Jazz Tracks de Danilo Di Termini #186

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #186

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Amina Figarova → Suite for Africa Part 1 (Spirit Africa, Spirit Liberia)

Nubya Garcia → Solstice

Dizzy Gillespie → Gillespiana: Prelude

Kirk Knuffke → Smile

Paul Desmond → You Go To My Head

Gerry Mulligan, Chet Baker → Walkin’ Shoes 

Carla Bley 4 + 4 → Blues in 12 Bars

Michel Godard → Visite

Dinah Washington → Mad About the Boy 

Marie Daulne: Zap Mama – Adventures in Afropea 1 (1993)

Marie Daulne: Zap Mama – Adventures in Afropea 1 (1993)

Memória de Elefante 20/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #185

Jazz Tracks de Danilo Di Termini #185

Descrição do podcast:

Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.

Tracklist:

Franco D’Andrea → Caravan

Enrico Pieranunzi → Valse Pour Une Pavane (D’après Pavane Op. 50)

Paolo Fresu → Platino

Stefano Di Battista & Enrico Rava → Stars

Charlie Haden & Liberation Music Orchestra → Dream Keeper Part II e III

Gretchen Parlato & Lionel Loueke → I Miss You

Sun Ra Arkestra directed By Marshall Allen → Marshall’s Groove

Albert Ammons → Boogie Woogie Stomp

Gene Ammons → Hittin’ The Jug

Isaiah Collier & the Chosen Few  → LOVE

Catman Plays The Blues #144

Catman Plays The Blues #144

Autor:

Manuel Pais

Partimos esta semana à descoberta do Blues feito na Estónia através do guitarrista Andrés Roots e tb de um estilo musical denominado Delta crush, criado pelo músico do Mississippi Chainsaw Dupont.

Farid Al Atrache – Taqacim El Oud (2017)

Farid Al Atrache – Taqacim El Oud (2017)

Memória de Elefante 19/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Mão Cabeça – A Cigarra E A Formiga (2024) (single)

Mão Cabeça – A Cigarra E A Formiga (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

Mão Cabeça – Nódoa (2024) (single)

Mão Cabeça – Nódoa (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

Mão Cabeça – Alecrim (2024) (single)

Mão Cabeça – Alecrim (2024) (single)

André Boa-Nova, Frederico Nogueira, Pedro Castro e Gonçalo Gil apresentam-se como “Mão Cabeça”, banda dos arredores da capital, feita de amizades antigas, que se juntaram em 2021 depois de uma vontade pós-pandémica de criar música nova.

Os “Mão Cabeça” escrevem e compõem músicas originais em português e apresentam, não só, uma sonoridade que viaja entre a melancolia do quotidiano e o prazer de estar vivo mas também mensagens universais em forma de poesia cantada na nossa língua Lusófona.

Em 2023 deram a conhecer “Nódoa” e “Alecrim”, os seus primeiros singles, que viriam, mais tarde nesse ano, a encontrar morada junto de três outros temas no EP de estreia “Onde Moram os Casos Perdidos”.

Desde então tiveram já presenças em palco, com destaque para o concerto no Titanic Sur Mer, onde mostraram ao público, não só as cantigas já editadas a ganhar uma nova vida, como também algumas das suas sucessoras composições mais recentes, tendo ainda mais concertos confirmados este ano.

MONiMO – In Between (2024) (single)

MONiMO – In Between (2024) (single)

Após o lançamento dos singles “the swing of sonder” e “open lights”, o projeto MONiMO, liderado pelo músico e artista multimédia Diogo Marrafa, revela agora o seu aguardado álbum de estreia, “as it seems”.

Gravado entre 2022 e 2024 no estúdio Nimbo, em Setúbal, “as it seems” é composto por cinco faixas e um interlúdio, incluindo os dois singles já lançados. As restantes músicas – “meaning or expense”, “pretending to be asleep” e “in between” – completam este trabalho, que mistura rock progressivo, elementos eletrónicos e uma narrativa musical rica e cuidada. As composições do disco trazem também fragmentos de músicas antigas, conferindo ao álbum uma profundidade temporal que reflete a evolução criativa de Marrafa ao longo dos anos.

Grande parte dos instrumentos foi tocada pelo próprio Diogo Marrafa, enquanto Vasco Rydin assumiu a bateria e Iúri Oliveira a percussão. O álbum conta ainda com contribuições especiais de amigos próximos e até da mãe do artista. A captação, mixagem e produção ficaram a cargo de Diogo Arranja, que foi um elemento essencial para a criação deste trabalho, abordando de forma muito criativa e meticulosa a mistura de instrumentos, adicionando camadas de subtileza e textura a cada faixa.

O título “as it seems” remete para a ideia de que a nossa perceção do mundo está sempre condicionada pela forma como somos. Cada faixa do álbum transporta uma mensagem única, direcionada para diferentes “direções” e perspetivas. A versão física do álbum contará com um booklet ilustrado, que oferece uma interpretação visual e abstracta das temáticas exploradas em cada música.

Os singles:  

O primeiro single, “the swing of sonder”, introduziu o projeto com uma reflexão sobre o conceito de “sonder” – o sentimento de nos apercebermos de que todos à nossa volta, incluindo estranhos, têm vidas tão complexas como as nossas. Musicalmente, a faixa oscila entre a revolta e a serenidade, com um poderoso riff de guitarra e um solo de saxofone por Ruben Garção Silva, capturando a flutuação emocional deste sentimento. 

Já “open lights”, o segundo single, apresenta uma narrativa mais introspetiva e sombria, onde o protagonista se encontra preso numa caverna, uma metáfora para a luta interna com as ilusões e os desejos. A personagem, inicialmente assustada com a sua situação, acaba por descobrir que o que mais temia era, afinal, o que procurava. A faixa destaca o lado mais progressivo de MONiMO, com uma forte componente visual através do videoclipe de animação 3D, também criado por Marrafa.

Sobre MONiMO: 

MONiMO é o projeto mais recente de Diogo Marrafa, conhecido pela sua participação em bandas como Loosense e Esfera. Este projeto, apresentado ao público em 2023, combina rock progressivo com vídeos de animação, criando uma expressão artística abstracta que pode ser experienciada tanto ao vivo como nas plataformas digitais.

Descrito como “um gigante”, MONiMO traz agora “as it seems”, um álbum que explora atmosferas sonoras distintas e que reflete a dualidade e a profundidade das suas mensagens. Os singles “the swing of sonder” e “open lights” foram lançados com vídeos de animação 3D, reforçando a dimensão visual e imersiva do projeto.

Ao vivo, MONiMO conta com Bernardo Pereira, João David, João Martins e Vasco Rydin, formando um espetáculo visual e sonoro, com projeções de vídeo, sintetizadores, guitarras elétricas e coros, prometendo uma experiência intensa e narrativa. O projeto prevê uma digressão pelo país em 2025, levando a sua estética única ao público português.

O álbum “as it seems” já está disponível em todas as plataformas digitais, e a versão física estará disponível em breve, com ilustrações exclusivas para cada tema.

African Roots #56

African Roots #56

Autor:

Gil Santos 

African Roots é um podcast semanal que explora as sonoridades Africanas, indo às raízes e aos discos perdidos, passando por novos projetos sem rótulos estilísticos, podemos ir do boogie ao semba, das mornas ao soul, do zouk ao disco. Há espaço para tudo o que seja boa música Africana.

Tudo gravado em vinil.

TRACKLIST:

1 – Féfé Di Calbicera – Tra Tchapéu

2 – Etalvino Preta – Mulato Ferrera

3 – Bongos Ikwue & The Groovies – I Have Find a Woman

4 – Bokoor Band – Onukpa Shawarpo

5 – Ernesto djédjé – Zadie bobo

6 – Le Mystère Jazz de Tombouctou – Teiduma

7 – Marumo – Khomo Tsaka Deile Kae

8 – The Apagya Show Band – Kwaku Ananse

9 – Ofege – Whizzy Llabo

10 – Heads Funk Band – Got to Know

11 – Nkengas – Anyi Bundi Igbo

12 – Le Kéné-Star de Sikasso – Hodi Hu Yenyan

13 – Anthony ‘Rebop’ Kwaku Bah – Lovin’ You Baby

14 – Samuel Belay – Aynotchesh Yerèfu

15 – Orlando Julius – Get the Funk

16 – Segun Bucknor – You Killing Me

Esperanza Spalding – Songwrights Apothecary Lab (2021)

Esperanza Spalding – Songwrights Apothecary Lab (2021)

Memória de Elefante 18/10/24

Autor: Francesco Valente

Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.

Humana Taranja – Casa (feat. Evaya)(2024) (single)

Humana Taranja – Casa (feat. Evaya)(2024) (single)

Humana Taranja é a banda composta por Guilherme Firmino na guitarra e voz, David Yala na guitarra, Filipa da Silva Pina no teclado e na voz, Marta Inverno no baixo, e Afonso Ferreira na bateria.

Estrearam-se ao vivo, em 2018, na última edição do festival Barreiro Rocks. Em 2020, lançaram o EP Quase Vivos, que atravessou a fronteira e ocupou a 26a posição na lista dos 50 Melhores Discos Portugueses de 2020, segundo a Mindies. Em 2021 tocaram no Festival Emergente e no Festival Termómetro.

Em 2023 surge o primeiro longa-duração da banda, intitulado Zafira – uma história narrada em tom de música, salpicado de cor, mas também coberto por uma distorção aguçada que dá o salto para aquilo que vem depois. A acompanhar o seu lançamento veio também uma tour de apresentação um pouco por todo o país, passando por recintos e festivais como Capote Fest, Galeria Zé dos Bois, Bang Venue, Cru Espaço Cultural, Sala 6, entre outros.