Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)

Zaina Woz – Boneca De Porcelana (2024) (single)

Em clima de balé eletrônico – uma espécie de caixinha de música clubber – Zaina Woz apresentou ontem o single Boneca de Porcelana, o primeiro a antecipar o disco de estreia. O tema conta com produção musical da artista em parceria com Arthur Kunz (Strobo, Os Amantes), e traz uma temática feminista abordada pela letra de Zaina sobre uma relação tóxica. “A imagem da boneca de porcelana, que é rígida e inanimada, possibilitou-me explicar o que eu sinto como uma pessoa que relaciona-se afetivamente, e que muitas vezes sente-se como um objeto na mão do outro”, conta Zaina. A música chega com videoclipe inspirado no desfile de alta costura da Maison Margiela deste ano, e tem direção de Marilia Curtolo. A direção criativa e o figurino são assinados pela própria artista, que tem formação em Design de Moda. Oiça a música aqui e assista o clipe aqui. 

Para expressar a mensagem da música no videoclipe, Zaina quis dar vida às duas bonecas de porcelana que cruzaram sua vida: uma bailarina de caixinha de música (vista em um porta joias de sua mãe) e uma Coquette Doll (herdada de sua avó paterna). Ambas são bonecas de porcelana levadas para o sul do Brasil por imigrantes alemães, e que ganharam popularidade na década de 1960. Para isso, a dançarina e coreógrafa (além de diretora do clipe), Marilia Curtolo, guiou a artista pela jornada de interpretar esses objetos. “As bonecas que interpreto e que enfim se rebelam, parecem-me ter um futuro muito mais colorido e rico em experiências do que as que ficam nas caixas e nos pedestais. Mas a passagem para esse outro lado pode ser dolorida e cheia de raiva”, divide Zaina.

O clipe é marcado por teatralidade, com presença de um corpo de baile interpretando outras bonecas, e iluminação que tem como referência o filme Cisne Negro (2011). “Optei por elementos cênicos que trouxessem significado ao invés de cenários. Como a cama, por exemplo, que é uma das primeiras cenas do clipe (e também a minha preferida). Mesmo quebrada, a boneca está ‘impecável’”, conta Marília Curtolo.

A música de electropop experimental foi inspirada por um sample de electro house que levou Zaina Woz a criar a linha de baixo, um dos pilares de construção do tema. A partir disso, o baterista e produtor Arthur Kunz fez a base do beat eletrônico e a partir daí a dupla deu forma à música. “Chamamos o Rodrigo Coelho (grassmass) para interagir com a música com os sons submundanos de seus sintetizadores modulares. Ele trouxe uma série de arpeggios analógicos lindos, pôs meus vocais num sintetizador de delay e criou vários ecos de coros em melodias aleatórias, muito elegante”, comenta Zaina.

Fontayne – Voa (2024) (single)

Fontayne – Voa (2024) (single)

Depois do lançamento do seu EP “Bem-Vindo ao Meu Mundo” na primeira metade do ano, fontayne apresentou os singles “Tem Calma” e “Sem Ti”, continuando o seu percurso artístico, numa procura pela perfeita forma de expressão e de transmissão dos seus sentimentos, preocupações e angústias.

Artista de sentimentos fortes, foi assim que surgiu “Voa”, o seu mais recente single.

Este novo tema fala-nos de um passado menos feliz do artista, de uma relação sofrida da qual o próprio se quer desprender, sabendo que está errado, apesar de não o querer admitir. Numa procura por fugir ao passado e a um love onde sofreu, fontayne agora só quer voar em direção a um novo capítulo, numa dualidade de sentimentos que batalham entre si, o querer esquecer ou o querer voltar às boas memórias do passado.

“Voa” é a história do que foi, mas já não é, ou do que ainda poderá voltar a ser. Amor, desilusão, sofrimento ou liberdade, voa. Voa para longe daqui.

O single “Voa” combina emo-rap, trap e pop, numa perfeita união de ritmos e sonoridades, resultando num tema contagiante e que fica no ouvido, impossível de não gostar. Encontra-se disponível em todas as plataformas digitais!

Ikue Mori – Ikue Mori, Brian Marsella & Sae Hashimoto – Archipelago X (2021)

Ikue Mori – Ikue Mori, Brian Marsella & Sae Hashimoto – Archipelago X (2021)

Memória de Elefante 17/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Trovador Urbano #30

Trovador Urbano #30

Autor:

David Calderon

(episódio de 17 de Dezembro) 

Trovador Urbano

Presentador:  David Calderón

Inicio emisiones:  Año 1994

Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)

Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am

Tipo: Directo

Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!

Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com

País: Madrid (España)

A Sul – Tela (2024) (single)

A Sul – Tela (2024) (single)

A SUL acaba de lançar o seu novo single ‘Tela’

‘Tela’ é o mais recente single de A SUL, a artista que nos brindou com o inesquecível ‘Gin’ e momentos memoráveis no seu projeto anterior. Desta vez, oferece-nos uma nova canção, uma autêntica pintura sonora, onde cada nota se transforma em cor e emoção, e nos envolve de uma forma muito particular. Canção esta que fará parte do seu próximo projeto.

A SUL é o nome do projeto musical de Cláudia Sul, também compositora e produtora das canções que integram a sua obra. Em 2022, lançou o seu EP de estreia ‘Já Agora’ composto por cinco faixas. No ano seguinte, apresentou o single ‘Gin’, e ganhou os Novos Talentos FNAC com a canção ‘Bleba’, retirada do seu primeiro curta-duração.

A arte de A SUL é distinta ao ponto de, mesmo sem vídeo, de olhos fechados, ser possível imaginar a tela, na janela, na mão dela. Ainda assim, o tema conta com um videoclipe também idealizado por Cláudia Sul. 

“A Tela, está junto à minha janela 

Mas que bem que bate a luz na mão dela”

Dentro dos temas mais escuros, da finitude, do luto com uma aura de mistério e de melancolia, A SUL transmite-nos em melodias indie e relaxantes o que conseguiu extrair de uma residência artística que decidiu fazer em casa dos seus avós, em Viseu. 

“Curiosamente, levei comigo um livro de contos do Edgar Allan Poe, que é conhecido precisamente por ter um estilo de escrita bastante expressivo e até mórbido. Levei porque sabia que podia ser útil para me inspirar pois senti que estava no mesmo campo criativo que eu pretendo enaltecer no meu primeiro disco.” acrescenta A SUL.

Os singles ‘Gin’ e ‘Tela’ fazem parte do primeiro álbum de A SUL, ‘QUER, QUER, QUER’ com data prevista para o primeiro trimestre de 2025.

Depois de duas datas em Vila Real e Fafe, A SUL apresenta-se com Marta Fonseca, no Bota, em Lisboa já no próximo dia 11 de dezembro, onde poderemos escutar a ‘Tela’ pela primeira vez ao vivo, depois da sua estreia.

Com produção da própria e de Miguel Marôco, mistura e masterização de Nuno Simões, ‘Tela’ já se encontra disponível em todas as plataformas digitais, uma edição Cuca Monga. 

Mariza – Transparente (2005)

Mariza – Transparente (2005)

Memória de Elefante 16/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

A Mansão – Rapariga (2024) (single)

A Mansão – Rapariga (2024) (single)

A MANSÃO acabam de lançar EP de estreia e novo single ‘Rapariga’

Depois de ‘Respirar’, o mais recente single lançado por A Mansão, chega o aguardado EP de estreia, intitulado ‘Casa Grande’, nome também do primeiro single da banda. 

Este EP ‘Casa Grande’ “nasce da vontade de passar tempo de qualidade com bons amigos” nas palavras de Luís Palha, um dos elementos d’A Mansão, que acrescenta “Dá sempre bom fruto, o encontro de talentos, e se for sustentável, faz bem ao mundo!”.

Para além do artista, também José Maria Freitas e José Guilherme Saraiva Lima fazem parte da banda que lança agora o primeiro curta duração e o single ‘Rapariga’ como foco principal.

‘Rapariga’ é uma canção cheia de autenticidade diante das cativantes expectativas alheias, fala sobre entrega feliz e inteira, caminho de apego até à liberdade, passando pela necessária e difícil dor de largar.

A banda refere ainda que “A Rapariga representa assim tudo aquilo de que gostamos e em que colocamos o nosso afeto. Tudo é bom, contando que nos aproxime de nós mesmos. Se o apego fizer com que um se perca, então é preciso largar.”.

“Tanta canção está por cantar,

E eu tenho mais que escrever,

Estejas tu onde estiveres.”

A Mansão canta para a Rapariga, como quem canta saudades de algo que ainda não tem. E é neste embalo que, neste EP de estreia, a banda nos presenteia com letras que abordam temas como a conexão com as raízes, o amor tranquilo, a saudade e a esperança. Este EP ‘Casa Grande’ acaba por transmitir uma mensagem de união e resiliência. “Cada canção toca no que é pertencer a uma casa, família, tribo, e nos desafios e alegrias que vêm de ser quem somos e estarmos onde estamos.” acrescenta a banda. 

São cinco as faixas que compõem o resultado final deste primeiro projeto, esta ‘Casa Grande’ que celebra a beleza e a complexidade das relações. A banda quer com este lançamento entreter, inspirar e, quem sabe, conectar pessoas. Todas estas canções são fruto da amizade e colaboração d’A Mansão com M1ke (Miguel Coimbra, produtor e vocalista dos D.A.M.A). 

‘Casa Grande’ terá casa cheia sexta-feira dia 6 de dezembro no Camones, local onde vai ser apresentado o EP ao vivo, pelas 20h30. 

O EP de estreia d’ A Mansão e o single ‘Rapariga’ já se encontram disponíveis em todas as plataformas digitais.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #194

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #194

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Bill Charlap → Sometimes I’m Happy

Ben Wendel → On the Trail

Thumbscrew → Orange Was the Color Of Her Dress, Then Blue Silk

Charles Mingus → My Jelly Roll Soul 

Jelly Roll Morton →  King Porter Stomp 

Howard Mcghee → Willow Weep for Me

Barry Harris → Cats in My Belfry

Fabio Tullio → Don’t Forget

Marquis Hill → Life Days

Jazzmela Horn →  You’re Getting to Be a Habit with Me

Krzysztof Sadowski: Grupa Organowa Krzysztofa Sadowskiego – Na Kosmodromie (1972)

Krzysztof Sadowski: Grupa Organowa Krzysztofa Sadowskiego – Na Kosmodromie (1972)

Memória de Elefante 08/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Catman Plays The Blues #152

Catman Plays The Blues  #152

Apresentamos esta semana a transmissão parcial de um concerto efectuado em Abril deste ano em Chicago do jovem talento de apenas 17 anos de idade Harrell  Davenport (Young Rell). 

Yvonne Mwale – Free Soul (2020)

Yvonne Mwale – Free Soul (2020)

Memória de Elefante 14/12/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Luís Braz Teixeira – Só A Mim (2024) (single)

Luís Braz Teixeira –  Só A Mim (2024) (single)

Luís Braz Teixeira acaba de editar o novo EP “estaca zero”, já disponível em todas as plataformas digitais. O primeiro curta duração inteiramente em português do cantor e compositor documenta as várias fases de uma relação e o processo de recomeço mental e emocional que se segue ao final da mesma. Com uma sonoridade Pop e R&B, “estaca zero” foi escrito, composto, produzido e gravado pelo próprio artista.

Nas palavras de Luís Braz Teixeira, este lançamento representa “o voltar ao início, o reset mental e emocional que normalmente acontece quando termina uma relação e nos despedimos de alguém que amámos. Ao longo de todo o EP é desenvolvida uma linha cronológica que tem início na fase de insegurança do começo de um relacionamento, seguindo-se as adversidades e, no tema final, o regresso à estaca zero”.

Neste que é o seu segundo curta duração, Luís Braz Teixeira apresenta um total de seis temas. Ainda que o processo de composição tenha sido solitário, o cantor e compositor contou com as colaborações de Duarte Carvalho, Mike Apollo, Sara Megre, Fred Irie, Paulo Araújo e André Barreto para finalizar “estaca zero” nos Cozy Music Studios. O EP foi antecipado pelos singles ‘só a mim’, ‘sonhos’ e o mais recente, ‘coração trancado’.

“estaca zero”, é o terceiro EP Luís Braz Teixeira. O curta duração sucede a “First Take”, de 2021, e “GETAWAY”, de 2023. Este último é uma parceria com o cantor, compositor e músico lisboeta Diogo Fonseca.