JonTravelz, o produtor, compositor e intérprete que vive na Marinha Grande, Leiria, e que tem a grande paixão de mostrar ao mundo a sua essência: a música.
Desde o Trap ao Rock, as misturas originais do artista puxam a criatividade a quem as ouvir.
Mas este sonho não surgiu recentemente. Jon está nesta caminhada há cerca de 8 anos, tendo 27.
Jon estreou-se no palco do Clube dos Músicos da Marinha Grande, com a apresentação do seu primeiro e recente álbum “Keep On Bawlling”.
O álbum ficou disponível em todas as plataformas de streaming em 8 de agosto de 2024. Os CDs do mesmo já se encontram esgotados.
Merai – Ser (Mito De Orfeu) (2024) (single)
Merai – Ser (Mito De Orfeu) (2024) (single)
Após os lançamentos dos EPs “Fénix” (2023) e “Inverno de Dentro” (2024), Merai apresenta agora o seu novo single, “Ser (Mito de Orfeu)”.
Esta nova canção explora de forma profunda o conceito de “ser”. Merai reflete sobre o que significa existir sem artifícios, sem ceder às expectativas externas, vivendo apenas aquilo que a vida nos pede. Mais tarde, ao estudar a mitologia clássica, a artista identificou uma conexão com o mito de Orfeu – a história do bardo que desceu aos Infernos para resgatar a sua amada, Eurídice, e regressou de mãos vazias. Segundo a lenda, a ausência de Eurídice abriu em Orfeu um espaço de vazio que lhe permitiu criar as mais elevadas formas de arte.
“Ser (Mito de Orfeu)” é uma reflexão sobre a beleza e a dualidade da vida, nas suas perdas e ganhos, nas despedidas e reencontros, na solidão e na companhia. É uma viagem musical sobre a aceitação e a experiência de ser, em toda a sua complexidade.
Merai – nome artístico de Mariana Frangioia Portela, inspirado numa das suas personagens, uma mulher-pássaro – continua a aprofundar o seu processo de maturação artística. A sua música reflete a integração da multiplicidade e a fragmentação do ser, procurando unificar essas facetas. Com uma interpretação pessoal da lenda de Orfeu, a artista lisboeta oferece uma visão singular: “Orfeu era um músico extraordinário, tão talentoso que quebrava as leis da Natureza, esbatendo as fronteiras entre o mortal e o imortal. Mas faltava-lhe algo, embora nem ele, nem o mundo, o soubessem ainda. A presença é necessária para se perceber a ausência, e vice-versa. Após a sua descida ao Inferno, Orfeu retorna com uma ausência que preenche, um vazio que se abre às mais elevadas formas de Arte. É testemunha da dualidade da Vida, do ciclo que dá e tira. Seguimos Orfeu porque também queremos aprender a ver no escuro e a ser inteiros.”
A música, misturada e masterizada por Afonso Leichsenring, já está disponível em todas as plataformas digitais. O videoclipe foi realizado pela própria Merai, em colaboração com Pedro Cardoso.
Dj Shalaby #15
DJ SHALABY – MIXTAPE 15 Dj Shalaby
Artist: Diverse 2024-2017
Title: MIXTAPE 15 Dj Shalaby
Year Of Release: 2024
Genre: Arabic Modern Beats and Hip hop from Egypt, Syria, Kuwait, Maroque, Saudi-Arabia, Sudan, Somalia, United Emirates..
Quality: 24-bit/41kHz WAV, Mp3
Total Time: 00:43:36
Tracklist
1.Abu Treychiya – Mustafa Al-Abdullah, Ahmed Albasheer (Syria / 2024)
2.Mashalla – Zeina Aftimos (Syria / 2022)
3.Ana Sheikh-Holy Monkey Beats (. /2024)
4.Sabry´s Remix – Sherine (Egypt /2024)
5 Eggs -DJ Wow Boy and Ouzil (Kuwait / 2023 )
6.Rahat Al Chant Ymme – Omar Souleyman (Syria /2024)
7.Loya – Adel Ebrahim (Kuwait /2017)
8.Rozma – Kozabara (Egypt /2024)
9.Bomba Internationale- Moha K (Maroque /2024)
10. Love you more than my life – .Isii Nafta (Somalia /2021)
11.The people of Al Ammar – Esaam Satti, Ali Naseraldeen (Sudan /2022)
12.Asliyah – Asayel (Saudi Arabia /2024)
13.You took my heart -Zeyad Beatboox (Egypt /2023)
14.Saudi Street Rap – Rap Shar3, Djmubarak (Saudi Arabia /2024)
15.And his people -DJ-MK, M.s, MJ (United Emirates /2020)
SOUNDCLOUD:
Georges Brassens – La Mauvaise Réputation (1952)
Georges Brassens – La Mauvaise Réputation (1952)
Memória de Elefante 22/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Trovador Urbano #22
Trovador Urbano #22
Autor:
David Calderon
(episódio de 22 De Outubro)
Trovador Urbano
Presentador: David Calderón
Inicio emisiones: Año 1994
Programa, duración, dia y hora: Trovador Urbano, 120-180 min, Martes a las 16:00 (hora Madrid)
Día y hora México (hora central): Martes a las 09:00 am
Tipo: Directo
Descripción: Su programa, Trovador Urbano, es una gran familia de la radio rock. Ahora, además, noticias y conciertos del rock/metal/punk nacional, siempre contando con tu fundamental apoyo, para dar visibilidad a las bandas….LARGA VIDA AL ROCK N ROLL!!
Dirección mail para envío material bandas: trovadorurbanoradio@gmail.com
País: Madrid (España)
Carlos Cavallini – Um Milhão (2024) (single)
Carlos Cavallini – Um Milhão (2024) (single)
A música “Um Milhão”, de Carlos Cavallini, nasce de um exercício criativo proposto por Luísa Sobral durante um retiro de escrita de canções, idealizado pela artista, em janeiro deste ano. Cada participante recebeu a tarefa de compor uma canção inspirando-se na crônica O Encontro, de António Lobo Antunes, a olhar para a cena narrada a partir de diferentes perspetivas. Carlos Cavallini teve que escrever a canção sob o olhar de uma pessoa que observa, por uma janela, a cena de um homem à espera de alguém.
“A proposta da Luísa para produzir a canção surgiu no último dia do retiro e eu estava às vésperas do lançamento do meu álbum de estreia. Quando fiz a mochila para o Alentejo, jamais passava pela minha cabeça a ideia de voltar com a proposta de produção de um single duma canção que seria composta lá, em meia hora num fim-de-semana. Mas era impossível dizer não para a Luísa Sobral quando me disse que já tinha os arranjos em mente para gravarmos”, comemora Carlos.
As gravações ocorreram em junho deste ano no estúdio Vale de Lobos em Sintra e contou com integrantes da equipa de produção e músicos escolhidos pela própria Luísa Sobral. As gravações em estúdio foram registadas em vídeo por Maria Bicker e o single é lançado conjuntamente com um videoclipe. Além do lançamento do single “Um Milhão”, o mês de setembro também marca o início da Tour de apresentação do álbum O Tamanho do Tempo em CD e vinil, na programação FNAC Sessions que passa por diversas lojas do país até o final do ano.
O álbum de estreia, O Tamanho do Tempo, foi produzido por Ricardo Dias Gomes e Domenico Lancellotti que também colaboram como instrumentistas em todas as faixas. Além disso, contou com a participação de destacados músicos como Pedro Sá, João Erbetta, Davi Moraes, Aquiles Moraes e Jonas Sá que, juntamente com os produtores, arranjaram as canções para o projeto. A acordeonista, cantora e compositora Celina da Piedade enriquece uma das faixas deste álbum, “O Que Me Faz Bem”. O Tamanho do Tempo é um mergulho na riqueza da música brasileira, refletindo uma diversidade de influências musicais que passa por Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Cassiano, Azymuth, Adriana Calcanhotto, Céu, entre muitos outros. Nuno Pacheco, do PÚBLICO observou que o “disco é também um exercício introspectivo, pessoal” onde “Carlos Cavallini mede o tamanho do tempo em músicas banhadas pelo mar”.
Produção, Arranjo, Backing Vocals: Luisa Sobral
Mistura, Masterização: Nuno Simões
Gravação: Estúdio Vale de Lobos
Guitarra: Manuel Rocha
Baixo: António Quintino
Teclados: Carlos Garcia
Bateria, Percussão: Carlos Miguel Antunes
Arranjo de Sopros, Trompete: Luis Cunha
Trombone: Ruben da Luz
Saxofone: Bernardo Tinoco
Video: Maria Bicker
Design Gráfico: Quinta-feira
Música, Letra, Voz: Carlos Cavallini
Letra (Carlos Cavallini):
Todos os dias
Alguém é deixado
Na chuva, molhado
Em algum lugar por aí
Todos os dias
Alguém se atrasa
Com a hora que passa
Depressa pra quem não vai chegar
Às vezes é melhor ficar
Na janela por trás da cortina a olhar
Melhor do que ir lá tentar
A sorte de encontrar alguém
Que venha me buscar
Que queira muito estar
Comigo hoje e amanhã
E veja como eu sou
E que seja uma explosão
Daquelas que só uma em um milhão
Todos os dias
Alguém é largado
Com as flores nos braços
Em alguma esquina qualquer
Todos os dias
Alguém é levado
Para os perdidos e achados
E ninguém passa a reclamar
Yosune – Lámpara (Mi Deseo) (2024) (single)
Yosune – Lámpara (Mi Deseo) (2024) (single) Id
YOSUNE APRESENTA O SINGLE “LÁMPARA (Mi Deseo)”
A SEGUNDA AMOSTRA DO EP “MADRE TIERRA”
COM EDIÇÃO PREVISTA PARA A PRIMEIRA QUINZENA DE NOVEMBRO
A cantautora Venezuelana Yosune, que vive em Portugal desde 2017, apresenta “Lámpara (Mi Deseo)”, o segundo single do EP Madre Tierra, que será lançado na primeira quinzena de Novembro. Um tema que mostra como a música e as canções da cantautora são uma extensão da sua alma: Instintiva, humana e sensível. “Lámpara (Mi Deseo)” fala-nos de perda, saudade e de um distante e doloroso afastamento. Mas também de um amanhã que pode e deve ser harmonioso, da esperança e do reencontro. Um retrato da experiência humana. A procura de um caminho que nos leve a aprofundar a percepção e conexão positiva entre todos nós, através da beleza das palavras e das emoções desta arrebatadora canção.
Tomando como ponto de partida a história contada pela letra da canção de “Lámpara (Mi Deseo)”, o vídeo apresenta a retrospectiva da vida de uma senhora, trazendo a lembrança da infância e das limitações que por vezes contaminam a pureza e inocência desses anos tão marcantes para todos nós. Representa-se o passado por meio da estética em preto e branco, colocando em primeiro plano toda a lírica e sonoridade da canção através de belíssimas imagens gravadas em plano sequência que tendem a incentivar a atenção e compreensão do espectador, através do mistério e da complexidade das relações humanas.
Em “Madre Tierra” Yosune vai contar e cantar histórias de caráter social e de protesto, inspiradas na música hispano-americana, na canção de autor e na música urbana.
Celia Cruz: Cruz & Colon – Only They Could Have Made This Album (1977)
Celia Cruz: Cruz & Colon – Only They Could Have Made This Album (1977)
Memória de Elefante 21/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
1 álbum “sem” ou “100” palavras, por semana! Uma pérola musical da história da música, descrita em 100 palavras! Cada dia da semana, às 14h na Rádio Olisipo. Boa escuta!
“Brazilian Octopus,” lançado em 1969, é o único álbum homônimo do grupo instrumental brasileiro Brazilian Octopus. A banda, formada por músicos talentosos como Hermeto Pascoal, Lanny Gordin e Cido Bianchi, experimentou uma fusão inovadora de bossa nova, jazz, samba e música psicodélica. O álbum mistura harmonias sofisticadas com ritmos brasileiros, resultando em uma sonoridade única e à frente de seu tempo. Faixas como “Aqualera” e “O Sonho” destacam a criatividade e a habilidade dos músicos, que exploram novas texturas musicais sem perder a essência da música brasileira. O disco é um marco da experimentação no cenário musical dos anos 60.
Boa escuta!
Prazeres Interrompidos #307: Vivant Denon – Sem Amanhã (1777)
Prazeres Interrompidos #307: Vivant Denon – Sem Amanhã (1777)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
«Balzac transcreveu «Sem Amanhã» numa obra sua, Louis Malle escolheu-o para argumento de um filme, Milan Kundera projectou a sua sombra ao longo de todo um romance.
Vivant Denon (prestigioso director do Louvre durante a glória de Napoleão) escreveu estas quarenta páginas de ficção que em tom libertino já venceram a prova do tempo. Com singularidade que suspende as veleidades da certeza de um sentido, pedido pelos leitores da sua época, através de uma onda ambígua chegou a texto de culto hoje emparedado numa edição de exemplar único, na muralha de Filipe Augusto que percorre os sub-solos do museu até uma das suas galerias: precisamente a galeria que lá se anuncia com o nome Vivant Denon.»
Filipe Furtado – Cravos (2024) (single)
Filipe Furtado – Cravos (2024) (single)
Filipe Furtado lança novo single CRAVOS
Filipe Furtado volta às edições. Cravos é o primeiro avanço do segundo álbum “Como Se Matam Primaveras”, a ser editado no final do ano.
O novo trabalho sedimenta o formato trio junto dos camaradas Filipe Fidalgo (saxofone) e Paulo Silva (bateria). Na passagem pelos muitos palcos desde da estreia de “Prelúdio” (Marca Pistola, 2022) e nos novos processos de escrita e composição, gradualmente, foram deixando a guitarra em segundo plano, para que o piano e os teclados continuassem esse universo que o single “Uma Coisa Linda Morrer” prometia.
Os temas do novo disco abraçam sem medo o espaço, cada vez maior e assertivo, entre as letras e instrumentais do trio. As influências do jazz e do cancioneiro tradicional imiscuem-se nos universos indie e bebem de referências mais cinematográficas. Importa a viagem e cada um dos seus portos de abrigo.
“Cravos” inaugura as mundividências do álbum. Uma reflexão nostálgica do privilégio de ter nascido e viver num Portugal pós-25 de Abril e celebrar essas 50 Primaveras, com todas as suas mazelas e andares trôpegos, a manhã em que fomos mais que a soma das partes.
O exercício filosófico ou poético do título do álbum, entre o peso esotérico das estações do ano, as suas cores, luzes ou nuances semióticas, vestem-se, na verdade, de Outonos, quer pela escrita, quer pelas escolhas melódicas e harmónicas das faixas. Serão também ideais por cumprir.
Gravado entre Lisboa e Coimbra, nos estúdios da Escola Superior de Música e da Blue House, este compêndio de novas canções envolve a relação umbilical e musical com Alexandre Furtado, irmão mais novo e conhecedor íntimo dos primeiros esboços das composições, que assume a captação, mistura, masterização e assina a produção do álbum.
Esta primeira janela de “Como Se Matam Primaveras” conta com alguns apontamentos vocais de Ana Maria Pardal, que sabe navegar naturalmente essa intemporalidade dos timbres da tradição popular. A cantora tem presença assídua noutras faixas do álbum, com particular destaque para o dueto em “Ada, Meu Ardor”, uma leitura musical sobre o romance de Vladimir Nabokov. “Cravos” faz-se canção para se deixar seguir numa viagem instrumental que termina com recortes sábios de Salgueiro Maia, figura incontornável dessa madrugada.
Próximos concertos:
19 outubro 2024 | Filipe Furtado Trio Guimarães | CAAA | 22h00
20 outubro 2024 | Filipe Furtado Trio | FNAC NorteShopping |16h30
15 novembro 2024 Filipe Furtado Trio Cascais Cascais Jazz Club 21H00
16 novembro 2024 Filipe Furtado Trio | FNAC Almada | 16h30
16 novembro 2024 Filipe Furtado Trio | Lisboa Village Underground | 22h30
17 novembro 2024 Filipe Furtado Trio | FNAC Leiria | 16h30
quem é filipe furtado
Nascido e criado na lindíssima cidade de Ponta Delgada, Filipe Furtado trocou as ilhas pela cidade de Coimbra, em 2010, para prosseguir estudos na área do jornalismo. Por lá ficou, mas a paixão pela música falou mais alto e, terminada a licenciatura, ingressou no curso de jazz da Tone Music School. Com a guitarra como companheira, começa a escrever, a experimentar, a musicar alguns poemas e a ganhar coragem para cantar em público.
Apreciador musical eclético, ainda para mais sendo radialista amador, faz-se acompanhar pelo baterista Paulo Silva e o saxofonista Filipe Fidalgo. O seu trio viaja por vários territórios, passando pelo jazz e deixando-se influenciar pelo rico cancioneiro português. O seu disco de estreia “Prelúdio”, que vem mostrando desde 2021, foi gravado nos estúdios da Blue House e lançado pela editora açoriana Marca Pistola, no final de 2022. Em preparativos finais, o seu segundo álbum “Como se matam Primaveras”, gravado em trio, será editado no final de 2024.
Marta Bettencourt & João Miguel – Só A Lua Sabe (2024) (single)
Marta Bettencourt & João Miguel – Só A Lua Sabe (2024) (single)
A cantora e compositora Marta Bettencourt acaba de lançar o seu primeiro single ‘Só a Lua Sabe’, em colaboração com o seu grande amigo João Miguel, que já está disponível em todas as plataformas digitais.
Esta canção, que une a jovem açoriana e o jovem de Baião, foi o primeiro tema com letra em português da compositora sendo, por isso, muito especial para a mesma. Marta fala-nos sobre a canção “Gosto de escrever sobre coisas bonitas. E acho que não há sentimentos mais bonitos do que o amor e a amizade. ‘Só a Lua Sabe’ junta estas duas emoções numa canção feliz, leve e divertida, com ajuda dos ritmos brasileiros presentes na mesma”.
A letra fala-nos sobre uma confissão de amor a um amigo que é representado pela lua. “A lua representa cada um de nós e representa os nossos amigos” conta João Miguel sobre o seu primeiro single, “soa bonito, soa a amizade, soa a cumplicidade, soa a amor”.
A canção de Marta Bettencourt, produzida por Luís Twins Pereira, é o primeiro single que integrará o seu primeiro EP, a ser lançado no próximo ano de 2025. ‘Só a Lua Sabe’ promete trazer felicidade aos ouvintes e trazer uma certa frescura à indústria da música portuguesa.