‘inesquecível’ é o primeiro single de ÏNIA, cantora e compositora de 22 anos, natural de Lisboa, que tem vindo a consolidar o seu espaço na música pop alternativa com uma abordagem muito autêntica.
Depois de começar a ser notada pelo seu talento ao acompanhar Bárbara Bandeira como back vocal, a artista trabalha também nos arranjos vocais de Bárbara Tinoco, onde fez parte do concerto da artista no MEO ARENA em outubro de 2024. Para além destes dois nomes enormes da Pop em Portugal, ÏNIA trabalha também com iolanda, vencedora do Festival da Canção de 2024.
São mais do que provas vivas de que apesar da tenra idade, de um curso de JAZZ e da escola de palco que carrega, este primeiro single é apenas o início de uma carreira sólida na música pop alternativa em Portugal.
Este seu primeiro single ‘inesquecível’ aborda temas vulneráveis que nos fazem mergulhar num emocional extremamente impactante, culminando numa aprendizagem de que, com o tempo, é importante deixar ir, apesar da dor de ser esquecida permanecer.
A canção foi escrita inteiramente pela artista no início de 2023 e foi nas mãos de Luar que ganhou a finalização perfeita para que a sonoridade seja a que hoje podemos escutar – uma mistura de sons envolventes e letras muito particulares e íntimas.
No videoclipe de ‘inesquecível’, ÏNIA pretende prender o espectador na imagem daquilo que é escutado. Facilmente nos deixamos levar pela desilusão dos sonhos cor-de-rosa não serem reais e de que a dor é muito mais forte do que a que nos preparam para. Nestas imagens vemo-nos envoltos numa promessa que acaba por ser quebrada, num fim que é visível mas difícil de aceitar, num grito de frustração e liberdade.
ÏNIA é uma voz em ascensão no cenário pop alternativo português, e este primeiro tema ‘inesquecível’ torna-a nisso mesmo, um nome a reter como promessa de uma entrega feminina muito distinta na música portuguesa. O primeiro single da artista já se encontra disponível em todas as plataformas digitais.
Pedro Melo – Sina (2024) (single)
Pedro Melo – Sina (2024) (single) Id
“Sina” é o novo single de Pedro Melo que pretende homenagear todos aqueles que parecem ter o azar como companhia constante, onde cada passo parece um desafio e uma afronta ao destino. No entanto, é precisamente nesses momentos, quando a sorte parece atravessar a rua e afastar-se, que o artista pretende mostrar que é aí que a verdadeira coragem se revela.
Inspirado por uma pessoa especial na sua vida, Pedro Melo capta na letra a essência de alguém que, com determinação, enfrenta as adversidades diárias. Até o simples gesto de se levantar da cama torna-se um ato de bravura, necessário para transformar a própria sina.
É uma homenagem a todos aqueles que, apesar de todos os obstáculos do quotidiano continuam a enfrentar o mundo com um toque de esperança e leveza.
Ennio Morricone – Per Un Pugno Di Dollari (Colonna Sonora Originale • Edizione Speciale) (1964)
Ennio Morricone – Per Un Pugno Di Dollari (Colonna Sonora Originale • Edizione Speciale) (1964)
Memória de Elefante 10/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Luís Fialho – Vem Ter Comigo (2024) (single)
Luís Fialho – Vem Ter Comigo (2024) (single) Id
Luís Fialho lança novo single “Vem ter Comigo”
Luís Fialho acaba de lançar o seu novo single “Vem ter Comigo”, já disponível em todas as plataformas digitais. Escrito e composto em colaboração com Khiaro e Mário Monginho, o tema remete para uma história de amor vivida no Alentejo, região de onde o artista é natural.
“Vem ter Comigo” narra a história de um rapaz que se apaixona por uma rapariga de Lisboa, que passa as férias de verão no Alentejo, em casa da avó. O jovem faz tudo para conquistar o coração da rapariga, mas o fim das férias dificulta um desfecho feliz para este romance que parecia destinado a resultar.
Musicalmente, a canção é uma fusão entre pop e cante alentejano, destacando-se pela interpretação de Luís Fialho, que imprime na música o seu estilo único, enraizado nas tradições da sua terra. O tema termina com a participação de um coro alentejano, sublinhando as influências culturais do artista. “As pessoas receberam muito bem esta canção”, refere Luís Fialho, após a apresentação ao vivo no seu primeiro auditório em Lisboa, no dia 21 de setembro, que esgotou. “Vieram falar comigo no final do espetáculo e elogiaram a ideia de incluir um coro alentejano numa canção pop.”
O single faz parte de um projeto mais amplo, com lançamento de disco previsto para 2025, onde Luís Fialho continuará a explorar as suas influências musicais, desde o cante alentejano ao fado. O videoclipe de “Vem ter Comigo” também já se encontra disponível no canal de YouTube do artista, reforçando a ligação visual e emocional à sua terra natal.
Natural de São Manços, perto de Évora, Luís Fialho tem vindo a combinar as tradições do Cante Alentejano com a música popular portuguesa. O seu primeiro single, “Tardes Contigo”, lançado em setembro de 2023, somou mais de 100 mil visualizações em poucas semanas. Em março de 2024, lançou a canção “Milagre do Santo”, uma homenagem à sua terra, com mais de 115 mil visualizações. A sua carreira foi também destacada pela participação no The Voice Portugal 2023, onde demonstrou uma forte capacidade de se conectar com o público.
Agora, com o lançamento de “Vem ter Comigo”, Luís Fialho continua a expandir a sua identidade musical, preparando o terreno para o seu aguardado disco de estreia.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #189
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #189
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Tord Gustavsen Trio → The Old Church
Steve Coleman → Multiplicity of approaches
John Zorn → Dalquiel (Book 2, #196)
Lynne Arriale Trio → Seven steps to Heaven
Thumbscrew → I’m A Senator
Charlie Parker → Honeysuckle Rose
Paul Bley → Ornithology
Shirley Horn → Memories Of You
Buck Hill → Yesterdays
Elly → Hum Drum Blues
Catman Plays The Blues #147
Catman Plays The Blues #147
Recordamos esta semana o lendário Bluesman Howlin’ Wolf escutando uma sua gravação registada em 1972 em Chicago 4 anos antes do seu desaparecimento.
Manifesto Sonoro #54
Manifesto Sonoro #54
Manifesto Sonoro é um programa de rádio, em formato podcast, com a realização e produção de Nuno Duarte e Carlos Ramos Cleto
Para ouvir em: radiolisipo.com/
Os manifestantes desta semana foram:
Wolf Manhattan – Breathe
bombazine – Continuar Assim
Miss Universo – Ser Português
Batida feat. Mayra Andrade – Bom Bom
Lena d’Água – Sem Pressa
The Soaked Lamb "Almost a Song" Feat. Tó Trips & Pedro Gonçalves
Rita Braga – Illegal Planet
Manuel João Vieira – Dor de corno
Manuel João Vieira – Dia sim dia não
Belle Chase Hotel – São Paulo 451
Miramar · JP Simões – Thelma
Dela Marmy – Old Human
Bodhi – Fake + People
Fatspoon · Gazpa – Domingo não estou (Gazpa Remix)
Mirror People – Reckless
vaarwell – tomorrow (HOUNDTRACK remix)
Yakusa – Tuning
Zahara – Mgodi (2017)
Zahara – Mgodi (2017)
Memória de Elefante 09/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Human Natures – Tides (2024) (single)
Human Natures – Tides (2024) (single)
HUMAN NATURES, banda constituída por artistas emergentes nacionais e alter-ego de João Ribeiro, apresenta o seu terceiro e penúltimo single – Tides – que antecede o lançamento do álbum de estreia ELECTRIC DREAMS. Com a exploração de sonoridades mais agressivas e acelerações de dinâmicas ao longo da faixa, esta é cantada por Constança Ochoa (Líquen, Peixinhos da Horta), Francisco Frutuoso (Eigreen, Flying Cages) e João Ribeiro. A canção expressa as oscilações que fazem parte da experiência humana, com todos os seus altos e baixos que a caracterizam, procurando navegar as ondas entre a bonança e tempestades que ocorrem ao longo da nossa existência. A música foi gravada nos Estúdios da EMA (Coimbra), misturada e produzida por Buga Lopes, masterizada por Miguel Pinheiro Marques na Arda Recorders (Porto) e conta com videoclip realizado pela We Are Frames (Lisboa).
A criação de HUMAN NATURES surge a partir das ideias que João Ribeiro criou ao longo dos últimos 12 anos, encontrando na música uma forma de expressar as suas emoções, culminando com o lapidar das canções com um novo grupo de artistas provenientes de vários projetos nacionais emergentes, tais como Eigreen, Líquen, LVI, Masena, MaZela e Peixinhos da Horta, nomeadamente: Alexandre Loureiro, Carlos Serra, Constança Ochoa, Francisco Frutuoso, José Santos, Luísa Levi, Maria Roque e Vasco Faim.
Os primeiros singles The Now e The Road e The Meaning Song foram bem recebidos pelo público, rádios ibéricas e norte-americanas (Antena 1, Antena 3, RUC, RADAR, FUTURA, RUM, SBSR, esRadio, WPRK, entre outras) sendo a banda selecionada a integrar o CD de Novos Talentos FNAC 2023, a Mostra Nacional de Jovens Criadores 2023 do Gerador e ainda o Festival Emergente 2023 no Musicbox, Lisboa. Encontram-se neste momento a realizar os concertos de pré-apresentação do álbum, com concerto na Fábrica Braço de Prata (Lisboa) a 11 de Outubro, no Rádioclube Agramonte (Porto) dia 2 de Novembro e no Centro Cultural Penedo da Saudade (Coimbra) dia 1 de Dezembro.
Surge assim o LP de estreia ELECTRIC DREAMS (com lançamento no 1o trimestre de 2025), através da fusão de diversos géneros musicais – desde o dream rock, trip hop, indie eletrónica e shoegaze – tendo como principais influências nomes tais como Beach House, David Bowie, Fleet Foxes, Hania Rani, Massive Attack, Radiohead, Slowdive ou Tame Impala, onde são exploradas texturas melódicas, criadas através de guitarras elétricas, vozes e coros modulados, pianos, sintetizadores, e ainda contando com a participação do quarteto de cordas Almedina Ensemble e septeto de sopros Coimbrass Band.
O novo tema Tides, pertence ao Capítulo III do álbum que contará com 12 faixas, divulgando assim as músicas que farão parte dos 3 primeiros capítulos (só mais um por desvendar!). Ao longo dos próximos meses são desvendados um total de 4 singles, todos acompanhados por videoclipes criados pela filmográfica We Are Frames, com realização e produção por Laura Couto, Júlio Droguetti e Zhang Qinzhe.
Sofia Ramos – Não Sei Quantas Almas Tenho (2024) (single)
Sofia Ramos – Não Sei Quantas Almas Tenho (2024) (single) Id
Conhecida por cantar o Fado há largos anos, por encantar nos Hospitais com a sua voz e pelo seu projeto do coração “Magano”, que já conta com dois álbuns editados, Sofia Ramos lança agora o primeiro single daquele que será o seu álbum de estreia a solo.
É num poema de Fernando Pessoa que Sofia Ramos aposta o seu início de carreira a solo. “Não sei quantas almas tenho” conta com música da própria e fala-nos sobre a oposição entre sentir e pensar. “Como se quem pensa, não sentisse e quem sente, não pensasse, conjugando a pluralidade de almas que existem dentro de nós”.
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“Como se quem pensa, não sentisse e quem sente, não pensasse”
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“A importância deste single é toda e é nenhuma para mim. Não vou mudar o mundo nem despertar consciências. É um tema bastante introspetivo e vale por isso. É uma reflexão com a qual me identifico muito porque estou sempre a querer saber dos problemas do mundo mas ao mesmo tempo sinto que se não souber vivo mais feliz.” afirma a fadista.
Esta é uma música original que sabe a Fado Tradicional, e na distinta voz de Sofia, embala-nos e abre a porta, para que nos possamos sentar com ela e questionar quantas almas temos, sem medos. É assim que nos entrega o mote para o álbum de estreia “Tudo o que não sei” que conta com Produção, Direção Musical e Arranjos de Bernardo Couto, Francisco Brito, Pedro Saltão, Francisco Guimarães e Sofia Ramos, com lançamento previsto para outubro, e edição Museu do Fado / Lisboa Cultura.
“Depois de ser mãe sentia-me muito confusa. Há muitas coisas para assimilar e muitas dicotomias para digerir. Lembro-me de encontrar esta letra num dia em que estava completamente perdida nos meus pensamentos e de ter sido importante para mim. Validou a minha confusão sentimental.” acrescenta Sofia sobre o processo de criação não só do seu primeiro single, mas também do álbum.
“Não sei quantas almas tenho” encontra-se agora disponível em todas as plataformas digitais.
SOBRE SOFIA RAMOS
Sofia Ramos começa a dar os primeiros passos no mundo do Fado, em 2014, como fdista residente no “Povo”. Desde então, a par do seu trabalho enquanto atriz, a sua área de formação, começa a cantar Fado regularmente. Em 2017 ganha o concurso “O meu Fado” da Rádio Sim e em 2020, vence o concurso “Vodafone Inéditos” com o conjunto de Guitarras da Madragoa.
Cantou nas mais variadas Casas de Fado de Lisboa como: CaféLuso, Adega Machado, Sr. Vinho, entre outras. Atualmente é fadista residente no Clube de Fado e no Fado ao Carmo.
Em 2024 edita o seu primeiro disco pela label do Museu do Fado “Tudo o que não sei”. O disco reúne tudo aquilo que aprendeu nos últimos 10 anos e pretende ser uma expressão honesta daquilo que é o Fado para a artista. É composto por 12 temas que contam com a colaboração de Carlos Leitão, João Espadinha, Marta Rosa, Teresinha Landeiro e Bernardo Couto, visitando também clássicos de Hermínia Silva, Carlos Ramos, Beatriz da Conceição, sem nunca deixar o Fado tradicional de parte.
Diz quem a ouve cantar que Sofia saboreia as palavras num timbre que lembra tempos antigos mas com uma pitada de frescura da atualidade.
African Roots #58
African Roots #58
Autor:
Gil Santos
African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.
Tudo gravado em vinil.
TRACKLIST:
1 – Bola Johnson – Lagos Sisi
2 – Tulipa Negra – N´pensa Na Bó Cabo Verde
3 – Intombi Zephepha – Ingoina Le Nyathi
4 – Roger Damawuzan – Baba na ayele
5 – Wells Fargo – Bump Bump Babe
6 – Arp Frique – Minina Bem Li
7 – Americo Brito – Sabe Na Panamá
8 – Akofa Akoussah – Sumga Ma Bacci
9 – Minguito – N’Gandala Ku Uganhala O Fuma
10 – Artur Nunes – Dito Zé
11 – Dele Sosimi – E Go Betta
12 – Vaudou Game – Pas Contente
13 – C.K Mann & His Carousel 7 – Do Me Ma Mondo Wo Bi
14 – Franco – Baninga Tokola Balingaka Ngai Te
15 – Akofa Akoussah – Sumga Ma Bacci
16 – The Mgababa Queens – Maphuthi
Roy Wood: The Electric Light Orchestra – The Electric Light Orchestra (1971)
Roy Wood: The Electric Light Orchestra – The Electric Light Orchestra (1971)
Memória de Elefante 08/11/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.