Novo álbum, produzido por Ivan Lins, disponível a 8 de Novembro
Ao vivo:
8 Novembro, Centro Cultural e de Congressos das Caldas da Rainha
13 de Dezembro, “Christmas Jazz by Sofia Hoffmann”, Auditório Carlos Paredes, Lisboa
Sofia Hoffmann está de regressao com “[In]LOVE”, o primeiro single do seu terceiro álbum de estúdio com o mesmo título, e que conta com a produção do cantor, pianista e compositor Ivan Lins – vencedor de inúmeros prémios internacionais e do Grammy Latino para “Melhor Álbum”, e com alguns dos nomes mais proeminentes do jazz e da música em Portugal.
“[In]LOVE” é o prelúdio deste novo disco que pretende explorar o conceito do Amor nas suas várias vertentes, com uma linguagem musical mais simples mas sempre sofisticada, transparecendo as experiências musicais que Sofia Hoffmann reuniu ao longo dos últimos anos e transformou em temas cujo o gênero musical navega entre o jazz, os blues, a bossa nova e a música do mundo.
A sitar tocada pela própria artista – instrumento espiritual e simbólico na India – marca presença neste tema como complemento da voz e como solista instrumental, enaltecendo ainda mais a mensagem que o single transmite.
A parceria com o veterano Ivan Lins no novo álbum, resultou da visão que ambos têm sobre o papel da música nas emoções e no bem estar das pessoas, nas mensagens que a mesma tem a capacidade de transmitir, com a esperança de se acrescentar valor ao mundo, e torná-lo melhor.
Segundo Sofia Hoffmann, “[In]LOVE” foi escrito para todos, pois todos precisamos de Amor, e cada vez mais, de viver em Amor. “
Biografia:
Sofia Hofmann é uma artista luso-alemã, que vive em Portugal. Sofia iniciou a sua formação musical com o estudo e execução da guitarra clássica/acústica durante 4 anos com Walter Lopes. A sua formação vocal foi iniciada pela cantora lírica e professora vocal Maria do Rosário Coelho. Juntamente com uma banda no liceu, Sofia começou a escrever as suas próprias canções e a partilhá-las nos palcos de Lisboa e do Algarve aos 20 anos. Mais tarde, em Milão, Sofia fez um mestrado em jazz com a cantora de jazz Laura Fedele, continuando os seus estudos em Lisboa com a cantora de jazz portuguesa Maria João. Nesse mesmo momento, Sofia conheceu o pianista e compositor Nuno Tavares, com quem trabalhou num repertório de standards de jazz, apresentando-o maioritariamente em Portugal.
Em 2014, Sofia conheceu o seu professor indiano de música clássica e meditação, o falecido Acharya Roop Verma (discípulo de Ravi Shankar e Ali Akbar Khan, e também Mestre de Yoga), que a inspirou profundamente e impactou o seu desenvolvimento como musicista e como pessoa. Após o falecimento do seu guru, Sofia escreveu canções originais que foram apresentadas ao público durante os 4 concertos que produziu durante os anos de 2017 e 2018 em Lisboa. Estas músicas originais fizeram parte do seu primeiro álbum, ONE SOUL, lançado em 2019, que Sofia produziu e interpretou em conjunto com alguns dos melhores músicos de jazz em Portugal, ocupando a 14ª posição no ranking nacional de lançamentos de álbuns.
Depois de conhecer um dos seus professores, o músico clássico indiano Gaurav Mazumdar (discípulo do falecido Pandit Ravi Shankar), Sofia desenvolveu não só as suas capacidades de sitar, mas também progrediu no estilo vocal clássico indiano. Sofia também estuda este instrumento com o sitarista internacional Arjun Verma, filho do seu guru e discípulo de Ali Akbar Khan.
Com a notoriedade do álbum de estreia, Hoffmann trouxe para o seu segundo álbum “Rebirth”, lançado em 2022, uma mistura eclética de músicos nacionais e internacionais: o pianista, arranjador e produtor americano vencedor do Grammy John Beasley, o nomeado para o Grammy (e discípulo direto de Ravi Shankar) o sitarista Gaurav Mazumdar, e dois dos nomes mais icónicos da música portuguesa, Rui Veloso e Rão Kyao.
O próximo álbum, “[In]LOVE”, que será lançado no final de 2024, conta com o prestigiado músico Brasileiro Ivan Lins na produção e “convida-nos a resgatarmos o melhor que há em nós a nível de qualidades humanas, e a olharmos para o mundo com mais amor – o tal que nos permite sermos melhores connosco e com os que nos rodeiam”.
Omara Portuondo – Omara Portuondo (2000)
Omara Portuondo – Omara Portuondo (2000)
Memória de Elefante 29/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Objeto Quase – Fim Da Paciência (2024) (single)
Objeto Quase – Fim Da Paciência (2024) (single)
Após o lançamento do single “Licença Para Morrer”, os Objeto Quase, banda emergente do indie rock português, apresentam o seu primeiro EP, intitulado “Falsa Partida”. Este novo trabalho marca uma fase importante na trajetória do grupo, que surgiu em 2022 e se consolidou ao longo do último ano.
Previsto inicialmente para uma data anterior, “Falsa Partida” viu o seu lançamento adiado por diversos imprevistos e obstáculos, incluindo os desafios naturais enfrentados por uma banda que edita pela primeira vez um trabalho de estúdio. Apesar do adiamento, o quinteto — composto por João, Miguel, Duarte, Rodrigo e Gonçalo — acredita que este tempo extra beneficiou o processo criativo, permitindo refinar ideias e alcançar um resultado final que reflete a sua visão artística.
O nome “Falsa Partida” surge, assim, como uma alusão aos percalços que a banda enfrentou no caminho até ao lançamento, refletindo as vezes em que, no seu percurso, se precipitaram, tentando acelerar o processo. É também um espelho do início da banda, que se formou ainda em tempo de pandemia, com uma formação diferente, até encontrar a sua atual configuração.
O EP abre com “Licença Para Morrer”, já conhecida do público e representativa dos temas mais introspetivos da banda. Seguem-se quatro faixas que exploram diferentes emoções e momentos, mantendo uma identidade sonora que oscila entre a introspeção e a energia explosiva. “Chuva” traz uma abordagem sentimental e lírica, enquanto “O Gajo do Costume” explora o isolamento causado pela melancolia. “O Fim da Paciência”, uma das músicas mais conhecidas pelo seu público ao vivo, destaca-se pelo tom irreverente, e “Quasimodo”, a faixa que encerra o EP, apresenta-se como um momento intimista e despojado.
“Falsa Partida” já está disponível em todas as plataformas digitais, e a banda promete surpreender tanto os seus seguidores como novos ouvintes com este conjunto de temas que combina melancolia, humor e a autenticidade do rock.
Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id
Sana – Só Não Te Sei Dizer Que Não (2024) (single) Id
A dupla multi instrumentalista do norte, conhecida pelos temas “black velvet”, “my love can’t”, “hello, love” e “someone else”, apresenta-se agora com o primeiro tema em português num prolongamento da sonoridade que a distingue.
‘não te sei dizer que não’ é o primeiro single do EP ‘Rua de Rassagem’ que tem lançamento marcado para breve. “Esta é uma música que procura explorar os sentimentos que já todos sentimos de não pertencer àquele lugar/amor e não o conseguir largar, nem deixar ir, mesmo sabendo que já não nos cabe, que já não pertencemos lá” afirma a dupla sobre o novo tema.
Não só neste novo single mas também no EP que chegará, SANA pretenderam juntar ao já característico indie pop alternativo, sons mais experimentais, numa tentativa de elevar ainda mais a intensidade e a emoção das suas canções.
SANA significa SOM, e SANAR significa SARAR, CURAR e é nesse mote que a sonoridade do duo pretende assentar.
A banda é composta por Diana Mendes e Rita Lima, ambas multi instrumentistas, e todas as canções são resultado da sua união e da criação das letras em conjunto, bem como as melodias que nos transmitem a alma intensa que já nos têm habituado.
Sendo este o primeiro single de SANA, em português, a banda pretende mostrar que para além das canções em inglês também é possível termos indie em português nesta sonoridade de cura e aconchego, que mexe com as emoções de quem escuta. ‘não te sei dizer que não’ conta com produção de Foque, e masterização de Birou.
‘não te sei dizer que não’ conta com um visual único que ficou a cargo de Free Your Soul e já pode ser visto no canal das artistas.
Bob Andy – Bob Andy’s Dub Book – As Revealed To Mad Professor (1989)
Bob Andy – Bob Andy’s Dub Book – As Revealed To Mad Professor (1989)
Memória de Elefante 28/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“O álbum homônimo “Jaco Pastorius,” lançado em 1976, marcou a estreia solo do virtuoso baixista Jaco Pastorius e revolucionou o papel do baixo elétrico no jazz. Combinando jazz fusion, funk, e elementos de música clássica e latina, o álbum destacou a impressionante técnica de Pastorius, o uso inovador de harmônicos e sua habilidade com o baixo fretless. Faixas como “Donna Lee” (um arranjo de Charlie Parker) e “Portrait of Tracy” mostram seu virtuosismo e sensibilidade musical. Com contribuições de Herbie Hancock e Wayne Shorter, o disco tornou-se um clássico instantâneo, consolidando Jaco Pastorius como um dos maiores baixistas da história.”
Boa escuta!
Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single)
Bruno Pereira – Ainda Espero Que Me Escrevas (2024) (single) Id
“Nascido a 8 de Setembro de 1995, Bruno Pereira deu os seus primeiros passos na música com apenas 7 anos, ao integrar as fileiras de um grupo coral no município mais a norte de Portugal (Melgaço), projeto no qual permaneceu durante 14 anos.
Em 2016, iniciou um percurso em formato acústico, onde realizava covers em concertos para diferentes públicos, num trajeto em crescendo a solo ou em companhia de amigos que teve como momento de maior destaque a sua participação num concerto de António Zambujo em Agosto de 2019.
Em Março de 2024 apresenta “Ainda Espero Que Me Escrevas”, o primeiro tema original que nasceu através de um poema da autoria de Joana Malheiro, em jeito de homenagem a alguém que partiu cedo de mais.
Gravada nos míticos BoomStudios (Vila Nova de Gaia, Portugal) a 3 de janeiro de 2024, esta canção contou com a produção e arranjo de cordas de Rui Paiva (produtor nos BoomStudios) e com a colaboração do Quarteto de Cordas Viana D’Arcus (Viana do Castelo, Portugal), composto por Jean-Philippe (Violino I), Joana Viana (Violino II), Pedro Alves (Viola D’Arco) e Susana Lima (Violoncelo).”
Prazeres Interrompidos #309: Valerie Hemingway – Running with the Bulls (2004)
Prazeres Interrompidos #309: Valerie Hemingway – Running with the Bulls (2004)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
A chance encounter in Spain in 1959 brought young Irish reporter Valerie Danby-Smith face to face with Ernest Hemingway. The interview was awkward and brief, but before it ended something had clicked into place. For the next two years, Valerie devoted her life to Hemingway and his wife, Mary, traveling with them through beloved old haunts in Spain and France and living with them during the tumultuous final months in Cuba. In name a personal secretary, but in reality a confidante and sharer of the great man’s secrets and sorrows, Valerie literally came of age in the company of one of the greatest literary lions of the twentieth century.
Five years after his death, Valerie became a Hemingway herself when she married the writer’s estranged son Gregory. Now, at last, she tells the story of the incredible years she spent with this extravagantly talented and tragically doomed family.
In prose of brilliant clarity and stinging candor, Valerie evokes the magic and the pathos of Papa Hemingway’s last years. Swept up in the wild revelry that always exploded around Hemingway, Valerie found herself dancing in the streets of Pamplona, cheering bullfighters at Valencia, careening around hairpin turns in Provence, and savoring the panorama of Paris from her attic room in the Ritz. But it was only when Hemingway threatened to commit suicide if she left that she realized how troubled the aging writer was–and how dependent he had become on her.
In Cuba, Valerie spent idyllic days and nights typing the final draft of A Moveable Feast , even as Castro’s revolution closed in. After Hemingway shot himself, Valerie returned to Cuba with his widow, Mary, to sort through thousands of manuscript pages and smuggle out priceless works of art. It was at Ernest’s funeral that Valerie, then a researcher for Newsweek , met Hemingway’s son Gregory–and again a chance encounter drastically altered the course of her life. Their twenty-one-year marriage finally unraveled as Valerie helplessly watched her husband succumb to the demons that had plagued him since childhood.
From lunches with Orson Welles to midnight serenades by mysterious troubadours, from a rooftop encounter with Castro to numbing hospital vigils, Valerie Hemingway played an intimate, indispensable role in the lives of two generations of Hemingways. This memoir, by turns luminous, enthralling, and devastating, is the account of what she enjoyed, and what she endured, during her astonishing years of living as a Hemingway.
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
Raquel Santos – Losing (2024) (single)
“LOSING” É O SEGUNDO SINGLE DE RAQUEL SANTOS
RAQUEL SANTOS LANÇA “LOSING”, UM CONFRONTO INTERNO ENTRE O AMOR E A FÚRIA
Raquel Santos, uma das vozes mais promissoras da nova geração de Soul e R&B, lança hoje o seu aguardado single “Losing”, um tema que resulta do confronto interno entre o amor e a fúria, materializada nas personagens de Raquel e Kelly (alter ego de Raquel). Este lançamento revela uma narrativa intensa e crua, onde Raquel se desdobra numa representação visceral de sentimentos conflitantes.
“Losing” não é uma típica história de amor encantado. É um retrato emocionalmente carregado de uma paixão que, apesar de fervorosa, está destinada ao fracasso. Neste enredo, Raquel ama alguém que sabe desse amor, mas o relacionamento nunca se concretiza. Não há lugar para finais felizes, mas sim para a verdadeira essência do que é estar apaixonado: uma mistura de ira, paixão, revolta e uma intensidade quase insuportável.
A canção é uma poderosa fusão de ritmos que complementam a letra profundamente pessoal, onde as emoções transbordam em cada nota e em cada verso. Raquel, com a sua voz inconfundível, conduz-nos por esta jornada emocional, enquanto Kelly emerge como a voz interna que desafia e questiona as decisões do coração.
Com “Losing”, Raquel Santos continua a sua missão de deixar uma marca indelével no panorama musical atual. A sua capacidade de transformar experiências pessoais em arte ressoa com os ouvintes, criando uma ligação íntima e poderosa. Este single não só cativa pela sua sonoridade envolvente, mas também pela narrativa forte e autêntica que promete ressoar com quem já experienciou a dor de um amor que nunca encontrou o seu caminho.
Sobre Raquel Santos
Nascida nas vibrantes ruas de Lisboa e inspirada por lendas como Aretha Franklin, James Brown e Alicia Keys, Raquel Santos oferece em “Losing”, o seu segundo single que sucede a “Bills”, uma performance que transcende fronteiras, confirmando o seu lugar como uma das artistas mais genuínas e cativantes do momento.
“Losing” já está disponível em todas as plataformas digitais, acompanhado de um visualizer que reflete a dualidade entre Raquel e Kelly, criando uma experiência visual que é tão intensa quanto a música que a inspira. Preparem-se para se perderem nas facetas deste amor impossível!
Barre Phillips – End To End (2018)
Barre Phillips – End To End (2018)
Memória de Elefante 27/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #187
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #187
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Peter Bernstein → No Problem
Tyshawn Sorey → Peresina
Aaron Diehl → Organic Consequence
Art Farmer, Benny Golson, The Jazztet → I Remember Clifford
Clifford Brown & Max Roach → Jordu
Max Roach → Filide
Quatre: E. Rava F. D’Andrea M. Vitous D. Humair → Flee Jazz
George Wallington → Hyacinth
Manhattan Transfer → Killer Joe
Catman Plays The Blues #145
Catman Plays The Blues #145
Autor:
Manuel Pais
Uma homenagem á cantora Odetta prestada pela banda Misty Blues em forma de concerto e a evocação do guitarrista Benny Turner na passagem do seu aniversário constituem o programa desta semana.