘Mão Morta’ abre o véu a esse caminho, abordando a Morte e o caminho divino que é explorado na nossa Mitologia.
Depois de um primeiro EP ‘Lágrima de Pérola’ aclamado pela Indústria, de uma nomeação nos Prémios Play da Música Portuguesa como melhor videoclipe do single ‘Escura Noite’ e ainda vários concertos, um deles na FATACIL sendo o concerto de abertura para Ivandro, Peculiar apresenta-nos o início daquele que será o seu próximo projeto, um segundo EP cheio de mitos, lendas, histórias reais e cultura portuguesa num misto de sonoridades tanto vulneráveis como transformadoras.
Uma manhã fria, e uma campa vazia são o berço da vida que tinge o campo com flores. ‘Mão Morta’ parece saída de uma noite de Halloween, mas apesar da sua sonoridade sombria e misteriosa (semelhante a “Unholy” de Sam Smith) possui uma mensagem de esperança relembrando-nos que é o Fim que traz novos começos e o crescimento que dá sentido à vida.
Peculiar procura expandir os limites da Pop Portuguesa misturando a tradição e cultura portuguesa com a realidade da atualidade, seguindo pelo caminho irreverente de artistas internacionais como Rosalia, Stromae e Mahmood.
Na faixa que dá início ao seu 2º EP conta-nos através de uma lengalenga de crianças a história da Morte, uma das personagens menos compreendidas da Mitologia Popular Portuguesa. Esta, tal como um agricultor na colheita, cria espaço para a vida, mantendo o equilíbrio e trazendo, sem discriminar, consolo a todas as almas no momento da sua passagem.
“Um dos meus maiores receios desde criança é a Morte e o mistério insondável que a envolve. Seja a morte da minha família, o medo de ficar sozinho, ou a minha própria morte, antes de conseguir alcançar os meus sonhos e objetivos. A personificação da Morte na Mitologia Popular Portuguesa e todas as histórias que lhe estão associadas, contadas de gerações em gerações, permitiram-me entender a importância de sabermos que o nosso tempo é limitado. Permitiu-me deixar de ver a Morte como algo negro e triste e passar a vê-la como o que dá sentido à nossa vida. Sabemos que independentemente de quem somos ou do que fizemos, a “Mão Morta” há de sempre vir bater à nossa porta. São histórias como estas que nos ensinam a ser humanos outra vez.” afirma o artista.
Mão Morta, Mão Morta, vem bater à minha porta!
Este novo single foi escrito na íntegra por João Nicolau Quintela e produzido por Cozy e Peculiar. Os visuais não são exceção e são também eles peculiares e esclarecedores daquela que é uma cultura escondida e que Portugal precisa de conhecer.
As novidades não tardam em chegar e a Mitologia Popular Portuguesa ficará certamente na ponta da língua do povo português com todos os ensinamentos que Peculiar nos trará em todas as suas canções e produções.
‘Mão Morta’ encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
“A ideia da morte, ou o mistério insondável que a envolve, constitui para o homem, desde sempre, a sua maior obsessão. Por se tratar de um momento único, em que todos os anseios e ilusões terminam e todas as luzes se apagam para sempre, não admira que a morte tenha também um lugar personificado na mitologia popular.” Alexandre Parafita
Miho Hazama’s m_unit – Beyond Orbits (2023)
Miho Hazama’s m_unit – Beyond Orbits (2023)
Memória de Elefante 13/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções Do Sofá – Fome De Paz (2024) (single)
Canções do Sofá lançam novo single “Fome de Paz”
Canções do Sofá, com origem em Santa Maria da Feira, acabam de lançar o seu mais recente single, “Fome de Paz”, um apelo urgente à humanidade e à necessidade de encontrar soluções pacíficas em tempos de incerteza e conflito. Esta faixa, marcada por uma sonoridade visceral, reflete sobre o custo da guerra e a responsabilidade coletiva de agir em defesa da paz.
O refrão da canção é um grito à guerra em nome da paz, convidando todos a refletir sobre como a violência tem sido usada como resposta às divergências e ambições individuais. “Fome de Paz” pretende inspirar uma mudança de paradigma, promovendo o respeito pela vida humana e a busca por soluções que evitem o sofrimento de inocentes.
Este lançamento insere-se na linha de música de intervenção característica da banda, que explora temas como a sociedade, educação e valores humanos. O projeto, liderado por Cristina e Paulo, tem raízes em experiências pessoais e conversas profundas, que resultam em canções que misturam influências world, retro-pop e indie, com uma forte base de autor.
Canções do Sofá lançaram o seu primeiro single em 2023 e o EP, “Datilograma”, em 2024, trazendo ao público temas de intervenção social e referências à música portuguesa dos anos 90. A banda cita influências de projetos como Clã, Três Tristes Tigres, Rádio Macau e GNR, numa combinação de sonoridades que continuam a marcar a sua identidade musical.
Com “Fome de Paz”, a banda reafirma o seu compromisso com uma música que leva à reflexão, sendo um manifesto sonoro em prol da paz e do entendimento entre os povos.
O single e o videoclipe que acompanham a faixa já estão disponíveis em todas as plataformas digitais.
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
Virgem Suta – Cantar Até Cair (2024) (single)
“Cantar até cair” é o terceiro single extraído do novo álbum dos Virgem Suta que será lançado a 25 de outubro. O tema, originalmente escrito por Jorge Benvinda e Nuno Figueiredo para o álbum do Rancho de Cantadores de Vila Nova de São Bento, é agora recuperado e re-arranjado para integrar No céu da boca do lobo, o novo álbum dos Virgem Suta.
“Esta canção é um tema circular, uma espécie de ladaínha e, simultaneamente, um hino ao amor, que vai crescendo de intensidade à medida que se estende no tempo”. Na sua gravação, para além de Jorge Benvinda nas vozes e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, o tema contou com a participação de JP Coimbra nos sintetizadores e produção, Jorge Costa na bateria e percussões, João Martins nos coros, Pedro Santos no baixo e João Salcedo no acordeão.
No céu da boca do lobo é o quarto álbum de originais dos Virgem Suta, composto por nove temas originais, recheados do habitual humor sagaz em torno da vida quotidiana, passando por paisagens e rotinas do Alentejo profundo e histórias de amor que chegam a público no ano em que a banda assinala 15 anos de existência.
Os primeiros concertos de apresentação do álbum serão a 12 de novembro, em Lisboa, no Teatro Maria Matos, a 21 de novembro, na Casa da Música do Porto e a 22 de novembro na Casa das Artes de Felgueiras. Nestes concertos a banda propõem uma viagem sonora com passagem obrigatória por novos temas, clássicos incontornáveis e temas já editados, nunca antes apresentados em concerto. Ao vivo, além de Jorge Benvinda na voz e guitarra e Nuno Figueiredo nas guitarras e coros, a banda contará com Bruno Vasconcelos nas guitarras, programações e coros, Hélder Morais no baixo, sintetizador e coros e Jorge Costa na bateria, percussões e programações.
Alirio Díaz – Five Centuries of Spanish Guitar Music (1994)
Alirio Díaz – Five Centuries of Spanish Guitar Music (1994)
Memória de Elefante 12/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Lady & Lass – Together (2024) (single)
Lady & Lass – Together (2024) (single)
A banda portuguesa Lady & Lass lançou na passada semana o seu mais recente single – Together. Produzido por Miguel Nicolau (Memória de Peixe, Monday, Golden Slumbers, etc.) e masterizado por Nuno Monteiro (Mariza, Tiago Bettencourt, Ana Moura, etc.), este tema caracteriza-se por uma sonoridade moderna e bem equilibrada, e uma letra romântica bem embalada por teclados e guitarras sonantes. O tema integrará o primeiro EP da banda, que sairá no início de 2025.
Rossana – Não Creio (2024) (single)
Rossana – Não Creio (2024) (single)
Rossana lança “Não Creio”, o terceiro single de antecipação ao novo álbum “À La Portugaise”
A artista portuguesa Rossana, radicada em Londres, lança hoje “Não Creio”, o terceiro e último single que antecede o seu segundo álbum de estúdio, “À La Portugaise”, com lançamento agendado para 8 de novembro. Com uma abordagem única, já familiar no universo de Rossana, “Não Creio” destaca-se pela sua estrutura dividida em dois movimentos sonoros distintos, oferecendo ao ouvinte uma viagem emocional e musical.
Nesta nova faixa, Rossana apresenta-nos a figura de Dona Maria, uma alegoria daqueles que não têm voz ou que, muitas vezes, não são ouvidos. Com uma delicada fusão de piano e violoncelo, a canção começa como uma balada introspectiva, destacando a ternura da letra e a suavidade da voz de Rossana, que apela à compaixão por todos aqueles que vivem à margem.
Contudo, a canção muda abruptamente de registo, evoluindo para um hino rítmico de afirmação pessoal. Rossana canta, sem hesitação, sobre a sua falta de fé em entidades superiores, deixando claro que a sua verdadeira fé reside nos Homens. O piano assume o papel principal na melodia, conduzindo uma orquestração rica e envolvente, que culmina numa secção final onde a energia e a emoção convidam o ouvinte a juntar-se num uníssono vibrante.
“Não Creio” está disponível em todas as plataformas digitais, oferecendo mais uma amostra do aguardado álbum “À La Portugaise”, que será lançado pela BAIT Records em novembro.
Trovador Urbano #25
Trovador Urbano #25
Autor:
David Calderon
(episódio de 12 De Novembro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Buddy Ace – The Silver Fox (1992)
Buddy Ace – The Silver Fox (1992)
Memória de Elefante 11/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 Álbum 100 Palavras #67: George Benson – Give Me The Night (1980)
1 Álbum 100 Palavras #67: George Benson – Give Me The Night (1980)
Um podcast de Francesco Valente:
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Give Me The Night,” lançado em 1980, é um dos álbuns mais populares do guitarrista e cantor George Benson, produzido por Quincy Jones. Com uma fusão de jazz, funk e R&B, o disco tem uma sonoridade vibrante e sofisticada, destacando a habilidade de Benson que une sua guitarra expressiva ao estilo vocal suave. “Give Me The Night,” tornou-se um grande sucesso, assim como “Love X Love.” Este álbum marcou uma virada na carreira de Benson, levando-o a um público mais amplo e consolidando-o como uma figura importante do jazz-pop. A produção de Quincy Jones trouxe um brilho especial ao projeto.”
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #313: Jon Fosse – Trilogia (2014)
Prazeres Interrompidos #313: Jon Fosse – Trilogía (2014)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Trilogía es un libro diferente. Es hipnótico. Para Jon Fosse escribir es como rezar y, para el lector, leer Trilogía significa entrar en una profundidad desconocida. Con un lenguaje sencillo y un narrador único, Fosse nos cuenta la historia de una pareja de adolescentes que va a tener un hijo y que intenta sobrevivir sin nada en un mundo hostil.
Con esta historia entendemos qué significa la indefensión y nos hacemos conscientes de la mirada despiadada de la sociedad, pero también revivimos de forma exquisita el primer amor, la experiencia de empezar la vida. Es una obra emocional que, desde la oscuridad de una situación extrema, nos ilumina.