A cantora e compositora MELA editou o aguardado novo single ‘Não é amor’, já disponível em todas as plataformas digitais. Com letra e música da autoria da artista e produção de Jonny Abbey, esta é uma canção sobre amor não correspondido.
“O amor é algo extremamente denso e nem sempre estamos prontos para o assumir ou viver. Este single foi influenciado por experiências pessoais de amor não correspondido, vistas da perspetiva da pessoa que vive esse amor mas não o sente, pelo menos não com a mesma intensidade que o outro. É sobre a sensação de enclausuramento e sufoco, mas também sobre aspetos de insegurança e indisponibilidade para se deixar sentir”, afirma MELA.
O novo single da cantora é acompanhado por um videoclipe gravado em várias zonas de Lisboa e Coimbra, com realização de Guilherme Lopes e Guilherme Costa.
‘Não é amor’ é o single que sucede a ‘Água’, que MELA apresentou na edição deste ano do Festival da Canção.
“Este tema foi o primeiro em que trabalhei depois de ‘Água’ e segue a mesma linha de estilo e musicalidade”, conta MELA. “A canção é uma constante evasão ao amor e no vídeo quisemos aliar esta narrativa forte a uma imagem dentro do mesmo registo. Assim, o conceito do videoclipe é extremamente simbólico e utilizamos elementos como as rosas vermelhas para simbolizar o amor, sendo que a tentativa constante de afastamento das mesmas é uma metáfora para a ideia de uma barreira entre a pessoa e os seus sentimentos”, revela ainda.
‘Não é amor’, o novo single de MELA, antecipa o álbum de estreia da artista madeirense, a editar em 2025.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #184
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #184
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist: Cassie Kinoshi’s seed. → Gratitude IV Katherine Windfeld → First Speech Jamie Baum → I Am Wrestling with Despair James Newton → Come Sunday Hampton Hawes → Wrap Your Troubles In Dreams Yusef Lateef → Eboness Kenny Barron → Innocence Don Byas & Slam Stewart → I Got Rhythm John Coltrane → The Last Blues
Analog Dakar Club #11 – Crédit a Voyagé
Analog Dakar Club #11 – Crédit a Voyagé
Analog Dakar Club for Radio Olisipo / Oct. 2024
Crédit A Voyagé
An hypnotic west african journey in the 70’s… telling stories from ancient memories, dusty dreams, tribal hopes and lost battles. “Crédit A Voyagé” is the french west african slang for “No Credit”. But you’re allowed to dance, still!
Our guests :
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Coulibaly Tidiani et l’International authentique Dafra Star de Bobo-Dioulasso Haute Volta : Dounia (Music Hall MHLP001)
Ali Farka Touré : Manakoidé (Sonafric– SAF 50020)
Sory Bamba du Mali : Bayadjourou (Sonafric – SAF 50.097)
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Prazeres Interrompidos #306: Alexandre Koyré – Reflexões sobre a mentira (1945)
Prazeres Interrompidos #306: Alexandre Koyré – Reflexões sobre a mentira (1945)
Autor:
Octávio Nuno
Podcast sobre livros. Um livro num minuto! Em todas as tuas redes sociais, plataformas de podcasts, mas também nas rádios e jornais. Boas leituras!
Réflexions d’une lucidité et d’une clarté exemplaires sur le mensonge politique, constitutif des régimes totalitaires.Exilé à New York pendant la Seconde Guerre mondiale, Alexandre Koyré a publié en 1943 ces réflexions sur la place du mensonge dans les sociétés totalitaires. Le fonctionnement de ces régimes d’un type nouveau repose d’après lui sur la transformation de la vérité. Le jugement moral porté sur le mensonge se trouve remis en cause en période de guerre. Le mensonge devient une arme nécessaire pour vaincre l’ennemi, voire une obligation. Or, c’est bien un climat de guerre que les régimes totalitaires instaurent constamment. Ces régimes fonctionnent comme des sociétés secrètes, pour la survie desquelles le mensonge est indispensable. A la seule différence qu’ils le pratiquent “en plein jour”, en plantant une barrière entre la classe gouvernante et la “masse” qu’ils entendent diriger et asservir.
Ela Jaguar – BMF (2024) (single)
Ela Jaguar – BMF (2024) (single)
Ela Jaguar lançam “BMF”, terceiro single de antecipação ao álbum de estreia
Novo tema traz colaborações e explora a faceta hip-hop da banda
Os Ela Jaguar lançam hoje “BMF” (Bad Mother Fucker), o terceiro single que antecipa o lançamento do seu álbum de estreia homónimo, previsto para novembro. Depois dos singles “17” e “Times 60”, a banda volta a surpreender, desta vez com uma faixa que explora texturas de hip-hop e r’n’b, reforçando a versatilidade sonora do projeto.
“BMF” começa com uma introdução marcada por percussões tropicais e insinuantes, uma bateria seca e envolvente, uma linha de baixo propulsiva, acompanhadas por acordes de Rhodes, guitarra dançante e elementos de scratch. Esta base sólida e texturizada serve de pano de fundo para o free flow de NOMI (Tiago Cardoso), que descreve a sua participação no tema como um processo fluído e espontâneo, tendo criado a letra numa única sessão de gravação.
A banda, que tem vindo a apostar numa abordagem independente e auto- sustentável, vê em “BMF” uma continuação natural do seu percurso. A faixa reflete uma estética hip-hop clássica, inspirada pelos anos 90, enquanto mantém a identidade sonora rica e multifacetada de Ela Jaguar. O tema gira em torno da transformação pessoal e da força necessária para superar obstáculos, com NOMI a transformar uma experiência pessoal de bullying numa catarse poderosa, como se evidencia no verso final: “Maybe I’mma bruise them, lookin what you do g / Maybe all the time you had, can’t make a fool of me.”
O solo de guitarra de Rómulo Pereira, tocado originalmente num concerto da banda e capturado ao vivo, foi mantido para a versão de estúdio, destacando- se pela sua energia flamejante e improvisada, adicionando uma camada emotiva ao tema. O arranjo de teclas foi igualmente preservado da atuação ao vivo, com o contributo de Cláudia Correia, que trabalhou com a banda durante a preparação do concerto de apresentação do EP no VUL, em 2023.
“BMF” já se encontra disponível em todas as plataformas digitais e, com este novo lançamento, os Ela Jaguar consolidam a sua evolução artística, preparando o terreno para o aguardado álbum de estreia, que promete uma fusão elegante de géneros como hip-hop, indie, soul e world music.
Treewax – Save Me (2024) (single)
Treewax – Save Me (2024) (single)
Treewax lança o seu próximo single “Save Me”
[Porto, Portugal – 01.10.2024] – Os Treewax estão a postos para uma nova era com o lançamento do novo single “Save Me”. Com estreia marcada para 04.10.2024, a faixa mergulha nas complexidades do amor, da perda e do desejo de redenção.
“Save Me” traz à tona emoções cruas e intensas, expressas através de letras que ressoam profundamente com todos aqueles que já enfrentaram os altos e baixos do amor.
A fusão da instrumentação atmosférica e da performance vocal abrasiva criam uma paisagem sonora que complementa perfeitamente o peso emocional da música e acena às bandas que influenciam continuamente o som da banda, como Weezer, Nirvana e Ozma.
Gonçalo Ferreira, compositor da banda, reflete: “’Save Me’ é sobre sentir-se perdido, sobre os dias incertos, sobre o “último grito” antes de tudo talvez se vir a apagar, mas enquanto ainda há esperança.”. A “bridge” reflete um amadurecimento da banda em termos de songwriting, destacada por alguns amigos da banda como “algo que nunca viram antes em Treewax”.
“Save Me” estará disponível em todas as principais plataformas de streaming, acompanhada por um lyric video com parte da capa feita por Tiago Pereira (@by_tiagopereira no Instagram). Fará também parte de um Split EP com os Icosandria, banda de shoegaze do Porto, chamado ‘Void Intention’. Este EP terá um total de 6 músicas, três de cada banda, sendo que o single dos Icosandria será editado a meados de outubro.
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #183
Jazz Tracks de Danilo Di Termini #183
Descrição do podcast:
Cada Domingo a partir das 9 horas, uma hora de jazz com Danilo Di Termini. Duke Ellington disse uma vez que estava se tornando sempre mais difícil estabelecer onde começava ou acabava o jazz, onde começava Tin Pan Alley e acabava o jazz, ou até onde residia a fronteira entre a música clássica e o jazz. Não será certamente o Jazztracks a traçar estas linhas de fronteira.
Tracklist:
Fred Hersch → Starlight
Kenny Barron → We See
Chick Corea → So in Love
Art Tatum → After You’ve Gone
Clifford Jordan → Not Guilty
Monty Alexander → River of Peace
Paul Bley → When will the blues leave
Chico Hamilton → In a Mellotone
Allegra Levy → Should I Stay Or Should I Go?
Coffee Breakz #92 – Rest in Power, Ka
Coffee Breakz #92 – Rest in Power, Ka
Autor: Helder Gomes
Colagens sonoras, encontros improváveis e grandes embates entre o vinil e o digital. O Coffee Breakz é o elo perdido entre o rádio a pilhas e os pratos de DJ. E tem um Samplaria do Bairro aberta 24/7.
Tracklist:
1. Ka
1.1 Sins of the Father (ft. Roc Marciano)
1.2 Bread Wine Body Blood
2. GZA/Genius — Firehouse (ft. Ka)
3. Debbie Taylor — Let’s Prove Them Wrong
4. Kamaiyah — Ball Till I Fall
5. Rapsody — 3:AM (ft. Erykah Badu)
6. Gel Roc, Paris Zax & D-Styles — Heavy Is the Crown (ft. Ariano)
7. Nadja — Ghetto (ft. Scay)
8. The Bug — Deep in a Mud (ft. Magugu)
9. Joshua Idehen — Mum Does the Washing
10. Geordie Greep — Blues
11. Kaidi Akinnibi — Out On the Edge
12. Elias Rønnenfelt — Worm Grew a Spine
13. Mulatu Astatke & Hoodna Orchestra — Major
14. Adrian Younge & Ali Shaheed Muhammad — Os Ancestrais (ft. Dom Salvador)
Joshua Crumbly – ForEver (2021)
Joshua Crumbly – ForEver (2021)
Memória de Elefante 16/10/24
Autor: Francesco Valente
Uma rubrica que revela eventos, curiosidades, lançamentos, aniversários e fatos históricos ligados ao universo da música popular mundial.
Bombazine – Pouca Dura (2024) (single)
Bombazine – Pouca Dura (2024) (single) Id
Os bombazine revelam o novo single “Pouca Dura”, o segundo tema de avanço do próximo trabalho.
O single mergulha na batida energética, constante e despreocupada do disco, temperando as raízes harmónicas tropicalistas com o grafismo sonoro dos sintetizadores e a melancolia dos arranjos de cordas, abrindo caminho para a estética do novo álbum.
O vídeo do novo single “Pouca Dura” foi realizado por Luís Brito e filmado no Bairroup Studios, local onde decorreram as gravações do EP de estreia da banda e do disco que aí vem.
Após o lançamento de “Cartago”, em junho, e “Pouca Dura”, está ainda previsto o lançamento de mais uma canção no próximo mês – altura em que serão revelados o título e o artwork do disco.
Com lançamento previsto para 15 de novembro, o novo disco será o primeiro longa duração da banda, sucedendo ao EP de estreia Grã-Matina, que foi lançado em abril de 2023.
O novo projeto de originais é fruto de cerca de um ano de trabalho criativo da banda em estúdio, culminando numa viagem por 9 faixas que consolidam as raízes e influências da banda, pintando-as na tela de um Portugal moderno.
É, também, para os membros do grupo, “uma procura consciente por novos horizontes estéticos, sem nunca perder de vista os elementos de um tecido sonoro vincado pelo groove”.
Produzido e misturado por João Sampayo, e com a masterização de Miguel Pinheiro Marques, o disco conta ainda com a colaboração de outros músicos.
Formados em 2022, os bombazine são uma banda lisboeta de indie pop/ rock que conta com Filipe Andrade (baixo), Manuel Figueiredo (teclas), Manuel Granate (bateria), Manuel Protásio (guitarra) e Vasco Granate (voz/guitarra).
Rogério Godinho – Virou Silêncio (2024) (single)
Rogério Godinho – Virou Silêncio (2024) (single)
Co-produção luso-brasileira juntou o compositor Rodrigo Campos e o cantor, pianista e compositor português Rogério Godinho para lançar o single “Virou Silêncio”.
Esta música aborda o tema da desilusão amorosa, retratando a história de uma jornada apaixonada que termina abruptamente quando uma das partes desaparece sem sequer se despedir.
Rodrigo Campos é um compositor brasileiro, com uma discografia que inclui os álbuns “Amor by Me” (2020), “Shell” (2021), “Diary of Love” (2022) e “Father” (2023). Rogério Godinho, por sua vez, é um artista português multifacetado, conhecido por seus singles e pelos álbuns “We Change” (2023) e “Eterno Regresso” (2015). A sua habilidade em transitar entre diferentes papéis no processo criativo é evidenciada na produção de “Virou Silêncio”.
O videoclipe de “Virou Silêncio”, filmado em Portugal e produzido com recursos da Lei Paulo Gustavo, conta com a brilhante participação do bailarino e coreógrafo brasileiro Valdemir Ribas, residente em Portugal. A direção e edição do videoclipe ficaram a cargo de Rogério Godinho, destacando sua versatilidade artística.
Com “Virou Silêncio”, Campos e Godinho apresentam ao público uma peça musical carregada de emoção e arte, unindo os talentos de Brasil e Portugal em uma obra que certamente tocará os corações dos ouvintes.
Letra: Rodrigo Campos Composição: Rodrigo Campos, Rogério Godinho Produção, arranjo, piano e voz: Rogério Godinho Flauta transversal: Carlos Teixeira Mistura e Masterização: Mo Hausler